domingo, 9 de agosto de 2026

Apagão sexual da Geração Z: por que os jovens estão fazendo menos sexo?

A chamada Geração Z cresceu em um mundo hiperconectado, com acesso ilimitado à informação, liberdade para falar sobre sexualidade e aplicativos que prometem aproximar pessoas. Ainda assim, ela vem sendo apontada como a geração que menos faz sexo.

O fenômeno, conhecido como “apagão sexual“, desperta uma pergunta inevitável: afinal, o que está acontecendo?

Pesquisas recentes mostram que mais de 30% dos jovens entre 18 e 24 anos afirmam não ter tido relações sexuais no último ano, um percentual significativamente maior do que o registrado em gerações anteriores na mesma faixa etária. Entre os 25 e 31 anos, a abstinência também aumentou, variando entre 12% e 18%, embora em menor intensidade.

Os números revelam uma tendência importante, não se trata apenas de um comportamento típico da juventude, mas de uma mudança geracional na forma de viver a sexualidade.

Por que a Geração Z está fazendo menos sexo?

Não existe uma explicação única para o chamado apagão sexual, ele é resultado de uma combinação de fatores biológicos, emocionais, sociais e culturais, a saúde mental é um dos principais deles.

Ansiedade, depressão e estresse atingem níveis históricos entre os jovens e impactam diretamente o desejo sexual. Quando a mente está sobrecarregada, a libido costuma ser uma das primeiras funções a sofrer alterações.

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Outro aspecto relevante é a relação com a tecnologia, o consumo frequente de pornografia e o uso intenso das redes sociais estimulam mecanismos de recompensa imediata, muitas vezes substituindo experiências de intimidade no mundo real.

Ao mesmo tempo, os aplicativos de relacionamento oferecem tantas possibilidades que, paradoxalmente, podem gerar indecisão, procrastinação dos encontros e até medo da vulnerabilidade necessária para criar conexões mais profundas.

A forma como a Geração Z enxerga os relacionamentos também é diferente

Hoje, muitos jovens priorizam carreira, saúde mental e qualidade de vida antes da vida sexual. Além disso, há uma consciência muito maior sobre consentimento, respeito aos próprios limites e autonomia. Para essa geração, fazer sexo deixou de ser uma obrigação social ou um marcador de sucesso nos relacionamentos.

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Isso não significa que o desejo desapareceu. Em muitos casos, ele apenas está sendo direcionado para outras formas de prazer e bem-estar, o autocuidado, a satisfação individual, os vínculos afetivos que não necessariamente envolvem sexo e, em alguns casos, a gratificação rápida proporcionada pelas telas.

Geração Z não é sinônimo de “nem-nem”

É importante não confundir esse comportamento com outro fenômeno frequentemente associado aos jovens, o termo “nem-nem” refere-se às pessoas que não estudam nem trabalham, caracterizando uma condição socioeconômica específica, geralmente relacionada à falta de oportunidades ou à exclusão do mercado e da educação.

Já a Geração Z representa um grupo geracional muito mais amplo, composto por jovens com diferentes perfis, estilos de vida e trajetórias. Embora alguns façam parte do grupo dos “nem-nem”, uma condição não define a outra.

A libido não desapareceu

O principal aprendizado desse fenômeno é que o desejo humano acompanha as transformações da sociedade. A Geração Z continua buscando prazer e conexão, mas faz isso de maneiras diferentes das gerações anteriores.

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A grande questão é entender quando essa mudança representa uma escolha consciente e saudável e quando pode estar relacionada ao isolamento, ao excesso de ansiedade ou à dificuldade de estabelecer vínculos.

A libido não simplesmente desaparece, ela se transforma de acordo com o contexto, as experiências e as necessidades de cada época. E talvez o maior desafio seja justamente ajudar essa geração a construir relações que façam sentido para sua realidade, promovendo bem-estar, intimidade e saúde sexual sem cobranças ou estereótipos.

Treinar demais pode afetar a libido?

