terça-feira, 31 de março de 2026

Fazer aula de dança ajuda no emagrecimento?

Se você procura um exercício mais dinâmico, leve e divertido para incluir no seu processo de emagrecimento, a dança, com certeza, é uma das melhores opções.

“Dependendo do ritmo e da intensidade, é possível queimar de 300 a 600 calorias por hora durante a aula”, revela Jennifer Gobbi, personal trainer.

Fazer aula de dança ajuda no emagrecimento?

A dança está entre as práticas mais eficazes para eliminar os quilos a mais. A modalidade, que une o movimento do corpo ao prazer de se expressar, pode promover um alto gasto calórico e colaborar para o bom funcionamento do metabolismo.

Uma revisão científica divulgada na revista Plos One aponta que a dança oferece efeitos significativos na perda de peso, auxiliando no combate ao sobrepeso e à obesidade.

Além disso, o estudo registra que a modalidade pode ajudar a diminuir o percentual de gordura e a circunferência da cintura, promovendo uma mudança favorável na composição corporal.

Os resultados da dança em relação à perda de peso podem variar de acordo com o estilo praticado. Existem algumas aulas de dança (Zumba, Hip Hop e FitDance, por exemplo) que são consideradas de alta intensidade e, por isso, tendem a elevar mais a frequência cardíaca e potencializar o gasto calórico.

“Na hora de escolher entre os estilos de dança disponíveis, é fundamental levar em consideração fatores como nível de condicionamento físico do praticante, preferências pessoais, objetivo e até mesmo o tipo de música que mais motiva”, ressalta Gobbi.

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Dançar ajuda a melhorar a ansiedade?

Além da perda de peso: mais efeitos da dança na saúde

A prática de atividades físicas no geral é um dos pilares mais fundamentais para preservar a saúde física e mental. Ela deve ser inserida na rotina de maneira consistente para garantir todas as vantagens.

Há varias maneiras de manter o corpo em movimento e largar o sedentarismo. Musculação, corrida e caminhada são algumas das modalidades mais populares.

A dança, por sua vez, surge como uma alternativa igualmente eficaz e, muitas vezes, mais prazerosa para algumas pessoas, o que facilita a adesão ao hábito de se mexer.

Uma revisão de estudos divulgada na Sports Medicine mostra que a dança traz resultados bastante significativos quando o assunto é melhorar a saúde física, psicológica e cognitiva.

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  • Melhora da saúde cerebral e qualidade de vida

Dançar pode desempenhar um papel interessante no tratamento e na melhora de qualidade de vida de indivíduos diagnosticados com condições como Parkinson e Alzheimer.

A dança ajuda a desenvolver coordenação motora e estimula a memória, a flexibilidade cognitiva (capacidade mental de se adaptar a eventos novos ou em mudança) e o aprendizado.

“Sabe a atenção que você vai ter para aprender e repetir os passos corretamente durante a aula? Ela ajuda a estimular a sua memória”, declara Gabi Zecchinelli, professora de dança da Mude e embaixadora da Rio Academia Amstel Ultra.

  • Menor risco de morte por doenças cardíacas
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Além disso, a dança colabora positivamente para a nossa saúde cardiovascular, sendo que a prática regular da modalidade já foi associada a um menor risco de morte por doenças cardíacas.

  • Manutenção da densidade óssea

Outro ponto é que a dança pode contribuir para a manutenção da densidade óssea, o que faz toda a diferença para evitar osteoporose, fraturas e outros problemas relacionados ao enfraquecimento dos ossos.

  • Fortalecimento muscular

Os músculos são beneficiados! Apesar de recrutar o corpo de forma global, a modalidade costuma se destacar no fortalecimento de membros inferiores, como glúteos e pernas.

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Além disso, dependendo do estilo, o core —região do abdômen e lombar — também pode “entrar na dança” e ser bastante exigido ao longo da coreografia.

  • Bem-estar emocional 

Com a prática regular do exercício, é possível ainda lidar com transtornos mentais, auxiliando tanto no tratamento quanto na prevenção.

