quarta-feira, 4 de março de 2026

Qual é o melhor exercício para perder barriga?

Ao iniciarem a prática de atividades físicas, muitas pessoas têm como principal objetivo perder barriga. Mas o que muitas esquecem é que, para alcançar esse resultado, além de adotar uma rotina de treinos consistente, é preciso prestar atenção na dieta, no sono e até mesmo no estresse.

Para esclarecer as principais dúvidas sobre esse assunto, Boa Forma consultou a personal trainer, nutricionista, influenciadora digital e nossa colunista, Aline Becker. Continue a leitura!

Qual é o melhor exercício para perder barriga?

Não existe nenhum exercício que faça você queimar a gordura de forma localizada apenas na barriga.

É claro que os treinos ajudam muito no processo, aumentando o gasto calórico e preservando a massa muscular, porém outros cuidados também são necessários.

“Nenhum exercício, por melhor que seja, tem o poder de ‘escolher’ de onde o corpo vai queimar gordura”, garante Becker. “Isso é determinado pelo nosso metabolismo, genética, hormônios e estilo de vida”, completa ela.

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Ou seja, o segredo para perder barriga está na dieta estratégica, no treino inteligente e também na paciência. “Portanto, não dá para confiar em promessas de que ‘3 minutos de exercício por dia vão secar sua barriga'”, conta.

Aline explica que é importante focar no déficit calórico e que o acompanhamento profissional faz toda a diferença. “O déficit calórico ocorre quando você consome menos calorias do que gasta – e esse processo é sistêmico, acontece no corpo todo”, diz.

As recomendações da personal trainer

Para favorecer a eliminação de gordura na região da barriga, a personal trainer recomenda fazer exercícios aeróbicos, que estimulam o gasto calórico.

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“Algumas das melhores modalidades incluem corrida, caminhada rápida, bicicleta, natação, o step, a dança aeróbica e corda. O HIIT também é muito eficaz, pois acelera o metabolismo e continua queimando calorias mesmo após o treino”, orienta.

Os treinamentos de força, como a musculação, também colaboram para a queima calórica e o fortalecimento do core. Agachamentos, levantamento terra, remada, supino, prancha, elevação de pernas e ab wheel são boas opções, de acordo com Aline Becker.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/melhor-exercicio-para-perder-barriga/

3 receitas práticas e ricas em proteínas para seu dia a dia

Agora, podemos dizer que definitivamente o ano começou! Festas de fim de ano, férias, carnaval… as festividades do início do ano passaram e agora é o momento da procura por hábitos mais saudáveis, não é mesmo? Priorizar o bem-estar e uma alimentação balanceada são alguns dos principais pontos de muitas pessoas no início do ano.

 

 

Diante desse cenário, refeições ricas em proteína e fáceis de preparar se tornam grandes aliadas daqueles que desejam recuperar a energia e o equilíbrio em meio à correria do cotidiano. E dentro disso, profissionais da Sadia, Perdião e Claybom trouxeram três receitas e lanches proteicos, rápidos, práticos e muito saborosos. Veja a seguir:

Crepioca de frango desfiado

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 15 minutos

Ingredientes:

  • 1 ovo
  • 2 colheres (sopa) de tapioca
  • 2 colheres (sopa) de azeite ou 30 ml
  • 100g de frango desfiado
  • 6 tomates cereja cortado ao meio
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • 2 colheres (sopa) de requeijão cremoso
  • Salsinha picada a gosto

Modo de preparo

  • Em uma tigela, bata o ovo e adicione a tapioca, tempere com sal e pimenta;
  • Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo médio e adicione um fio de azeite para untar;
  • Despeje a mistura de ovo e tapioca e espalhe uniformemente, quando a crepioca estiver firme e dourada na parte de baixo, vire e deixe dourar do outro lado, e reserve;
  • Em outra frigideira, aqueça um pouco de azeite, refogue o frango desfiado e os tomates, tempere com sal e pimenta;
  • Espalhe o requeijão cremoso sobre a crepioca e adicione o frango refogado com os tomates, salpique salsinha picada por cima;
  • Dobre a crepioca ao meio, formando um envelope, e sirva.
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Chips de Wrap com Patê de Ervas: snack leve e crocante

 

Sanduíche natural de Peito de Frango

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 5 minutos

Ingredientes:

  • 200g de Peito de Frango
  • 100g de maionese
  • Rúcula a gosto
  • Tomate a gosto
  • 3 fatias de pão de forma integral com grãos

Modo de preparo:

  • Espalhe a maionese nas fatias de pão.
  • Corte os tomates em fatias e adicione em cada camada, juntamente com a rúcula.
  • Adicione o Peito de Frango e repita a montagem para as outras camadas.
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Dicas: Nesta receita você vai obter um único sanduíche de 3 camadas. Para obter 3 sanduíches menores, você pode adicionar mais 2 fatias de pão e realizar a montagem de maneira individual.

