domingo, 26 de julho de 2026

Nauli Kriya: o que é essa técnica do Yoga?

Nauli Kriya é uma técnica tradicional do Yoga voltada para a purificação do corpo e da mente, com foco especial nos órgãos do abdome. A prática usa um movimento ondulatório dos músculos abdominais para massagear e estimular as vísceras.

Um dos objetivos centrais do Yoga é eliminar o que não faz parte da nossa essência, seja no plano físico, energético ou mental. Dentro desse processo, existe um conjunto de seis técnicas conhecidas como Shat Karma, que promovem uma limpeza profunda.

O Nauli Kriya é uma das mais potentes desse grupo. Ele atua diretamente nas vísceras e traz benefícios que vão além do sistema digestivo, como você vai ver a seguir no passo a passo completo.

Resumo sobre Nauli Kriya

  • O que é o Nauli Kriya e como ele atua nos órgãos do abdome
  • A diferença entre Udhyana Bandha e Nauli
  • Passo a passo completo para iniciantes, em quatro etapas
  • Benefícios para intestino, digestão, sistema nervoso e humor
  • Recomendações para praticar com segurança e sem desconforto

O que é Nauli Kriya?

Nauli Kriya é uma técnica tradicional do Yoga usada para purificar as vísceras e os órgãos internos do abdome, como estômago, intestino, fígado e pâncreas.

A prática consiste em um movimento ondulatório com os músculos retos abdominais, feito com os pulmões vazios, que massageia e estimula os órgãos internos.

Essa técnica começa com o Udhyana Bandha, uma sucção abdominal que projeta a barriga para dentro e para cima das costelas, criando uma pressão positiva nos órgãos. Depois, com o controle da musculatura abdominal, é possível iniciar o Nauli Kriya.

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Udhyana Bandha e Nauli: qual a diferença

Muita gente confunde as duas etapas, mas elas são complementares. O Udhyana Bandha é a base preparatória, e o Nauli é o movimento avançado que vem depois.

  • Udhyana Bandha: a sucção abdominal com os pulmões vazios, que puxa a barriga para dentro e para cima das costelas
  • Nauli Kriya: o movimento ondulatório dos retos abdominais, que só acontece depois que você domina a sucção

Em resumo, você aprende primeiro a sugar o abdome (Udhyana Bandha) e só então evolui para a onda muscular do Nauli. Sem essa base, o movimento tende a não acontecer de forma correta.

Quais os benefícios do Nauli Kriya?

A prática contínua costuma trazer efeitos que se acumulam ao longo do tempo. Entre os principais, estão:

  • Estímulo do sistema digestivo e melhora do trânsito intestinal
  • Ativação de fígado, baço, rins, pâncreas e bexiga
  • Limpeza do estômago e dos intestinos grosso e delgado
  • Estímulo ao sistema linfático e imunológico
  • Equilíbrio hormonal e melhora do humor, pela ligação com o nervo vago
  • Aumento da presença no momento, com mais foco e atenção
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Vale entender por que o benefício vai além da digestão. O intestino concentra a segunda maior quantidade de neurônios do corpo e está diretamente ligado ao nosso estado emocional.

Por isso, equilibrar essa região tende a favorecer também a clareza mental e o bem-estar geral. Esse é um dos motivos pelos quais o Nauli Kriya é tão valorizado dentro do Yoga. afeta também a clareza mental e o bem-estar geral.

Como fazer Nauli Kriya

Para fazer o Nauli Kriya, é preciso primeiro dominar o Udhyana Bandha, aquela sucção com os pulmões vazios que projeta o abdome para dentro e para cima das costelas, criando pressão contra os órgãos.

Existem duas variações do Udhyana Bandha:

  • Tamas (estático): você suga a barriga e mantém pelo tempo que conseguir ficar sem ar
  • Rajas (dinâmico): você suga e solta a barriga várias vezes, enquanto for possível ficar sem ar
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Depois de executar bem o Udhyana Bandha, começa o treino do Nauli Kriya: primeiro isolando os retos abdominais e, em seguida, aprendendo o movimento ondular.

