sábado, 8 de agosto de 2026

Adeus, açúcar? GROOVI lança uma nova geração de balas de goma

Reduzir o consumo de açúcar sem abrir mão de um doce ainda é um desafio para muita gente. Embora chocolates, refrigerantes e sobremesas já tenham ganhado versões sem açúcar, as tradicionais balas de goma ainda eram uma categoria praticamente inexplorada no Brasil.

É justamente essa lacuna que a GROOVI pretende ocupar. Criada pelas amigas Juliana Damasceno e Vitória Pedras, a marca chega ao mercado como a primeira fabricante brasileira de balas de goma sem açúcar, apostando em uma proposta que une sabor, textura e uma formulação mais limpa para quem busca equilíbrio na alimentação sem abrir mão de pequenos prazeres do dia a dia.

O que diferencia a GROOVI

Mais do que retirar o açúcar da receita, a proposta da GROOVI foi desenvolver uma bala que continuasse entregando a experiência de uma goma tradicional.

A fórmula é plant-based, feita com pectina em vez de gelatina, não leva corantes artificiais e aposta em um conceito clean label. Outro diferencial é o uso predominante de isomalto-oligossacarídeos (IMO), ingrediente escolhido para reduzir a quantidade de polióis, frequentemente associados a desconfortos gastrointestinais em alguns consumidores.

Cada pacote possui apenas 68 calorias, reforçando a proposta de ser uma alternativa para quem deseja diminuir o consumo de açúcar sem abrir mão de um doce.

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Entre o clássico e o inesperado

A marca chega ao mercado com três sabores que passeiam entre combinações mais conhecidas e outras menos óbvias: morango, melancia com limão siciliano e maçã verde com pimenta. Provamos cada um deles para entender como essas combinações funcionam na prática.

GROOVI Morango

Embalagem rosa de balas Groovi com ursinho de morango na praia, e balas de ursinho vermelhas espalhadas sobre fundo rosa

O sabor de morango é provavelmente o mais clássico da linha, mas nem por isso deixa de surpreender. O gosto é intenso na medida certa, sem aquele excesso de doçura que costuma cansar depois de algumas unidades. A sensação é muito próxima à de uma bala de goma convencional, tanto no sabor quanto na textura.

GROOVI Melancia com limão siciliano

Pacote amarelo de balas Groovi sabor melancia com limão siciliano, com ursinho de desenho animado segurando um guarda-chuva de melancia. Balas de goma amarelas em formato de ursinho espalhadas ao redor do pacote, sobre um fundo amarelo

Entre os sabores provados, esse é o mais refrescante. O limão siciliano equilibra a doçura da melancia e faz com que a bala fique leve, sem enjoar. É um daqueles sabores que dá vontade de continuar comendo.

GROOVI Maçã verde com pimenta

Embalagem verde-limão de balas Groovi sabor Maçã Verde e Pimenta, com ursinhos de goma verde-escura espalhados sobre um fundo verde-claro. A embalagem destaca 68 kcal por pacote, não contém glúten e zero adição de açúcares, além de um ursinho surfista segurando uma maçã e uma pimenta. O peso líquido é 40g

Esse foi o sabor mais diferente dos três. A maçã verde aparece primeiro, trazendo um toque levemente ácido, enquanto a pimenta surge de forma bem discreta no final. Ela não chega a arder nem domina a experiência, funcionando mais como um complemento que deixa a bala menos óbvia.

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O que mais chamou atenção

O maior mérito da GROOVI não está apenas no fato de não ter açúcar.

O que realmente surpreende é que, durante o consumo, isso praticamente passa despercebido. As balas têm textura macia, agradável de mastigar e muito semelhante à de uma bala de goma tradicional. O sabor também não entrega aquele gosto residual de adoçantes que costuma aparecer em muitos produtos zero açúcar.

Outro ponto positivo é o equilíbrio da doçura. Elas são doces o suficiente para matar a vontade de comer um doce, mas sem exagero. O resultado é um produto fácil de consumir, sem ficar enjoativo, mesmo ao longo de um pacote inteiro.

Muito além da receita

Além da formulação, marca também chama atenção pela construção visual. A startup aposta em uma identidade inspirada na estética Y2K, com personagens, cores vibrantes e uma comunicação descontraída.

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A estratégia funcionou desde o início. Antes mesmo do lançamento oficial, a marca despertou curiosidade nas redes sociais e chamou atenção durante a Naturaltech, onde muitos visitantes conheceram primeiro a identidade visual para depois descobrir o produto.

Vale a pena experimentar?

A GROOVI mostra que reduzir o consumo de açúcar não precisa significar abrir mão da experiência de comer uma bala de goma.

O produto consegue manter uma textura agradável, sabores equilibrados e uma doçura suficiente para quem procura um doce para o dia a dia, sem a sensação de estar consumindo uma versão “adaptada”. Mais do que inaugurar uma nova categoria no mercado brasileiro, a marca entrega um produto que faz sentido mesmo para quem não está, necessariamente, procurando uma bala sem açúcar.

