terça-feira, 14 de julho de 2026

2 exercícios de posterior de coxa para fazer na bola suíça

Dá para treinar posterior de coxa utilizando apenas uma bola suíça e o peso do próprio corpo. O acessório traz uma instabilidade que pode elevar de forma interessante a exigência muscular, oferecendo efeitos positivos em termos de força, equilíbrio, controle motor e resistência.

Quando executados com a técnica correta e dentro de uma rotina bem estruturada, os exercícios de posterior de coxa na bola suíça podem funcionar como grandes aliados para a definição e o fortalecimento dessa região. Os benefícios da prática podem englobar não apenas as pernas, atingindo também glúteos, lombar e a musculatura do core.

Estudos publicados no Journal of Strength and Conditioning Research mostram que exercícios realizados sobre superfícies instáveis, como a bola suíça, elevam a ativação do core em comparação com versões feitas no solo.

A instabilidade aumenta o recrutamento de músculos estabilizadores profundos, especialmente transverso do abdômen e multífidos, segundo pesquisas divulgadas no European Journal of Applied Physiology.

2 exercícios de posterior de coxa para fazer na bola suíça

A seguir, Boa Forma selecionou 2 exercícios de posterior de coxa para fazer na bola suíça. Confira quais movimentos se destacam quando o assunto é trabalhar essa parte do corpo com eficiência, explorando a instabilidade do item e tornando o treino ainda mais desafiador:

1. Flexão de joelhos na bola

A flexão de joelhos na bola, também conhecida como leg curl, não pode ser esquecida quando falamos em exercícios de posterior de coxa para fazer utilizando o acessório. Ela é uma das atividades mais recomendadas para fortalecimento de abdômen, glúteos e posteriores de coxa de maneira simultânea.

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Como fazer:

Deite-se no chão de barriga para cima, braços estendidos ao lado do corpo e calcanhares apoiados sobre a bola. Contraia glúteos e abdômen para levantar o quadril até alinhar ombros, quadris e joelhos.

Dobre os joelhos puxando a bola em direção ao corpo, mantendo o quadril elevado e estável. Estenda as pernas de forma controlada, evitando que a bola escape. Comece com 2 a 3 séries de 8 a 12 repetições, aumentando progressivamente conforme seu condicionamento.

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2. Ponte na bola suíça

A ponte na bola suíça é uma atividade que, além de favorecer o fortalecimento dos posteriores de coxa, também pode ser considerada excelente para desenvolver mais equilíbrio e intensificar o recrutamento do core.

Como fazer:

Deite-se e apoie os pés sobre uma bola suíça. Ao elevar o quadril, a instabilidade da bola exige maior ativação abdominal e controle corporal.

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5 variações de isometria para fazer com a bola suíça

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Treinar pouco não significa treinar mal; veja como aproveitar cada minuto

Para quem possui uma rotina repleta de compromissos, seja no trabalho ou em casa, a falta de tempo tende a interferir nos treinos, até mesmo não encontrando um momento no dia para se movimentar.

Mas, se você consegue entre 20 e 30 minutos do seu dia para praticar uma atividade física, a ciência do exercício comprova que treinos curtos funcionam – e muito! 

O médico do esporte Carlos Ulloa, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, pontua que o mais importante não é o tempo de duração do exercício e sim a qualidade do estímulo.

“Quando o treino é bem planejado e executado com a intensidade, o volume e a execução adequados, sessões mais curtas também podem contribuir para o ganho de força, melhorar o condicionamento físico e a massa muscular. Daí a importância de buscar orientação de um profissional de educação física qualificado para te ajudar nessa missão”, explica 

Ou seja, se o tempo é a questão para você não praticar atividade física, algumas estratégias podem agilizar o seu tempo na academia e ainda ajudar você a alcançar seus objetivos. Veja quais são elas:

HIIT

O treino intervalado de alta intensidade alterna períodos curtos de esforço máximo com recuperação, sendo uma opção interessante para quem busca um alto gasto calórico em pouco tempo.

O método Tabata, por exemplo, sugere 20 segundos de esforço total, pode ser na esteira, na escada, corda ou polichinelo, e 10 segundos de descanso, repetidos por oito rodadas, que somam só 4 minutos.

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Mas há outros benefícios envolvidos. Um estudo da Universidade do Texas, divulgado pelo American College of Sports Medicine, mostrou que um treino de bike de apenas 2 minutos (30 tiros de 4 segundos) melhorou significativamente o condicionamento e a capacidade anaeróbica após 8 semanas.

As pesquisas sobre o HIIT não param por aí: um ensaio clínico randomizado publicado na PLOS ONE também mostrou que o HIIT pode ser tão eficaz quanto o treino contínuo moderado para aptidão cardiorrespiratória e sensibilidade à insulina, com volume e tempo de exercício 5 vezes menor.

“Apenas é importante que a pessoa tenha uma boa consciência corporal e já seja mais experiente com treinos para não se lesionar”, orienta o especialista.