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/sexualidade-positiva/apagao-sexual-geracao-z/

Liquidificador portátil para quem treina: testamos o Lightmix Arno

O Lightmix, liquidificador portátil que faz parte do portfólio da marca Arno, pode ser ideal para o dia a dia de praticantes de atividades físicas.  Ele se destaca em pontos como portabilidade, praticidade e agilidade na hora de preparar bebidas em diferentes situações da rotina.

Leve e compacto, o Lightmix — que pesa 780 g — pode ser facilmente levado para diversos ambientes, seja trabalho, academia, parques ou até mesmo durante viagens.

Nesse sentido, o produto pode funcionar como um aliado para as pessoas que procuram manter uma dieta mais equilibrada mesmo em meio à correria do cotidiano. A seguir, conheça mais detalhes sobre o modelo e descubra como foi a experiência de Boa Forma com ele!

Os principais detalhes do Lightmix, da Arno

O Lightmix, da Arno, apresenta uma série de características que fazem dele uma boa opção de liquidificador portátil para quem treina.

Uma delas é o seu design funcional e conveniente, que possibilita que você carregue-o tranquilamente na bolsa que costuma te acompanhar nos treinos.

Além disso, o aparelho possui um revestimento em silicone antiderrapante e uma alça integrada, que colaboram para uma pegada firme, confortável e segura. Esses acabamentos podem ser encontrados em duas cores distintas: verde e amarelo.

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Durante os exercícios físicos, esses detalhes podem fazer toda a diferença, garantindo que você manuseie o produto com mais estabilidade, mesmo após uma prática mais intensa ou quando as mãos estão úmidas devido ao suor.

Outro ponto que se sobressai no Lightmix é o copo de 300 ml projetado com um material de tecnologia avançada chamado Tritan™.

Ele consiste em um tipo de plástico BPA free e altamente resistente a impactos e quedas e que promete não segurar odores ou sabores.

O liquidificador portátil ainda é equipado com lâminas em inox de alta performance, que mistura gelo e ingredientes congelados de maneira descomplicada.

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O desligamento automático após 40 segundos é um mecanismo do Lightmix que contribui para evitar superaquecimento e acidentes. Sua bateria é recarregável via USB.

A experiência de Boa Forma com o Lightmix, da Arno

A Boa Forma, referência em movimento e bem-estar, pôde avaliar de perto as qualidades do Lightmix, especialmente em relação a um contexto de estilo de vida ativo.

Na prática, o Lightmix pode sim atuar como uma solução interessante para as pessoas que se exercitam com regularidade. Ele possibilita fazer, por exemplo, o seu suplemento pré-treino, whey protein ou creatina em pó, de um jeito simples e super rápido.

Também consegue bater sem dificuldade outras receitas, como sucos naturais e vitaminas, que costumam ser bem nutritivas (desde que elaboradas com ingredientes que façam verdadeiramente bem ao corpo e que estejam alinhados aos objetivos de cada indivíduo).

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O copo de 300 ml faz com que o Lightmix, além de servir como um liquidificador portátil, também funcione como um recipiente para consumo logo após o preparo, sem a necessidade de transferir a bebida para outro utensílio.

O material Titan™ é realmente muito bom em termos de limpeza, de manutenção e de resistência. Atenção: ele “sobrevive” a  pequenos impactos e quedas do dia a dia, mas tem seus limites em casos de condições extremas.

Durante os testes, foi possível notar que ele tem uma tendência a não reter cheiros e gostos de misturas anteriores. Para mim, esse ponto está entre os pontos mais decisivos no momento de escolha de um liquidificador portátil para uso frequente. Afinal, nada a ver tomar um whey sabor baunilha com aquele restinho de sabor de um smoothie de frutas, né?

Ah, e algo que você não precisa se preocupar: o Lightmix não vai fazer você desviar toda a atenção da academia para ele. Isso porque o funcionamento é relativamente silencioso e são necessários poucos segundos para que a bebida fique pronta.

