quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

4 exercícios para recuperar o corpo depois da folia

Após a curtição de Carnaval, provavelmente, você está sentindo o seu corpo cansado e a sua disposição lá em baixo. É normal: foram dias de dança, alimentação desregulada, pouco sono e, muitas vezes, consumo de álcool.

Na hora de voltar à rotina, é esperado que você não tenha energia para manter o mesmo ritmo e a mesma intensidade de treinos. E não tem nenhum problema nisso.

Nesses momentos, o ideal é não forçar a barra e procurar alternativas para se movimentar de um jeito que te ajude a se recompor.

A seguir, Cau Saad, personal trainer, indica quatro atividades físicas que são boas opções para o pós-Carnaval. Confira:

4 exercícios para recuperar o corpo depois da folia

1. Alongamento

“Além de ajudar a relaxar os músculos, o alongamento promove oxigenação das células e ainda melhora o desempenho na atividade física”. Veja uma séria completa idealizada pela educadora aqui.

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2. Caminhadas

O exercício protege o coração, melhora o humor e não vai deixar você muito cansado. Para deixar o estímulo mais interessante, vale alternar entre os ritmos forte e fraco ou optar por terrenos com ladeiras (ou inclinação na esteira).

3. Séries de corda

Mais um dos bons treinos pós-Carnaval, as séries de corda combinam economia de tempo com eficiência. Uma hora de corda queima até 720 calorias, contra 500 da corrida na esteira, em média. Inspire-se aqui.

4. Intervalos ativos em formato circuitado

“É uma ótima opção para suar e eliminar toxinas, liberar endorfina (hormônio que traz sensação de bem estar), limpar as artérias, e ficar com mais disposição”, explica Cau. Veja um feito no Instituto Cau Saad que queima até 680 calorias em 30 minutos aqui.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-recuperar-corpo-carnaval/

6 vitaminas e minerais essenciais para turbinar as defesas do organismo no pós-Carnaval

O Carnaval sempre traz dias cheios de energia, música e muita diversão. Para aproveitar ao máximo esses dias festivos, é essencial que sua imunidade esteja na melhor forma. Além dos cuidados com a hidratação, alimentação, sono de qualidade e higiene para manter o sistema imunológico em alta, os suplementos alimentares podem ser importantes aliados.

Isso porque nem sempre os hábitos do dia a dia conseguem suprir as necessidades de vitaminas e nutrientes essenciais para o organismo manter suas defesas em alta, levando à recomendação de apoio suplementar.

A nutricionista Lucila Santinon, da Vitafor®, explica que “o sistema imunológico é formado por um conjunto de células, proteínas, tecidos e órgãos que nos defendem de agentes externos, como vírus e bactérias. E se o organismo não estiver com uma manutenção adequada, a imunidade pode vir a reduzir, sendo portal para doenças oportunistas com esta defasagem”.

Dentre as vitaminas e os minerais para a defesa do organismo, a nutricionista aponta seis muito importantes e explica. São eles:

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  • Vitamina A: conforme alegações de saúde registradas pela ANVISA, ela tem entre suas propriedades a modulação da imunidade;
  • Vitamina C: a vitamina C auxilia no funcionamento do sistema imune, metabolismo energético de proteínas e gorduras, é um importante antioxidante para o organismo, com papel preventivo e terapêutico.
  • Vitamina E: assim como a C, a vitamina E possui propriedades antioxidantes, auxiliando na diminuição e reparo de danos provocados por radicais livres. Ela também atua na cicatrização dos tecidos do corpo, sendo uma das substâncias que impactam o fortalecimento do sistema imunológico e ajudam no combate às doenças;
  • Vitamina D: as células de defesa presentes no sistema imunológico, chamadas linfócitos, possuem receptores de vitamina D (VDR) e são diretamente influenciadas por essa vitamina na regulação da resposta imunológica. Além de ser essencial para a saúde e o desenvolvimento dos ossos, atua como reguladora do crescimento, sistema cardiovascular, muscular, metabólico e insulinodependente;
  • Zinco: extremamente importante para o organismo no combate a agentes invasores. A deficiência do zinco no corpo pode permitir maior ocorrência de infecções virais, afinal, ele interfere na manutenção da função do sistema imunológico e síntese das hemoglobinas;
  • Selênio: mineral também com alto poder antioxidante, o selênio é facilmente absorvido pelo nosso organismo. Entre suas funções, realiza o controle de radicais livres participando na resposta do sistema imunológico a infecções.

Quais suplementos podem ajudar a melhorar o intestino?

Suplemento não substitui refeição e hábitos

É fundamental ressaltar que os suplementos não substituem refeições e tampouco agem sozinhos no organismo, especialmente em se tratando de reforço imunológico. Eles são aliados de hábitos saudáveis, como: alimentação equilibrada e rica em vitaminas e minerais; prática de atividades físicas e sono de qualidade. “Esse é o pilar ideal para contribuir com a imunidade”, completa a nutricionista da Vitafor.

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Para a dosagem adequada e o tempo necessário de consumo, a especialista ressalta a necessidade de orientação por um profissional da saúde habilitado para indicações individualizadas.