Uma revisão sistemática presente no Journal of Dance Medicine & Science, feita com um total de 933 voluntários entre 18 e 62 anos de idade, indica que aqueles que fizeram algum tipo de intervenção com dança apresentaram redução nos sintomas de depressão, ansiedade e estresse em comparação com os grupos que não participaram da prática.

Vale mencionar que dançar aumenta a autoestima e a autoconfiança, fazendo com que a pessoa comece a se enxergar de um jeito mais positivo e acolhedor, valorizando suas capacidades e conquistas.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/aula-de-danca-emagrece/

Sobre e desce: o desafio de correr pelas ruas do Pacaembu, em São Paulo

Se você, assim como eu, sabe que correr provas pelas ruas de São Paulo é sempre desafiador. Dependendo da região, túneis com subidas e descidas que, quando passamos de carro, nem sentimos, mas ao correr, entendemos a diferença e seus desafios.

E foi assim neste último 29 de março. A New Balance 15K chegou a sua quarta edição e lotou as ruas da região do Pacaembu, passando por trechos do centro de São Paulo e também pelo conhecido Minhocão. Mais de 10 mil pessoas correram as distâncias de 7,5 km e 15 km.

Expo NB e experiência completa 

Mas a experiência mesmo começou na retirada do kit. A Expo NB trouxe diversas ativações, desde a customização da camiseta, até botas de compressão. Você também podia fazer seu cabelo com as profissionais que estavam a disposição para fazer penteados, como tranças. Veja mais no vídeo abaixo! 

O kit também veio completo: camiseta, número de peito, um par de meias e manguito, além de suplementos e amostras grátis dos patrocinadores. 

New Balance 15K – percurso desafiador 

A largada dos 15 km aconteceu às 6h30 e saímos da Praça Charles Muller, literalmente em frente à Arena Pacaembu. Alguns trechos antes e durante o Minhocão estavam mais estreitos, mas isso não impediu que a corrida fluísse e que os corredores se desafiassem e também se divertissem, claro! 

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E nesses trechos o que foi mais desafiador foram as subidas e descidas. Por mais curtas que fossem, não adianta, quando tem subida, a gente sabe que o esforço é sempre maior. 

Mas esse esforço valeu a pena, ainda mais correndo no Minhocão, que se tornou um ponto turístico muito importante de São Paulo. Correr entre os prédios, com o clima fresco que estava, foi algo que tornou a corrida ainda mais divertida. 

Um ponto muito positivo que sempre observo nas provas: postos de hidratação sempre com água gelada.. check! 

Pós-prova: ativações fechando a experiência com chave de ouro

New Balance 15k 2026
<span class="hidden">–</span>./Divulgação

A área em frente ao Pacaembu ficou lotada no pós-prova, com diversas ativações, desde recovery, customização da medalha, Área VIP e um espaço exclusivo em que corredores que utilizaram o tênis da marca para a corrida puderam ter acesso, com café da manhã, botas de compressão e muito mais! 

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A New Balance também terá uma edição em Porto Alegre, com 42K que serão mais que especiais para os amantes de corrida: o bicampeão olímpico Eliud Kipchoge estará presente na capital gaúcha, o que vai fazer essa edição entrar literalmente para a história. Ainda haverá uma edição no Rio de Janeiro, no segundo semestre.

Veja quem foram os vencedores e os tempos de prova a seguir:

Masculino – 15K

Clayton Elias Gomes – 00:48:54

Edson Amaro Arruda – 00:49:06

Luiz Henrique Teixeira Nóbrega – 00:50:14

Feminino – 15K

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1º – Mirela Saturnino – 00:56:11

Vitória Rezende Amaro – 00:59:39

Rozilene Silveira de Jesus – 01:00:07

Masculino – 7,5K

1º – Marco Tulio Silva – 00:24:33

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Ailton Casimiro – 00:24:45

Francisco Barbosa dos Santos – 00:24:56

Feminino – 7,5K

1º – Bruna Alves Toledo – 00:29:58

Gisele Dias Santos – 00:30:43

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Livya Kezia Coimbra – 00:31:34

