domingo, 13 de setembro de 2026

Setembro Amarelo: por que falar de saúde mental é um ato de coragem

O Setembro Amarelo é a campanha nacional de prevenção ao suicídio, que mantém o lema “Se precisar, peça ajuda!” e tem o dia 10 de setembro como data central. A proposta é falar de sofrimento emocional sem tabu e lembrar que buscar apoio é um caminho possível para qualquer pessoa.

Resposta rápida sobre o Setembro Amarelo

  • O que é: campanha de conscientização sobre prevenção ao suicídio, criada no Brasil em 2013 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) com o Conselho Federal de Medicina (CFM).
  • Lema de 2026: “Se precisar, peça ajuda!”, o mesmo adotado desde 2024.
  • Data central: 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
  • Por que importa: a OMS estima 727 mil mortes por suicídio no mundo em 2021, e o Brasil registrou mais de 16,8 mil em 2023, segundo o Ministério da Saúde.
  • Ajuda imediata: CVV pelo 188 (ligação gratuita, 24 horas) ou pelo chat em cvv.org.br. Em risco imediato à vida, ligue para o SAMU (192).

O que é o Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre prevenção ao suicídio e combate ao estigma em torno da saúde mental. No Brasil, a mobilização foi criada em 2013 pela ABP, em parceria com o CFM, e ganhou as ruas em 2014, segundo o site oficial da campanha.

As ações acontecem durante todo o mês de setembro, com o dia 10 como data de referência, por ser o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. O CVV também está entre os mobilizadores da campanha desde 2015, conforme o relatório de atividades do CVV.

Em 2026, a ABP promove a iluminação amarela de monumentos e prédios públicos, como o Cristo Redentor e o Congresso Nacional, segundo o portal Qual a Boa Notícias. Escolas, empresas e serviços de saúde aproveitam o período para abrir conversas sobre o tema.

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Qual é o lema do Setembro Amarelo 2026?

O lema nacional do Setembro Amarelo 2026 é “Se precisar, peça ajuda!”, adotado pela ABP e pelo CFM desde 2024 e mantido neste ano, conforme a divulgação da campanha de 2026. A frase convida quem está em sofrimento a procurar apoio antes de chegar ao limite e apresenta o pedido de ajuda como um gesto de cuidado consigo.

No cenário internacional, o tema do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio para o triênio 2024-2026 é “Mudar a narrativa”, definido pela Associação Internacional para Prevenção do Suicídio (IASP). A ideia é trocar o silêncio e o estigma por conversas abertas, que facilitem a busca por ajuda.

Prefeituras e hospitais também criam temas próprios para suas ações locais, como “Escutar é estar presente”, adotado pela Prefeitura de Leme (SP). Esses temas complementam o lema nacional e costumam aparecer em materiais regionais da campanha.

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O que os dados mais recentes mostram sobre suicídio e saúde mental?

Segundo o relatório Suicide worldwide in 2021, publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2025, cerca de 727 mil pessoas morreram por suicídio no mundo em 2021. Isso representa uma em cada 100 mortes, e o suicídio foi a terceira principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos.

No Brasil, foram 17.009 óbitos por suicídio em 2023, cerca de 46 por dia, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) reunidos em boletim da Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (2025). Os homens são a maioria: responderam por 77,8% dos 15.507 óbitos de 2021, segundo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde (2024).

Os afastamentos do trabalho mostram outro lado dessa realidade. Em 2025, o INSS concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária ligados a transtornos mentais, alta de 15,66% sobre os 472.328 de 2024, segundo o Ministério da Previdência Social.

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Ansiedade (166.489 afastamentos) e episódios depressivos (126.608) lideraram a lista em 2025, de acordo com o levantamento da Previdência. As mulheres receberam 63,46% desses benefícios, um recorte que pode ter relação com a sobrecarga entre trabalho, casa e cuidado com a família.

Os números indicam que o sofrimento emocional aparece de formas diferentes em cada grupo. Homens morrem mais por suicídio, enquanto mulheres lideram os afastamentos por ansiedade e depressão, e os dois cenários pedem atenção.

Segundo a cartilha Informando para Prevenir, da ABP e do CFM, 96,8% dos casos de suicídio registrados estão associados a histórico de transtorno mental. Tratar esses quadros a tempo é central para a prevenção, como explica a psicóloga clínica Tatiana Magalhães neste artigo sobre prevenção do suicídio.

