terça-feira, 12 de maio de 2026

A ingestão de açúcar atrapalha no ganho de massa muscular?

O ganho de massa muscular recebe influência de uma série de fatores, sendo que um dos principais é a alimentação. O que você come pode impactar tanto positivamente quanto negativamente o processo. Por isso, se o seu objetivo é a hipertrofia, além de treinar regularmente, é fundamental ficar de olho no seu cardápio.

O açúcar, por exemplo, está entre os ingredientes que, quando consumidos excessivamente, podem ser prejudiciais para a construção de músculos, impactando de maneira desfavorável em diversos aspectos relacionados ao bom funcionamento do organismo.

“O açúcar é conhecido por dar energia rápida. Mas o que muita gente não percebe é que, quando consumido em excesso, ele pode sabotar o rendimento, a recuperação muscular e até os resultados do treino”, declara Daphine Brutomesso, médica endocrinologista.

A ingestão de açúcar atrapalha no ganho de massa muscular?

O consumo do açúcar faz com que a glicose suba rapidamente no sangue, o que, inicialmente, pode trazer uma maior sensação de disposição.

“O problema vem logo em seguida: o corpo libera muita insulina para dar conta desse pico, fazendo a glicemia cair rápido demais“, completa a especialista.

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Como resultado disso, podem surgir desconfortos como fraqueza, cansaço repentino, queda de foco e perda de rendimento, muitas vezes ainda durante os treinos de força.

De acordo com a média, o consumo frequente de açúcar ainda atrapalha a capacidade do organismo de utilizar a gordura como combustível, o que afeta adversamente a questão da composição corporal e  o gerenciamento do peso.

“O excesso de açúcar também está ligado ao aumento de processos inflamatórios e do estresse oxidativo, o que pode prejudicar a recuperação muscular e, consequentemente, a hipertrofia”, destaca.

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“Na prática, isso significa: mais dor muscular após o treino, recuperação mais lenta e maior risco de queda de desempenho ao longo da semana”, fala.

Para obter mais energia, a recomendação é priorizar a ingestão de carboidratos de digestão mais lenta, como grãos, frutas e legumes, que garantem uma disposição mais estável e duradoura.

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3 truques para emagrecer que não envolvem restrição na dieta

 

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Espaguete de legumes ao molho de iogurte: alternativa leve ao macarrão tradicional

O macarrão é um alimento que faz parte da rotina de quem treina, principalmente quando o treino é de alta performance. Mas, você pode substituí-lo por legumes e fazer um espaguete ao molho de iogurte. Sabe como? É o que vamos descobrir a seguir!

Pesquisas mostram que incluir legumes na dieta, principalmente de quem treina, traz muitos benefícios para o corpo. Uma revisão publicada na revista Sports Medicine mostra que legumes possuem compostos antioxidantes e isso ajuda a reduzir o estresse oxidativo provocado pelo exercício. Isso auxilia na recuperação muscular e também na proteção celular.

Tome nota a seguir da receita de espaguete de legumes ao molho de iogurte:

Ingredientes:

  • 1 abobrinha média
  • 250g de repolho roxo
  • 1 cenoura média
  • Sal a gosto
  • Azeite de oliva a gosto
  • 170 g Iogurte Natural Integral
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Modo de Preparo:

  • Lave bem todos os legumes e seque.
  • Com um cortador em espiral ou ralador grosso, corte a cenoura e a abobrinha em fios finos, formando o “espaguete” de legumes.
  • Fatie o repolho roxo bem fino com uma faca afiada, para garantir textura delicada.
  • Aqueça uma frigideira grande com um fio de azeite em fogo médio.
  • Acrescente os legumes, tempere com uma pitada de sal e refogue por 2 minutos, apenas até ficarem levemente macios, mas ainda crocantes e coloridos.
  • Retire do fogo imediatamente e reserve.
  • Em um prato fundo ou tigela, coloque o Iogurte Natural Integral e disponha os legumes por cima.
  • Finalize com um fio de azeite e sirva em seguida.

