quarta-feira, 6 de maio de 2026

Treinar menstruada faz mal?

A prática de atividades físicas durante a menstruação, no geral, não faz mal e pode ser sim mantida na rotina . Na verdade, pode oferecer benefícios significativos para essa fase, como melhora do humor, alívio de incômodos e combate aos inchaços.

O que acontece é que o ciclo menstrual é dividido em fases, sendo que cada uma pode influenciar de maneira diferente a disposição e o desempenho físico. Na fase lútea, que ocorre após a ovulação e antecede a menstruação, é comum sentir uma queda na energia e no rendimento.

Treinar menstruada faz mal?

“Não há nenhum impeditivo para treinar durante a menstruação, a menos que o desconforto provocado pelo próprio período impeça a pessoa de treinar”, fala a Dra. Natacha Machado, ginecologista da Plenapausa.

De acordo com a especialista, movimentar o corpo favorece a produção de endorfinas, que desempenha um papel interessante na diminuição do quadro de dor e dos sintomas de ansiedade.

Ela revela que, durante o período, vale a pena considerar a intensidade dos sintomas que você sente, sempre respeitando os seus limites e adaptando as práticas conforme necessário.

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Cólicas muito fortes, dores de cabeças mais “chatas” e cansaço excessivo, por exemplo, pedem uma redução no ritmo ou até mesmo um tempo de descanso.

Durante a menstruação, é normal perceber uma queda no rendimento, na energia e na motivação para malhar, especialmente nos primeiros dias. Nessas situações, pode ser uma boa ideia optar por modalidades mais leves, como pilates, alongamentos e caminhada.

“Hoje em dia existem absorventes internos, copinhos coletores, calcinhas absorventes, tudo tentando promover um maior conforto durante o período menstrual”, sugere.

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Estratégia simples que ajuda a recuperação muscular

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/treinar-menstruada-faz-mal/

Atividade física na maternidade: a importância para a saúde física e emocional das mulheres nesse período.

A rotina durante a maternidade é imprevisível: privação de sono, acúmulo de tarefas e também sobrecarga mental fazem com que hábitos como a prática de atividades físicas sejam difíceis de acontecer com a frequência desejada.

Mas saiba que especialistas apontam que movimentar o corpo na maternidade pode ser importante para a saúde física e emocional das mulheres nesse período.

Para a obstetra Ana Paula Fabrício, o exercício tem papel relevante na recuperação pós-parto. “A atividade física melhora a circulação, ajuda em processos inflamatórios e contribui para o controle hormonal”, afirma.

Esses efeitos impactam a disposição, a qualidade do sono e a sensação de bem-estar.

A médica também destaca os benefícios na saúde mental da prática de atividade física na maternidade. “O exercício estimula a liberação de endorfina e serotonina, melhora o humor, reduz a irritabilidade e ajuda na adaptação à nova rotina”, diz.

Na prática clínica, mulheres que se exercitam após o parto relatam maior sensação de controle sobre o corpo e o dia a dia.

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O exercício também prepara o corpo para as exigências físicas da maternidade. Carregar o bebê, amamentar e agachar repetidamente sobrecarregam principalmente a região das costas. Para o treinador Lucas Florêncio, da Smart Fit, o treino de força aumenta a resistência e previne dores. “Exercícios como agachamento e levantamento terra reproduzem movimentos do cotidiano e ajudam a proteger a coluna quando bem orientados”, afirma.

Outro benefício apontado pelos especialistas sobre atividade física na maternidade é o controle do estresse. “Durante o treino, há liberação de substâncias que reduzem a ansiedade. Além disso, o foco no exercício funciona como uma pausa mental na rotina”, diz Florêncio.

A retomada, no entanto, exige cautela. Não há um prazo único para voltar aos treinos. “É preciso avaliar a cicatrização, o assoalho pélvico, a região abdominal e o estado geral de saúde”, explica a obstetra.

Em geral, atividades leves podem começar entre 15 e 30 dias após o parto vaginal sem complicações; na cesariana, o retorno costuma ocorrer por volta de 45 dias, sempre com orientação médica.