Quando praticar e cuidados iniciais

Para executar essas técnicas, o estômago precisa estar vazio. Por isso, o melhor horário costuma ser pela manhã, ao acordar. Caso tenha comido, espere pelo menos duas horas.

O exercício é seguro, mas de estômago cheio pode causar congestão. Essas técnicas ajudam a estimular os movimentos peristálticos do intestino, o que tende a melhorar o funcionamento e a eliminação do que o corpo não metaboliza.

Se você começar a sentir muitos gases ou dor, interrompa o exercício e retome em outro momento.

Passo a passo do Nauli Kriya

Antes de começar, lembre-se: pratique com o estômago vazio, de preferência pela manhã, esperando ao menos 2 horas após a última refeição.

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Veja o passo a passo em vídeo:

Aqui está o passo a passo descrito e com imagens:

1. Tamas Udhyana Bandha

  • Fique de pé, com as mãos apoiadas nas coxas e o tronco levemente inclinado para frente
  • Inspire profundamente e solte todo o ar dos pulmões
  • Com os pulmões vazios, prenda a respiração e faça força como se fosse inspirar, mas sem deixar o ar entrar
  • A barriga será sugada para dentro, em direção às costelas
  • Mantenha por alguns segundos e, ao final, inspire suavemente
  • Repita de 5 a 10 vezes

Obs: se você for inspirar e não sentir que a barriga está sendo sugada pra dentro, experimente tampar a boca e o nariz (conforme foto abaixo).

2. Rajas Udhyana Bandha (dinâmico)

  • Repita os passos acima até sentir a barriga sugada
  • Agora, relaxe e volte a puxar a barriga para dentro, de forma ritmada, várias vezes enquanto estiver sem ar
  • Ao final, inspire para recuperar o fôlego
  • Faça de 5 a 10 repetições

3. Treinando o isolamento dos músculos retos abdominais

  • Após o Udhyana, pressione a mão direita na coxa direita para projetar o reto abdominal direito
  • Repita com o lado esquerdo
  • Treine a alternância até conseguir contrair os dois lados separadamente
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Imagine o estímulo que o Nauli Kriya causa nos órgãos viscerais com essa pressão e movimento!  

4. Executando o Nauli Kriya completo

  • Após isolar os lados, comece a fazer o movimento ondulatório
  • Pressione as duas coxas ao mesmo tempo para projetar os dois músculos
  • Alterne a pressão entre direita e esquerda, criando o efeito de onda
  • Repita por quanto tempo conseguir manter os pulmões vazios
  • Faça de 5 a 10 ciclos

Dicas para uma prática segura e eficaz

Alguns cuidados simples ajudam a evoluir sem desconforto:

  • Respire profundamente entre as séries
  • Se estiver com gases ou desconforto, interrompa a prática
  • Não se preocupe se ainda não consegue ficar muito tempo com os pulmões vazios, pois isso melhora com o treino

Entender a mecânica também ajuda. O que faz a barriga ser sugada para dentro é a pressão negativa do diafragma, principal músculo da respiração.

Ao tentar inspirar com os pulmões vazios, o diafragma é puxado para cima, e não para baixo como na respiração comum. Por meio de uma ação a vácuo, ele suga a parede abdominal e pressiona as vísceras contra as costas.

Por isso é importante manter os músculos do abdome relaxados. Se estiverem contraídos, a barriga não entra sob as costelas e não pressiona as vísceras. Uma boa execução vem com a constância, mesmo que sejam poucas repetições por dia.

Nauli Kriya é para você?

A prática costuma ser indicada para quem busca:

  • Aliviar a prisão de ventre
  • Melhorar a digestão e o metabolismo
  • Aumentar o foco e a clareza mental
  • Sentir-se mais presente e conectado ao próprio corpo

Se você é iniciante, o caminho é começar pelo Udhyana Bandha e evoluir de forma gradual. Incluir o Nauli Kriya na rotina diária tende a transformar sua relação com o próprio corpo ao longo do tempo. Vá aos poucos e respeite seus limites.

