segunda-feira, 27 de julho de 2026

Não sinto o glúteo na elevação pélvica. Como corrigir?

A elevação pélvica se destaca quando o assunto é treino de bumbum, auxiliando na definição dessa região do corpo e na manutenção da funcionalidade diária. O movimento estimula especialmente o glúteo máximo, mas também pode envolver, em menor grau, os isquiotibiais (posteriores de coxa) e o core.

Em relação à saúde, contribui para a melhora da estabilidade pélvica, redução de sobrecarga na lombar e melhor desempenho em outros exercícios e atividades funcionais”, explica Saulo Macedo, treinador com foco em musculação, treino híbrido e Crossfit.

Estudos apontam que a elevação pélvica pode proporcionar resultados semelhantes em relação à hipertrofia de glúteos quando comparada ao agachamento, quando as práticas são feitas com volume e intensidade equivalentes.

Uma diferença interessante entre a elevação pélvica e agachamento é que o primeiro exercício tende a promover um maior isolamento dos glúteos, de acordo com Macedo.

“Isso acontece porque o movimento reduz a participação dos quadríceps e permite uma contração mais direta e intensa do glúteo máximo, sobretudo no topo do movimento”, diz ele.

Não sinto o glúteo na elevação pélvica. Como corrigir?

Durante a elevação pélvica, é comum que algumas pessoas relatem não sentir a ativação do glúteo, o que pode acontecer por certos motivos, entre os principais, erro no posicionamento dos pés, excesso de uso da lombar e falta de foco na contração.

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Para corrigir esses problemas e sentir o glúteo na elevação pélvica, existem detalhes que você deve ficar de olho durante a execução da elevação pélvica.

1. Posição dos pés

Um dos pontos que você não pode deixar de notar é a maneira como os seus pés permanecem ao longo da realização da elevação pélvica. No geral, o ideal é mantê-los paralelos, abertos aproximadamente na largura do quadril e totalmente apoiados no chão.

Quanto mais próximos os calcanhares estiverem do quadril, maior será a ativação dos glúteos. Quando os pés ficam mais distantes, os posteriores da coxa passam a participar mais do movimento, fazendo com que a elevação pélvica perca eficiência para quem deseja concentrar o trabalho nos glúteos.

Manter os calcanhares próximos também diminui a chance de sobrecarga na lombar, pois ajuda a deixar o quadril mais estável durante a subida.

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2. Uso da lombar

Outro equívoco que muitos praticantes costumam cometer durante a elevação pélvica e exagerar no uso da lombar para conseguir fazer a subida do quadril. Fazer isso, além de comprometer a ativação dos músculos alvo, ainda coloca em risco a segurança e aumenta as chances de lesões e dores.

Para a proteção da coluna durante a elevação pélvica, as dicas incluem contrair o abdômen antes da subida, priorizar sempre o controle do movimento (sem elevar ou descer rápido demais) e nunca arquear excessivamente a lombar.

3. Falta de foco na contração muscular

A falta de foco na contração muscular pode fazer com que você não sinta o glúteo durante a elevação pélvica. Na parte mais alta do exercício, o recomendado é “apertar” o bumbum e manter isso por cerca de três segundos antes de descer o quadril. Essa pequena pausa aumenta o tempo sob tensão da musculatura e faz toda a diferença para o estímulo.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/nao-sinto-gluteo-elevacao-pelvica/

4 lições que o esporte de alto rendimento pode ensinar para quem deseja uma rotina de exercícios

Você já deve ter visto nas redes sociais como é a rotina de um atleta de alta performance. Treino, alimentação e preparação para competições. E isso parece distante da realidade da maioria das pessoas. Mas, a parte de criar hábitos é simplesmente a mesma para todos.

Algumas das adotadas pelos profissionais do esporte podem ser aplicadas por qualquer pessoa que deseja ter mais regularidade na academia.  

A ciência reforça essa relação. Uma revisão publicada no International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity mostra que pessoas que encontram prazer na prática e desenvolvem uma motivação mais autônoma têm maior probabilidade de manter a atividade física no longo prazo.

“Existe uma ideia de que atletas de alta performance acordam motivados todos os dias, mas não é assim. O que faz diferença é a constância. Eles treinam porque faz parte da rotina, não porque estão inspirados. E esse é um aprendizado que qualquer pessoa pode levar para a vida”, afirma Leandro Twin, da BlueFit. 

Quem quer ser maratonista precisa treinar quantas horas por dia?

O ambiente importa

Outro ponto em comum entre atletas e praticantes amadores é a importância do ambiente. Treinar em locais que ofereçam diferentes modalidades e possibilitem adaptar os exercícios à rotina de cada pessoa pode contribuir para uma maior regularidade.

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Modalidades coletivas, por exemplo, costumam adicionar um componente de diversão e pertencimento, fatores que também influenciam na permanência dos alunos. 

“Quando a pessoa entende que não precisa viver como um atleta profissional para colher os benefícios da atividade física, ela tira um peso das costas. O objetivo não é ser perfeito, mas ser constante. É isso que gera resultado”, conclui Leandro Twin.  

