quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Subir ladeira muda o efeito da caminhada?

Subir ladeira durante uma caminhada pode colaborar para o aumento da dificuldade e da intensidade da atividade física, sendo uma estratégia interessante para quem quer “turbinar” o treino sem precisar correr. A inclinação eleva a frequência cardíaca e, consequentemente, pode potencializar o gasto calórico da sessão.

Além disso, em comparação ao terreno plano, a subida tende a recrutar mais a musculatura da parte inferior, incluindo glúteos, quadríceps, panturrilhas e posteriores de coxa.

“Quanto maior a inclinação, mais calorias você queimará, mesmo sem ir mais rápido. A inclinação também trabalha músculos diferentes do que no terreno plano, o que adiciona um desafio extra”, comenta Josh Kernen, fisioterapeuta de Oregon, nos Estados Unidos.

Fazer caminhada em uma inclinação moderada pode fazer o coração bater mais rápido, de maneira semelhante ao que acontece durante um trote leve ou uma corrida no plano.

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De acordo com o American Council on Exercise (ACE), aumentar a inclinação é uma maneira simples de deixar a caminhada mais intensa, melhorar o condicionamento físico e gastar mais calorias, sem ter que adicionar velocidade.

Outro ponto que vale mencionar é que a caminhada em uma ladeira pode funcionar como um estímulo diferente nos seus treinos, auxiliando na prevenção do efeito platô e na estagnação de resultados.

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Também é necessário ressaltar que a caminhada em uma ladeira costuma apresentar um menor impacto do que a corrida, o que pode ser relevante principalmente para casos de pessoas que estão começando a se exercitar ou que precisam reduzir a sobrecarga nas articulações.

Estudos biomecânicos da USP mostram que a força de reação do solo durante a corrida pode chegar a duas a três vezes o peso corporal, enquanto na caminhada esse impacto é significativamente menor.

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Mas é claro que isso não quer dizer que a caminhada em aclive seja totalmente isenta de exigências — nessas situações, joelhos e tornozelos também são mais solicitados.

Para ocorrer de maneira segura e eficiente, é preciso adotar alguns cuidados durante a caminhada em ladeira. Entre as medidas importantes estão: manter uma boa postura, apostar na progressão gradual (iniciando com inclinações leves e ir evoluindo aos poucos conforme o condicionamento melhora), usar calçados adequados e respeitar os sinais do corpo. 

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Quem tem pressão alta pode fazer caminhada?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/subir-ladeira-muda-caminhada/

Treino de força em casa: como ganhar massa muscular sem ir à academia

Dentre os diversos objetivos que o treino de força traz para o corpo, o ganho de massa muscular é um deles. Ir à academia, ter constância, disciplina e uma alimentação equilibrada são os fatores essenciais parar alcançar essa meta. Mas, é possível ganhar massa muscular sem ir à academia, com um treino de força em casa.

“É possível ganhar massa muscular treinando em casa, pois o músculo responde ao estímulo desde que seja respeitado o princípio da sobrecarga progressiva (aumentando o grau de dificuldade dos exercícios com o tempo) seja fazendo mais repetições, desacelerando o movimento ou aumentando carga”, explica o personal trainer Evandro Félix.

O profissional também ressalta que a alimentação também entra nesse processo, sendo necessário ter um superávit calórico e preferencialmente um consumo maior de proteínas.

E para ganhar massa muscular sem ir à academia, o treino full body, trabalha o corpo inteiro e deve ser executado respeitando um dia de descanso entre os treinos.

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Como adaptar o treino na academia do prédio, sem muitos aparelhos

“Como o nome sugere, o treino full body (ou “corpo inteiro”, em tradução livre) é aquele que trabalha vários grupos musculares em uma mesma sessão”, pontua a personal trainer e colunista de Boa Forma, Aline Becker.

Aline explica que em vez de focar apenas em pernas, braços ou costas separadamente, você realiza exercícios que exigem o corpo como um todo — como agachamentos, levantamento terra, remadas e supinos, por exemplo, trabalham grandes cadeias musculares de forma integrada.