É verdade que açúcar vicia?

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/groovi-balas-de-goma-sem-acucar/

Você já percebeu como fala consigo mesmo quando erra?

Quando algo não sai como o esperado, quando você esquece um compromisso, não consegue dar conta de tudo ou simplesmente sente que não foi “bom o suficiente“, qual é o tom da conversa que acontece dentro da sua cabeça?

Para muitas pessoas, essa voz é dura, exigente e punitiva. Ela diz coisas como: “Você deveria ter feito melhor”, “Você nunca faz o suficiente”, “Você é fraco”, “Não pode descansar agora”, “Se esforçasse mais, conseguiria”.

O problema é que ouvimos essa voz por tanto tempo que começamos a acreditar que ela é a verdade. Mas ela não é. Ela é uma forma aprendida de olhar para si mesmo, muitas vezes construída em ambientes onde o amor, o reconhecimento ou a aprovação pareciam depender de desempenho, perfeição ou da capacidade de não errar.

Talvez essa voz até tenha surgido tentando protegê-lo do fracasso ou da rejeição. Mas, hoje, ela faz justamente o contrário: aumenta a ansiedade, alimenta a culpa e faz você acreditar que nunca é suficiente.

Enquanto isso, existe outra parte dentro de você que, muitas vezes, fala bem mais baixo: o seu adulto saudável. Essa parte não ignora os erros nem deixa de assumir responsabilidades. Ela apenas entende que é possível aprender sem se machucar no processo.

Quando a voz crítica diz: “Você estragou tudo”, o adulto saudável responde: “Foi um erro, não uma definição de quem eu sou.” Quando ela diz: “Você deveria estar produzindo mais”, o adulto saudável pergunta: “O que meu corpo e minha mente precisam agora para continuar de forma saudável?” Quando ela afirma: “Você nunca é suficiente”, ele lembra: “Meu valor não depende apenas do que eu produzo.”

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A boa notícia é que essa voz mais equilibrada pode ser fortalecida! E isso começa com pequenos exercícios no dia a dia.

Da próxima vez que perceber uma autocrítica, experimente parar por alguns segundos e pergunte:

  • Essa é uma voz que cuida de mim ou que me pune?
  • Eu falaria isso para alguém que amo?
  • O que eu realmente preciso neste momento: punição ou orientação?
  • Se eu respondesse como meu adulto saudável, o que diria?

Outra prática importante é observar as palavras que você usa consigo. Sempre que surgir um “eu tenho que”, experimente trocar por “eu gostaria de” ou “eu escolho”. Sempre que pensar “eu sou um fracasso“, tente reformular para “eu cometi um erro”. Parece uma mudança pequena, mas ela altera profundamente a forma como seu cérebro interpreta a situação.

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E, no final do dia, faça um exercício simples: escreva uma situação em que você se criticou. Ao lado, escreva como responderia a um amigo que estivesse vivendo exatamente a mesma experiência. Depois, leia essa resposta em voz alta para si mesmo. Talvez você perceba que oferece muito mais compreensão aos outros do que a si…

Você não precisa eliminar completamente sua voz crítica. Ela provavelmente continuará aparecendo em alguns momentos. O objetivo é que ela deixe de ser a única voz que conduz suas escolhas!

Fortalecer o adulto saudável é aprender que responsabilidade não precisa caminhar ao lado da crueldade. É entender que crescer não exige perfeição, mas consciência, flexibilidade e gentileza consigo mesmo.

Porque a forma como você fala consigo todos os dias pode se tornar tanto a sua maior fonte de sofrimento quanto o lugar onde começa a sua cura.

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Oi, eu me chamo Priscila Conte Vieira, mas pode me chamar de Pri! Sou psicóloga, palestrante e mentora. Atuo na psicologia clínica, sou especialista em Psicologia Positiva, pós graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental, master em autoconhecimento, coach de vida, practitioner em PNL e também criadora do Podcast Respira, não pira (que tal dar uma conferida lá no Spotify?!)

Estarei por aqui todas as semanas, abordando temas da Psicologia Positiva, felicidade, bem-estar e os auxiliando a serem as suas melhores versões, por meio do autoconhecimento e florescimento. Para saber mais sobre mim e me acompanhar no dia a dia, é só me seguir no Instagram! Estou por lá como @priscilaconte__. Te vejo no próximo Sábado! Até mais <3

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/priscila-conte-vieira/como-fala-consigo-quando-erra/

JBL Endurance Zone: testamos o fone esportivo com tecnologia OpenSound

Para os amantes de música enquanto treina, os fones são uma peça essencial, que ajudam até na performance e concentração.

Dentro da psicologia do esporte, diversas pesquisas mostram o quanto a música é uma peça essencial para quem treina, seja musculação ou esportes ao ar livre, como a corrida ou ciclismo.

