segunda-feira, 30 de março de 2026

6 alongamentos para fazer antes de dormir que ajudam o corpo a relaxar

Os alongamentos são fáceis de incluir na rotina e podem oferecer diversos benefícios ao bem-estar, incluindo até mesmo a melhora das noites de sono. Quando realizados antes de dormir, eles ajudam a relaxar a musculatura, aliviar as tensões acumuladas ao longo do dia e a desacelerar a mente.

Existem movimentos simples que podem ser executados rapidamente e que podem fazer toda a diferença para um descanso mais profundo e reparador. Em poucos minutos, eles são capazes de promover um relaxamento físico e mental.

Apesar de não serem um “remédio para dormir” e nem serem milagrosos, os alongamentos podem ser grandes aliados, principalmente porque envolvem uma respiração consciente e uma atenção plena.

“Alongamentos podem desempenhar um papel interessante no sono, especialmente porque colaboram para o combate de tensões e oferecem uma sensação de leveza”, afirma Dr. Lindbergh Mendes, médico do esporte.

Alongamentos para fazer antes de dormir

1. Alongamento do pescoço

Incline a cabeça para um lado, tentando encostar a orelha no ombro, mantendo os ombros relaxados.

2. Postura da criança

Com as canelas apoiadas no solo e os joelhos afastados na largura do quadril, sente-se em cima dos calcanhares e jogue o tronco para a frente, estendendo os braços acima da cabeça no solo.

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3. Alongamento sentado para frente

Sente no chão com as pernas esticadas para frente. De maneira suave, dobre os quadris para frente. Tente mover a barriga até as coxas;
Estique os braços e tente alcançar os calcanhares. Permaneça nesta posição durante 30 segundos e retorne à posição inicial.

4. Postura do gato e vaca

Comece de quatro com as mãos sob os ombros e os joelhos sob os quadris. Inspire e olhe para cima com a coluna arqueada, afastando os ombros das orelhas da vaca.

Ao expirar, pressione o chão com as mãos e os joelhos e arredonde a coluna como um gato furioso. Repita por 5 ciclos respiratórios completos (inspire e expire).

5. Alongamento dos músculos das costas

Sentado na cama, incline o tronco para a frente e dirija as mãos em direção aos pés ou tornozelos. Mantenha a posição por alguns segundos e retorne, sempre respeitando os limites do corpo.

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6. Savasana: o relaxamento final

Deite-se com uma pequena manta para apoiar a cabeça e pescoço de forma a não permitir que o queixo fique mais alto que a testa. Estenda as pernas e deixe os pés caírem pra fora, afaste as pernas no máximo na largura do tapete, mantenha os braços relaxados no chão ao longo do corpo com as palmas voltadas para cima, afaste os braços até sentir os ombros relaxados. Mantenha a atenção no fluxo da respiração.

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Exercícios que ajudam a melhorar o sono: veja quais funcionam

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5 sinais silenciosos de que o sedentarismo afeta sua saúde

Você sabia que o sedentarismo está entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares?

E este cenário a respeito do sedentarismo preocupa especialistas. De acordo com dados divulgados pelo sistema de vigilância Vigitel, do Ministério da Saúde, em 2021, 62,6% dos adultos brasileiros estavam acima do peso, reflexo de mudanças no estilo de vida da população, como alimentação inadequada e baixos níveis de atividade física. O excesso de peso associado ao sedentarismo aumenta significativamente o risco de desenvolver doenças metabólicas e cardiovasculares.

De acordo com a dra. Flávia Pieroni, endocrinologista do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica, da Dasa, o corpo costuma dar sinais de que algo não está funcionando bem antes mesmo do surgimento de doenças mais graves.

“O sedentarismo afeta diretamente o metabolismo. Quando o organismo permanece por muito tempo sem atividade física regular, podem surgir alterações na glicemia, no colesterol, na pressão arterial e até na composição corporal. Muitas dessas mudanças começam de forma discreta, mas podem ser identificadas em exames laboratoriais e clínicos”, explica.

A seguir, confira cinco sinais que podem indicar que o sedentarismo já está impactando a saúde.

1

Cansaço frequente e perda de condicionamento

Sentir cansaço ao subir escadas ou caminhar pequenas distâncias pode ter várias causas, mas uma das mais comuns é o descondicionamento físico. A falta de atividade física reduz a capacidade cardiorrespiratória e faz com que tarefas do dia a dia se tornem mais cansativas.

