segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Por que você sente a panturrilha em exercícios que nem deveriam ser para ela?

Você já se perguntou por que sente a panturrilha em exercícios que nem deveriam ser para ela? Essa musculatura desempenha papéis fundamentais no nosso corpo, e entender os motivos por trás do recrutamento inesperado dela durante certos movimentos pode ajudar a treinar de maneira mais consciente.

A seguir, Boa Forma listou o que pode gerar essa sensação de estímulo da panturrilha durante atividades que não têm essa estrutura como foco principal. Veja:

1. Estabilização

A panturrilha pode entrar em cena para auxiliar na estabilização de tornozelo e joelho durante práticas como agachamento, stiff ou até mesmo elevação pélvica. Isso tende a ocorrer com mais frequência quando há uma falta de mobilidade, excesso de carga ou desequilíbrios musculares.

2. Erros de execução

Uma técnica inadequada durante a realização de um exercício pode comprometer significativamente a ativação dos músculos-alvo. Nesses casos, é comum sentir regiões que não deveriam estar participando do movimento, o que tende a surgir devido à aspectos como as compensações.

“A execução correta dos exercícios é crucial para a segurança, a eficácia e os resultados reais. Quando você faz os movimentos com a técnica correta, trabalha exatamente os músculos que deveriam ser ativados, evita sobrecargas nas articulações e diminui muito o risco de problemas”, comenta Lincoln Cavalcante, personal trainer fundador da Neuro Performance EMS e criador do método TOP10Rounds.

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A posição dos pés, a distribuição do peso, a amplitude e a trajetória do movimento são alguns dos fatores que podem influenciar o estímulo da panturrilha durante determinados exercícios.

3. Mobilidade de tornozelo limitada

Durante o agachamento, por exemplo, o tornozelo deve fazer um movimento chamado dorsiflexão, que ocorre quando o joelho avança para frente enquanto o pé permanece apoiado no chão.

Se essa mobilidade é limitada, pode ficar difícil manter o tronco mais ereto e o peso distribuído corretamente nos pés. Isso pode levar a compensações como inclinar excessivamente o tronco para frente ou elevar os calcanhares. Como consequência, a panturrilha pode ser mais exigida para ajudar no controle da atividade.

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Pesquisas publicadas no Journal of Strength and Conditioning Research mostram que restrições na dorsiflexão do tornozelo podem alterar a mecânica do agachamento e influenciar o alinhamento de joelhos e quadris durante o movimento.

4. Contração isométrica prolongada

Exercícios isométricos, como prancha, agachamento na parede e afundo búlgaro, exigem que diferentes músculos permaneçam contraídos para sustentar a postura. A panturrilha também pode ser recrutada nesse processo, o que pode provocar queimação, fadiga e pequenos tremores musculares na região.

5. Desidratação

A desidratação pode desencadear alguns sintomas durante o treino, fazendo com que você sintas cãibras, fadiga muscular precoce, tensão e queimação em grupos musculares como a panturrilha — que é particularmente sensível ao desequilíbrio de líquidos e eletrólitos.

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Pode treinar panturrilha todo dia?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/sentir-panturrilha-em-exercicios-que-nao-sao-para-ela/

Paolla Oliveira mostra treino intenso na piscina olímpica; veja o vídeo

No fim do mês de agosto, a Paolla Oliveira compartilhou nas redes sociais um vídeo em que aparece durante um treino intenso em uma piscina olímpica, utilizando pés de pato e outros acessórios que aumentam a resistência ao longo da pŕática. 

“E eu achando que meu maior obstáculo seria decorar textoPaolla00, mas agora também tem alguns na natação”, brincou a famosa, na legenda do Reels publicado no Instagram. 

Nos comentários, os seguidores elogiaram a versatilidade da atriz de 44 anos. “Nossa Barbie profissões está mostrando mais uma das suas habilidades”, escreveu um deles. 

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Nos últimos tempos, Paolla tem passado por uma rotina de preparação para dar vida à uma personagem que pratica nado em mar aberto em “Mães Imperfeitas”, nova série de melodrama da Netflix. 

Confira o vídeo

Você conhece os benefícios de nadar à saúde?

A natação é muito mais do que apenas saber nadar, apesar dessa ser uma habilidade importante. Trabalhando o corpo inteiro, a prática é muito procurada por pais, por ser o único esporte a ser realizado em crianças menores de 3 anos e por pessoas com limitações ou lesões corporais, pelo baixo impacto que tem por ser praticada na água. Como se não bastasse, a natação ainda é extremamente prazerosa e possui benefícios diversos que contribuem não apenas para a saúde corporal, mas também, mental.

1- Ajuda o sistema respiratório

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Lorrayne Caes Silva, professora de educação física e natação explica que a natação exige maior contração e expansão dos pulmões, sendo benéfico principalmente para pessoas que tem Asma (doença que causa inflamação nas vias respiratórias, dificultando a puxada de ar).

