segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Preciso necessariamente ingerir proteína após o treino para ganhar massa magra?

A ingestão adequada de proteínas faz parte das medidas consideradas fundamentais para favorecer a construção de massa muscular. Esse nutriente desempenha um papel significativo quando o assunto é hipertrofia. Mas, afinal, será que existe um melhor timing para consumi-lo e conquistar bons resultados? Após o treino, será que você deve necessariamente ingerir proteínas para conseguir músculos?

Preciso necessariamente ingerir proteína após o treino para ganhar massa magra?

Quem frequenta academia, com certeza, já ouviu quando começou a recomendação de consumir whey protein logo após o treino para “aproveitar a janela anabólica, que fecha em até uma hora!”.

Mas, o que é janela anabólica? É período após o treino de força em que o corpo estaria mais receptivo à proteína para reparar e construir músculo. No entanto, trata-se de uma ideia um tanto exagerada.

Porém, a questão não é a existência desse fenômeno biológico, mas o prazo apertado que se convencionou associar a ele.

Levantamentos científicos recentes mostram que essa janela é muito mais larga do que se pensava, podendo chegar a várias horas, conforme coloca uma das análises mais citadas sobre o tema, publicada no Journal of the International Society of Sports Nutrition.

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Outro estudo divulgado no PubMed testou a ingestão de proteína logo antes versus logo depois do treino de musculação e o resultado não apresentou diferença relevante em força ou massa muscular entre os grupos.

“Observa-se que o que mais influencia o ganho de massa muscular é a quantidade total de proteína consumida ao longo do dia, não o relógio”, coloca a Ana Cristina Gutiérrez, nutricionista esportiva, mestre em Nutrição e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife.

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Whey protein além do shake: 5 formas de incluir na dieta

Então o timing realmente não importa?

O timming importa sim, mas menos do que se imaginava, e principalmente em situações específicas.

Treinar em jejum prolongado, por exemplo, é um cenário em que consumir proteína relativamente perto do treino ganha mais relevância, já que o corpo passou muitas horas sem receber aminoácidos.

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“No caso de quem já se alimenta bem ao longo do dia e distribui proteína nas refeições, tomar o shake de proteína dez, vinte ou até duas horas depois do treino não vai fazer diferença perceptível no resultado final”, coloca a nutricionista esportiva.

A profissional listou a seguir o que fazer na prática:

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  • Priorize a quantidade total diária de proteína. “A recomendação geral para quem treina força fica entre 1,6 g e 2,2 g por quilo de peso corporal, mas o ideal é buscar orientação individualizada com um nutricionista”, orienta Ana Cristina.
  • Distribua as refeições ao longo do dia, sem ter essa obsessão pelo cronômetro pós-treino. Inclua ovos, carnes magras, peixe, queijo, barras de proteína, whey protein, shakes e outras bebidas proteicas.
  • Fique atento ao jejum prolongado. Se o treino for feito muitas horas após a última refeição, comer algo com proteína nas primeiras horas seguintes faz mais sentido.
  • Relaxe com o horário. Uma janela de algumas horas, e não de minutos, é suficiente para aproveitar os benefícios da proteína pós-treino.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/ingerir-proteina-pos-treino/

O treino completo de pernas de Lore Improta

A influenciadora e dançarina, Lore Improta, compartilha toda a sua rotina nas redes sociais. Desde as gravações de coreografias para seu canal no Youtube, até momentos de sua maternidade, ao lado do marido, Leo Santana, e dos filhos, Liz e Levi, que nasceu em maio de 2026.

Além de compartilhar seus momentos “mãezona”, Lore também divide com seus seguidores sua rotina fitness desde a chegada do caçula. Em suas últimas publicações, a influenciadora dividiu com os seguidores como foi seu treino de pernas, sob o auxílio da personal trainer, Talita Malheiros.

O treino de pernas de Lore Improta incluiu desde mobilidade, passando por um aquecimento, com agachamento livre, e exercícios em aparelhos, focando em todos os membros inferiores. A sequência dos exercícios e repetições foi:

  • Agachamento Smith com progressão de carga (2×12/1×10/1×8)
  • Leg Press + Agachamento Sumô no step (3×10 cada)
  • Cadeira extensora (3×10 + 10 / 10 repetições alternando as pernas, aumentando a carga + 10 repetições alternadas)
  • Cadeira extensora DropSet: 6-8-10 repetições (diminuindo a carga sem intervalo de descanso)
  • Agachamento Búlgaro no TRX (3×10)
  • Mesa Flexora: 3×12 (3 segundos de isometria a cada 3 repetições)
  • Panturrilha no leg horizontal (3×12-15)

“Eu reclamo durante, mas depois vem aquela sensação massa de treino entregue!”, escreveu Lore na legenda do vídeo. 

