segunda-feira, 13 de julho de 2026

4 opções de exercícios de deltoide

O deltoide consiste em um músculo triangular localizado nos ombros, sendo o responsável pelo formato arredondado dessa região. Ele atua na movimentação dos braços em diferentes direções, por exemplo, abdução, elevação, extensão e flexão, e é dividido em três cabeças: anteriores, laterais e posteriores.

Por que treinar deltoide?

O fortalecimento do deltoide promove efeitos interessantes em relação à estética, favorecendo a definição e um aspecto mais harmônio na parte superior do corpo. Entretanto, é importante ter em mente que os benefícios vão muito além da questão da aparência, colaborando positivamente para a saúde, a funcionalidade e o desempenho

O treino de deltoide desempenha um papel fundamental na melhora da postura, na força, na proteção articular, na estabilidade dos ombros e na execução de movimentos cotidianos. Também pode ajudar a evitar dores, desconfortos e lesões e a aumentar a performance durante a prática de outros exercícios.

4 opções de exercícios de deltoide

1. Desenvolvimento militar

Um dos exercícios mais completos para ombros, pode ser feito com barra ou halteres, sentado ou em pé. Ele recruta principalmente as porções anterior e lateral do deltoide, além de ativar tríceps e trapézio. Por ser multiarticular, é considerado um dos melhores para quem busca força e volume.

Um estudo realizado em 2020 pelo Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mostrou que ângulos de flexão do ombro semelhantes aos usados no desenvolvimento militar favorecem a ativação dessas regiões do deltoide.

2. Elevação lateral

Clássico dos treinos de ombro, a elevação lateral foca na porção lateral, responsável pelo aspecto arredondado da região. O movimento exige cuidado: segundo o personal trainer Thiago Ortis, “A elevação lateral precisa ser feita sem balanços e com carga adequada. O ideal é subir até a linha dos ombros, mantendo o controle do movimento”.

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Erros comuns incluem exagerar no peso ou elevar acima da linha dos ombros, o que pode desviar o foco do músculo e gerar sobrecarga no trapézio.

3. Crucifixo invertido

Indispensável para quem busca equilíbrio muscular, o crucifixo invertido trabalha a parte posterior do deltoide. Essa porção é muitas vezes esquecida, mas tem papel essencial para manter a postura ereta e evitar desequilíbrios entre frente e costas.

A mesma pesquisa da UFRGS identificou que movimentos de flexão horizontal, como o crucifixo invertido, aumentam a ativação dessa região, reforçando sua importância.

4. Face pull

Realizado na polia com corda, o face pull recruta bastante o deltoide posterior, mas também ativa trapézio e romboides. É um dos melhores aliados para quem passa muito tempo sentado, pois ajuda a corrigir a postura. Por permitir controlar bem a carga, é indicado tanto para iniciantes quanto para avançados.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-de-deltoide/

3 receitas de sopas práticas e nutritivas para aquecer os dias de temperaturas mais baixas

Com a chegada do inverno, as sopas voltam a ganhar destaque no cardápio. Além de aquecerem o corpo, elas podem reunir diversos nutrientes, desde que sejam preparadas com uma combinação equilibrada de ingredientes.

Segundo Letícia Paolino, professora de Nutrição do IBMR, as sopas são alternativas práticas e nutritivas para a rotina.

“Ao combinar diferentes grupos de alimentos, elas podem oferecer uma refeição completa, além de contribuir para a saciedade e para uma alimentação mais variada”, explica.

Confira três receitas para aquecer os dias frios:

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Sopa de Mandioquinha com Carne

  • Rendimento: 4 porções
  • Valor calórico: 320 kcal por porção

Ingredientes

  • 500 g de carne bovina (acém ou músculo) em cubos
  • 600 g de mandioquinha (batata-baroa) descascada e cortada
  • 1 litro de água
  • 1 cebola média picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 cenoura média picada
  • 1 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (café) de pimenta-do-reino
  • 1 colher (sopa) de cheiro-verde picado

Modo de preparo

  • Refogue a cebola e o alho no azeite.
  • Acrescente a carne em cubos, o sal, a pimenta e a folha de louro.
  • Adicione a água e cozinhe por cerca de 20 a 30 minutos, até a carne ficar macia.
  • Junte a mandioquinha e a cenoura e cozinhe até os legumes ficarem macios. Finalize com cheiro-verde e sirva.
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Sopa de Lentilha com Espinafre

