quarta-feira, 8 de abril de 2026

Descanso também é treino: por que ele é essencial para resultados

Descanso também é treino. Tão importante quanto a prática regular dos exercícios físicos, o respeito ao tempo de recuperação do corpo é indispensável para que os resultados fitness apareçam e aconteçam de maneira segura e saudável.

Tem quem acredite que treinar demais é o que vai fazer os efeitos surgirem (e ainda mais rápido), mas não é assim que funciona. O processo exige respeito aos limites do corpo, constância e descanso adequado entre os estímulos.

“O treino intenso é apenas uma parte da equação quando o assunto é hipertrofia. O verdadeiro crescimento muscular acontece fora da academia, durante os períodos de descanso”, pontua Eduardo Netto, diretor técnico da Bodytech Company.

A importância do descanso para os resultados fitness

O estímulo do treino provoca microlesões nas fibras musculares, comparáveis a pequenos golpes que “esculpem” o tecido. Com isso, o corpo, durante o repouso, reconstrói essas fibras, tornando-as mais fortes e volumosas.

Ou seja, ignorar o descanso pode levar ao overtraining, um quadro que pode gerar a redução da performance física e o aumento do risco de lesões. É como tentar reformar uma parede sem deixar o cimento secar: em vez de evoluir, você trava o progresso.

O tempo ideal de recuperação

De acordo com recomendações da National Academy of Sports Medicine (NASM, 2022) e do American College of Sports Medicine (ACSM, 2022), cada grupo muscular deve descansar entre 48 e 72 horas antes de ser novamente estimulado.

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Isso significa que, se você treinou os músculos do peito na segunda-feira, o ideal é só retomar os estímulos na quinta ou sexta. Essa janela de tempo permite restaurar o glicogênio muscular, reparar tecidos e otimizar a síntese proteica.

Divisões inteligentes de treino (como alternar membros superiores e inferiores em dias consecutivos) possibilitam manter uma rotina frequente sem sobrecarregar os mesmos músculos.

Cuidados essenciais nos dias de descanso

Mesmo longe da carga pesada, é possível otimizar a recuperação:

  • Alimentação: a ingestão de proteínas (1,6 a 2,2 g/kg/dia) fornece os aminoácidos essenciais para a reconstrução muscular. Carboidratos repõem energia e reduzem a degradação proteica, enquanto gorduras boas, como o ômega-3, auxiliam no controle da inflamação;
  • Recuperação ativa: atividades leves, como caminhadas, alongamentos ou mobilidade articular, ajudam a melhorar a circulação, remover metabólitos acumulados e reduzir dores musculares;
  • Sono: períodos de sono de 7 a 9 horas são fundamentais para a liberação hormonal (GH e testosterona) e consolidação das adaptações fisiológicas.
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Netto explica que fortalecer os músculos é cuidar da saúde, e não apenas uma questão de estética. O treinamento de força é um dos pilares para o envelhecimento saudável, funcional e com autonomia.

“É importante respeitar os limites e os dias de descanso, alternar os grupos musculares a cada treino, aumentar o peso com cautela, segurança e orientação de um profissional capacitado. O grande segredo é manter a constância até se tornar um hábito”, conclui.

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Treina, mas não emagrece? Veja o que pode estar te atrapalhando

 

 

 

 

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/descanso-tambem-e-treino/

Endurance Run 3C, da JBL: testamos o fone com fio e à prova d’água

Os fones de ouvido estão presentes na vida de muitas pessoas. Seja na prática esportiva ou até mesmo para os que escutam música ou assistem a filmes e séries enquanto vão para o trabalho. E a JBL inovou trazendo três novas versões do JBL Endurance Run 3. 

São fones com cabo 3.5mm, com cabo USB-C e Wireless, ou seja, , literalmente para todos os gostos e estilos. Os modelos oferecem tecnologia e conforto o para a prática de exercícios físicos, com maior resistência à água e à poeira, além de novas cores.

O destaque está nas tecnologias:

  • FlipHook™,  que permite o usuário utilizar com o fio passando por trás da orelha para maior fixação mecanismo flexível bidirecional para usar os fones de ouvido dentro do ouvido ou atrás da orelha.
  • TwistLock™, que garante um design ergonômico para oferecer um encaixe seguro, vedação no ouvido e estabilidade em qualquer tipo de treino. Além disso, as ponteiras magnéticas dos produtos auxiliam no fácil manejo dos cabos quando não estiverem em uso.
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<span class="hidden">–</span>./Divulgação
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Endurance Run 3C USB-C: fios não saem de moda

Eu acabei me adaptando a correr com fones sem fio como o Endurance Race 2, que já trouxemos o review aqui. Mas voltar a correr com um fone com fio não foi difícil, principalmente pela praticidade que esse modelo oferece.