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“Além de ser extremamente funcional para o dia a dia — afinal, na vida real, raramente usamos apenas um músculo isoladamente —, essa abordagem acelera o metabolismo, melhora o condicionamento físico geral e potencializa tanto o ganho de massa magra quanto a queima de gordura”, destaca a profissional.

 

Por que o treino full body funciona tão bem?

Aline afirma que existem algumas razões pelas quais o full body vem conquistando tantos adeptos. São elas:

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1. Otimiza o tempo

Treinando 2 a 4 vezes por semana, já é possível ver ótimos resultados. Para quem tem uma agenda cheia, isso faz toda diferença.

Estimula o corpo como um todo: você desenvolve força, resistência, coordenação e equilíbrio de maneira equilibrada, sem sobrecarregar apenas um grupo muscular.

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2. Favorece a queima calórica

Por envolver vários músculos ao mesmo tempo, o gasto energético é maior — o que contribui para a perda de gordura.

3. Evita a monotonia

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A variedade de exercícios e combinações possíveis torna o treino mais dinâmico, interessante e desafiador.

4. Promove uma recuperação adequada

Ao estimular diferentes grupos musculares de forma equilibrada, o corpo consegue se recuperar melhor entre as sessões, diminuindo o risco de lesões e melhorando a performance.

Treino de força em casa: como ganhar massa muscular sem ir à academia

Evandro sugere a seguir um treino de força em casa com foco em ganho de massa muscular:

Agachamento livre

Execução:

  • 1 posicione os pés na largura dos ombros;
  • 2 peito aberto, coluna neutra e abdômen contraído;
  • 3 flexione os joelhos e quadril como se fosse sentar numa cadeira invisível.

Dica: utilizar um galão de água junto ao peito como carga e realizar 4 séries de 10 a 12 repetições. Tomar cuidado pra que o joelho não faça rotação interna na descida e que a coluna não curve.

Flexão de braços

Execução:

  • 1 posicionar as mãos um pouco mais largas que os ombros
  • 2 alinhar o corpo todo.
  • 3 desça o corpo controlando o movimento até que o peito se aproxime do chão
  • 4 empurre o chão de volta a posição inicial

Dica: se o exercício estiver difícil, coloque os joelhos no chão ou se estiver leve, coloque as pernas sobre um banco/sofá. Realizar 3x series até a falha técnica, ou de 10 a 15 repetições. Ter atenção no quadril pra que ele fique alinhado o tempo todo.

Remada curvada

Execução:

  • 1 segure a alça da mochila com as duas mãos ou um peso em cada mão
  • 2 incline o tronco para frente e semi flexione os joelhos
  • 3 puxe o peso em direção ao umbigo
  • 4 retorne o peso de forma controlada

Dica: realizar 4 séries de 10 a 12 repetições, utilizando uma mochila com carga ou garrafas. Tomar cuidado pra não arredondar a coluna lombar, mantendo peito estufado e olhar fixo.

Prancha abdominal

Execução:

  • 1 apoie os antebraços no chão alinhados com os ombros
  • 2 mantenha o corpo reto, contraindo fortemente o abdômen e os glúteos
  • 3 respirar de forma controlada sustentando a posição

Realizar 3 séries de 30 a 45 segundos de isometria sustentando a posição.

Dica: para progressão, aumentar o tempo de sustentação por série. Não deixar a lombar ceder em relação ao chão.

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Georgina Rodriguez mostra flexibilidade em treino de glúteos

Georgina Rodriguez não apenas mostra seus compromissos de trabalho e maternidade nas redes sociais, como também o quanto é apaixonada por atividades físicas, até mesmo aos finais de semana. No último domingo, 27 de setembro, a modelo e influenciadora publicou parte do seu treino de glúteos, em seu perfil no Instagram.

No vídeo, Georgina executava levantamento terra no Smith, usando um step para aumentar a amplitude  do movimento para que as anilhas não batam no chão antes do alongamento dos músculos trabalhados no exercício, que são glúteos e posterior de coxa.

