quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Quantas vezes por semana treinar para obter resultados?

A frequência ideal de treinos para conquistar bons resultados, com certeza, é uma das grandes protagonistas em meio às dúvidas relacionadas à evolução fitness.

A verdade é que não existe uma quantidade universal de dias por semana que funcione para todo mundo — ela recebe influência de uma série de fatores, entre eles, objetivos do praticante, nível de experiência, disponibilidade de tempo, intensidade dos exercícios e capacidade de recuperação do organismo.

Quantas vezes por semana treinar para obter resultados?

Para iniciantes, por exemplo, uma boa sugestão é treinar de 2 a 3 vezes por semana, priorizando a adaptação gradual do corpo ao movimento e o intervalo de descanso.

O American College of Sports Medicine (ACSM) recomenda de 2 a 3 sessões semanais de treino de força para iniciantes e intermediários, com intensidade adequada e progressão de carga.

Quem já apresenta familiaridade com a prática pode se dar bem 3 a 4 sessões por semana, dependendo da modalidade, do volume do treino e das metas.

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É necessário ter em mente que, além da constância nos treinos, há outros pilares considerados indispensáveis para excelentes resultados fitness.

Além da frequência: o que faz toda a diferença para os resultados fitness?

Para alcançar os seus propósitos fitness, existem detalhes que fazem toda a diferença, e eles envolvem muito mais do que a frequência com que você vai à academia.

Fatores como dieta adequada, recuperação apropriada, boas noites de sono, gerenciamento do estresse e progressão pesam tanto — ou até mesmo mais — do que simplesmente marcar presença nos treinos todos os dias da semana.

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Estudos publicados no Medicine & Science in Sports & Exercise indicam que o volume total semanal de treino tem papel mais importante do que a simples divisão de dias. Em outras palavras, três treinos bem feitos podem ser mais eficazes do que cinco sessões mal estruturadas.

“O descanso precisa ser respeitado, além do intervalo entre os treinos para que se repita o estímulo. Quanto maior o número de estímulos, maior e melhor o resultado e ganho de massa muscular”, comenta o personal trainer Evandro Félix da Silva.

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Muito além do treino: 8 efeitos das atividades físicas na circulação

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/quantas-vezes-por-semana-treinar/

O treino da ex-noiva de Vorcaro para levantar o bumbum

O nome de Martha Graeff recebeu notoriedade nacional depois de ser associado a um relacionamento amoroso com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master — liquidado em novembro pelo Banco Central — e preso no âmbito da Operação Compliance Zero da Polícia Federal.

Natural do Rio Grande do Sul, Graeff, que agora é ex-noiva de Vorcaro, teve mensagens íntimas trocadas com o banqueiro expostas após quebra de sigilo telefônico determinada nas investigações.

Apesar da exposição repentina ligada ao escândalo financeiro, é como referência de bem-estar e longevidade que Martha construiu a sua imagem.

Cofundadora da marca Happy Aging, ela atualmente mora em Miami, nos Estados Unidos, e acumula mais de 700 mil seguidores apenas no Instagram. Nas redes sociais, Martha Graeff, de 40 anos, costuma compartilhar sua rotina de treinos, alimentação e hábitos saudáveis.

Seu dia a dia envolve a prática regular de atividades físicas, que atuam tanto na estética, como a definição muscular do corpo, quanto funcionais, relacionados à manutenção de autonomia, força e mobilidade ao longo da vida.

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O treino da ex-noiva de Vorcaro para levantar o bumbum

Na última terça-feira (08), Graeff publicou um Reels em que mostra uma indicação de sequência de exercícios para trabalhar a musculatura dos glúteos. A influenciadora intitulou o vídeo de “Como crescer o seu bumbum em 30 dias”. O treino da ex-noiva de Vorcaro para levantar o bumbum inclui as seguintes práticas:

1. Avanço (com peso do corpo/carga)

O exercício avanço funciona para o fortalecimento, a tonificação e a definição dos membros inferiores, ativando especialmente estruturas como quadríceps, glúteo máximo, isquiotibiais e adutores. Também pode recrutar o core, que atua estabilizando a postura e mantendo o equilíbrio ao longo de todo o movimento.

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  • 3 a 4 séries, com 12 a 15 repetições cada.

2. Agachamento com barra (no smith)

O agachamento com barra no smith é uma variação do agachamento tradicional feita em um equipamento chamado barra guiada. Sua maior vantagem é que ele traz mais estabilidade para quem é iniciante ou precisa de mais segurança durante a execução dos movimentos.

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Serve principalmente para o fortalecimento da musculatura das pernas, glúteos e abdômen. Foca nos quadríceps (parte da frente da coxa), glúteos (bumbum), isquiotibiais (parte de trás da coxa), panturrilhas e core (abdômen e lombar).

  • 3 a 4 séries, com 10 a 12 repetições cada.

3. Afundo no smith + elevação de joelho

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O afundo no smith é um movimento unilateral que pode agir na correção de desequilíbrios musculares e assimetrias de força. Sua execução promove uma ativação intensa de quadríceps e glúteos, além de colaborar para o trabalho da parte posterior e interna das coxas. A elevação de joelho na frente ao final de cada repetição faz com que exercício se torne ainda mais desafiador.

  • 3 séries, com 10 repetições cada (cada perna).