Então, se você não se adaptou com fones sem fio, o Endurance Run 3C USB-C é o ideal, pois, além de ter um comprimento com o fio adequado para você correr com o celular em uma pochete, por exemplo.

JBL Endurance Run 3C USB-C tem como principal atrativo o áudio hi-res, o que oferece uma ótima qualidade sonora.

E, por meio da conexão via cabo, o modelo reproduz som de alta resolução, desde que a plataforma de streaming tenha arquivos com essa característica. Além disso, outro destaque é a compatibilidade com a conexão P2, algo que a maioria dos dispositivos não possui.

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Além disso, o manuseio dele para troca de faixas, volume ou atender ao telefone é muito prático.

Fora as borrachinhas que aderem ao ouvido e dificilmente caem durante a corrida, não machucando também (além de não consumir tanto a bateria do telefone, já que conectar o relógio + fone, acaba consumindo bastante).

Então, se você é do time dos fones com fios, o JBL Endurance Run 3C USB-C vai ser seu melhor amigo na hora dos treinos! E de qualquer treino, literalmente!

JBL Endurance Run 3 USB-C

endurance-run-3c-usb-c
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Vai correr? Veja 5 alongamentos para fazer antes

 

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/endurance-run-3c/

Energia, força e longevidade: o papel da creatina na rotina alimentar

A creatina é um suplemento que sempre foi associado ao universo da prática de atividades físicas. Mas hoje, ela também entra no contexto de manutenção da massa muscular e também qualidade de vida ao longo dos anos.

Isso porque a creatina é um composto naturalmente produzido pelo organismo, mas que também é objetivo por meio da alimentação.

 

Segundo a nutricionista Gabriela Melos, parceira da Plant Power, essa ampliação de uso está diretamente relacionada às funções que a creatina exerce no organismo. 

“A creatina participa de processos importantes de produção de energia muscular e também de recuperação. Por isso, ela deixou de ser vista apenas como um suplemento de performance e passou a ser considerada em diferentes contextos”, explica.

Energia rápida para momentos de alta demanda 

A nutricionista conta que, no organismo, a creatina é armazenada principalmente nos músculos na forma de fosfocreatina. Ela integra um sistema responsável por regenerar rapidamente o ATP, a principal molécula de energia das células.

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Esse mecanismo é especialmente importante em situações de alta exigência muscular, quando há necessidade de produção imediata de energia, como em sprints, tiros na natação, mudanças bruscas de ritmo ou exercícios de força.

“Em atividades de curta duração e alta intensidade, o músculo precisa gerar energia de forma muito rápida. A creatina participa justamente desse sistema energético mais imediato”, explica Gabriela.

Desempenho e capacidade de sustentar o treino

Além de contribuir para esforços explosivos, a creatina também está relacionada à capacidade de manter o desempenho ao longo de sessões de treino.

Durante exercícios repetidos, como séries de musculação ou treinos intervalados, ocorre uma queda progressiva da disponibilidade de energia. Níveis adequados de creatina muscular participam do processo de reposição dessa energia, o que pode ajudar na sustentação do esforço ao longo do treino.

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Papel na recuperação muscular

A creatina também virou tema, nos últimos anos, quando o assunto é recuperação muscular.

Além de atuar na produção de energia, a creatina está envolvida em processos celulares que contribuem para a regeneração muscular após o exercício.

Isso inclui suporte à ressíntese de energia, possível redução de marcadores de dano muscular e auxílio na manutenção da função muscular após treinos intensos.

“Não é apenas sobre produzir energia durante o exercício. A creatina também participa do processo de recuperação, ajudando o músculo a se preparar melhor para os estímulos seguintes”, destaca a nutricionista.

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Esse efeito é especialmente relevante em rotinas com alta frequência de treinos ou em períodos de maior carga, nos quais a recuperação adequada é determinante para a adaptação.

Massa muscular e longevidade

A massa muscular tem papel central na força, na mobilidade e na autonomia. Ao longo do envelhecimento, a sua manutenção está diretamente associada à qualidade de vida.

Nesse contexto, a combinação entre alimentação adequada, prática de exercícios e estratégias nutricionais específicas passa a ser cada vez mais discutida.

“A preservação da massa muscular ao longo da vida está ligada à funcionalidade do organismo. Nutrição e exercício caminham juntos nesse processo”, reforça Gabriela.

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Creatina na alimentação e na suplementação

A creatina pode ser encontrada naturalmente em alimentos de origem animal, como carnes e peixes. No entanto, as quantidades presentes na dieta costumam ser inferiores às necessárias para o seu efeito ergogênico, ou seja, melhora do desempenho.

Por isso, a suplementação se tornou uma forma prática de garantir ingestão recomendada em estratégias nutricionais voltadas para o desempenho físico, recuperação e preservação de massa muscular.

 

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/energia-forca-e-longevidade-o-papel-da-creatina-na-rotina-alimentar/

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