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Quais são os sinais de alerta de sofrimento emocional?

Algumas falas e comportamentos indicam que uma pessoa pode estar em sofrimento intenso e precisa de atenção. Entre os sinais mais citados em campanhas de prevenção estão:

  • falas de desesperança, como “não aguento mais” ou “seria melhor se eu não estivesse aqui”;
  • sensação de ser um peso para a família ou para os amigos;
  • isolamento repentino e afastamento de pessoas próximas;
  • mudanças bruscas de humor, sono ou apetite;
  • perda de interesse por atividades que antes davam prazer;
  • aumento do consumo de álcool ou de outras substâncias;
  • despedidas incomuns ou organização de pendências sem motivo aparente.

Um sinal isolado não confirma risco, e a combinação de mais de um deles merece uma conversa atenta. Quando o quadro envolve tristeza persistente e falta de energia, vale conhecer também os sinais da depressão e como identificá-los.

Esses sinais costumam surgir sobre uma vulnerabilidade construída ao longo da vida, e um evento difícil, como uma perda ou um divórcio, pode funcionar como gatilho. A diferença entre fatores predisponentes e precipitantes é detalhada no artigo da psicóloga Tatiana Magalhães.

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Como ajudar alguém que está em sofrimento emocional?

Quem está por perto costuma ser a primeira ponte entre a pessoa em sofrimento e a ajuda profissional. O mais importante é oferecer presença e escuta, sem pressa de dar conselhos.

Algumas atitudes ajudam nesse momento:

  • Pergunte com calma como a pessoa está e ouça sem julgar ou minimizar o que ela sente.
  • Se perceber sinais de risco, pergunte diretamente se ela tem pensado em tirar a própria vida. Como destaca o psiquiatra Antônio Geraldo da Silva, responsável por trazer a campanha ao Brasil, falar sobre suicídio com responsabilidade não estimula o ato e pode abrir caminhos para o cuidado.
  • Evite frases como “isso é frescura” ou “tem gente em situação pior”.
  • Incentive a busca por ajuda profissional e ofereça companhia para marcar ou ir à consulta.
  • Se houver risco imediato, não deixe a pessoa sozinha e ligue para o SAMU (192).

Quem apoia também precisa de apoio, e dividir a responsabilidade com profissionais e outras pessoas da rede faz parte do processo. O Personare tem um guia específico sobre como ajudar uma pessoa com depressão.

Onde pedir ajuda no Brasil?

Existem canais gratuitos para diferentes situações, do apoio emocional ao atendimento de emergência:

  • CVV (188): apoio emocional gratuito e sigiloso, 24 horas, por telefone, chat ou e-mail em cvv.org.br. Os voluntários são treinados para ouvir sem julgar e sem dar opinião.
  • SAMU (192): para situações de risco imediato à vida.
  • CAPS e UBS: os Centros de Atenção Psicossocial e as Unidades Básicas de Saúde fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS e oferecem acolhimento e tratamento em saúde mental.
  • Psicólogos e psiquiatras: acompanhamento contínuo para ansiedade, depressão e outros quadros.

No Personare, você encontra especialistas em Psicologia e em terapias integrativas para consultas online ou presenciais. As terapias integrativas podem complementar o cuidado emocional no dia a dia, e em casos de depressão, pensamentos suicidas ou crise o acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra continua indispensável.

Como cuidar da saúde mental no dia a dia?

Pequenos hábitos tendem a fortalecer a saúde emocional ao longo do tempo e funcionam como apoio ao tratamento, quando ele é necessário:

  • Respeite seus limites: dizer “não” a demandas excessivas também é autocuidado.
  • Crie pausas ao longo do dia: respirações profundas, caminhadas curtas ou alguns minutos de silêncio ajudam a reorganizar a mente.
  • Pratique a autocompaixão: fale consigo como falaria com uma pessoa querida em um momento difícil.
  • Cultive uma rede de apoio: conversar com alguém de confiança antes de chegar ao limite faz diferença.
  • Busque acompanhamento profissional: terapia e acompanhamento psiquiátrico podem prevenir agravamentos.

Se o cansaço vem acompanhado de dores, irritação e falta de energia, o corpo pode estar sinalizando cansaço emocional. Quando a exaustão está ligada ao trabalho, vale conhecer os sintomas de burnout e como preveni-los.

Para seguir no tema, a editoria de Depressão e Ansiedade do Personare reúne outros conteúdos com orientação de especialistas.

