terça-feira, 17 de março de 2026

Glúteo arredondado é treino ou genética?

Um dos grupos musculares mais focados em treinos na academia, com certeza, é os glúteos. Muitas pessoas, ao começarem a fazer musculação, colocam a hipertrofia dessa parte do corpo como um dos objetivos principais.

É claro que os exercícios de força e uma dieta balanceada podem fazer toda a diferença para a definição do bumbum, ajudando a obter aquele aspecto mais arredondando e firme.

No entanto, é preciso ter em mente que a genética também desempenha um papel significativo na maneira como essa região se desenvolve. Entenda mais a seguir!

Formato do bumbum te a ver com a genética?

Os músculos glúteos de todas as pessoas se fixam nos mesmos pontos do esqueleto. A questão é que, geneticamente, os tamanhos das pelves costumam ser diferentes — e isso influencia no formato do seu bumbum.

Especialistas dizem que boa parte (até 70%) da forma geral do corpo é determinada pela genética. Os outros 30%, então, podem ser influenciados pela alimentação, prática de exercícios físicos, sono, postura… Basicamente, pelo estilo de vida.

Outra questão importante é que o tamanho e o formato do bumbum tendem a mudar conforme a idade. Mudanças nos hormônios provocadas pela menopausa, por exemplo, interferem tanto na quantidade de massa magra presente no corpo quanto no estoque de gordura. Resultado? Pessoas mais velhas podem ter aquele glúteo mais “achatado”.

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Importância de glúteos fortes: o que diz a ciência?

Um estudo da School of Health & Rehabilitation Sciences, University of Queensland, na Austrália, indica que algumas pessoas com dor no quadril também apresentam deficiências na musculatura dos glúteos.

Essas deficiências podem reduzir a capacidade dos músculos do bumbum de proteger a articulação contra danos naturais do envelhecimento e afetar potencialmente a capacidade de uma pessoa de suportar peso (por exemplo, ao ficar de pé em uma perna ou subir escadas).

A redução no tamanho do músculo e um aumento no tecido não ativo, como a gordura, foram relatados em condições do quadril, como a síndrome da dor trocantérica maior (um tipo comum de dor no quadril, também conhecida como tendinopatia glútea).

O mesmo também é verdade para a osteoartrite do quadril, que afeta toda a articulação.

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A osteoartrite é uma doença que afeta as articulações caracterizada pela degeneração das cartilagens com inflamação. Um levantamento do American College of Rheumatology, publicado no periódico Arthritis & Rheumatology, revelou um crescimento no número de casos no mundo.

Segundo o estudo, realizado com base em dados que cobrem o período entre 1990 e 2019, houve uma alta global de casos de 113,25% no período estudado. O salto foi de 247,5 milhões, em 1990, para quase 528 milhões em 2019.

No Brasil, estima-se que cerca de 12 milhões de brasileiros tenham osteoartrite, o equivalente a 6,3% da população adulta. A prevalência aumenta entre idosos. Em pessoas acima de 65 anos, 85% apresentam evidência radiológica da doença.

Glúteos fortes também melhoram a função diária do corpo, especialmente em pessoas com osteoartrite do quadril. Mesmo quem sofre com este problema e trabalha no fortalecimento dos glúteos, andam mais rápido e percorrem distâncias maiores e sobem escadas mais rapidamente do que aquelas com glúteos mais fracos.

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Ou seja, glúteos fracos está associado a:

  1. dor lombar, de acordo com um estudo publicado pelo British Journal of Sport Medicine
  2. dor patelofemoral (dor sob a rótula) e
  3. Síndrome da dor trocantérica maior (o tipo comum de dor no quadril que mencionamos anteriormente, também conhecida como tendinopatia glútea).

 

Bike ou escada: qual ativa mais os glúteos?

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/gluteo-arredondado-treino-genetica/

Athenas Run Faster: circuito plano atrai atletas do mundo inteiro

Eu tenho um certo carinho pelo Circuito Athenas, porque foi nessa prova em que corri meus primeiros 10 km, em 2014, quando o mosquitinho da corrida me picou. Além de ser uma prova que considero bem organizada, o circuito também ajuda: Marginal Pinheiros, em São Paulo.

A experiência começa na retirada do kit no Mizuno Athenas Faster Expo, que aconteceu entre 12 e 14 de maço no Shopping Market Place, com ativações de diversos parceiros, com painéis sobre performance, entre outros temas, reunindo especialistas e convidados do universo da corrida.  

Mizuno Athenas Run Faster: primeira etapa contou com nove mil inscritos
Foto: Adam TavaresFotop/Divulgação

Nove mil pessoas do mundo todo 

Com largada próximo ao Parque do Povo, a primeira etapa da hoje chamada Mizuno Athenas Run Faster teve mais de nove mil inscritos, literalmente do mundo inteiro (13 países, 23 estados brasileiros e 308 cidades).

A primeira etapa hoje conta com quatro distâncias,  5K, 10K, 15K e 21.1K, algo novo, pois no início eram três distância a cada etapa. Esse ano, as largadas foram divididas em dois horários: as distâncias de 15k e 21.1k às 6h; já os atletas de 5k e 10k largaram às 7h. Ponto bem positivo, pois não houve nenhuma aglomeração, mesmo com a quantidade de inscritos na prova, tanto na largada, quanto na chegada. 

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O circuito para todas as distâncias é praticamente plano, sem subir a ponte Estaiada, mas passando por debaixo dela. Eu corri a meia-maratona e consegui ver o amanhecer entre os prédios durante o trajeto.