Uma meta-análise reuniu 139 estudos, com mais de 3.500 participantes, para avaliar os efeitos da música durante o exercício. Ela foi publicada no Psychological Bulletin e chegou à conclusão que não só melhora o desempenho, como também ajuda a aumentar a resistência em exercícios aeróbicos, dando mais prazer durante a prática da atividade física.

Nesse contexto, diversas marcas investem em fones confortáveis, de fácil manuseio e que não atrapalhem, mas sim ajudem cada vez mais os praticantes de atividades físicas. Dentre a variedade de aparelhos, a JBL inova cada vez mais nesse universo da prática esportiva, trazendo fones de todos os formatos e estilos.

Dentre eles, está o Endurance Zone, desenhado para inspirar e desafiar os limites durante a prática de exercícios. O que diferencia ele dos demais fones tradicionais é a forma como o som e projetado e o encaixa para as orelhas.

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Com a tecnologia JBL OpenSound, a entrega de áudio do Endurance Zone é nítida, mas sem ocupar o canal auricular do usuário, mantendo-o aberto durante o exercício.

Testamos o JBL Endurance Zone

Eu pratico corrida há mais de 10 anos e sempre tive a música como uma grande companheira durante meus treinos e provas. Ao usar o JBL Endurance Zone nos meus treinos, senti uma “liberdade” de ouvir música e também ficar atenta ao redor, pois, como treino ao ar livre, preciso ficar atenta às pessoas, carros, bicicletas etc.

Essa ajuda a ter atenção ao redor se deve ao driver dinâmico sensível de 18×11. Além disso, o Endurance Zone oferece agudos cristalinos, médios encorpados e graves reforçados com o algoritmo adaptativo.

Além disso, o ajuste na orelha é seguro e estável. O fone possui um gancho de orelha de silicone líquido de alta qualidade e fio de memória adaptável, assim como o som direcional do fone OpenSound.

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Runner’s Face: a corrida realmente pode envelhecer o seu rosto?

Tudo isso garante conforto, estabilidade e vazamento mínimo do áudio, sem atrapalhar também que está ao redor e mantendo as conversas por telefone privadas.

E se você, assim como eu, é do time que transpira muito enquanto treina, o Endurance Zone é resistente ao suor, chuva, água salgada e até areia!

Outro ponto de atenção do Endurance Zone é o desempenho: 32 horas de reprodução, sendo até 8 horas nos fones e mais 24 horas no estojo de transporte.

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O carregamento é via cabo USB-C e sua conectividade é simples e fluida por conta do Google Fast Pair, capaz de emparelhar o dispositivo Android com apenas um clique, além de alternar sem esforço entre dois dispositivos com a conexão multipontos.

Especificações técnicas do Endurance Zone

  • Tamanho do driver: Driver dinâmico de 18 mm x 11 mm
  • Alimentação de energia: 5 V 1 A
  • Fone de ouvido: 10,26 g cada (20,52 g total) / 0,0226 lbs cada (0,0452 lbs total)
  • Estojo de carregamento: 69,08 g / 0,1523 lbs
  • Tipo de bateria do fone de ouvido: Bateria de íon-lítio (58 mAh / 3,85 V)
  • Tipo de bateria do estojo de carregamento: Bateria de íon-lítio (520 mAh / 3,8 V)
  • Tempo de carga: até 2 horas (carga total)
  • Tempo de reprodução (BT ligado): Até 8 horas
  • Tempo de conversação: Até 4 horas
  • Resposta de frequência: 20 Hz – 20 kHz
  • Impedância: 32 ohms
  • Sensibilidade: 98 dB SPL@1 kHz
  • SPL máximo: 90 dB
  • Sensibilidade do microfone: -38 dBV/Pa@1 kHz
  • Versão Bluetooth: 5.3
  • Versões de perfil Bluetooth: A2DP V1.4, AVRCP V1.6.2, HFP V1.8
  • Faixa de frequência do transmissor Bluetooth: 2,4 GHz – 2,4835 GHz
  • Potência do transmissor Bluetooth: < 10 dBm (EIRP)
  • Modulação de transmissão Bluetooth: GFSK, π/4-DQPSK, 8DPSK
  • Temperatura máxima de uso: 45°C

Veredito

Se você pretende fazer provas de longas distâncias e não quer deixar a música de lado, o Endurance Zone é uma boa escolha. São fáceis de segurar, não escorrega nas mãos, mesmo se estiver molhado e, na corrida, auxilia e muito a você se concentrar enquanto treina, mas também ter a atenção ao redor.

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/jbl-endurance-zone/

Adeus, açúcar? GROOVI lança uma nova geração de balas de goma

Reduzir o consumo de açúcar sem abrir mão de um doce ainda é um desafio para muita gente. Embora chocolates, refrigerantes e sobremesas já...