“Muitas mulheres querem retomar o ritmo de antes rapidamente, mas o ideal é começar devagar e evoluir aos poucos”, alerta a médica.

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Para quem tem pouco tempo, sessões de 20 a 30 minutos já trazem benefícios. “O mais importante é a regularidade”, diz Florêncio. 

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Atividade física do zero: como começar de forma segura e eficaz

Na lista de desejos para um novo ano, muitas pessoas desejam finalmente começar a praticar atividade física. Independente do motivo – saúde, estética, bem-estar emocional ou se sentir melhor no próprio corpo – o primeiro passo é sempre o mais difícil para conseguir tornar isso um hábito. Mas se quer começar a praticar exercícios, trouxemos um guia prático para começar com segurança.

Segundo o personal trainer, mestre em Educação Física e consultor da Probiótica, André Albuquerque, iniciar do zero pode ser mais simples e muito mais seguro do que parece.

Para o especialista, o erro mais comum entre iniciantes é tentar fazer tudo de uma vez. “Muita gente começa empolgada e aposta em treinos longos e intensos para compensar o tempo parado. Isso aumenta o risco de lesões, gera dores desnecessárias e acaba afastando a pessoa da prática”, explica. O caminho mais eficiente, segundo ele, passa pela progressão: sessões mais curtas, movimentos básicos, foco na técnica e frequência moderada.

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Os primeiros 30 dias são considerados fundamentais para que o corpo se adapte ao novo estímulo. Nesse período, o objetivo não é buscar resultados estéticos imediatos, mas construir regularidade. “Constância vem antes da intensidade. Quando o treino é seguro, os primeiros sinais aparecem rápido: mais disposição, melhora do sono, ganho de mobilidade e um corpo que responde melhor ao movimento”, afirma André.

Por onde começar…

Entre as atividades mais indicadas para quem está começando estão os exercícios de fortalecimento, como a musculação, e os aeróbicos, como caminhada ou corrida leve. Para a maioria dos iniciantes, duas a três sessões por semana, com treinos de 30 a 40 minutos, já são suficientes para iniciar esse processo de adaptação, sem sobrecarga.

É melhor treinar em casa, na academia ou ao ar livre?

Outro ponto essencial é respeitar o próprio ritmo. Comparações com quem já treina há anos ou a tentativa de reproduzir treinos avançados vistos nas redes sociais costumam atrapalhar mais do que ajudar. “Cada organismo responde de um jeito. Começar devagar não significa evoluir pouco, significa evoluir de forma consistente”, reforça o personal.

Cuidado com a intensidade no início

Para evitar dores e lesões, André destaca a importância de controlar a intensidade, priorizar a execução correta dos movimentos e respeitar os dias de descanso. Dores musculares leves podem fazer parte do início, mas desconfortos persistentes ou articulares não devem ser ignorados.

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A constância, segundo o especialista, também está ligada à realidade da rotina. Treinar perto de casa, estabelecer metas possíveis e criar horários que caibam no dia a dia facilitam a continuidade. “Pequenas vitórias, como se sentir mais disposto ou executar melhor um exercício, ajudam a manter a motivação nos primeiros dias.

Para pessoas muito sedentárias ou com restrições de movimento, a recomendação é começar com exercícios simples, amplitudes menores e cargas leves, sempre com acompanhamento. “Nesses casos, a orientação de um profissional de Educação Física é fundamental para garantir segurança, adaptação correta e evolução ao longo do tempo”, afirma.

No fim das contas, começar devagar é o que permite ir mais longe. “Quem respeita esse processo cria uma base sólida de movimento e hábito. Isso gera resultados muito mais consistentes ao longo do ano do que começar intenso e parar cedo”, conclui André.

Inicie sua jornada fitness: 5 exercícios que queimam calorias e promovem adaptação

1. Agachamento

Um dos exercícios mais completos, o agachamento ativa grandes grupos musculares das pernas, além do core. Por envolver quadríceps, glúteos e posteriores de coxa, gera um alto gasto energético mesmo em versões simples, com o peso do próprio corpo.