Omelete de queijo crocante com tomate e manjericão

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 25 minutos

Ingredientes:

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  • 3 ovos (150g)
  • 1 colher (sopa) de manteiga (10g) (você também pode usar versões de margarina sabor manteiga)
  • 8 fatias de queijo muçarela (120g)
  • ½ tomate em rodelas (90g)
  • Folhas de manjericão a gosto
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

  • Em uma tigela, bata os ovos e tempere com sal e pimenta-do-reino até ficarem homogêneos.
  • Aqueça uma frigideira antiaderente e derreta a manteiga.
  • Distribua metade do queijo diretamente na frigideira, formando uma camada. Despeje os ovos batidos por cima e cozinhe em fogo baixo.
  • Assim que os ovos começarem a cozinhar, coloque o restante do queijo muçarela somente na metade da omelete. Por cima do queijo, coloque as rodelas de tomate e tampe a frigideira para que o queijo derreta.
  • Quando os ovos já estiverem cozidos e o queijo derretido, tire a tampa da frigideira e desligue o fogo. Distribua as folhas de manjericão sobre o recheio e dobre a omelete.
  • Sirva imediatamente.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/receitas-praticas-ricas-proteinas-dia-a-dia/

Obesidade e genética: até que ponto seus hábitos fazem diferença?

A obesidade já atinge mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. E esse número, infelizmente, continua crescendo, não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes.

E o Brasil está na lista do crescimento: de acordo com dados da pesquisa Vigitel 2025 divulgados pelo Ministério da Saúde, houve um crescimento de 118% no número de adultos obesos entre os anos de 2006 e 2024.

A obesidade é uma condição complexa, influenciada por fatores genéticos, mas também ambientais e comportamentais, que precisam ser analisados com atenção.

 

Esse entendimento levou a ciência a voltar o olhar para a chamada epigenética, área que estuda como fatores externos podem modular a expressão dos genes, sem alterar o DNA em si. Ela é uma das chaves para compreender por que algumas pessoas apresentam, por exemplo, maior risco de ganhar peso ou de desenvolver doenças metabólicas.

E o que diz a ciência após essa análise?

Um artigo de revisão publicado no International Journal of Obesity aponta que experiências adversas precoces podem deixar “marcas epigenéticas” duradouras, aumentando o risco de obesidade na vida adulta.

“Nossos hábitos funcionam como um interruptor químico e influencia processos ligados ao apetite, gasto energético, inflamação, resistência à insulina e armazenamento de gordura. Dependendo dos estímulos ao longo da vida — como alimentação, nível de atividade física, estresse, sono e exposição a toxinas — certos genes podem ser ativados ou silenciados”, explica a médica endocrinologista Cecilia Solís-Rosas García, membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife.

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Saia do sedentarismo: exercícios simples para incluir na rotina

 

 

Influência antes do nascimento

E a obesidade pode começar muito antes, durante a gestação. Um estudo sugere que o ambiente gestacional — incluindo alimentação materna, ganho de peso e tabagismo — pode influenciar o risco de obesidade nos filhos por meio de mecanismos epigenéticos.

Há ainda trabalhos, como o que foi publicado no Jounal of Pediatrics, que começam a estudar como as experiências adversas na infância podem estar associadas a alterações epigenéticas — como mudanças nos padrões de metilação do DNA — e como poderiam influenciar no risco de obesidade ao longo do desenvolvimento.

O que influencia nos genes

Entenda como os principais hábitos que podem influenciar a expressão genética:

1

Alimentação

 

Pesquisa divulgada na revista Advances in Nutrition indica que a alimentação atua como um fator capaz de “ligar” ou “desligar” genes por meio de mecanismos epigenéticos, influenciando o funcionamento do organismo e o risco de doenças.

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“Uma alimentação rica em açúcares simples e gorduras saturadas estão associadas a maior inflamação sistêmica, disfunções metabólicas e ganho de peso. Por outro lado, padrões alimentares ricos em fibras, frutas, vegetais, leguminosas e gorduras insaturadas estão ligados a marcas epigenéticas associadas a melhor sensibilidade à insulina e controle metabólico”, explica a médica.