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Além disso, a distribuição de água, isotônicos e carbos foi também muito boa, sem muita aglomeração pelo menos nos momentos em que passei. Praticamente peguei água e isotônico em todos os postos, não faltando em nenhum momento, já que o retorno, a partir do km 13, o clima estava bem mais quente.

Curiosidades da primeira etapa Athenas Run Faster

O evento também registrou crescimento de 16% no número de corredores de fora do estado e 18% entre atletas da geração Z, formada por participantes de até 29 anos.

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Na meia maratona (21.1K), que concentrou 36% dos inscritos, Rafael da Silva conquistou o primeiro lugar com o tempo de 1h08min44s. Entre as mulheres, Marina Richwin venceu com 1h18min34s.

Mizuno Athenas Run Faster: primeira etapa contou com nove mil inscritos
Foto: Adam TavaresFotop/Divulgação

Já nos 10K, Percida Aparecida Oliveira Milan venceu entre as mulheres, enquanto Miguel Hidalgo conquistou o primeiro lugar no masculino e bateu o recorde da prova, completando a distância em 28min44s.

Outro incentivo que a prova traz é o Top 200, trazendo os 200 atletas mais bem colocados nas distância, que ganharam uma medalha específica para essa conquista.

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E não para por aí: o incentivo vem também de berço! Mães e pais inscreveram seus filhos no Athenas Kids, que reuniu 310 corredores de 3 a 13 anos, que percorreram distâncias de 50 e 500 metros. Literalmente a parte fofa da prova!

A próxima etapa já está definida: a Mizuno Athenas Run Stronger acontece em 21 de junho com as distâncias de 6k, 12k, 18k e 25k.

 

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/athenas-run-faster-primeira-etapa/

Cuidados com a pele no outono: dicas para quem treina ao ar livre

Com a chegada do outono, as temperaturas começam a cair e o clima tende a ficar mais seco, o que impacta diretamente a saúde da pele. A redução da umidade do ar e os banhos mais quentes e demorados podem favorecer o ressecamento, a sensibilidade e até o surgimento de irritações. Por isso, a estação é um momento importante para revisar a rotina de cuidados.

De acordo com a dermatologista Dra. Ana Carolina Sumam, pequenas mudanças no dia a dia ajudam a manter a pele equilibrada e protegida durante esse período. “No outono, a pele costuma perder mais água por causa do clima seco e dos banhos quentes. Isso pode deixá-la mais sensível e com aspecto opaco. Ajustar a rotina de hidratação é fundamental para preservar a barreira cutânea”, explica.

Segundo a especialista, investir em hidratantes mais potentes pode fazer diferença nessa época do ano. “Ingredientes como ácido hialurônico, ceramidas e glicerina ajudam a manter a hidratação e reforçar a proteção natural da pele”, destaca.

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Outro ponto de atenção é o uso contínuo do protetor solar. Mesmo com temperaturas mais amenas e menor sensação de calor, a radiação ultravioleta continua presente. “Muitas pessoas relaxam no uso do protetor solar no outono, mas a proteção diária continua sendo indispensável para prevenir manchas, envelhecimento precoce e outros danos causados pelo sol”, ressalta a dermatologista.

O período também pode ser uma boa oportunidade para iniciar alguns tratamentos dermatológicos. Com menor exposição solar, procedimentos como peelings, lasers e tratamentos para manchas ou textura da pele costumam ser mais indicados nessa época do ano, sempre com avaliação médica.

“Cada pele tem necessidades específicas, por isso é importante contar com orientação dermatológica para adaptar a rotina de cuidados conforme a estação e as características individuais”, conclui a Dra. Ana Carolina Sumam.

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3 cuidados com a pele para quem pratica atividades físicas ao ar livre

A dermatologista Natasha Crepaldi compartilha a seguir 3 dicas de cuidados com a pele para quem pratica atividades ao ar livre no outono:
1

Não abra mão do protetor solar:

Mesmo no outono, muita gente acha que, pelos dias estarem mais frescos e nublados, o sol deixa de ser um problema. Mas a radiação UV continua presente e pode causar danos à pele mesmo sem aquela sensação de calor intenso. Para quem se exercita ao ar livre, o ideal é usar um protetor solar com FPS 30 ou superior, resistente à água e ao suor, reaplicando a cada 2 horas de atividade. Além disso, a proteção física com viseiras, roupas protetoras e busca pelas sombras fazem muita diferença. Não esqueça das áreas expostas, como orelhas, nuca e dorso dos pés!
2

Hidratação redobrada:

Por dentro e por fora. O clima mais seco do outono acelera a perda de água pela pele, e o exercício físico intensifica ainda mais essa desidratação. Por isso, é essencial manter uma boa ingestão de água ao longo do dia e investir em um hidratante corporal logo após o banho, quando os poros ainda estão abertos e a absorção é melhor. Prefira fórmulas com ingredientes como ureia, glicerina, ceramidas, esqualano ou ácido hialurônico.
3

Atenção redobrada à limpeza pós-treino:

O suor misturado com a poluição e a poeira do ambiente externo pode obstruir os poros e favorecer o surgimento de acne e irritações. Lavar o rosto e o corpo logo após o treino, com produtos suaves e adequados ao seu tipo de pele, é um hábito simples que faz grande diferença na saúde da pele ao longo da estação

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Glúteo arredondado é treino ou genética?

Um dos grupos musculares mais focados em treinos na academia, com certeza, é os glúteos . Muitas pessoas, ao começarem a fazer musculação , ...