A principal lição dos atletas de elite pode estar justamente na construção de uma rotina sustentável. Afinal, a diferença entre quem abandona e quem mantém uma vida ativa nem sempre está na intensidade dos treinos, mas na capacidade de transformar o exercício em parte do cotidiano.

E, nesse aspecto, pequenas escolhas, como encontrar uma modalidade prazerosa, ter flexibilidade para encaixar os treinos na agenda e acompanhar a própria evolução podem fazer mais diferença do que qualquer fórmula milagrosa.  

Confira quatro lições que o esporte de alto rendimento pode ensinar para quem deseja manter uma rotina de exercícios:  

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1

Foque no processo, não apenas no resultado

Atletas costumam trabalhar com metas de longo prazo, mas concentram a atenção nas ações do dia a dia.

Em vez de pensar exclusivamente em perder peso ou ganhar massa muscular, vale direcionar o foco para comportamentos que podem ser controlados, como comparecer aos treinos regularmente e manter hábitos alimentares saudáveis. 

2

Consistência é a base da evolução

No esporte de alto rendimento, os resultados são construídos ao longo de meses ou anos. A lógica vale também para quem frequenta a academia. A regularidade nos treinos é fundamental para criar hábitos e permitir que o corpo se adapte aos estímulos.

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No entanto, para continuar evoluindo, também é necessário ajustar a intensidade e promover a progressão de carga de forma gradual e orientada.

Esse equilíbrio entre consistência e estímulos adequados favorece ganhos de força, resistência e condicionamento físico ao longo do tempo. 

3

Tenha uma equipe de apoio

Nenhum atleta alcança grandes resultados sozinho. Treinadores, preparadores físicos e outros profissionais fazem parte do processo.

No ambiente das academias, contar com orientação profissional e participar de aulas coletivas pode aumentar o comprometimento e tornar a jornada mais agradável. 

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4

Aprenda a continuar mesmo nos dias difíceis

Atletas convivem com derrotas, lesões e períodos de baixa performance.

Ainda assim, seguem treinando. Para quem busca uma vida mais ativa, a principal lição talvez seja abandonar a mentalidade do “tudo ou nada”.

Perder um treino ou sair da rotina por alguns dias não significa recomeçar do zero. O importante é retomar o quanto antes. 

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Por que o inverno pode ser aliado de quem quer emagrecer e ganhar condicionamento

Para muitas pessoas que praticam atividades físicas, quando a temperatura cai, chega a dar aquela preguiça para treinar, não é mesmo? Mas, saiba que a ciência mostra que o inverno é um grande aliado para quem deseja emagrecer, melhorar o condicionamento físico e consolidar o hábito de se exercitar.

Leandro Twin, da BlueFit, explica que em temperaturas mais baixas, o corpo aumenta o gasto energético para preservar sua temperatura interna.

“Dependendo das condições ambientais e da exposição ao frio, esse processo pode elevar o consumo calórico diário, tornando o inverno um aliado para quem está em um programa de emagrecimento associado à alimentação equilibrada e à prática regular de exercícios. Claro que o inverno não faz milagres, mas é importante ressaltar o quanto é importante manter a constância nessa época do ano”, completa o profissional.

Outro benefício é o maior conforto térmico durante a atividade física. Em comparação aos dias muito quentes, o inverno costuma favorecer exercícios mais intensos e prolongados, já que o organismo sofre menos com o calor excessivo e a sensação de fadiga pode ser reduzida.  

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5 hábitos para manter a rotina de treinos no inverno

De acordo com uma revisão publicada no European Journal of Clinical Nutrition, a exposição ao frio ativa a chamada termogênese induzida pelo frio, mecanismo pelo qual o organismo aumenta o gasto energético para manter a temperatura corporal estável.

Esse processo envolve a ativação do tecido adiposo marrom, responsável por gerar calor a partir da utilização de energia, e ajuda a explicar por que temperaturas mais baixas podem favorecer o metabolismo quando associadas à prática regular de atividade física.  

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“Esse aumento do gasto energético no frio não deve ser visto como uma estratégia isolada para emagrecimento. Ele é um ajuste fisiológico do organismo para manter a temperatura corporal, que pode contribuir de forma secundária em um contexto de rotina ativa. O mais importante continua sendo a regularidade da atividade física e a combinação com hábitos como alimentação equilibrada e descanso adequado”, explica a nutricionista Larissa Amorim.   

No fim das contas, o inverno não precisa ser um convite para pausar a rotina de treinos. A estação pode ser justamente o contrário: um momento de consistência.

Quando o ambiente é confortável e a prática se encaixa na rotina, fica mais fácil manter a frequência e evitar as interrupções tão comuns nos dias mais frios.

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E, nesse ritmo, o que começa como um desafio de sair de casa pode acabar se tornando a mola propulsora necessária para criar hábitos  e seguir em movimento mesmo quando a temperatura cai.  

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Não sinto o glúteo na elevação pélvica. Como corrigir?

A elevação pélvica se destaca quando o assunto é treino de bumbum, auxiliando na definição dessa região do corpo e na manutenção da funcio...