quinta-feira, 26 de março de 2026

Barra W e barra Reta: qual a diferença entre elas?

As barras são equipamentos essenciais para os mais variados tipos de exercícios na musculação. Sejam treinos superiores ou inferiores, elas são extremamente importantes para potencializar os músculos durante a execução dos exercícios, para te ajudar a alcançar seus objetivos, seja hipertrofia ou emagrecimento. Entre elas, existem a barra reta e a barra W. Você sabe a diferença entre elas? É o que vamos descobrir a seguir!

Barra Reta

A barra reta é um dos equipamentos mais comuns na musculação, principalmente por ser extremamente a mais versátil de todas.

Com ela, você pode fazer treinos de peito, pernas (como agachamentos), bíceps na rosca direta e muito mais! Mas fique atento ao tamanho e peso, porque variam bastante. Por isso é importante sempre contar com a ajuda de um profissional para te auxiliar nos exercícios e entender suas necessidades e quais pesos ideais para usar em cada exercício

Barra W

Se você é dos que sentem desconforto no antebraço ou no pulso na hora de executar a rosca direta com a barra tradicional, por exemplo, a barra W é a melhor opção, pois as mãos ficam posicionadas nas inclinações, próxima ao centro. 

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E tem mais: por conta do formato, a barra W ajuda você a exercitar melhor os músculos do antebraço. Ela também é uma ótima alternativa para treinos de tríceps

Exercícios básicos que não podem faltar no treino

Veja a seguir dicas de exercícios para fazer com a barra reta e  com a barra W:

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Barra reta:

Barra W

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Fonte: Blog Smart Fit 

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Suplementação é válida também para quem não treina?

Que a suplementação sempre teve um papel importante para quem pratica atividades físicas, principalmente na melhora da recuperação muscular ou repor nutrientes, isso não é novidade. Mas, ela também é válida para quem não treina?

“A suplementação pode ser importante em diferentes fases da vida ou em situações específicas, independentemente do nível de atividade física. Ela costuma ser indicada quando há deficiência nutricional identificada, aumento das necessidades ou dificuldade em atingir as recomendações diárias apenas por meio da alimentação”, explica Carolaine de Oliveira, Nutricionista da Maxinutri.

De acordo com a profissional, entre os exemplos mais comuns estão baixos níveis de vitaminas e minerais, dietas com necessidades específicas, envelhecimento, gestação ou condições que afetam a absorção de nutrientes. “Nesses contextos, a suplementação tem um papel relevante ao contribuir para corrigir ou prevenir deficiências e apoiar o funcionamento adequado do organismo”, completa.

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E não para por aí! Nutrientes como vitamina D, ferro, vitamina B12 e ômega-3 recebem atenção especial, já que sua ingestão ou síntese nem sempre ocorre de forma suficiente para todas as pessoas, o que reforça a importância da suplementação como estratégia nutricional em muitos casos.

Diferentes fases, diferentes suplementos

No caso das crianças, a seletividade alimentar também pode influenciar na ingestão adequada de nutrientes. Em determinadas fases da infância, é comum que haja recusa de alguns grupos alimentares, o que pode impactar o consumo de vitaminas e minerais importantes. Nesses cenários, a suplementação pode ser considerada como uma forma de complementar a alimentação, sempre com orientação profissional.

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Já em fases como o envelhecimento e a menopausa, a atenção à ingestão de nutrientes também se torna ainda mais relevante. A proteína, por exemplo, tem sido cada vez mais inserida na rotina para auxiliar na manutenção da massa muscular ao longo do tempo. A creatina também vem sendo estudada em diferentes contextos, incluindo aspectos relacionados à função cognitiva, ampliando seu uso para além do desempenho físico.

“A orientação profissional é fundamental para garantir uma suplementação adequada e segura, considerando que tanto a deficiência quanto o excesso de nutrientes podem impactar o organismo”, finaliza.

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Caminhada: forte aliada no emagrecimento, desde que feita com intensidade, estratégia e consistência

A caminhada é uma das atividades físicas mais democráticas e fáceis de incorporar à rotina. Porém, muitas pessoas ainda têm dúvidas do quanto ela pode colaborar para o processo de emagrecimento.

Cacá Ferreira, gerente técnico e corporativo da Cia Athletica, afirma que caminhar pode sim contribuir para a perda de peso, mas é preciso ir além do básico. “A caminhada só gera resultados mais expressivos quando existe um controle de intensidade, frequência e progressão. Caso contrário, o gasto calórico tende a ser baixo”, explica.

E para tornar a caminhada um treino totalmente eficiente, o primeiro passo é ajustar o ritmo. Caminhar lentamente pode trazer benefícios para a saúde, mas não necessariamente para o emagrecimento. “É importante atingir uma intensidade moderada, em que a pessoa perceba a respiração mais ofegante, mas ainda consiga manter uma conversa curta. Esse é um indicativo de que o corpo está realmente trabalhando”, orienta o especialista. A frequência cardíaca também é um bom parâmetro para garantir que o esforço esteja adequado.

Outro ponto essencial é a progressão do treino. Manter sempre o mesmo tempo e ritmo pode fazer com que o corpo se adapte rapidamente, reduzindo os resultados ao longo do tempo. Por isso, variar o estímulo é fundamental. “Incluir subidas, alternar momentos de caminhada mais rápida com períodos de recuperação ou até inserir pequenos trotes são estratégias que aumentam o gasto calórico e potencializam o emagrecimento”, destaca Cacá.

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Caminhar na praia faz mal para a coluna?

A regularidade também tem papel decisivo. Caminhar eventualmente não será suficiente para promover mudanças significativas no peso corporal. O ideal é manter uma frequência semanal consistente, alinhada às recomendações de atividade física. “Mais importante do que fazer um treino muito intenso em um único dia é manter uma rotina ativa ao longo da semana. A constância é o que traz resultado de verdade”, afirma.

Por fim, é importante lembrar que a caminhada, sozinha, pode não ser suficiente para atingir objetivos mais ambiciosos de emagrecimento. A combinação com outros tipos de treino, como a musculação, e o cuidado com a alimentação fazem toda a diferença. “O emagrecimento é resultado de um conjunto de fatores. A caminhada é uma excelente porta de entrada, mas, quando bem estruturada e combinada com outros hábitos saudáveis, ela se torna ainda mais eficiente”, conclui o gerente da Cia Athletica.

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Barra W e barra Reta: qual a diferença entre elas?

As barras são equipamentos essenciais para os mais variados tipos de exercícios na musculação . Sejam treinos superiores ou inferiores, elas...