Quantas calorias se perde em 30 minutos de HIIT?

Bi-set

Consiste em fazer dois exercícios em sequência, sem pausa, para o mesmo grupo muscular ou para músculos antagonistas (peito e costas, bíceps e tríceps). O descanso vem só depois da dupla.

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“Ao eliminar o intervalo entre os movimentos, aumentam o tempo sob tensão e o estresse metabólico, dois importantes estímulos para a hipertrofia”, explica Ulloa.

Protocolos comuns usam 2 a 4 rodadas com 8 a 15 repetições por exercício, e 30 segundos a 2 minutos de descanso após o par.

Além disso, evidências científicas sugerem que a estratégia pode aumentar a eficiência do treino. De acordo com uma revisão sistemática publicada na revista Sports Medicine, os supersets (bi-sets e tri-sets) permitem manter volumes e números de repetições semelhantes aos do treinamento convencional, mas com sessões mais curtas e melhor aproveitamento do tempo.

Treino bi-set para turbinar as coxas

 

Tri-set

É o mesmo princípio do bi-set, mas com três exercícios encadeados para o mesmo grupo muscular, trabalhando ângulos diferentes antes do descanso. Por exemplo, três variações de exercícios para os ombros, três variações para os bíceps e três para o peito na mesma sessão. Assim, trabalha-se mais os músculos em menos tempo.

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O resultado é um estímulo mais completo das fibras musculares, favorecendo o ganho de força e hipertrofia.

“Por ser mais exigente, costuma ser indicado para quem já tem nível intermediário ou avançado e domina a técnica de cada exercício isoladamente”, coloca o médico do esporte.

Resistência física: 5 exercícios que você pode incluir na sua rotina

Drop set

Aqui a proposta é fazer repetições até próximo à falha, então, reduzir um pouco a carga e continuar até fadigar de novo, podendo repetir o processo sem descanso. A estratégia prolonga o tempo sob tensão e aumenta o estresse metabólico dentro de uma única série.

Por exemplo, após realizar uma série de rosca direta com 12 kg até próximo da falha, a pessoa reduz a carga para 8 kg e continua o exercício, podendo fazer uma nova redução para 6 kg logo em seguida e mais repetições.

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“Como o drop set leva o músculo a um maior nível de fadiga, recomendo usá-lo com moderação, especialmente em treinos de alta frequência semanal, para não comprometer a recuperação do músculo”, orienta Ulloa.

Drop set realmente acelera a hipertrofia?

Rest-pause

A técnica consiste em fazer pausas bem curtas (10 a 20 segundos) dentro da mesma série, levando o músculo à falha mais de uma vez antes do descanso completo.

Por exemplo: a pessoa realiza 10 repetições, descansa 10 a 20 segundos e faz mais algumas repetições com a mesma carga, repetindo o processo antes do descanso completo.

Assim, é possível aumentar o volume de treino e o recrutamento muscular sem precisar realizar várias séries completas com intervalos tradicionais.

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Um trabalho publicado na Applied Physiology, Nutrition and Metabolism comparou rest-pause, drop set e treino tradicional, e concluiu que os três métodos geram adaptações similares de força e hipertrofia, com o rest-pause apresentando ligeira vantagem para ganho de força. Portanto, se esse é o seu foco, trate de incluir no seu treino.

Qual é a melhor atividade física para fortalecer o coração?

Veja também cuidados essenciais antes de realizar esses tipos de treinos

  1. É recomendável realizar um aquecimento dinâmico prolongado, pois começar a atividade com os músculos frios aumenta o risco de distensões ou lesões musculares.
  2. Em caso de histórico de hipertensão, problemas cardíacos ou asma, realize uma avaliação médica prévia, já que esse tipo de treinamento pode levar a frequência cardíaca a níveis equivalentes a 85%–95% da capacidade máxima.
  3. É importante priorizar a execução correta dos movimentos e não a velocidade.
  4. Também é fundamental prestar atenção aos sinais do corpo. A dor muscular associada ao esforço é normal, mas dores articulares, aperto no peito, tonturas intensas ou visão turva exigem atenção.
  5. Recomenda-se limitar essas sessões a duas ou três vezes por semana, alternando-as com dias de descanso ou com atividades cardiovasculares de baixa intensidade.
  6. Ao finalizar, é importante realizar um desaquecimento. Caminhar entre 5 e 7 minutos favorece o retorno gradual do sangue ao coração e ajuda a reduzir o risco de síncope ou hipotensão após o esforço.
  7. Em relação à nutrição e à hidratação, convém evitar treinar em jejum quando não há adaptação prévia a essa prática. A alta intensidade consome glicogênio rapidamente, e a falta de energia pode favorecer o surgimento de tonturas, náuseas ou quedas da pressão arterial. Além disso, uma hidratação adequada com bebidas que forneçam eletrólitos e carboidratos pode contribuir para a manutenção do desempenho durante o treino.