Conclusão

Nauli Kriya é uma das técnicas mais completas do Yoga para quem quer cuidar da digestão, do intestino e do equilíbrio mental de forma integrada. A base está no Udhyana Bandha, e o avanço vem com a constância da prática.

Comece com poucas repetições pela manhã, com o estômago vazio, e observe os sinais do corpo. Com o tempo, o movimento fica mais natural e os benefícios se tornam mais perceptíveis no dia a dia.

FAQ: perguntas frequentes sobre Nauli Kriya

Nauli Kriya emagrece?

Ele pode contribuir, sim, porque estimula o metabolismo, melhora a digestão e ajuda na eliminação de toxinas. Ainda assim, não é uma solução milagrosa, sendo que um emagrecimento saudável depende de uma série de fatores, como alimentação equilibrada e movimento corporal frequente. O Nauli Kriya funciona como um apoio, e não como uma estratégia isolada para perda de peso.

Qual a diferença entre Nauli e vacuum abdominal?

Apesar de parecidos visualmente, têm objetivos diferentes. O vacuum abdominal é usado sobretudo para fortalecer a postura e o músculo transverso do abdome, com foco estético e funcional. Já o Nauli Kriya faz parte do sistema de purificação do Yoga e envolve, além da sucção, movimentos ondulatórios que massageiam os órgãos internos. O foco do Nauli é energético, digestivo e de eliminação.

Nauli Kriya é perigoso?

Praticado corretamente e com o estômago vazio, costuma ser seguro. No entanto, pessoas com hipertensão, problemas cardíacos ou hérnias, além de gestantes, devem evitar a prática ou consultar um profissional de saúde antes de começar. Ao primeiro sinal de dor forte ou pressão intensa, o indicado é interromper e retomar em outro dia.

Quantas vezes por semana devo praticar Nauli Kriya?

O ideal é praticar diariamente pela manhã, mas 3 vezes por semana já tende a trazer benefícios perceptíveis. Mais importante do que a frequência alta é a constância ao longo do tempo. Práticas curtas e regulares costumam render mais do que sessões longas e esporádicas.

Preciso estar em jejum para fazer Nauli?

Sim. O estômago precisa estar completamente vazio para evitar desconforto ou risco de congestão. Por isso, o melhor momento é ao acordar, antes de qualquer refeição. Se você comeu antes, espere pelo menos duas horas para praticar com segurança.

Fabiano Benassi

Professor de Yoga há mais de 11 anos, dá aula e palestras para Grupos, Personal e Empresas. Ensina e atende online no site universoyoga.net e no seu canal do Youtube: fabianobenassi

fabiano@universoyoga.net

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/nauli-kriya-o-que-e-yoga/

Gordura visceral, localizada e lipedema: entenda as diferenças

Durante muito tempo, a palavra “gordura” foi usada como se representasse uma única condição. No entanto, a ciência mostra que diferentes depósitos de tecido adiposo desempenham funções distintas no organismo.

Enquanto alguns são fundamentais para a proteção de órgãos e para o metabolismo, outros estão associados ao aumento do risco cardiometabólico ou fazem parte de doenças específicas, como o lipedema.

“Essa diferenciação é importante porque nem toda gordura representa um problema de saúde, e reduzi-las ao mesmo conceito pode atrasar diagnósticos e gerar expectativas equivocadas sobre emagrecimento e tratamentos”, destaca a endocrinologista Dra. Deborah Beranger, com pós-graduação em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (SCMRJ).

“O tecido adiposo é um órgão metabolicamente ativo. Ele armazena energia, produz hormônios e libera diversas moléculas sinalizadoras que participam da regulação do metabolismo, da resposta imunológica e de processos inflamatórios. O impacto dessas substâncias varia conforme a quantidade, a localização e as características desse tecido”, completa ela.