4 alimentos essenciais para comer antes de correr

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/new-balance-15k-2026-sao-paulo/

Dia da Saúde e Nutrição: como alimentação e movimento protegem a circulação

O Dia da Saúde e Nutrição é celebrado em 31 de março e, em 2026, a atenção à qualidade da alimentação assume papel central na preservação da circulação sanguínea e do bem-estar ao longo da vida. O padrão alimentar interfere diretamente no funcionamento dos vasos, no equilíbrio de líquidos do organismo e nos processos inflamatórios associados a doenças vasculares.

Segundo o diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP), Dr. Michel Nasser, alguns excessos comuns prejudicam a saúde venosa. “O consumo elevado de sal favorece retenção de líquidos. Açúcar em excesso e alimentos ultraprocessados estimulam inflamação e impactam negativamente os vasos sanguíneos. Em sentido oposto, uma dieta rica em fibras, vitamina C, flavonoides e ômega-3 contribui para o equilíbrio circulatório”, explica.

A hidratação adequada também é fundamental, com recomendação média de 30 a 35 ml de água por quilo de peso ao dia, ajustada às características individuais.

Nesse contexto, o cuidado com a alimentação ganha abordagem multidisciplinar, que pode envolver nutricionista e médico vascular para definição segura de estratégias compatíveis com o estado de saúde de cada pessoa, especialmente na presença de varizes, inchaço recorrente ou histórico de trombose.

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Movimento adequado complementa a proteção da circulação

Além da nutrição equilibrada, a movimentação corporal favorece o retorno do sangue ao coração. A panturrilha atua como um “coração periférico”, responsável por impulsionar o fluxo venoso a partir dos membros inferiores.

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Entre os estímulos eficazes estão elevação dos calcanhares, flexão e extensão dos tornozelos, caminhadas de cinco a dez minutos, agachamentos leves com apoio e alongamentos da panturrilha. Mesmo uma pequena quantidade de repetições bem executadas já contribui para a circulação.

A orientação geral é a interrupção de períodos prolongados na mesma posição, com mobilidade por três a cinco minutos a cada hora, além de caminhada diária de 20 a 30 minutos. Permanência prolongada sem movimento reduz a eficiência do retorno venoso e favorece sintomas como inchaço e sensação de peso nas pernas.

A definição do tipo, intensidade e frequência da atividade também pode exigir avaliação integrada, com participação de profissional de educação física, médico vascular e, quando necessário, outras especialidades, garantindo prática segura, sobretudo para quem já possui diagnóstico prévio.

Meia de compressão: uso correto evita equívocos frequentes

A meia elástica constitui recurso terapêutico relevante em diversas condições circulatórias, porém requer definição adequada de tamanho, modelo e grau de compressão conforme cada situação clínica.

“Transformar a meia em solução universal para qualquer inchaço representa erro comum. Quando a escolha não corresponde à necessidade do paciente, podem surgir desconforto, efeito de garroteamento e agravamento do quadro”, alerta Dr. Michel Nasser.

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O especialista também chama atenção para o uso de medicamentos destinados à circulação sem orientação profissional, prática que pode mascarar sintomas e atrasar diagnósticos importantes.

De acordo com o diretor da SBACV-SP, não existe medida isolada capaz de preservar a circulação. “A saúde vascular resulta da soma entre alimentação equilibrada, hidratação adequada, movimento regular, uso correto de terapias compressivas quando indicadas e atenção contínua aos sinais do organismo. Esse conjunto reduz sintomas, previne complicações e melhora a qualidade de vida”, conclui.

Atividade física do zero: como começar de forma segura e eficaz

Segundo o personal trainer, mestre em Educação Física e consultor da Probiótica, André Albuquerque, iniciar do zero pode ser mais simples e muito mais seguro do que parece.