 3. Passada lateral agachada (com elástico de resistência)

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A passada lateral visa o fortalecimento dos membros inferiores, englobando, em especial, glúteos, quadríceps e adutores. Ao incluir o uso de uma faixa elástica durante ao movimento, você adiciona dificuldade à atividade, o que ajuda a potencializar ainda mais os efeitos dela.

  • 3 séries, com 10 repetições cada (cada perna).

4. Levantamento terra romeno (RDL/stiff romeno)

O levantamento terra romeno, também conhecido como RDL ou stiff romeno, foca bastante na fase excêntrica do movimento  — ou seja, na descida controlada da barra ou dos halteres. Isso resulta em um estímulo de tensão prolongada, que favorece o ganho de força e a definição principalmente nos isquiotibiais (posteriores de coxa) e nos glúteos.

  • 3 séries, com 10 a 12 repetições cada.

5. Agachamento búlgaro (com halteres)

O agachamento búlgaro é um exercício indicado para a hipertrofia dos músculos dos membros inferiores, incluindo bumbum e coxas. Nesse exercício, a perna de trás fica fixa sobre um patamar mais elevado, por exemplo, um banco. Ele estimula quadríceps, que consiste na parte da frente da coxa, os glúteos, principalmente o glúteo máximo, e os isquiotibiais (posteriores de coxa).

  • 3 séries, com 10 a 12 repetições cada (cada perna).

6. Elevação pélvica no banco com peso

A elevação pélvica é uma das práticas mais famosas quando o assunto é o treino de bumbum. Quando realizada no banco e com peso, o exercício ganha uma amplitude ainda maior em comparação à versão executada no chão, um detalhe que pode intensificar o recrutamento do glúteo.

Um estudo clássico de Bret Contreras, publicado no Journal of Applied Biomechanics, mostrou que variações de elevação pélvica com maior amplitude geram níveis elevados de ativação do glúteo máximo, sobretudo na fase final do movimento, quando o quadril está totalmente estendido.

  • 3 a 4 séries, com 10 a 12 repetições cada

Veja o vídeo:

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/ex-noiva-vorcaro-treino-bumbum/

4 vantagens de incluir shakes proteicos na sua rotina de alimentação e treinos

Os shakes são bebidas funcionais que, normalmente, são feitas a base de ingredientes nutritivos, suplementos, frutas ou leite. E um dos seus objetivos é o de complementar a dieta, fornecer energia para os treinos ou até mesmo substituindo refeições, dependendo da sua rotina e da orientação de um profissional. 

Pensando nisso, Boa Forma conversou com Camila Dias, Head de Marketing da Black Skull, e Lucas Florêncio, especialista técnico da Smarti Fit, que listaram quatro vantagens de incluir shakes proteicos na sua rotina de alimentação e treinos:

1

Rápida Digestibilidade 

Após uma sessão intensa de treinamento resistido, ocorrem microlesões nas fibras musculares devido à alta tensão mecânica. Para iniciar o reparo tecidual, o corpo necessita de aminoácidos prontamente disponíveis na corrente sanguínea.

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Os shakes proteicos, especialmente os de soro do leite, possuem uma matriz líquida pré-digerida ou de fácil quebra no trato gastrointestinal.

Isso resulta em um rápido esvaziamento gástrico e uma rápida elevação da concentração de aminoácidos no sangue (hiperaminoacidemia transitória). Essa rápida cinética de absorção torna o shake superior a fontes de proteínas sólidas (como carnes) no período imediatamente pós-treino, quando o objetivo é reverter rapidamente o estado de catabolismo para anabolismo.

2

Otimização da Síntese Proteica Muscular através da Leucina

Os shakes de proteína de alto valor biológico fornecem um perfil completo de Aminoácidos Essenciais (EAA), que são aqueles que o corpo humano não consegue produzir.

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Dentre eles, a Leucina ganha destaque. A literatura científica demonstra que a leucina atua como um “gatilho” direto para a ativação da via mTORC1, o principal complexo enzimático intracelular responsável por sinalizar e iniciar a síntese de novas proteínas musculares.

Ao consumir um shake com quantidade adequada de proteína (geralmente entre 20g a 40g, fornecendo cerca de 2g a 3g de leucina), garante-se a ativação máxima dessa via, maximizando a hipertrofia e a recuperação do sarcômero para a próxima sessão de treino.

Proteína pós-treino: é preciso consumir logo após a musculação?

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3

Recuperação muscular

A suplementação proteica auxilia na recuperação das fibras musculares após a atividade física, reduzindo as dores tardias e favorecendo um bom desempenho no próximo treino.

4

Manutenção e ganho muscular

Um bom suplemento proteico como o 100%HD fornece aminoácidos necessários para a manutenção muscular e firmeza da pele, ideal para quem quer perder peso de forma sustentável e estética. Além disso, também estimula a síntese de proteínas na construção muscular, sendo ideal para dietas de hipertrofia e ganho muscular. 

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Receita de Shake proteico de açaí: cuide da saúde!

Ingredientes

  • 200 ml de água
  • 100 g de açaí congelado
  • 2 colheres (sopa) de pasta de amendoim
  • 1 colher (scoop) de Whey Protein sem sabor
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Modo de preparo

  1. Em um liquidificador, coloque a água, o açaí, a pasta de amendoim e o Whey Protein.
  2. Bata todos os ingredientes até obter uma mistura homogênea.
  3. Caso queira consumir a bebida bem gelada, adicione também algumas pedras de gelo no liquidificador.

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