Dicas importantes:

  • Seque bem a abobrinha e a cenoura para que o molho não fique muito aguado ao colocar o iogurte
  • Não deixe que os legumes refogarem por muito tempo. A ideia é deixá-los crocantes e não soltar água.

Quer aumentar o consumo de proteína nesse prato? A dica é incluir grão-de-bico cozido, frango desfiado ou sementes como linhaça ou chia.

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Torta de brócolis sem farinha: prática e cabe na sua dieta!

Fonte: Receitas Nestlé

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Whey Protein: guia prático para não errar na hora da compra

A escolha do whey protein dentro da estratégia alimentar está cada vez mais individual. E ele não é apenas uma fonte de proteína de alto valor biológico derivada do soro do leite, mas como um componente que também precisa ser analisado dentro de um contexto mais completo de rotina, objetivo e necessidades individuais.

Camila Dias, head de nutrição da Black Skull, afirma que os diferentes tipos de whey possuem características técnicas específicas. Sua escolha mais adequada depende da forma como o suplemento será inserido na rotina.

O whey concentrado, por exemplo, costuma apresentar maior presença de lactose e outros componentes do leite, enquanto o isolado passa por um processo de filtragem mais intenso, elevando a concentração proteica. Já o hidrolisado possui proteínas parcialmente quebradas, favorecendo uma absorção mais rápida.

“A principal diferença entre os tipos de whey está no processamento e na composição final de cada produto. Mas a escolha não deve partir apenas do que é mais concentrado ou mais avançado. É importante entender qual opção faz mais sentido para o objetivo, a rotina alimentar e até para a tolerância individual de cada pessoa”, explica Camila.

O que comer antes do treino de manhã

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A profissional levantou três pontos importantes a serem considerados para não errar na hora da compra do whey protein:

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Entenda qual é o seu objetivo com a suplementação


O primeiro passo para escolher o whey protein ideal é entender qual será a função do suplemento dentro da rotina alimentar. Isso porque cada tipo de whey possui características diferentes relacionadas à concentração proteica, presença de lactose e velocidade de absorção.

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“É Importante entender qual é o objetivo principal da suplementação. O whey concentrado, por exemplo, pode atender muito bem quem busca suporte proteico no dia a dia, enquanto versões isoladas e hidrolisadas costumam ser utilizadas em estratégias com foco em maior concentração de proteína ou absorção mais rápida”, explica Camila.

Além disso, os blends proteicos também vêm ganhando espaço por combinarem diferentes fontes e tempos de absorção dentro de uma mesma formulação, ampliando as possibilidades de uso conforme a estratégia alimentar de cada pessoa. 

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Observe a composição e a tolerância individual

Além do percentual de proteína, a análise da composição completa do produto também faz diferença na escolha. Ingredientes adicionais, quantidade de carboidratos e presença de lactose podem impactar diretamente na adaptação do suplemento à rotina e às necessidades de cada  pessoa.

“Além de olhar apenas a quantidade de proteína, é importante analisar a composição completa do produto, incluindo presença de lactose, carboidratos e outros ingredientes da fórmula. A escolha também precisa considerar a tolerância individual e como esse suplemento será inserido na alimentação”, afirma Camila.

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Escolha um suplemento compatível com sua rotina

Para Camila, a escolha também deve considerar aspectos práticos do dia a dia, como adesão ao consumo e preferência sensorial, pontos que muitas vezes acabam sendo decisivos na constância do uso. Por isso, fatores como sabor, textura, facilidade de preparo e frequência de uso também devem entrar na decisão.

“O melhor whey não é necessariamente o mais concentrado ou o mais tecnológico, mas sim aquele que consegue ser mantido de forma consistente dentro da rotina alimentar. Praticidade, sabor e frequência de consumo também fazem parte de uma escolha mais assertiva”, finaliza.

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