segunda-feira, 21 de setembro de 2026

O que acontece com o corpo que treina, mas não faz ingestão de proteína

Se você treina regularmente, mas não presta atenção na ingestão adequado de proteínas no dia a dia, pode apresentar alguns impactos negativos em relação à evolução fitness e ao bom funcionamento do seu organismo.

Esses nutrientes são fundamentais para a saúde e atua em funções importantes, entre elas, a construção muscular, a regulação hormonal, a saciedade e a recuperação após a prática de atividade física.

“O consumo desse nutriente é indispensável e pode auxiliar no processo de emagrecimento, envelhecimento saudável, manutenção da massa muscular, saciedade e equilíbrio nutricional”, comenta a nutricionista Aline David, mestre e doutora pela USP e coordenadora de pós-graduação na Escola Nutrição Aplicada.

O que acontece com o corpo que treina, mas não faz ingestão de proteína

Existem algumas consequências que podem aparecer quando você se exercita frequentemente, porém não come a quantidade ideal de proteínas para as suas necessidades.

Treinar sem a ingestão apropriada do nutriente pode fazer com que o seu corpo passe a retirar aminoácidos dos músculos para conseguir obter energia e se reparar dos estímulos gerados pelas atividades, desencadeando uma degradação desses tecidos.

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Quando o assunto é hipertrofia, comer menos proteína do que o recomendado não quer dizer que você não terá efeitos, no entanto, esse fator pode limitar os seus ganhos, principalmente quando ele vira rotina. Uma dieta pobre nesse nutriente tende a estagnar os resultados nos treinos, comprometer o rendimento físico e atrapalhar o ganho de massa magra.

A falta de proteína ainda pode desencadear problemas como fadiga crônica, unhas e cabelos fracos, metabolismo lento, queda na imunidade e e aumento no risco de lesões.

Existe uma quantidade ideal?

Uma das principais referências sobre o assunto é a meta-análise “A systematic review, meta-analysis and meta-regression of the effect of protein supplementation on resistance training-induced gains in muscle mass and strength in healthy adults”, publicada no British Journal of Sports Medicine.

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Após analisar 49 estudos e 1.863 participantes, os pesquisadores observaram que os benefícios adicionais para o ganho de massa magra tenderam a se estabilizar em torno de 1,6 g de proteína por quilo de peso corporal ao dia. A margem estatística superior chegou a aproximadamente 2,2 g/kg/dia.

Isso não transforma 1,6 g/kg em uma espécie de número mágico. As necessidades variam conforme alimentação, nível de treinamento, objetivo e características individuais.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/treina-mas-nao-come-proteina/

O treino de costas de Gracyanne Barbosa

Até no dia do seu aniversário, Gracyanne Barbosa não deixou de ir à academia. No último domingo (20), a dançarina e influenciadora fitness compartilhou com seus seguidores seu treino de costas, ao lado do namorado Gabriel Cardoso.

No treino de costas de Gracyanne Barbosa, inicialmente, o casal começou com alongamentos e mobilidade, e, dentre os exercícios estavam puxada alta, remada baixa sentada e Pulldown na polia alta.  Além disso, eles ainda fortaleceram o core, finalizando com prancha abdominal.

Veja o treino de costas de Gracyanne Barbosa:

Qual exercício de musculação quem tem hérnia de disco não pode fazer?

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5 exercícios essenciais para fortalecer suas costas e melhorar a postura

O treino de costas desempenha um papel fundamental na saúde do nosso corpo. O fortalecimento dessa região ajuda a cuidar da coluna, promovendo uma melhor postura e reduzindo os riscos de dores e de condições como hérnia de disco.

“Costas fracas são sinônimo de alerta e podem estar envolvidas em problemas biomecânicos sérios, dores e chances aumentadas de lesões”, explica o personal trainer Giuliano Esperança.

A seguir, Boa Forma separou cinco exercícios que são poderosos para a hipertrofia das costas. Confira:

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5 exercícios para potencializar os músculos das costas

1. Remada curvada

Um dos exercícios mais completos para ativar a parte média das costas, a remada curvada também exige estabilidade do core e controle na execução. A técnica correta é essencial para evitar sobrecarga lombar e garantir um trabalho profundo dos dorsais.

Veja como executar corretamente o exercício:

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2. Pulldown

O pulldown está entre os exercícios mais conhecidos para desenvolver as costas. Ele promove o fortalecimento do dorso — principalmente o latíssimo do dorso — e ativa músculos importantes da região escapular e dos braços.

Veja como executar corretamente o exercicio:

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3. Puxada na polia baixa

Mais estável e segura, essa variação de remada é excelente para quem busca intensidade sem comprometer a lombar. A execução com pegada neutra ativa os dorsais e romboides e ajuda a dar volume e definição de forma equilibrada.