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Mobilidade na maturidade: quando a cirurgia do joelho se torna aliada

À medida que a expectativa de vida aumenta globalmente e a prática esportiva se populariza entre adultos e idosos, cresce também a incidência de dores e limitações articulares — particularmente no joelho, uma das articulações mais exigidas durante o exercício físico.

No Brasil, práticas regulares de atividade física em adultos com mais de 50 anos já alcançam prevalência de cerca de 67% entre aqueles que cumprem pelo menos 150 minutos semanais de atividade física, conforme o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), destacando o engajamento crescente mesmo com o avanço da idade.

Entretanto, nem sempre as articulações respondem bem às demandas físicas prolongadas ou repetidas: globalmente, cerca de 365 milhões de pessoas vivem com osteoartrite, sendo o joelho a articulação mais afetada — sobretudo após os 55 anos — evidenciando o peso dessa condição na mobilidade e na qualidade de vida da população.

Para o ortopedista especializado em cirurgia do joelho, Prof. Dr. Ari Zekcer, dores crônicas, instabilidade e limitação funcional não devem ser encaradas como inevitáveis do envelhecimento: “É comum que pacientes reduzam ou abandonem a prática esportiva por dor, quando muitas vezes existem tratamentos eficazes — incluindo cirurgias modernas — capazes de restaurar a função e permitir o retorno seguro às atividades físicas”, afirma.

4 exercícios de alongamento para as pernas

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Após falha de tratamentos conservadores como fisioterapia, reeducação física, fortalecimento muscular e manejo de cargas, procedimentos cirúrgicos têm demonstrado resultados progressivamente melhores graças à evolução tecnológica e às técnicas minimamente invasivas.

“A cirurgia não só alivia a dor, mas tem potencial real de restaurar a função articular e melhorar o desempenho nas atividades do dia a dia e no esporte”, explica Zekcer. Cada indicação é personalizada, considerando idade, nível de atividade, tipo de lesão e expectativas de retorno às atividades.

Além disso, a recuperação funcional pós-cirurgia, quando alinhada a um protocolo de reabilitação criterioso, pode ampliar a capacidade física, melhorar o condicionamento muscular e restabelecer autonomia — fatores associados a benefícios tanto para a saúde física quanto para a saúde mental, reforçando a importância do movimento na maturidade.

Prof. Dr. Ari Zekcer reforça ainda que “o retorno ao esporte deve respeitar fases de cicatrização e adaptação funcional; a pressa em voltar à atividade é um dos principais erros e pode comprometer resultados duradouros”.

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Para o especialista, o sucesso da cirurgia está também na condução responsável do pós-operatório. “Quando o tratamento cirúrgico é associado a reabilitação estruturada e acompanhamento contínuo, os índices de retorno seguro ao esporte e às atividades diárias são elevados, permitindo que pacientes maduros mantenham rotina ativa por muitos anos”, finaliza Zekcer. 

5 exercícios eficazes para quem sofre com dores no joelho

1. Leg press com amplitude controlada

Dentro desse contexto, o leg press aparece como uma opção frequente para quem sente dor no joelho. Quando realizado com carga moderada e sem exagerar na profundidade, o exercício permite trabalhar quadríceps e glúteos com apoio das costas, o que reduz instabilidade e impacto. 

Um estudo publicado no Clinical Biomechanics, demonstrou que limitar a amplitude do movimento diminui significativamente as forças compressivas sobre o joelho, reforçando a importância de ajustes individuais.

2. Agachamento no banco (box squat)

O agachamento no banco segue a mesma lógica de controle. Ao utilizar uma referência de altura, a descida se torna mais previsível, evitando amplitudes profundas que costumam aumentar o desconforto. Essa variação permite manter o padrão do agachamento no treino, mas com maior participação do quadril e menor sobrecarga direta sobre o joelho.

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3. Stiff ou levantamento terra romeno

Outro ponto fundamental para proteger o joelho é fortalecer a musculatura posterior. Exercícios como o stiff ou o levantamento terra romeno deslocam o foco do movimento para glúteos e posteriores de coxa, músculos essenciais para a estabilidade articular. 

Um estudo publicado no Sports Medicine, aponta que o fortalecimento dessa cadeia muscular melhora o controle do joelho em atividades como agachar, correr e subir escadas.

4. Cadeira flexora

A cadeira flexora complementa esse trabalho ao equilibrar a força entre a parte anterior e posterior da coxa. Esse equilíbrio é importante porque reduz o estresse excessivo sobre a articulação, especialmente em pessoas que treinam quadríceps com mais frequência do que posteriores.

5. Step-up baixo

Movimentos funcionais como o step-up, quando feitos em um degrau baixo e com controle da descida, também costumam ser bem tolerados. O exercício fortalece quadril e coxa ao mesmo tempo em que simula gestos do dia a dia, permitindo ajustes fáceis de intensidade conforme o nível de dor.

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Com escolhas inteligentes e execução consciente, o treino pode continuar fazendo parte da rotina, mesmo quando o joelho pede mais atenção.

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