Veja a execução do levantamento terra no treino de Georgina Rodriguez:

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Stiff e Levantamento Terra: entenda as diferenças que podem otimizar seu treino

O stiff é um dos exercícios mais tradicionais para fortalecer os isquiotibiais e os glúteos, além de melhorar a flexibilidade.

No movimento, as pernas permanecem quase estendidas, o abdômen contraído e o tronco desce em linha reta, com os ombros alinhados à barra.

De acordo com estudos publicados no Journal of Human Kinetics, o stiff tem alta ativação dos músculos posteriores e é eficaz tanto para ganho de força quanto para prevenção de lesões. Por exigir estabilidade e controle, ele também ajuda a aprimorar a consciência corporal.

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Diferente do stiff, o levantamento terra envolve uma amplitude maior e o apoio total da barra no chão. O foco é o movimento de força, que trabalha simultaneamente pernas, costas, glúteos, abdômen e antebraços.

Segundo Waldyr Maciel, gestor técnico da academia Les Cinq Gym, o terra “provoca um aumento dos hormônios anabólicos, que otimizam o ganho de massa muscular”.

Ele também destaca que o exercício “trabalha muito os músculos lombares e dorsais, o que possibilita ganhos posturais”.

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“Se feita de forma inadequada, a execução pode gerar sobrecarga muscular ou articular, especialmente na lombar”, alerta o profissional.

Diferença entre Stiff e levantamento terra

Segundo Lucas Florêncio, especialista técnico da Smart Fit, a diferença entre stiff e levantamento terra depende do seu objetivo.

Para hipertrofia, se o foco for em posteriores e glúteos, o stiff é superior. Lucas explica que como o exercício mantém os músculos da parte de trás da coxa alongados durante o movimento, ele ajuda mais no ganho de massa muscular.

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Se o foco for desenvolvimento de força e massa total, conte com o levantamento terra. De acordo com o profissional, por permitir cargas significativamente maiores e envolver mais grupos musculares (incluindo o quadríceps), ele gera um estresse tensional sistêmico e uma resposta neuroendócrina mais robusta.

5 exercícios para serem feitos com anilhas

Mas e se o objetivo for emagrecimento? O levantamento terra costuma ser mais eficiente. “Por ser um movimento que envolve uma massa muscular maior, o gasto energético calórico por repetição e o efeito EPOC (consumo de oxigênio pós-exercício) tendem a ser mais elevados em comparação ao Stiff”, detalha Lucas.

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Ou seja, não existe um “melhor” absoluto, mas sim o mais adequado para o seu planejamento. “Se o seu treino de pernas carece de foco na parte posterior, o Stiff é indispensável. Se você busca força funcional e densidade muscular geral, o Levantamento Terra é uma boa opção“, conclui.

Stiff x levantamento terra: execução correta

Stiff com barra

Levantamento Terra

Cuidados na execução do stiff e levantamento terra

Lucas ressalta que a segurança em ambos os exercícios depende da preservação das curvaturas fisiológicas da coluna. O profissional listou a seguir alguns pontos importantes a serem levados em consideração para evitar lesões na execução do stiff e do levantamento terra.

  • Proteja sua coluna: a barra deve viajar o mais próximo possível do centro de gravidade (colada às tíbias/coxas). Afastar a barra aumenta exponencialmente o braço de alavanca na região lombar (L4-L5/S1).
  • Contração Abdominal: a ativação da pressão intra-abdominal é crucial para estabilizar a coluna vertebral e evitar forças de cisalhamento.
  • No Stiff: o erro comum é tentar encostar a barra no chão curvando a coluna torácica e lombar. O limite do movimento é determinado pela flexibilidade dos seus isquiotibiais; assim que o quadril parar de deslocar para trás, o movimento deve ser interrompido.
  • No Terra: evite o “agachamento com a barra nas mãos”. O quadril deve começar acima da linha dos joelhos para otimizar a vantagem mecânica dos eretores e glúteos.

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Subir ladeira muda o efeito da caminhada?

Subir ladeira durante uma caminhada pode colaborar para o aumento da dificuldade e da intensidade da atividade física, sendo uma estratégia...