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O treino de pernas de Lore Improta:

Muito além do treino: 8 efeitos das atividades físicas na circulação

A importância de fortalecer os membros inferiores:

Os exercícios para fortalecer os membros inferiores são uma etapa importante do treino para ajudar a prevenir lesões e promover melhor qualidade de vida.

De acordo com Anderson da Silva, educador físico da Academia Gaviões, dentre os benefícios dos movimentos focados na parte de baixo do corpo, encontram-se:

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  • Estabilidade;
  • Equilíbrio;
  • Resistência para ligamentos e tendões;
  • Boa postura;
  • Lubrificação de cartilagens essenciais dos joelhos;
  • Aumento da circulação do sistema sanguíneo.

“O treino de pernas não é restrito a apenas um grupo de pessoas, podendo ser incorporado na rotina de crianças a idosos. Como os membros inferiores são a base do nosso corpo, o seu fortalecimento é capaz de facilitar desde o desenvolvimento de simples tarefas domésticas até movimentos impactantes, como por exemplo, em práticas esportivas mais intensas”, explica o profissional.

Melhores exercícios para fortalecer os membros inferiores

Pensando em auxiliar quem quer começar a sentir as vantagens de fortalecer as pernas, Silva listou cinco principais exercícios para essa região:

1

Agachamento

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O agachamento é um dos exercícios mais completos que o nosso próprio corpo nos proporciona em todas as variações que existem como o livre, isométrico, sumô, entre outros . “A partir dessa atividade é possível trabalhar a consciência corporal, força, estabilidade, entre outras habilidades e de quebra fortalecer os glúteos”, diz Silva.

2

Cadeira extensora

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A atividade trata-se do fortalecimento de quadríceps, músculo localizado na região anterior da coxa, exercendo força, inclusive nas partes mais profundas dessa musculatura.

“É uma ótima alternativa para melhorar a estabilidade da pessoa, capacitando o fortalecimento de ligamentos e tendões dos joelhos”, explica.

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3

Cadeira flexora

O uso da cadeira flexora é essencial para quem busca fortalecer músculos da parte posterior das coxas. “O treino desta região é de extrema importância para a saúde do quadril e flexão dos joelhos porque quando exercitamos os  posteriores damos ênfase nos isquiotibiais, um grupo muscular prioritário para a saúde dos membros inferiores”, revela Silva.

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4

Cadeira adutora

A cadeira adutora é um exercício de pouca variação, mas que gera bons resultados. “Além de proporcionar uma melhora estética e trabalhar a musculatura adutora (dentro), também promove resultados funcionais. É possível perceber que a força interna das pernas se torna maior após um período de treinamento destes músculos  menores”, pontua o preparador.

5

Cadeira abdutora

A cadeira abdutora é muito similar a adutora, mas em vez de trabalhar as partes internas, tem o foco nas externas. “Neste exercício se trabalha a musculatura externa da coxa, com um torque atenuante no glúteo, ajudando a fortalecer e a diminuir as dores e fisgadas na lombar”,  esclarece Silva.

Vale ressaltar que para que os resultados dos exercícios citados acima sejam atingidos, é fundamental ter o acompanhamento de um profissional especializado. “É importante uma academia com equipamentos adequados, além da expertise dos especialistas, afinal, a saúde e o bem-estar são prioridades”, finaliza o profissional.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/treino-pernas-lore-improta/

Banho pré-treino realmente ajuda no desempenho?

O banho pós-treino é literalmente uma lei para quem pratica atividades físicas diariamente, porque, além de higiênico, elimina o suor, refresca e relaxa, ainda mais se a intensidade do exercício foi extremamente alta. Mas, você já ouviu falar sobre tomar banho antes do treino? Sim, esse assunto existe e quem tem a resposta é a ciência!

Acredite: o banho pré-treino possui diversos benefícios, entre eles, influenciar no seu desempenho durante o exercício físico.

E isso quem confirma é um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine. De acordo com a publicação, o banho frio, principalmente antes de algum exercício, como cardio, aumenta a tolerância do corpo a esforços a longo prazo e mais intensos. 

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Mas e o banho quente? Ele também traz diversos benefícios, sendo um ótimo “pré-treino”, já que, segundo o estudo, ajuda a despertar o corpo e a relaxar a musculatura que pode estar rígida, ainda mais após acordar. 

Banho gelado atrapalha a hipertrofia?

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E o banho pós-treino?

Isso não significa que você não tenha que tomar banho após o treino. Além de higiênico, o banho pós-treino ajuda na recuperação muscular. 

De acordo com o estudo publicado no North America Journal of Medicine Sciences, o banho quente, não só alivia a tensão ou dores musculares, como também estimula a dilatação dos vasos sanguíneos, ou seja, ajuda no transporte de oxigênio para uma recuperação muscular mais rápida. 

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/banho-pre-treino-ajuda-desempenho/

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A ingestão adequada de proteínas faz parte das medidas consideradas fundamentais para favorecer a construção de massa muscular . Esse nutri...