Gordura visceral: a que merece maior atenção metabólica

Entre os diferentes depósitos adiposos, a gordura visceral é considerada a de maior relevância clínica. Localizada na cavidade abdominal, ao redor de órgãos como fígado, intestino e pâncreas, ela está associada a maior risco de resistência à insulina, diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica (MASLD) e doenças cardiovasculares.

“Esse tecido apresenta intensa atividade metabólica e produz mediadores inflamatórios, incluindo citocinas pró-inflamatórias, além de alterações na produção de adipocinas. Quando em excesso, a visceral contribui para um estado de inflamação crônica de baixo grau, um dos mecanismos envolvidos no desenvolvimento de diversas doenças metabólicas”, esclarece Beranger.

Embora exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, sejam os métodos mais precisos para quantificar a gordura visceral, na prática clínica a circunferência da cintura é uma medida simples e bastante útil para estimar esse risco, segundo a médica.

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“De forma geral, valores acima de 80 cm em mulheres e acima de 94 cm em homens já indicam aumento do risco cardiometabólico, enquanto medidas acima de 88 cm nas mulheres e 102 cm nos homens estão associadas a um risco substancialmente maior para doenças cardiovasculares e metabólicas”, explica a endocrinologista.

“Não é apenas o peso na balança que importa, mas onde essa gordura está distribuída. Pessoas com índice de massa corporal semelhante podem ter riscos muito diferentes dependendo da quantidade de gordura visceral acumulada”, alerta a médica.

Gordura localizada: uma característica corporal, não uma doença

Já a gordura localizada, encontrada principalmente na região abdominal superficial, quadris, coxas, culotes e braços, costuma representar uma preocupação predominantemente estética.

Ela faz parte da distribuição normal do tecido adiposo e sofre influência da genética, do sexo, da idade e do perfil hormonal. Sua presença, isoladamente, não significa aumento do risco cardiovascular nem caracteriza uma doença.

“Nem toda gordura precisa ser eliminada. O tecido adiposo desempenha funções importantes no organismo, como reserva energética, isolamento térmico e proteção mecânica. Em muitas pessoas, a gordura localizada representa apenas uma característica individual da composição corporal”, ressalta Beranger.

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Lipedema: quando o tecido adiposo se torna uma doença

Com relação ao lipedema, vale lembrar que ele não é um tipo de gordura, mas uma doença crônica que acomete principalmente mulheres e se caracteriza pelo acúmulo desproporcional de tecido adiposo, geralmente em pernas e, em alguns casos, também nos braços.

Ao contrário da gordura localizada, o lipedema costuma provocar sintomas como dor espontânea ou ao toque, sensação de peso, facilidade para formação de hematomas e aumento simétrico dos membros.

“O lipedema não deve ser confundido com obesidade nem com gordura localizada. Trata-se de uma condição clínica que envolve alterações do tecido adiposo e da microcirculação, com repercussões funcionais importantes. Muitas pacientes emagrecem, mas continuam apresentando desproporção corporal e sintomas nas pernas”, conta o cirurgião plástico Dr. Rafael Erthal, referência no tratamento de lipedema.

“Embora pessoas com lipedema também possam apresentar obesidade, perder peso nem sempre reduz de forma significativa o tecido acometido pela doença, o que explica por que algumas pacientes continuam com dor e desproporção corporal mesmo após emagrecer”, acrescenta Dra. Deborah Beranger.

Sem diagnóstico e tratamento adequados, o lipedema pode comprometer progressivamente a qualidade de vida.

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“O aumento do volume dos membros inferiores, associado à dor, pode alterar a marcha, reduzir a prática de atividade física e aumentar a sobrecarga sobre joelhos, quadris e tornozelos, favorecendo o desenvolvimento ou agravamento de problemas osteoarticulares. Em estágios mais avançados, não estamos falando apenas de uma alteração estética. Muitas pacientes apresentam limitação funcional, dificuldade para caminhar, subir escadas ou permanecer longos períodos em pé. Quando há indicação, a cirurgia plástica busca reduzir esse tecido adiposo doente, aliviar sintomas e melhorar a funcionalidade”, afirma o cirurgião plástico Dr. Rafael Erthal.