Conclusão

O Setembro Amarelo 2026 lembra que o sofrimento emocional é comum, tem tratamento e pode ser compartilhado. Os dados mais recentes mostram um desafio crescente no Brasil e reforçam o valor da informação, da escuta e do acesso ao cuidado.

O cuidado com a saúde mental continua depois de setembro, em rotinas de pausa, reflexão e autoconhecimento que fortalecem os dias comuns. Se precisar de apoio agora, o CVV atende pelo 188, a qualquer hora.

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Perguntas frequentes sobre o Setembro Amarelo 2026

O que é o Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é a campanha brasileira de conscientização sobre prevenção ao suicídio e combate ao estigma em torno da saúde mental. Foi criada em 2013 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), e acontece durante todo o mês de setembro.

O dia 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, é a data central das ações, que incluem iluminação amarela em monumentos, palestras e materiais informativos.

Qual é o lema do Setembro Amarelo 2026?

O lema nacional do Setembro Amarelo 2026 é “Se precisar, peça ajuda!”, o mesmo usado pela ABP e pelo CFM desde 2024. A frase incentiva quem está em sofrimento a procurar apoio antes de chegar ao limite.

No âmbito internacional, o tema do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio para 2024-2026 é “Mudar a narrativa”, definido pela IASP. Prefeituras e hospitais podem adotar temas locais complementares, como “Escutar é estar presente”.

Falar sobre suicídio pode incentivar alguém?

Falar sobre suicídio com responsabilidade não estimula o ato, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), e a própria campanha Setembro Amarelo nasceu para quebrar esse silêncio.

Perguntar diretamente a uma pessoa em sofrimento se ela tem pensado em tirar a própria vida tende a abrir espaço para o acolhimento. O cuidado está na forma: escutar sem julgar, evitar detalhes sobre métodos e sempre indicar caminhos de ajuda, como o CVV (188).

Como ajudar alguém que está em sofrimento emocional?

O primeiro passo é oferecer presença e escuta, sem julgamentos e sem minimizar o que a pessoa sente.

Pergunte como ela está, ouça com atenção e incentive a busca por ajuda profissional, oferecendo companhia para marcar ou ir à consulta. Se houver sinais de risco imediato, não deixe a pessoa sozinha e ligue para o SAMU (192).

Para apoio emocional a qualquer hora, o CVV atende gratuitamente pelo 188.

Onde encontrar ajuda gratuita e 24 horas?

O CVV (Centro de Valorização da Vida) atende gratuitamente pelo telefone 188, 24 horas por dia, em todo o Brasil, e também por chat e e-mail em cvv.org.br. O atendimento é sigiloso e feito por voluntários treinados para ouvir sem julgar.

Em situações de risco imediato à vida, a orientação é ligar para o SAMU (192). Para acompanhamento contínuo pelo SUS, os CAPS e as Unidades Básicas de Saúde oferecem acolhimento em saúde mental.

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Beauty Fair 2026: 6 lançamentos que podem entrar na sua rotina fitness

A Beauty Fair 2026, que aconteceu de 5 a 8 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, reuniu diversas marcas que puderam apresentar as suas principais novidades para o mundo da beleza.

A Boa Forma esteve no evento e conheceu alguns lançamentos que podem funcionar bem no dia a dia de quem pratica atividade física, sendo boas opções para incluir nos cuidados com a pele, o cabelo e o corpo. Confira a lista a seguir das nossas indicações:

Beauty Fair 2026: 6 lançamentos que podem entrar na sua rotina fitness

Bastão Facial Neutrogena Sun Fresh Derm Care

Embalagem e bastão do protetor solar Neutrogena Sun Fresh Derm Care, cor 3.0, com FPS 99, efeito make-up, proteção solar avançada, ácido hialurônico e vitamina E, 14g

Durante a feira, a Neutrogena apresentou o seu novo Bastão Facial Sun Fresh Derm Care, que oferece uma aplicação rápida e prática, o que faz toda a diferença em meio ao cotidiano agitado. Enriquecido com vitamina E e ácido hialurônico, ele auxilia na hidratação da pele, garante efeito antipoluição e também pode colaborar positivamente para o combate aos danos causados por radicais livre. Tem FPS 99 e promove proteção contra raios UVA, UVB, UVA longo e luz visível. É resistente à água e ao suor e possui efeito make-up com cobertura aveludada.