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Veja como executar corretamente o exercício:

4. Remada unilateral com halter

Ideal para corrigir desequilíbrios e fortalecer estabilizadores, essa variação melhora o controle e a consciência corporal. Trabalhar um lado de cada vez amplia a amplitude de movimento e favorece o ganho de definição.

Veja como executar corretamente o exercício:

5. Puxada alta frontal

Clássica e eficiente, a puxada trabalha o latíssimo do dorso, músculo responsável pelo formato em “V” das costas. O movimento, feito na máquina ou na polia, ajuda a alongar e definir a parte superior, além de corrigir a postura dos ombros. Para potencializar o resultado, mantenha o abdômen firme e evite movimentos bruscos durante a execução.

Veja como executar corretamente o exercício:

Qual é o melhor exercício para fortalecer a lombar?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/treino-costas-gracyanne-barbosa/

Parou de usar a canetas para emagrecer? Veja o que acontece com o corpo

Dentre as opções para o tratamento da obesidade, as canetas para emagrecer ganharam espaço para auxiliar no processo de emagrecimento. Mas, ao alcançar seu objetivo, o que realmente acontece com o corpo quando o medicamento é interrompido?

Estudos científicas indicam que parte dos pacientes pode recuperar peso após a suspensão do tratamento. O fenômeno está relacionado, entre outros fatores, à retomada da fome, às alterações metabólicas que ocorrem durante o processo de emagrecimento e aos mecanismos fisiológicos que atuam para defender o peso corporal.

“Durante o tratamento, os medicamentos contribuem para o controle da fome e para o aumento da saciedade. Quando são retirados, esses efeitos deixam de ocorrer e o organismo pode voltar a apresentar uma maior pressão biológica para recuperar o peso perdido. Por isso, o reganho não deve ser interpretado simplesmente como falta de disciplina do paciente”, explica a Dra. Sandra Fernandes, Médica Nutróloga da Kora Saúde.

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A recuperação do peso também está relacionada às adaptações que acompanham o emagrecimento. À medida que o peso diminui, o gasto energético pode ser reduzido e alterações nos sinais de fome e saciedade podem favorecer uma maior ingestão alimentar. Esses mecanismos fazem parte da resposta fisiológica do organismo à perda de peso.

Estratégias são essenciais para interromper o medicamento

Por esse motivo, a interrupção do medicamento precisa ser avaliada dentro de uma estratégia de tratamento e não como uma decisão isolada. A manutenção dos resultados envolve aspectos como alimentação, atividade física, sono, comportamento alimentar e preservação da massa muscular, mas essas medidas não significam, necessariamente, que todos os pacientes poderão permanecer sem medicação.

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“Obesidade é uma doença crônica e cada paciente responde de uma maneira ao tratamento. Para algumas pessoas, mesmo com alimentação adequada e atividade física regular, a medicação continuará sendo necessária para controlar a doença e manter o peso. Por isso, não existe uma regra de que todo paciente que emagrece deve necessariamente suspender o medicamento”, afirma Sandra.

A preservação da massa muscular também deve ser considerada durante o processo. Em um emagrecimento com redução calórica significativa, parte do peso perdido pode corresponder à massa magra. A alimentação adequada e a prática de exercícios, especialmente os que envolvem treinamento de força, podem contribuir para preservar a composição corporal.

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A manutenção do peso, portanto, deve fazer parte do planejamento desde o início do tratamento e continuar sendo acompanhada mesmo depois que o paciente atinge seu objetivo. A decisão de reduzir, suspender ou manter o medicamento depende da resposta individual e deve ser tomada em conjunto com o médico.

O que adotar para a manutenção do peso?

Para reduzir o risco de reganho de peso, a primeira recomendação é planejar qualquer mudança no tratamento com acompanhamento médico, evitando a suspensão por conta própria.

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A alimentação também merece atenção, com prioridade para proteínas, fibras, frutas, vegetais e leguminosas, que contribuem para a saciedade e ajudam a manter uma rotina alimentar equilibrada.

A preservação da massa muscular é outro ponto importante durante a manutenção do peso. A combinação entre ingestão adequada de proteínas e exercícios, especialmente treinamento de força, pode ajudar a manter a composição corporal conquistada durante o processo de emagrecimento. A estratégia, porém, deve ser adaptada às necessidades e condições de cada paciente.

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Por fim, o acompanhamento do peso e da composição corporal permite identificar precocemente mudanças que possam indicar tendência de reganho.

Não é preciso esperar recuperar todo o peso perdido para buscar ajuda. A manutenção também faz parte do tratamento da obesidade e precisa ser acompanhada individualmente. Em alguns casos, mesmo com bons hábitos, o paciente pode precisar manter o tratamento medicamentoso para controlar a doença”, conclui a nutróloga.

 

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/parou-canetas-emagrecer-acontece-corpo/

O que acontece com o corpo que treina, mas não faz ingestão de proteína

Se você treina regularmente, mas não presta atenção na ingestão adequado de proteínas no dia a dia , pode apresentar alguns impactos negativ...