Para o especialista, o erro mais comum entre iniciantes é tentar fazer tudo de uma vez. “Muita gente começa empolgada e aposta em treinos longos e intensos para compensar o tempo parado. Isso aumenta o risco de lesões, gera dores desnecessárias e acaba afastando a pessoa da prática”, explica. O caminho mais eficiente, segundo ele, passa pela progressão: sessões mais curtas, movimentos básicos, foco na técnica e frequência moderada.

Os primeiros 30 dias são considerados fundamentais para que o corpo se adapte ao novo estímulo. Nesse período, o objetivo não é buscar resultados estéticos imediatos, mas construir regularidade. “Constância vem antes da intensidade. Quando o treino é seguro, os primeiros sinais aparecem rápido: mais disposição, melhora do sono, ganho de mobilidade e um corpo que responde melhor ao movimento”, afirma André.

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Por onde começar…

Entre as atividades mais indicadas para quem está começando estão os exercícios de fortalecimento, como a musculação, e os aeróbicos, como caminhada ou corrida leve. Para a maioria dos iniciantes, duas a três sessões por semana, com treinos de 30 a 40 minutos, já são suficientes para iniciar esse processo de adaptação, sem sobrecarga.

É melhor treinar em casa, na academia ou ao ar livre?

Outro ponto essencial é respeitar o próprio ritmo. Comparações com quem já treina há anos ou a tentativa de reproduzir treinos avançados vistos nas redes sociais costumam atrapalhar mais do que ajudar. “Cada organismo responde de um jeito. Começar devagar não significa evoluir pouco, significa evoluir de forma consistente”, reforça o personal.

Cuidado com a intensidade no início

Para evitar dores e lesões, André destaca a importância de controlar a intensidade, priorizar a execução correta dos movimentos e respeitar os dias de descanso. Dores musculares leves podem fazer parte do início, mas desconfortos persistentes ou articulares não devem ser ignorados.

A constância, segundo o especialista, também está ligada à realidade da rotina. Treinar perto de casa, estabelecer metas possíveis e criar horários que caibam no dia a dia facilitam a continuidade. “Pequenas vitórias, como se sentir mais disposto ou executar melhor um exercício, ajudam a manter a motivação nos primeiros dias.

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Para pessoas muito sedentárias ou com restrições de movimento, a recomendação é começar com exercícios simples, amplitudes menores e cargas leves, sempre com acompanhamento. “Nesses casos, a orientação de um profissional de Educação Física é fundamental para garantir segurança, adaptação correta e evolução ao longo do tempo”, afirma.

No fim das contas, começar devagar é o que permite ir mais longe. “Quem respeita esse processo cria uma base sólida de movimento e hábito. Isso gera resultados muito mais consistentes ao longo do ano do que começar intenso e parar cedo”, conclui André.

Inicie sua jornada fitness: 5 exercícios que queimam calorias e promovem adaptação

1. Agachamento

Um dos exercícios mais completos, o agachamento ativa grandes grupos musculares das pernas, além do core. Por envolver quadríceps, glúteos e posteriores de coxa, gera um alto gasto energético mesmo em versões simples, com o peso do próprio corpo.

2. Supino

O supino é um movimento multiarticular que trabalha peitoral, ombros e tríceps ao mesmo tempo. Quando bem executado, contribui para o aumento da força global e eleva a demanda metabólica do treino.

3. Remada

A remada envolve músculos das costas, braços e core, sendo uma excelente opção para iniciantes desenvolverem força e consciência corporal. Por recrutar vários grupos musculares, também contribui para maior queima calórica durante a sessão.

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4. Levantamento terra adaptado

Em versões simplificadas e com cargas leves, o levantamento terra pode ser incluído no treino inicial. O exercício ativa pernas, glúteos, costas e abdômen, tornando-se um dos movimentos mais eficientes do ponto de vista metabólico.

5. Afundo

O afundo é um exercício multiarticular que trabalha pernas e glúteos, além de exigir estabilidade do core. Por demandar equilíbrio e controle, aumenta o esforço do corpo como um todo, elevando o gasto calórico.

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