Creme Desodorante Corporal Anti-atrito RAAVI

Três tubos de creme desodorante corporal Raavi Antiatrito, brancos com detalhes em rosa e letras pretas, sobre um fundo rosa choque e rosa claro. O tubo central está em foco, exibindo informações como Previne Assaduras, Vegano e 75g

Desenvolvido especialmente para regiões de maior atrito, como dobras da pele, parte interna das coxas e região dos seios, o Creme Desodorante Corporal Anti-atrito, da RAAVI, tem textura leve, rápida absorção e toque seco. Sua composição envolve ativos como Alantoína, Niacinamida, Manteiga de Karité, Vitamina E e D-Pantenol.

Ozono Protetor Solar em Spray Contínuo FPS50+ Hawaiian Tropic

Pessoa bronzeada aplicando protetor solar em spray na coxa, vestindo maiô floral, com o mar azul ao fundo

O Ozono Protetor Solar em Spray Contínuo FPS50+ pode se tornar um grande aliado para a sua rotina de treinos, principalmente se você costuma se exercitar ao ar livre. Seu formato proporciona aplicação e reaplicação descomplicadas. Além disso, a fórmula traz a tecnologia Duo Defende, que atua na prevenção do fotoenvelhecimento e na proteção da pele também contra a poluição. Seus ingredientes incluem manteiga de manga, aloe vera e complexo vitamínico A, C e E.

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Óleos finalizadores SALVA Widi Care

Três mulheres sorridentes, com cabelos e tons de pele diversos, posam com três frascos de óleo reparador Salva Widi Care. A da esquerda tem cabelos cacheados e veste rosa, a central tem cabelos lisos ruivos e veste amarelo, e a da direita tem cabelos crespos e veste laranja. Os frascos são rosa, amarelo e laranja, cada um com uma função específica para os cabelos

Com uma embalagem compactada e funcional, os óleos finalizadores de SALVA, da Widi Care, são soluções que podem acompanhar você na academia, ocupando pouco espaço na necessaire.

A linha conta com três fórmulas, e cada uma delas foi pensada para uma necessidade específica dos fios: melhorar o brilho e o frizz, auxiliar na porosidade e na nutrição e apoiar o fortalecimento de cabelos fragilizados.

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O óleo SALVA Frizz & Brilho conta com Camélia, Marula e D-Pantenol; o Porosidade & Nutrição possui Pequi, Jojoba e Macadâmia; já o Danos & Recuperação apresenta Romã, Amla e Girassol.

S.O.S Reconstrução Forever Liss

Mão feminina segura um condicionador rosa Forever Liss SOS Reconstrução, ao lado de um shampoo e um leave-in da mesma linha, sobre uma bancada molhada com azulejos azuis ao fundo e um espelho redondo refletindo os produtos

A Forever Liss ampliou sua linha S.O.S Reconstrução com o lançamento de shampoo, condicionador e Leave-in Multifuncional. A coleção pode ser interessante para r recuperar e fortalecer os cabelos que passam por uma rotina intensa de treinos, sobretudo devido a fatores como suor, lavagens mais frequentes, penteados e atritos com máquinas e acessórios da academia.

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Secador de Cabelo iQ Sfera GA.MA Italy

Mulher loira com coque alto e mechas claras, maquiagem marcante, brinco grande preto e branco, segurando um objeto esférico preto com listras brancas, vestindo luva e blusa pretas, em fundo cinza escuro

O iQ Sfera, da GA.MA Italy, é o primeiro secador esférico do mercado e marca uma nova era no styling dos fios. Seu design compacto e ergonômico faz dele uma alternativa interessante para você carregar na bolsa da academia e finalizar os cabelos após os exercícios, o que se torna ainda mais útil quando você precisa seguir para outros compromissos depois dos exercícios.

O modelo pesa inacreditáveis 240 gramas e possui dimensões ultra compactadas que cabem na palma da mão, trazendo uma leveza extrema para o ritual de haircare. Ele ainda é equipado com um motor digital potente capaz de atingir até 92.000 RPM na função Turbo, além de apresentar a tecnologia Venturi, que ajuda a tornar o processo de secagem mais rápido e eficiente.

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Tem que aplicar protetor solar antes de nadar?

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Projeto Verão: como começar uma rotina de exercícios com saúde e sem exageros

O mês de Setembro marca a contagem regressiva para o Verão e, para muita gente, também é o momento de tirar do papel a promessa de adotar uma vida mais ativa. Seja para quem nunca frequentou uma academia ou para quem abandonou os exercícios há algum tempo, a principal recomendação é não transformar a proximidade da estação em uma corrida contra o relógio.