O diagnóstico correto muda o tratamento

Especialistas reforçam que identificar corretamente o tipo de tecido adiposo predominante é fundamental para definir a abordagem mais adequada.

“Enquanto o excesso de gordura visceral exige prioridade no controle dos fatores de risco metabólicos, a gordura localizada pode ser tratada apenas se houver desejo estético. Já o lipedema demanda avaliação clínica específica e, muitas vezes, uma estratégia multidisciplinar que pode incluir mudanças no estilo de vida, terapias conservadoras e, em casos selecionados, tratamento cirúrgico”, diz a endocrinologista.

“Entender que nem toda gordura é igual ajuda a abandonar soluções generalistas. Cada condição tem mecanismos biológicos próprios e, por isso, exige uma abordagem individualizada”, finaliza ela.

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Musculação ajuda a baixar o colesterol?

 

 

 

 

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/gordura-visceral-localizada-lipedema/

HeatGear Elite: testamos a camiseta de compressão para elevar a performance nos treinos

Os amantes da atividades físicas não prezam apenas pela qualidade de vida que o movimento proporciona, mas também precisam de conforto, segurança e tecnologia para melhorar a performance a cada dia.

A Under Armour foi uma das pioneiras em trazer tecnologia e qualidade para performance em uma única camiseta. Em 1996, a marca trouxe uma camiseta que transformou a relação atleta e performance.

A peça possuía alta elasticidade e ajuste ao corpo, absorvendo o suor com mais eficiência, além de manter o corpo fresco, seco e leve durante a prática esportiva.

E, em 2026, ela apresenta o HeatGear Elite com tecnologia NEOLAST, mostrando sua evolução na camiseta de compressão.

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“HeatGear é uma das peças esportivas mais icônicas já criadas. Com HeatGear Elite, buscamos elevar algo que já era extraordinário por meio da incorporação da tecnologia revolucionária NEOLAST™, oferecendo melhor desempenho, melhor qualidade e menor impacto para o planeta”, afirma Brooke Watt, Vice-presidente de Produto da Under Armour.

Mulher loira de rabo de cavalo, óculos esportivos brancos, top e shorts bege, agachada em campo de futebol americano com uma bola marrom ao lado, apontando para cima com a mão direita. O céu azul claro e um poste de iluminação completam o cenário
<span class="hidden">–</span>./Divulgação

Testamos o HeatGear Elite

Usei um modelo de manga comprida – o que foi ótimo para os dias frios – principalmente para fazer musculação e também corrida. Na musculação, apesar do modelo ser de manga cumprida, não senti nenhum desconforto nos movimentos do treino de superiores.

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O modelo possui fibras NEOLAST, que oferecem maior elasticidade, melhor retenção de forma e durabilidade superior. Isso acaba garantindo mais liberdade de movimento, conforto e segurança. Na corrida também, apesar de eu transpirar muito, o modelo não fica pesado e achei bem respirável, mesmo sendo de compressão.

Fora a secagem que é bem rápida também, o que contribui para treinos de alta intensidade ao proporcionar maior conforto e suporte ao desempenho dos atletas.

Veredito

O HeatGear veio para quem adora uma atividade física intensa, trazendo conforto e segurança, além de, independente da intensidade, não atrapalhar nos movimentos e colabora para a execução correta dos exercícios. Se você é praticante de Jiu-Jitsu, por exemplo, o modelo de manga cumprida que eu experimentei pode ser ideal tanto para treino com quimono, quanto o No Gi (treino sem quimono).

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Você encontra as peças no site oficial da marca, clicando aqui.

Roupa de academia muito apertada piora celulite?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/heatgear-under-armour/

Nauli Kriya: o que é essa técnica do Yoga?

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