2- Aumenta a longevidade

Um estudo de 2016 divulgado pela revista British Journal of Sports Medicine concluiu que a natação praticada ao longo da vida, pode aumentar em 50% a longevidade, proporcionando condicionamento cardiovascular, osteoarticular e interação social.

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3- Trabalha todo o corpo

Fabrício Buzatto, médico do esporte explica que a natação é um esporte completo: Trabalha o condicionamento cardiorrespiratório, fortalecimento  muscular dos membros superiores, tronco e membros inferiores, favorecendo o corpo todo.

4- Ajuda a relaxar

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O profissional ainda diz que um dos benefícios da natação é que a prática pode ajudar na ansiedade, pois durante a prática, você realmente se desliga. “Diferente do que a gente vê na academia ou em aulas: pessoas com celular na mão, conversando, tirando o foco da concentração do exercício, na natação isso não acontece. A pessoa literalmente mergulha naquela água e fica naquele tempo disponível para o exercício”. Além disso, ela aumenta os níveis de auto-estima e melhora o desempenho e a concentração melhoram significativamente, ajudando nas tarefas diárias.

5- Ajuda no fortalecimento e correção postural

A resistência da água e as técnicas dos quatro nados exigem um alongamento constante da coluna vertebral, onde vários agrupamentos musculares são trabalhados, como explica Lorrayne.

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Nado de Peito: Trabalha os músculos das costas em geral e as panturrilhas;

Nado de Costas: Trabalha os músculos das costas, glúteos, abdomên, peitoral e posteriores das coxas;

Nado Crawl: Auxilia na definição muscular das costas e de todo o braço;

Nado Borboleta: Fortalece e define os ombros e braços.

Porém, Fabrício alerta que a borboleta e peito devem ser feitos com atenção e cuidado, pois podem favorecer uma lesão e até mesmo causar dor.

6- Mantém a pressão arterial baixa

Pode parecer loucura, mas Lorrayne explica que a água possui uma pressão hidrostática que atua sobre o corpo, auxiliando no retorno do sangue das extremidades do corpo para o coração, ou seja, melhorando a circulação sanguínea. Além disso, a natação é considerado um exercício aeróbico e todos eles ajudam a controlar a pressão arterial.

7- Desenvolve a parte cognitiva

“Entendemos que o cognitivo são habilidade motora, a memória, a atenção, a percepção, a linguagem, o raciocinio e etc. Dessa forma, a natação, principalmente para o bebê, ajuda a estimular a fala, os reflexos, o equilibrio e o pensar. Pois usamos nas aulas atividades lúdicas, de raciocinio, de memorização, de tomadas de decisões”, explica Lorrayne. “Outro fato é que a água tem propriedades terapeuticas, e junto com a pratica da natação, o nosso organismo libera mais facilmente os hormonios do bem estar, sendo alguns deles a dopamina, endorfina e serotonina.  Esses hormonios regulados, trazem leveza e tranquilidade, ajudando na rotina do dia-dia”, conclui a profissional.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/paolla-oliveira-treino-intenso-piscina-olimpica/

Muito além do treino: 8 efeitos das atividades físicas na circulação

Treinar e depois permanecer horas sentada trabalhando, passar o dia com roupas excessivamente apertadas, esquecer de beber água ou ignorar inchaços recorrentes nas pernas são exemplos que merecem atenção.

Para o cirurgião vascular e endovascular Dr. Gabriel Novaes, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), cuidar da circulação envolve tanto a atividade física programada quanto os pequenos movimentos realizados ao longo do dia.

“Quando movimentamos as pernas, especialmente a musculatura da panturrilha, ajudamos o sangue a vencer a gravidade e retornar ao coração. Por isso, atividade física regular é uma grande aliada da circulação. Mas o comportamento durante o restante do dia também importa”, explica o médico.

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3 alongamentos essenciais para prevenir lesões após o treino de pernas

O profissional listou a seguir 8 efeitos das atividades físicas na circulação:

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1

Sua panturrilha é uma espécie de ‘bomba’ da circulação

Quando caminhamos ou fazemos exercícios que movimentam tornozelos e panturrilhas, a contração muscular auxilia o retorno do sangue das pernas em direção ao coração.

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É por isso que caminhar, correr, pedalar e realizar exercícios de fortalecimento dos membros inferiores podem favorecer a circulação.

“Não significa que exista um exercício milagroso para evitar varizes. Há fatores genéticos, hormonais, idade e outras condições envolvidas. Mas manter as pernas ativas ajuda o funcionamento da circulação e traz benefícios importantes para a saúde como um todo”, afirma Novaes.

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Uma dica simples para quem trabalha sentada é levantar-se regularmente e movimentar os tornozelos. Até movimentos de flexão e extensão dos pés podem ativar a musculatura da panturrilha.

2

Treinar todos os dias não compensa passar o restante do tempo imóvel

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É possível ser uma pessoa fisicamente ativa e, ao mesmo tempo, permanecer tempo demais sentada.

