terça-feira, 19 de maio de 2026

5 dicas de como vencer a preguiça no frio e ir treinar

Muitas pessoas já têm aquela preguicinha de ir treinar durante os dias quentes, imagina só quando as temperaturas começam a cair. Durante as épocas mais frias do ano, sair da cama quentinha se torna um desafio ainda mais difícil de ser superado, assim como encontrar disposição para manter a constância na rotina de exercícios físicos.

Entretanto, o ideal é sempre encontrar maneiras de vencer a falta de energia e, na medida do possível, não deixar de movimentar o corpo mesmo nos momentos mais gelados.

Os treinos regulares oferecem benefícios como melhora do sistema imunológico e do sistema cardiovascular, auxiliando na prevenção de gripes e na manutenção da temperatura interna do corpo.

Eles ajudam a conservar o aquecimento do organismo, favorecem o funcionamento do metabolismo e podem ser grandes aliados para a melhora da qualidade respiratória.

Durante os dias frios, chuvosos e nublados, pode ocorrer uma piora na questão psicológica, com aumento do risco de alterações de humor em alguns indivíduos.

Nesse sentido, se movimentar contribui para a liberação de neurotransmissores associados à sensação de bem-estar, como endorfina e serotonina, desempenhando um papel interessante no alívio de sintomas como tristeza, apatia e desânimo.

Mas, afinal, o que fazer para contornar a preguiça de treinar no frio e não largar totalmente o estilo de vida ativo durante essas situações? Confira as melhores dicas a seguir!

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5 dicas de como vencer a preguiça no frio e ir treinar

1. Crie uma rotina de treinos

Estabelecer horários fixos para se exercitar pode te ajudar a manter a disciplina nos treinos durante o inverno. Isso porque a estratégia faz com que o compromisso se torne uma prioridade, diminuindo as chances de adiar ou de deixar a prática de atividades para depois.

“Quando você determina horários fixos para se exercitar, o compromisso passa a fazer parte da sua programação do dia”, comenta Marina Delorenzo, educadora física e nutricionista.

2. Adapte os treinos para o clima

Adaptar a prática de atividades físicas às condições climáticas faz toda a diferença para garantir que o exercício seja realmente confortável, seguro e prazeroso durante os dias frios.

“Durante o inverno, uma ótima ideia é priorizar treinos em espaços cobertos, como as academias”, sugere Anderson Téu, educador físico e professor.

Treinos em casa também podem ser boas opções para não perder o ritmo nos treinos durante as estações mais geladas.

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Para as pessoas que adoram se movimentar em ambientes externos, uma dica importante é aproveitar manhãs frescas ou fins de tarde mais amenos.

3. Vista-se adequadamente

“Investir em peças adequadas ao clima, como um bom casaco fitness e uma legging colorida de tecido térmico, pode ser o empurrão que faltava para sair de casa”, recomenda Téu.

Em caso de temperaturas extremas, vale a pena apostar em mais camadas de roupa, incluindo acessórios como toucas e até mesmo luvas. Conforme o corpo for aquecendo durante os exercícios, essas peças podem ser removidas.

4. Procure companhia

Treinar com uma companhia pode potencializar a motivação e colaborar para que você consiga manter a constância nos exercícios mesmo durante os dias frios.

“Essa pessoa irá aumentar o compromisso com a atividade física e tornará o processo mais prazeroso”, fala o educador físico.

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Modalidades coletivas, como dança, crossfit, lutas e funcionais, também podem servir de incentivo.

5. Use a mudança de clima como motivação

De acordo com Anderson, a mudança de clima pode ser utilizada como uma motivação para se exercitar. Você pode, por exemplo, enxergar o inverno como uma oportunidade para variar na rotina de treinos, experimentando novas modalidades que combinem mais com a estação.

“Nem todos os dias serão fáceis, e é normal ter momentos de baixa motivação, especialmente com a mudança de estação, mas o segredo é não desistir nos dias difíceis”, finaliza ele.

Treinar no frio faz mal?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/preguica-de-treinar-no-frio-o-que-fazer/

Feijão: entenda como ele é importante para sua dieta e saiba técnicas simples no preparo

O feijão é um alimento reconhecido pelo seu alto valor nutricional, além de estar presente na mesa de diversos brasileiros. Apesar de todo seu valor nutricional, muitas pessoas relatam desconfortos digestivos após o consumo, especialmente as que possuem sensibilidade intestinal.

A boa notícia é: a ciência mostra que o problema, muitas vezes, não está no alimento em si, mas na forma de preparo.

Estudos científicos indicam que técnicas culinárias adequadas reduzem significativamente os chamados oligossacarídeos, que são carboidratos fermentáveis associados à produção de gases.

Isso torna o consumo mais tolerável em muitos casos, sem necessidade de retirar o feijão da alimentação.

Feijão: fonte importante de nutrientes

Fonte importante de proteínas vegetais, fibras, ferro, vitaminas do complexo B e minerais, o feijão está associado à qualidade da dieta e ao equilíbrio nutricional. Retirá-lo totalmente da alimentação por desconfortos digestivos pode levar à redução do consumo de fibras e micronutrientes fundamentais para a saúde do organismo.