 

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5 escolhas na alimentação que favorecem o emagrecimento no inverno

O frio chega e a salada some do prato, não é mesmo? Sopas, chocolate quente, café… são pratos que acabam sendo frequentes no dia a dia durante os dias com temperaturas mais baixas.

Embora essas opções sejam típicas da estação mais fria do ano, quando consumidas com frequência e em grandes quantidades podem dificultar a perda de peso e favorecer o aumento da massa corporal.

O tema ganha ainda mais relevância diante de um cenário global preocupante: de acordo com o World Obesity Atlas 2026, quase 3 bilhões de pessoas vivem com sobrepeso ou obesidade no mundo, número que pode chegar a cerca de 4 bilhões até 2035.

Segundo Fernanda Lopes, nutricionista da Six Clínic, iniciativa 100% online voltada ao cuidado em obesidade e sobrepeso, as baixas temperaturas realmente aumentam a preferência por pratos mais energéticos e reconfortantes, mas isso não significa que seja necessário abrir mão do objetivo de emagrecer.

“É possível adaptar o cardápio nessa época do ano sem perder qualidade nutricional. Existem receitas servidas quentes que promovem maior sensação de satisfação, fornecem nutrientes importantes e contribuem para um padrão alimentar mais equilibrado. O segredo está em fazer escolhas conscientes e construir hábitos sustentáveis ao longo do tempo”, explica.

Substituir jantar por sopa emagrece?

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A seguir, a especialista apresenta cinco escolhas para aproveitar os dias frios sem comprometer o emagrecimento:

1

Monte sopas mais completas

Nem toda sopa favorece a perda de peso. Receitas preparadas apenas com batata, mandioca ou macarrão costumam concentrar maior quantidade de carboidratos e oferecer menor poder de saciação. Já combinações que reúnem hortaliças, verduras e fontes proteicas tornam o prato mais completo.

“Uma boa sopa deve reunir ingredientes como abóbora, abobrinha, chuchu, cenoura, couve ou espinafre, além de uma fonte de proteína, como frango desfiado, carne magra, ovos ou leguminosas. Essa composição fornece fibras, vitaminas, minerais e aminoácidos, prolonga a sensação de saciedade e reduz a vontade de beliscar ao longo do dia”, orienta.

2

Prefira bebidas quentes mais nutritivas

Chocolate quente, café e outras bebidas típicas do inverno podem fazer parte da rotina, desde que sejam preparados com ingredientes mais equilibrados.

“Em vez de utilizar leite condensado, creme de leite ou chantilly, vale preparar essas bebidas com cacau em pó 100%, leite desnatado ou bebidas vegetais sem açúcar. Canela, noz-moscada e baunilha intensificam o sabor naturalmente e dispensam o excesso de açúcar”, destaca a especialista.

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3

Prefira caldos ricos em proteínas

Caldos são excelentes alternativas para aquecer o corpo, mas a composição faz toda a diferença. Versões preparadas apenas com carboidratos costumam oferecer menor permanência da saciedade.

“O ideal é incluir frango desfiado, carne magra, feijão, lentilha ou grão-de-bico. Essas fontes proteicas tornam o prato mais completo, retardam o esvaziamento gástrico e contribuem para controlar a fome por mais tempo”, explica.

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4

Escolha carboidratos que proporcionem maior saciedade

Nem todo carboidrato exerce o mesmo efeito no organismo, versões integrais e ingredientes ricos em fibras costumam prolongar a digestão e manter a fome sob controle por mais tempo.

“Batata-doce, mandioquinha, abóbora, aveia, arroz integral e leguminosas são excelentes alternativas para compor pratos típicos do inverno. Esses alimentos liberam energia de maneira gradual, ajudam a estabilizar a glicemia e evitam picos de fome poucas horas depois da refeição”, afirma.

5

Capriche nos temperos naturais para aquecer 

Além de realçar o sabor, ervas e especiarias tornam as receitas mais aromáticas e diminuem a necessidade de ingredientes com maior densidade energética.

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“Alho, cebola, cúrcuma, gengibre, páprica, pimenta-do-reino, alecrim, tomilho e canela são excelentes aliados nas preparações de inverno. Eles agregam aroma e sabor, permitindo reduzir o uso de molhos industrializados, manteiga e queijos gordurosos, responsáveis por elevar o valor energético do prato”, orienta.

A profissional ainda ressalta que o acompanhamento profissional faz diferença durante todo o processo de emagrecimento.

“Cada pessoa possui necessidades nutricionais diferentes. Por isso, contar com orientação especializada permite adaptar o plano alimentar à rotina, aos objetivos e às preferências individuais. Hoje, recursos como a telemedicina e os grupos de apoio tornam esse acompanhamento mais acessível, fortalecem a adesão ao tratamento e aumentam as chances de preservar os resultados conquistados no longo prazo”, conclui.

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2 exercícios de posterior de coxa para fazer na bola suíça

Dá para treinar posterior de coxa utilizando apenas uma bola suíça e o peso do próprio corpo. O acessório traz uma instabilidade que pode...