Quem treina pela manhã e depois passa horas diante do computador deve prestar atenção nisso. Longos períodos de imobilidade reduzem a ação da musculatura das pernas responsável por auxiliar o retorno venoso.

“A academia é excelente, mas não deve ser a única hora do dia em que o corpo se movimenta. Pequenas pausas para caminhar e movimentar as pernas também são importantes”, explica o cirurgião vascular.

Vale a regra prática: o treino conta, mas o movimento fora do treino também conta.

3

Terminou o treino? Não fique horas com a roupa apertada e molhada

Leggings e roupas de compressão fazem parte do universo fitness, mas peças excessivamente apertadas podem provocar desconforto e marcas na pele. Além disso, permanecer durante muitas horas com a mesma roupa suada não é uma boa estratégia para a saúde da pele.

Segundo Novaes, a roupa esportiva precisa permitir movimento e conforto. “Se a peça provoca dor, dormência, formigamento ou deixa marcas muito profundas, é importante observar se o tamanho e o modelo estão adequados.”

E há uma diferença importante: legging apertada não é meia de compressão medicinal. Meias elásticas possuem compressão graduada e indicações específicas e, em algumas situações, devem ser recomendadas por um profissional de saúde.

Hábitos pós-treino que atrapalham seus resultados

4

Hidratação também entra na conversa sobre circulação

Quem pratica exercícios costuma associar hidratação apenas à performance, à reposição do suor ou à prevenção da desidratação. Mas manter uma hidratação adequada também é importante para o funcionamento geral do organismo e do sistema circulatório.

Em treinos longos, temperaturas elevadas ou situações de grande perda de líquidos pelo suor, a atenção precisa ser ainda maior.

“Não existe uma quantidade universal de água que sirva para todas as pessoas. Peso, intensidade do exercício, temperatura, duração do treino e condições de saúde interferem nessa necessidade”, explica o especialista.

5

Pernas para cima depois do treino: funciona?

Deitar e elevar as pernas virou uma espécie de ritual nas redes sociais. E existe uma explicação fisiológica para a sensação de alívio.

Elevar os membros pode facilitar temporariamente o retorno venoso e ajudar algumas pessoas que apresentam sensação de peso ou edema ao final do dia.

Mas há um alerta: isso não trata a causa de varizes ou de um inchaço persistente.

“Se a pessoa precisa elevar as pernas praticamente todos os dias porque sente peso, dor ou percebe edema frequente, vale investigar a causa em vez de apenas aliviar o sintoma”, orienta Novaes.

6

Musculação causa varizes?

O medo ainda aparece nos consultórios, principalmente entre mulheres que começam a aumentar as cargas nos exercícios de pernas.

De acordo com o especialista, a musculação, quando realizada adequadamente, não deve ser encarada como causa direta de varizes.

A doença venosa é multifatorial e pode estar relacionada principalmente à predisposição genética, idade, fatores hormonais, gestações, obesidade e longos períodos em pé ou sentada.

“O fortalecimento muscular, inclusive das pernas e panturrilhas, pode fazer parte de uma rotina saudável. Quem já possui doença vascular diagnosticada ou apresenta sintomas deve conversar com seu médico sobre as adaptações necessárias”, explica.

7

Inchaço depois do treino nem sempre significa que você ‘pegou pesado’

Depois de um treino intenso, dores musculares podem ser esperadas. O problema é atribuir automaticamente qualquer alteração ao exercício.

Inchaço persistente, principalmente quando aparece apenas em uma perna, associado a dor, aumento de temperatura, vermelhidão ou mudança de coloração não deve ser normalizado.

“Existe uma tendência de achar que toda dor na perna de quem treina é muscular. Quando o sintoma é diferente do habitual, aparece de maneira súbita ou vem acompanhado de edema importante, é necessário procurar avaliação médica”, alerta o cirurgião vascular.

8

O hábito fitness mais simples pode acontecer longe da academia

Para quem quer cuidar da circulação, Novaes destaca que uma das estratégias mais simples é justamente evitar grandes períodos de imobilidade.

Caminhar para buscar água, usar escadas quando possível, levantar durante o expediente, movimentar os pés enquanto trabalha e incluir pequenas caminhadas na rotina parecem atitudes pequenas, mas mantêm a musculatura das pernas ativa.

“Nosso sistema circulatório se beneficia de movimento. Não precisamos pensar apenas em performance ou em quantas calorias foram gastas. Exercício também é uma ferramenta de prevenção e de saúde vascular”, afirma.

Para o especialista, a mensagem para quem já treina é simples: não cuide do corpo somente durante os 60 minutos da academia. A circulação continua trabalhando nas outras 23 horas do dia.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/muito-alem-do-treino-8-efeitos-das-atividades-fisicas-na-circulacao/

Por que você sente a panturrilha em exercícios que nem deveriam ser para ela?

Você já se perguntou por que sente a panturrilha em exercícios que nem deveriam ser para ela? Essa musculatura desempenha papéis fundament...