quarta-feira, 8 de julho de 2026

Como o azeite pode ser um aliado no processo de emagrecimento?

O azeite é o queridinho no acompanhamento para temperar saladas ou até mesmo sendo usado no preparo de algo quente. Que ele é considerado um ingrediente mais saudável que o óleo, isso todos já sabem, mas será que devemos tomar cuidado com o azeite no processo de emagrecimento?

Segundo a médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, Marcella Garcez, o azeite de oliva extravirgem é rico em gorduras monoinsaturadas, especialmente ácido oleico e compostos bioativos como polifenóis, que possuem ação antioxidante e anti-inflamatória.

“Já os óleos refinados como soja, milho, canola, passam por processos químicos que reduzem seu valor nutricional e concentram gorduras poliinsaturadas em excesso, potencialmente pró-inflamatórias quando consumidas em grande quantidade. Estudos associam o consumo de azeite extravirgem, como parte da dieta mediterrânea, à melhora na composição corporal e ao controle de peso”, completa.

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O que é totalmente diferente dos famosos óleos de soja, palma, milho, canola ou girassol.

“Eles passam por processos industriais de refinamento, que removem boa parte dos compostos benéficos e, muitas vezes, contêm uma proporção maior de ômega-6, que pode favorecer processos inflamatórios quando não balanceado com ômega-3. Esses óleos costumam ser mais presentes em alimentos ultraprocessados, que dificultam o emagrecimento”, explica Carla Fiorillo, nutricionista e Coordenadora de Conteúdo do Professional HUB da Puravida.

Mas, então, por que temos que tomar cuidado com o azeite no processo de emagrecimento?

Carla responde: “Apesar de ser uma gordura saudável, o azeite continua sendo um alimento calórico: 1 colher de sopa tem cerca de 100 a 120 calorias. Em um processo de emagrecimento, onde o déficit calórico é essencial, o consumo excessivo – mesmo de boas fontes de gordura – pode comprometer os resultados”.

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Já a nutróloga, complementa: “O azeite não é um emagrecedor, mas pode favorecer a saciedade e a qualidade da dieta quando usado com equilíbrio. Seu uso se alinha a padrões alimentares saudáveis e sustentáveis, como a dieta mediterrânea, que mostra benefícios para redução de gordura visceral e inflamação metabólica”.

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Só consegue treinar no fim de semana? A ciência traz uma boa notícia

Praticar atividades físicas se tornou um hábito na rotina de muitas pessoas. Porém, não são todos que conseguem praticar durante a semana e deixam o movimento aos finais de semana. Mas será que esse esforço concentrado é suficiente para compensar dias inteiros de sedentarismo?

Conhecido internacionalmente como “weekend warrior” (ou “atleta de fim de semana”), esse comportamento tem sido cada vez mais estudado pela ciência.

De acordo com a médica cardiologista do Hospital Sírio Libanês de Brasilia, Dra. Fernanda Weiler, as evidências mais recentes mostram que concentrar os exercícios em um ou dois dias da semana pode, sim, trazer benefícios importantes para a saúde cardiovascular, desde que a pessoa atinja o volume recomendado de atividade física e respeite seus próprios limites.

“Hoje sabemos que o mais importante é acumular, ao longo da semana, pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade intensa. Se essa meta for alcançada em dois dias, já existe redução do risco de doenças cardiovasculares e de mortalidade quando comparado ao sedentarismo completo”, explica.

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Isso, porém, não significa que qualquer pessoa possa sair do sofá e participar de uma corrida de rua ou realizar treinos intensos sem preparo. Segundo a médica, a prática concentrada exige alguns cuidados, especialmente para quem possui fatores de risco.

“Pessoas com hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade, histórico familiar de doenças cardíacas ou que passaram muitos anos sedentárias devem fazer uma avaliação médica antes de iniciar atividades de alta intensidade. Esse cuidado ajuda a identificar condições que muitas vezes ainda não apresentam sintomas”, orienta Fernanda.

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Outro ponto de atenção está na intensidade do exercício. A vontade de compensar uma semana inteira sem atividade pode levar muitas pessoas a exagerarem na carga dos treinos, aumentando o risco de lesões musculares e, em casos específicos, de eventos cardiovasculares.

“O exercício deve desafiar o organismo, mas não provocar sofrimento extremo. A progressão precisa ser gradual, respeitando o condicionamento físico de cada indivíduo”, alerta a especialista.

Durante a prática, alguns sintomas nunca devem ser ignorados: dor ou pressão no peito, falta de ar desproporcional ao esforço, palpitações persistentes, tontura, desmaio ou mal-estar intenso são sinais que exigem interrupção imediata da atividade e avaliação médica.

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Embora o exercício seja um dos pilares da prevenção cardiovascular, a Dra. Fernanda lembra que ele não anula os impactos de outros hábitos prejudiciais. “Quem passa dez ou doze horas por dia sentado continua precisando reduzir o tempo de sedentarismo. Pequenas pausas para caminhar, subir escadas e se movimentar ao longo do dia também fazem diferença para a saúde do coração”, diz ela.

Para a Dra. Fernanda Weiler, a mensagem mais importante é que a busca pela saúde cardiovascular não deve ser pautada pela perfeição, mas pela constância.

“Nem todo mundo consegue treinar todos os dias, e tudo bem. Fazer atividade física aos fins de semana é muito melhor do que não fazer nenhuma. O coração responde positivamente a cada escolha saudável. O que realmente faz diferença é transformar o movimento em um hábito duradouro, seguro e compatível com a realidade de cada pessoa”, finaliza.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/so-consegue-treinar-no-fim-de-semana-a-ciencia-traz-uma-boa-noticia/

Qual o papel da testosterona no ganho de músculos?

A testosterona é um dos principais hormônios anabólicos do organismo. Ela estimula a síntese de proteínas musculares, favorece a recuperação após o exercício e contribui para o aumento da massa e da força ao longo do treinamento.

No entanto, ela não atua sozinha. O ganho de massa muscular depende da combinação entre estímulo mecânico adequado (o próprio treino), ingestão suficiente de proteínas, sono de qualidade, recuperação e regularidade dos treinos.

Na prática, uma pessoa com níveis normais de testosterona pode desenvolver excelente massa muscular sem necessidade de elevar esse hormônio artificialmente.

O mais importante é manter uma produção hormonal saudável e oferecer ao organismo os estímulos corretos para adaptação.

Treino aumenta testosterona?

Sim, mas o efeito é mais complexo do que parece. Logo após uma sessão intensa de musculação — especialmente exercícios que envolvem grandes grupos musculares — a testosterona sobe temporariamente. Esse pico acontece nos primeiros minutos após o treino e costuma durar até 30 minutos. Depois disso, os níveis caem (às vezes até abaixo do normal por algumas horas, devido ao cortisol) e voltam ao basal em cerca de 24 horas.

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O verdadeiro benefício vem de forma indireta: o exercício melhora a composição corporal, reduz gordura, melhora o sono e diminui a inflamação — fatores que, sim, podem normalizar a testosterona em quem estava com níveis baixos, especialmente sedentários e pessoas com obesidade.

Respondido por:

Dr. Pedro Bastos, médico urologista e andrologista

Existe diferença entre musculação para homens e mulheres?

 

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Como o azeite pode ser um aliado no processo de emagrecimento?

O azeite é o queridinho no acompanhamento para temperar saladas ou até mesmo sendo usado no preparo de algo quente. Que ele é considerado u...