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Ainda vale ressaltar que o Lightmix dispõe de um sistema de travamento e uma ótima vedação, aspectos que ajudam a evitar vazamentos.

Resumidamente, o Lightmix conta com uma estrutura que combina estética e utilidade, posicionando-se como um liquidificador portátil que une visual moderno, boa qualidade de construção e eficiência.

Compre agora o seu Lightmix, da Arno

Liquidificador Portátil Lightmix Arno

Liquidificador portátil Arno em tons de verde-água e prata, com base transparente, alça lateral e cabo USB preto enrolado ao lado, sobre fundo branco

6 dicas que vão facilitar o preparo do seu smoothie pela manhã

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/lightmix-arno-liquidifcador-portatil/

5 mitos e verdade sobre produtos detox que você precisa saber

Os produtos que prometem “desintoxicar” seu organismo, como chás, cápsulas, sucos, shots e até mesmo suplementos, ganharam espaço tanto nas prateleiras de mercados, quanto nas redes sociais.

Muitos desses produtos afirmam eliminar toxinas, acelerar o metabolismo e até promover emagrecimento. Mas será que essas promessas têm respaldo científico?

O coordenador do curso de Farmácia da Faculdade Anhanguera, Reginaldo Franquez, explica que é importante diferenciar hábitos saudáveis de alegações que não contam com evidências robustas.

 

“O nosso organismo possui sistemas eficientes de eliminação de substâncias, principalmente por meio do fígado, dos rins, do intestino e da pele. Quando esses órgãos estão funcionando adequadamente, eles desempenham naturalmente esse papel”, explica.

Neste contexto, o profissional listou cinco mitos e verdade comuns sobre os produtos detox que você precisa saber:

3 truques para emagrecer que não envolvem restrição na dieta

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1

“Produtos detox eliminam toxinas acumuladas no organismo”

Mito.

Embora alguns ingredientes possam fazer parte de uma alimentação equilibrada, não há evidências científicas consistentes de que chás, cápsulas ou suplementos promovam uma “limpeza” do organismo. A eliminação de substâncias é uma função realizada naturalmente pelo corpo.

2

“Quanto mais detox, melhor”

Mito.

O consumo excessivo de produtos naturais também pode oferecer riscos. Algumas ervas podem causar efeitos adversos ou interagir com medicamentos de uso contínuo, comprometendo sua eficácia ou aumentando o risco de reações indesejadas.

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3

“Produtos detox ajudam a emagrecer”

Mito.

Não existe produto detox capaz de promover perda de peso de forma isolada. Em alguns casos, o efeito observado está relacionado apenas à perda temporária de líquidos, e não à redução de gordura corporal.

4

“Por ser natural, não faz mal”

Mito.

Natural não é sinônimo de seguro. Plantas medicinais, extratos e suplementos também possuem compostos ativos que podem apresentar contraindicações, provocar alergias ou interagir com outros medicamentos.

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5

Uma alimentação equilibrada já ajuda o organismo a funcionar bem”

Verdade.

Manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, fibras e água, além de praticar atividade física e dormir adequadamente, contribui para o bom funcionamento dos órgãos responsáveis pelos processos naturais de eliminação de substâncias.

Quando procurar orientação?

Antes de iniciar o uso de qualquer suplemento ou produto com promessa detox, o farmacêutico recomenda buscar orientação profissional.

“É importante avaliar se aquele produto realmente é necessário e se possui evidências de benefício para a situação específica da pessoa. Nem tudo o que viraliza nas redes sociais ou promete resultados rápidos é seguro ou eficaz”, finaliza o professor.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/5-mitos-e-verdade-sobre-produtos-detox-que-voce-precisa-saber/

Apagão sexual da Geração Z: por que os jovens estão fazendo menos sexo?

A chamada Geração Z cresceu em um mundo hiperconectado, com acesso ilimitado à informação, liberdade para falar sobre sexualidade e aplicat...