Para Leandro Twin – professor de Educação Física, especialista em treinamento e embaixador da BlueFit -, a chegada da estação mais quente do ano pode ser um bom estímulo para mudar hábitos, desde que a preocupação com a aparência não seja o único motivo para começar.

“Querer se sentir melhor com o próprio corpo pode ser uma motivação, mas é importante enxergar o exercício de uma forma mais ampla. Quando você começa a perceber que se movimentar melhora sua disposição, seu sono e sua qualidade de vida, fica muito mais fácil manter essa prática mesmo depois do Verão”, explica Twin.

Treinar apenas no fim de semana tem algum efeito?

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A atividade física regular está associada a benefícios que vão além da composição corporal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), movimentar-se contribui para a saúde cardiovascular, ajuda na prevenção de doenças crônicas e também está relacionado à melhora do bem-estar e da saúde mental.

Para quem está inativo, a entidade recomenda começar com pequenas quantidades de atividade e aumentar gradualmente a frequência, duração e intensidade.

O primeiro passo é criar espaço na agenda

Um dos maiores desafios para quem decide mudar os hábitos não está necessariamente no exercício escolhido, mas em conseguir incorporá-lo à rotina. Esperar pelo momento perfeito ou por uma agenda completamente livre pode fazer com que a decisão seja constantemente adiada. Nesse sentido, contar com opções que ofereçam flexibilidade de horários pode facilitar a criação desse compromisso.

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O Ministério da Saúde orienta que a prática seja planejada de acordo com a realidade de cada pessoa, identificando horários com maior possibilidade de serem mantidos. A recomendação é experimentar diferentes atividades até encontrar aquelas que sejam prazerosas e possam ser incorporadas ao dia a dia.

Por que sinto dor nas costas ao fazer esteira?

Não existe uma modalidade perfeita para todo mundo

A musculação, caminhada, corrida, bicicleta, dança e aulas coletivas são apenas algumas das opções para quem deseja sair do sedentarismo. A escolha pode considerar tanto os objetivos individuais quanto a preferência e a disponibilidade de cada pessoa.

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“Se você odeia determinada atividade, vai ser muito mais difícil fazer dela um hábito. O exercício precisa conversar com a sua vida. Encontrar algo de que você goste e que seja possível manter é uma parte importante desse processo”, explica o especialista.

Para quem opta pela academia, a orientação profissional também pode ajudar na adaptação.

Avaliar o nível de condicionamento, entender as limitações individuais e aprender a executar os movimentos corretamente são medidas importantes, principalmente para quem está começando. A própria BlueFit destaca a importância de um planejamento adequado ao perfil de cada aluno.

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Pressa pode atrapalhar a mudança

A vontade de obter resultados rapidamente é outro obstáculo comum. Depois de um período parado, algumas pessoas tentam compensar o tempo perdido aumentando demais a frequência ou a intensidade das atividades.

“Um erro muito comum é achar que, para mudar rápido, você precisa fazer tudo de uma vez. Só que uma rotina que deixa você exausto ou cheio de dores logo no início pode acabar desmotivando. O objetivo é fazer com que o exercício caiba na sua vida, e não que ele tome conta dela”, destaca Twin.

Começar aos poucos também permite que a pessoa observe como o organismo responde à nova rotina e faça ajustes ao longo do caminho. Em caso de dor ou mal-estar, o Ministério da Saúde orienta respeitar os sinais do corpo e buscar orientação de profissionais de saúde quando necessário.

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O Verão pode ser o começo, não o prazo final

Em vez de encarar os próximos meses como uma contagem regressiva para alcançar determinado padrão estético, a proposta é aproveitar a motivação da estação para construir hábitos que permaneçam.

“Se o Verão foi o motivo que fez você começar, ótimo. Mas o objetivo é que ele não seja o motivo para você parar. Quando a atividade física deixa de ser um projeto com data para começar e terminar e passa a fazer parte da sua rotina, você ganha benefícios que vão muito além de uma estação do ano”, finaliza Twin.

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/projeto-verao-rotina-exercicio-sem-exageros/

Setembro Amarelo: por que falar de saúde mental é um ato de coragem

O Setembro Amarelo é a campanha nacional de prevenção ao suicídio, que mantém o lema “Se precisar, peça ajuda!” e tem o dia 10 de setembro ...