2

Estresse

 

Estudo publicado no International Journal of Molecular Sciences indica que o estresse crônico pode influenciar mecanismos epigenéticos, modulando a expressão de genes envolvidos na resposta ao estresse. Essas alterações epigenéticas afetam genes-chave da regulação neuroendócrina e do humor.

3

Atividade física

Exercícios físicos regulares não atuam apenas no gasto calórico, contribuindo para o controle de peso, como promovem alterações positivas na metilação do DNA —mecanismo que regula como os genes funcionam nas células —, modulando a expressão de genes envolvidos na adaptação metabólica e no metabolismo energético, como mostra o estudo Physical Activity and DNA Methylation in Humans.
“Mesmo intervenções de curto prazo já são capazes de influenciar a expressão de genes ligados ao metabolismo energético. Por isso, vale fazer pequenas mudanças desde já, seja incluir mais vegetais na alimentação, adotar sessões de 30 minutos de exercícios diários e priorizar um sono de qualidade”, conclui Cecilia.

7 sinais de que a obesidade está afetando sua saúde

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Fadiga constante em atividades simples. 

“Quando o paciente começa a sentir cansaço exagerado ao subir escadas, caminhar curtas distâncias pode ser um sinal de que o sistema cardiorrespiratório já está sobrecarregado pelo excesso de peso. O coração e os pulmões precisam trabalhar mais, e isso gera um desgaste precoce”, explica a nutróloga Dra. Bruna Durelli, especialista em obesidade.

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2

Roncos intensos e sono fragmentado. “A apneia do sono é uma das consequências mais comuns da obesidade, mas pouco reconhecida. O acúmulo de gordura na região cervical e abdominal interfere diretamente na respiração noturna. Muitos pacientes roncam alto, acordam várias vezes sem perceber ou têm sonolência ao longo do dia – sintomas que não devem ser ignorados”, diz.

3

Ganho de gordura abdominal. “A obesidade visceral, caracterizada pelo acúmulo de gordura na região do abdômen, está diretamente associada a riscos cardiovasculares, inflamação sistêmica e resistência à insulina. A circunferência abdominal elevada é hoje um dos principais preditores para doenças como diabetes tipo 2 e hipertensão”, destaca.

4

Ciclos menstruais irregulares e infertilidade. “No caso das mulheres, o excesso de tecido adiposo provoca desequilíbrios hormonais importantes. Isso pode se manifestar em irregularidade menstrual, síndrome dos ovários policísticos e dificuldade para engravidar. É uma questão ginecológica, mas que começa com um distúrbio metabólico”, pontua.

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Dores nas articulações, principalmente joelhos e coluna. “As articulações são diretamente impactadas pelo excesso de peso. Joelhos, tornozelos e coluna precisam sustentar uma carga acima da ideal, o que acelera processos degenerativos como artrose e hérnias discais. A dor é um alerta precoce de que o corpo está em sobrecarga”, esclarece.

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Queda na autoestima e isolamento social. “O impacto da obesidade na saúde mental ainda é subestimado. Muitos pacientes desenvolvem ansiedade, depressão e evitam o convívio social por vergonha da própria imagem ou experiências de preconceito. Esse sofrimento emocional, se ignorado, pode agravar ainda mais o quadro clínico e dificultar a adesão ao tratamento”, analisa.

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Cicatrização lenta e maior propensão a infecções. “O tecido adiposo em excesso interfere na microcirculação e na resposta inflamatória do organismo. Isso significa que até feridas pequenas podem demorar mais para cicatrizar, aumentando o risco de infecções cutâneas e complicações após procedimentos cirúrgicos”, explica.

O que preciso fazer? 

Ao reconhecer um dos sinais, procure a orientação médica para que um profissional indique qual o melhor caminho para combater a obesidade. O primeiro passo é reconhecer o problema e entender como combatê-lo de forma que não prejudique mais sua saúde.

“Além de buscar orientação profissional, quem identifica sinais de obesidade pode começar com pequenas mudanças que estejam dentro da sua realidade. Atividades físicas leves, como caminhadas, são um bom começo não apenas pelo gasto calórico, mas porque contribuem para melhorar a resistência insulínica, reduzir inflamações, regular o humor e estabelecer um hábito ativo que será essencial ao longo da jornada. O mais importante é começar de forma acessível e sustentável, sem sobrecarga, respeitando o momento do corpo e a condição de saúde de cada pessoa”, finaliza a nutróloga

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Qual é o melhor exercício para perder barriga?

Ao iniciarem a prática de atividades físicas, muitas pessoas têm como principal objetivo perder barriga . Mas o que muitas esquecem é que, p...