2. Supino

O supino é um movimento multiarticular que trabalha peitoral, ombros e tríceps ao mesmo tempo. Quando bem executado, contribui para o aumento da força global e eleva a demanda metabólica do treino.

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3. Remada

A remada envolve músculos das costas, braços e core, sendo uma excelente opção para iniciantes desenvolverem força e consciência corporal. Por recrutar vários grupos musculares, também contribui para maior queima calórica durante a sessão.

4. Levantamento terra adaptado

Em versões simplificadas e com cargas leves, o levantamento terra pode ser incluído no treino inicial. O exercício ativa pernas, glúteos, costas e abdômen, tornando-se um dos movimentos mais eficientes do ponto de vista metabólico.

5. Afundo

O afundo é um exercício multiarticular que trabalha pernas e glúteos, além de exigir estabilidade do core. Por demandar equilíbrio e controle, aumenta o esforço do corpo como um todo, elevando o gasto calórico.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/atividade-fisica-na-maternidade-a-importancia-para-a-saude-fisica-e-emocional-das-mulheres-nesse-periodo/

Intensidade no treino: como acertar a medida para evoluir de verdade

A intensidade do treino é sempre um tópico que muitas pessoas têm dúvidas se vale ou não, se traz resultados ou não, mas acredite: ela é um dos fatores que mais determinam se o esforço vai gerar resultado ou frustração.

Em meio à busca por desempenho, emagrecimento ou definição muscular, muita gente ainda associa intensidade apenas a “treinar pesado” ou sair exausto da academia. A realidade, porém, é mais estratégica do que isso.

 

A intensidade é, essencialmente, o nível de esforço aplicado em um exercício, e pode ser medida de diferentes formas, como carga na musculação ou frequência cardíaca em atividades aeróbicas. Mais do que um número, ela define o estímulo que o corpo recebe e, consequentemente, como ele vai responder.

“A intensidade é uma das variáveis mais importantes para o controle e a evolução dos resultados no treino”, explica Cacá Ferreira, gerente técnico da Cia Athletica.

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O problema é que, na prática, esse controle costuma falhar. Um dos erros mais comuns é treinar sempre abaixo da capacidade real. Na musculação, por exemplo, séries com 8 a 12 repetições só são efetivas quando realmente levam o músculo próximo da fadiga, caso contrário, o estímulo é insuficiente para gerar adaptação.

“Se a pessoa consegue ir muito além do número de repetições proposto, é sinal de que a intensidade está baixa, e isso compromete diretamente os resultados”, explica o especialista da Cia Athletica.

Como saber se o treino deixou de funcionar

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E se a intensidade for alta demais?

 

No outro extremo, também há risco. Intensidade alta demais, sem controle ou recuperação adequada, pode levar ao excesso de treino, queda de performance e até lesões. Estudos mostram que manter o esforço sempre elevado aumenta o risco de fadiga acumulada, enquanto treinos bem dosados melhoram a eficiência e a evolução física.

“Não é sobre treinar mais forte o tempo todo, mas sobre treinar na intensidade certa para cada momento e objetivo”, reforça Cacá.

Esse equilíbrio fica ainda mais evidente quando se considera que intensidade não é fixa, ela deve variar de acordo com o perfil, o nível de condicionamento e até a idade. Em pessoas mais velhas, por exemplo, o mesmo parâmetro de esforço pode representar cargas completamente diferentes para o organismo, exigindo ainda mais atenção na prescrição.

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Outro ponto pouco explorado é que intensidade não significa apenas monitorar a carga ou velocidade. A percepção de esforço, a respiração e até a capacidade de falar durante o exercício são indicadores relevantes para ajustar o treino na prática. Isso torna o processo mais acessível, e menos dependente de tecnologia, desde que haja consciência corporal e orientação adequada.

No fim das contas, controlar a intensidade é o que transforma um treino comum em um treino eficiente. “Mais do que intensidade máxima, o que gera resultado é intensidade adequada, aplicada com consistência, propósito e progressão. É esse equilíbrio que sustenta não só a performance, mas também a saúde a longo prazo”, finaliza o profissional da Cia Athletica.

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