  • Rendimento: 4 porções
  • Valor calórico: 220 kcal por porção

Ingredientes

  • 1 xícara de lentilha
  • 1 maço de espinafre (folhas higienizadas e cortadas)
  • 1 litro de água
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 cenoura média em cubos
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (café) de pimenta-do-reino
  • 1 colher (chá) de cominho

Modo de preparo

  • Refogue a cebola e o alho no azeite.
  • Acrescente a cenoura e refogue por alguns minutos.
  • Adicione a lentilha, o louro, o cominho e a água.
  • Cozinhe por cerca de 20 minutos, até a lentilha ficar macia.
  • Acrescente o espinafre e cozinhe até as folhas murcharem.
  • Tempere com sal e pimenta antes de servir.
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Sopa de Abóbora com Cenoura

  • Rendimento: 4 porções
  • Valor calórico: 150 kcal por porção

Ingredientes

  • 500 g de abóbora descascada e em cubos
  • 2 cenouras médias descascadas e em rodelas
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 litro de água
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (café) de pimenta-do-reino
  • 1 colher (café) de noz-moscada
  • 1 colher (sopa) de cheiro-verde picado
  • 1 colher (sopa) de salsinha picada

Modo de preparo

  • Refogue a cebola e o alho no azeite.
  • Acrescente a abóbora e a cenoura.
  • Adicione a água e cozinhe por aproximadamente 20 minutos, até os legumes ficarem bem macios.
  • masse parte dos legumes na própria panela para deixar a sopa mais cremosa.
  • Tempere com sal, pimenta e noz-moscada e finalize com cheiro-verde e salsinha.
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Chocolate quente proteico: aqueça seu inverno sem sair da dieta

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Férias sem treino: quais são os impactos no seu condicionamento físico?

Se você se exercita há anos, ao tirar férias do trabalho, o essencial não é parar totalmente da sua rotina de treinos, pois isso pode auxiliar na perda das capacidades cardiorrespiratórias e neuromusculares em pouco tempo. 

Ana Paula Simões, ortopedista e traumatologista da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, explica que, para a maioria da população, ao tirar férias do trabalho, o ‘tempo seguro’ para não perder o condicionamento físico é entre 10 e 14 dias de pausa.

“A palavra-chave é manutenção mínima: dois treinos moderados por semana já são suficientes para preservar a maior parte do condicionamento”, ressalta.

Lucas Florêncio, gerente técnico da SmartFit, sugere um circuito de corpo inteiro (o chamado Full Body) focado nos grandes padrões de movimento para otimizar o tempo nas férias. “Isso garante alta eficiência neuromuscular e metabólica em menos de 20 minutos”, conta.

Sem o treino de manutenção mínima, a ortopedista conta que pode ocorrer uma leve redução do volume plasmático já nos primeiros dias. Com isso, a sensação de “peso nas pernas” e cansaço precoce aumentam num primeiro treino de retorno. 

Uma das taxas que pode cair mais rapidamente com a pausa dos exercícios é a do volume de oxigênio máximo (VO2 máx), que representa a quantidade máxima de oxigênio que o organismo consegue captar, transportar e utilizar por minuto. 

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O que é VO₂ Max e o que ele tem a ver com seu rendimento nos treinos?

Outro aspecto que é afetado com a interrupção do treinamento é a função neuromuscular. Ela é a responsável pela coordenação, tempo de reação, eficiência do recrutamento motor e propriocepção.

Como essa função depende da prática contínua do sistema nervoso central e periférico, com uma ou duas semanas de inatividade ela pode diminuir. Em intervalos maiores de inércia, a pessoa pode até aumentar suas chances de sofrer uma lesão no retorno das atividades. 

“Para esportes de alta precisão técnica, como corrida de elite, futebol e tênis, o limite funcional prático é entre uma e duas semanas de pausa total, antes de se notar impacto real na execução do gesto”, informa Simões.

Já a força muscular sofre impactos em intervalos maiores de tempo. Segundo a ortopedista, o ganho de força é construído pela fase neural, nas primeiras semanas, e pela fase de hipertrofia, posteriormente. 

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Com a inércia de duas ou três semanas, pode acontecer a perda neural. Mas, em pessoas que treinam há anos, é preciso um período de inatividade maior. 

Florêncio explica que, apesar de ser afetada em intervalos maiores, a força e a massa muscular não podem ser treinadas em uma caminhada durante o passeio de férias, por exemplo. “O tecido muscular precisa de um limiar mínimo de tensão mecânica para evitar a atrofia por desuso. Caminhar não ativa as fibras musculares de contração rápida”, comenta. 