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Segundo a nutricionista parceira da Meu Biju, Dra. Aline Maldonado, o ponto-chave é compreender que a reação intestinal está relacionada principalmente à presença natural de açúcares fermentáveis nas leguminosas.

“O feijão contém carboidratos complexos, como a rafinose. Eles não são digeridos no intestino delgado e chegam intactos ao intestino grosso, onde são fermentados pela microbiota, produzindo gases. Isso é fisiológico, mas pode gerar desconforto em pessoas sensíveis”, explica.

Revisões científicas mostram que o preparo adequado reduz esses compostos e melhora a biodisponibilidade de nutrientes, contribuindo para maior tolerância ao alimento.

Preparo adequado é essencial para não ter desconforto

Segundo a especialista, muitas pessoas que acreditam não tolerar o feijão conseguem reintroduzi-lo gradualmente após ajustes no preparo.

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“Falamos de um dos pilares da dieta brasileira. Pequenas mudanças na cozinha podem fazer grande diferença na digestibilidade e na absorção de nutrientes”, afirma.

Entre os benefícios do preparo adequado está a redução de fitatos — compostos que podem dificultar a absorção de minerais como o ferro, além da diminuição dos carboidratos fermentáveis responsáveis pelo desconforto intestinal.

Técnicas simples fazem a diferença

A nutricionista recomenda um preparo cuidadoso que combine etapas tradicionais da culinária com evidências científicas. Segundo ela, o ideal é deixar o feijão de molho por cerca de 24 horas, preferencialmente sob refrigeração, trocando a água ao longo do período.

Antes do cozimento, é importante descartar a água do demolho e enxaguar bem os grãos. Uma fervura inicial rápida em água limpa, seguida do descarte dessa água, também pode ajudar a reduzir ainda mais os compostos associados ao desconforto intestinal.

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Espaguete de legumes ao molho de iogurte: alternativa leve ao macarrão tradicional

No preparo final, o uso de especiarias como cominho, louro, gengibre e erva-doce pode contribuir para a digestibilidade e reforça práticas tradicionais da culinária brasileira.

“É interessante notar que muitas práticas culinárias tradicionais têm respaldo científico. O uso de especiarias digestivas e o preparo cuidadoso das leguminosas são exemplos disso”, complementa Dra. Aline Maldonado.

Educação alimentar e saúde intestinal

O tema ganha relevância em um cenário de crescente atenção à saúde intestinal e ao aumento de diagnósticos de sensibilidade digestiva e síndrome do intestino irritável.

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Para a nutricionista, a exclusão de alimentos deve ser sempre a última alternativa. “Antes de retirar alimentos nutritivos da dieta, é fundamental avaliar o preparo, a quantidade consumida e a individualidade de cada pessoa. O feijão deve continuar presente na alimentação da maioria das pessoas.”

Informação qualificada, hábitos mais saudáveis

Ao incentivar a educação alimentar e o consumo consciente de grãos, Meu Biju reforça seu compromisso em levar informação baseada em ciência para o cotidiano dos consumidores.

Pequenas mudanças na cozinha podem transformar a experiência alimentar, permitindo que o feijão continue ocupando seu lugar de destaque na mesa brasileira, com mais conforto e bem-estar.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/feijao-entenda-como-ele-e-importante-para-sua-dieta-e-saiba-tecnicas-simples-no-preparo/

Treino no elíptico: saiba como fortalecer quadril, joelho e tornozelo de forma segura

Treinos aeróbicos melhoram a saúde metabólica, gordura visceral e ajudam na perda de peso, algo já comprovado pela ciência.

São diversos os tipos de exercícios e, para quem está começando agora na academia, um deles ajuda em diversos pontos, além de também não fazer com que o corpo sofra impactos a ponto de lesões: o elíptico.

O treino elíptico – também conhecido como transfer – é um exercício de caráter aeróbico, que pode ser feito por qualquer pessoa, por apresentar quase nenhum impacto para o corpo, além de envolver grande parte da musculatura corporal, o que colabora com o processo de emagrecimento.

Além disso, ele ajuda no consumo de oxigênio e gasto energético.

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Treinos híbridos: como eles redefinem a rotina fitness

O estudo ““Comparison of Energy Expenditure on a Treadmill vs. an Elliptical Device at a Self‑Selected Exercise Intensity”, divulgado pelo Journal of Strengh and Conditioning Research, analisou 18 adultos, entre homens e mulheres, que treinaram no elíptico durante 15 minutos. O resultado: VO₂ e gasto energético foram semelhantes ao mesmo treino em uma esteira.

Para quem está começando na academia e precisa de um exercício aeróbico, ele é uma excelente alternativa, pois tira o impacto da articulação dos joelhos, tornozelos e quadril, ajudando no fortalecimento da musculatura dessa região.

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Veja a seguir, dicas para não errar na execução do movimento no elíptico e sabotar seus resultados:

Aproveite e faça um treino HIIT no elíptico:

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/treino-no-eliptico-saiba-como-fortalecer-quadril-joelho-e-tornozelo-de-forma-segura/

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