Para o dr. Breno Giestal, cardiologista do Alta Diagnósticos, da Dasa, no Rio de Janeiro, esse cansaço pode ser um importante sinal de alerta. “Quando a pessoa perde condicionamento, atividades simples tornam-se muito mais difíceis, o que impacta a qualidade de vida e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.”

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Segundo o especialista, o condicionamento físico está diretamente ligado ao VO₂ máximo, indicador da capacidade do organismo de utilizar oxigênio durante o exercício. “Hoje sabemos que o VO₂ máximo é um dos marcadores mais importantes de saúde e longevidade na medicina”, afirma.

3 benefícios pouco conhecidos de se exercitar

Ele explica que exames como teste ergométrico e ergoespirometria ajudam a avaliar essa capacidade de forma objetiva. “A ergoespirometria é considerada padrão ouro, pois mede diretamente o consumo de oxigênio durante o esforço.”

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“O condicionamento cardiorrespiratório é um marcador biológico fundamental. Diferente de fatores como colesterol ou glicose, não existe medicamento capaz de aumentar o VO₂ máximo, assim, a verdadeira ‘pílula’ é o exercício físico”, comenta o dr. Breno.

2

Ganho de peso e aumento da gordura abdominal

A redução do gasto energético favorece o aumento do tecido adiposo na região abdominal. Parte desse acúmulo ocorre na forma de gordura visceral, que se deposita ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, e está associada ao maior risco de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e diabetes tipo 2.

“O acúmulo de gordura na região abdominal também pode afetar o fígado e levar à esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado. Exames de sangue como TGO, TGP e Gama GT ajudam a avaliar possíveis alterações hepáticas, e o ultrassom abdominal pode identificar o acúmulo de gordura no órgão”, explica a dra. Flávia.

3

Alterações no colesterol e nos triglicerídeos

Mesmo sem sintomas aparentes, o sedentarismo pode contribuir para o aumento do colesterol LDL (considerado o “colesterol ruim”) e dos triglicerídeos, além da redução do HDL, que tem papel protetor para o coração.

Sedentarismo dá dor nas costas?

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4

Aumento da glicemia e risco de diabetes

A falta de atividades físicas reduz a sensibilidade do organismo à insulina, hormônio responsável por controlar os níveis de açúcar no sangue. Com o tempo, isso pode favorecer o desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2.

5

Dores musculares e rigidez corporal

A ausência de movimento regular pode levar à perda de massa muscular, redução da flexibilidade e maior incidência de dores articulares ou musculares.

Após a identificação desses sinais, a avaliação médica e a realização de exames ajudam a entender como o organismo está respondendo ao estilo de vida. “Entre os exames que costumam ser solicitados estão a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada, que avaliam o metabolismo da glicose, e o perfil lipídico, que mede o colesterol e os triglicerídeos, além de exames clínicos e cardiológicos, quando necessário”, destaca a dra. Flávia Pieroni.

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Saia do sedentarismo: exercícios simples para transformar sua saúde

O sedentarismo é um dos grandes vilões da saúde moderna, aumentando o risco de problemas como hipertensão, diabetes, obesidade e até mesmo depressão.

“O corpo humano foi feito para se movimentar. A inatividade prolongada pode levar a dores musculares, problemas cardiovasculares e dificuldades metabólicas, além de impactar o bem-estar mental”, explica a Dra. Elizabeth Takitani, cardiologista do Hospital Nipo-Brasileiro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 47% dos brasileiros não realizam atividades físicas suficientes. Se você quer deixar de fazer parte desse grupo, é hora de incluir o movimento no seu dia a dia.

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Mas calma: não precisa passar horas na academia para conseguir colher os benefícios. De acordo com Takitani, pequenas mudanças na rotina já trazem benefícios significativos.

Exercícios simples e consistentes já fazem uma grande diferença”, reforça a especialista. “Caminhadas curtas, subir escadas em vez de usar elevador e alongamentos matinais já ajudam a ativar o corpo.”

A seguir, a médica revela alguns exercícios que podem ser considerados ideais para quem está dando os primeiros passos para uma vida mais ativa. Confira!