Quando o acesso à academia tradicional e à carga externa é limitado, o educador físico ressalta que é possível aumentar a tensão mecânica por meio de quatro variáveis principais:

  • Aumento do braço de momento: realizar exercícios na forma unilateral (ex: agachamento búlgaro em vez do agachamento normal) dobra a carga relativa sobre o membro ativo;
  • Manipulação da cadência (Tempo sob Tensão): executar a fase excêntrica (descida) de forma extremamente lenta (4 a 6 segundos) e fazer uma pausa isométrica no ponto de maior desvantagem mecânica;
  • Modificação do vetor de força: mudar a inclinação do corpo (ex: flexões com os pés elevados) transfere uma porcentagem maior do peso corporal para os membros superiores;
  • Oclusão vascular prática (Restrição do Fluxo Sanguíneo): utilizar faixas elásticas moderadamente apertadas nos membros superiores ou inferiores permite gerar hipertrofia e ganho de força mesmo utilizando cargas baixíssimas (peso corporal), simulando o estresse metabólico de cargas altas.

Durante as viagens, as melhores alternativas são: utilizar o peso do próprio corpo, treinar com elásticos, treinar barras fixas em parques públicos ou realizar um treino intervalado de alta intensidade (HIIT). 

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Dentro de um quarto de hotel é possível fazer um treino de resistência metabólica em espaço reduzido, segundo Florêncio. “Podemos utilizar o próprio mobiliário, com segurança, para alterar os vetores de força”, informa.

Com o apoio de uma cama ou uma cadeira firme, é possível fazer flexão de braço inclinada ou declinada para mudar o ângulo de trabalho do peitoral. Ainda na beirada da cama e cadeira, realizar um exercício de tríceps

Ao deitar no chão e apoiar os pés na beirada da cama, é possível fazer uma elevação pélvica com ampliação do movimento de quadril. Na parede, consegue-se realizar um agachamento isométrico que cause estresse metabólico nos músculos do quadríceps. 

Um dos impactos subestimados da pausa, conforme Simões, é o psicológico. “A interrupção abrupta pode gerar um conjunto de sintomas que como irritabilidade, ansiedade, queda de humor e redução de energia, que podem surgir já nos primeiros dois a cinco dias em pessoas muito ativas”, frisa.

Para pessoas que utilizam o exercício como regulador emocional, a pausa pode ser mais difícil psicologicamente do que fisicamente. Porém, a médica afirma que quando a pausa é intencional e planejada, o impacto psicológico é significativamente menor. 

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Segundo Florêncio, os primeiros sinais de destreinamento são: 

  • Aumento da frequência cardíaca de repouso: o coração precisa bater mais vezes para bombear a mesma quantidade de sangue;
  • Fadiga precoce: sensação de “falta de ar” (perda de eficiência do VO₂ máx) em atividades simples, como subir escadas;
  • Perda de força submáxima: aquela carga que antes era fácil na musculação passa a parecer extremamente pesada no retorno;
  • Redução do tônus muscular: os músculos parecem “mais macios” devido à depleção dos estoques de glicogênio muscular e água intracelular (que ocorre antes da perda real de tecido proteico);
  • Aumento da percepção subjetiva de esforço (PSE): exercícios que eram moderados passam a ser percebidos como intensos.

A boa notícia, frisa Florêncio, é que é necessário somente metade do tempo ‘perdido’ no destreino para se recuperar dele. Por exemplo, se você ficou quatro semanas totalmente parado nas férias, a ideia é que em cerca de duas semanas de treino constante e progressivo você pode recuperar o nível de força e volume muscular anterior.

Treino sugerido

A sequência sugerida pelo educador físico é feita com três ou quatro séries em circuito, com 45 segundos de estímulo e 15 segundos de descanso. 

  • Agachamento livre (Padrão de Dominância de Joelho): foco em quadríceps e glúteos;
  • Flexão de braço (Padrão de Empurrar Horizontal): foco em peitoral, deltoide anterior e tríceps;
  • Agachamento búlgaro: Alta exigência de estabilização (glúteo médio) e sobrecarga mecânica por perna;
  • Remada curvada com elástico (Padrão de Puxar): foco em latíssimo do dorso e romboides;
  • Prancha abdominal isométrica (Estabilização Central): foco no core.
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Veja mais no vídeo abaixo:

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4 opções de exercícios de deltoide

O deltoide consiste em um músculo triangular localizado nos ombros, sendo o responsável pelo formato arredondado dessa região . Ele atua n...