Exercícios fáceis para sair do sedentarismo

  • Caminhada: é uma ótima opção para iniciantes, pode ser feita em qualquer lugar e ajuda a melhorar a circulação sanguínea e o bem-estar mental. A médica orienta estabelecer uma meta para atingir algo próximo de 10000 passos diários.
  • Agachamento: é um exercício que tem uma execução simples e auxilia no fortalecimento de pernas e glúteos, além de melhorar a postura.
  • Polichinelos: os polichinelos provocam um aumento da frequência cardíaca e colaboram para o desenvolvimento de mais resistência física.
  • Alongamentos: são movimentos que podem ser incluídos em diferentes momentos do dia e ajudam a aumentar a flexibilidade, a evitar dores musculares e a melhorar a mobilidade das articulações.
  • Exercícios de peso corporal: flexões e abdominais são ótimos movimentos para fortalecer os músculos sem utilizar equipamentos específicos.
  • Passear: é algo simples, mas que pode contribuir para o aumento dos níveis de atividade física. É importante priorizar ambientes seguros e agradáveis.
  • Danças: são atividades dinâmicas e que podem ser extremamente divertidas. Elas envolvem grandes segmentos corporais e ativam diversos músculos durante a execução.

“O ideal é começar devagar e aumentar a intensidade aos poucos, respeitando os limites do corpo”, fala a Dra. Elizabeth.

Não desista!

Uma das maiores dificuldades de quem começa a se exercitar é manter a constância. Para evitar desistências, algumas estratégias podem ser colocadas em prática.

Segundo a cardiologista, é fundamental estabelecer metas realistas para preservar a motivação para treinar. Então, o ideal é sempre começar com pequenos desafios e ir aumentando gradualmente.

Também é uma boa ideia tentar criar uma rotina, ou seja, encontrar horários fixos na sua agenda para a prática de atividades físicas. Outro segredo é incluir no dia a dia modalidades que realmente sejam prazerosas para você.

Vale destacar que ter uma companhia para treinar pode tornar o processo mais motivador.

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Yoga ajuda a melhorar o desempenho em outros esportes? Especialista responde

A busca por um melhor rendimento físico tem levado atletas e praticantes amadores a incluírem novas práticas na rotina de treinos. Entre elas, o Yoga tem ganhado espaço não apenas como ferramenta de relaxamento, mas como aliado direto da performance esportiva. Para o fundador do Método Kaiut Yoga, Francisco Kaiut, a explicação está na base do movimento.

“A prática de Yoga ajuda a melhorar a mobilidade geral, o que, com certeza, facilita o desempenho na prática de esportes”, afirma.

Mobilidade como fundamento

Grande parte das modalidades esportivas exige articulações funcionais e amplitude de movimento adequada. Quando há rigidez ou limitação articular, o corpo compensa, aumentando o risco de lesões e reduzindo a eficiência.

“O Yoga trabalha a mobilidade com controle, fortalecendo estruturas profundas e melhorando a qualidade dos movimentos. Quando o corpo se movimenta com mais liberdade e estabilidade, o rendimento melhora naturalmente”.

Mais consciência corporal

Outro benefício está na percepção do próprio corpo. A prática desenvolve atenção aos padrões de movimento, postura e respiração.

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“Essa consciência pode impactar diretamente esportes como corrida, futebol, natação, musculação e artes marciais, nos quais pequenos ajustes fazem muita diferença no desempenho final no esporte”, destaca Francisco Kaiut.

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Prevenção de lesões

A combinação entre mobilidade, estabilidade e alinhamento articular também contribui para reduzir sobrecargas repetitivas.

“O Yoga não é apenas sobre flexibilidade. Ele organiza o corpo para que ele funcione da melhor forma possível dentro das exigências do esporte”, explica o fundador do Método Kaiut Yoga, referência na melhoria da mobilidade.

Controle respiratório e foco

A respiração, elemento central na prática, auxilia na resistência física e no controle emocional, especialmente em competições.

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“Atletas que aprendem a respirar de forma mais eficiente tendem a melhorar recuperação e concentração”.

Para Francisco Kaiut, a prática oferece base estrutural para sustentar o desempenho ao longo do tempo.

“O objetivo não é competir com o esporte principal, mas dar suporte para que a pessoa pratique com mais qualidade e longevidade. Com foco em mobilidade, consciência corporal e equilíbrio, o Yoga tem se consolidado como aliado importante para quem busca rendimento sem abrir mão da saúde”.

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6 alongamentos para fazer antes de dormir que ajudam o corpo a relaxar

Os alongamentos são fáceis de incluir na rotina e podem oferecer diversos benefícios ao bem-estar, incluindo até mesmo a melhora das noites...