domingo, 30 de agosto de 2026

Um café da manhã nutritivo: torrada com abacate e ovo pochê

Procurando uma receita para um café da manhã gostoso, nutritivo e fácil de preparar? Que tal apostar em uma torrada com abacate e ovo pochê? Ela consiste em uma combinação equilibrada de sabores e texturas e que pode fazer bem à saúde.

A crocância da torrada, o toque cremoso do abacate e o ovo no ponto certo são detalhes que transformam essa receita em uma opção deliciosa e ideal para um desjejum reforçado.

A seguir, a Piraquê, tradicional marca brasileira de produtos alimentícios, ensina o passo a passo para fazer a torrada com abacate e ovo pochê. Não perca!

Receita: torrada com abacate e ovo pochê

Rendimento: 8 porções. Tempo de preparo: 15 minutos

Ingredientes

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  • 8 ovos
  • 1 abacate pequeno
  • 1 pacote de torrada
  • Pimenta caiena a gosto
  • Azeite a gosto
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Disponha em 8 potinhos de vidro, ou recipientes pequenos, untados com azeite sobre uma assadeira de laterais altas.

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Leve a assadeira para a boca do fogão e coloque água o suficiente para cobrir metade dos potinhos.

Quebre os ovos e coloque cada um em cada potinho. Tempere com sal a gosto e ligue o fogo. Cozinhe até que a clara fique cozida e a gema mole.

Descasque o abacate e corte em lâminas. Coloque um ovo sobre a torrada e tempere com a pimenta.

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Disponha as lâminas de abacate, tempere com sal, uma pitada de pimenta caiena e um fio de azeite. Sirva.

Dica: Se preferir, use avocado e ovinhos de codorna. Cozinhe o ovo no micro-ondas por cerca de 30 segundos.

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Chocolate quente proteico: aqueça seu inverno sem sair da dieta

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/receita-torrada-abacate-ovo-poche/

Depois dos 40, músculo se conquista com estratégia!

Para muitas mulheres, chegar aos 40 representa um momento de mudança na relação com o próprio corpo. O treino continua presente na rotina, três, quatro, até cinco vezes por semana, mas aquela sensação de evolução rápida dos anos anteriores parece desaparecer. A carga deixa de subir com facilidade, a recuperação pode ficar mais lenta e o corpo já não responde da mesma maneira aos mesmos estímulos.

Isso não significa que ganhar massa muscular depois dos 40 seja mais difícil a ponto de ser desanimador, significa que o treinamento precisa ser mais estratégico.

A hipertrofia continua sendo uma resposta biológica possível e extremamente importante nessa fase da vida! Afinal, preservar e aumentar massa muscular está relacionado não apenas à estética, mas também à força, funcionalidade, metabolismo, autonomia e qualidade do envelhecimento.

Para a mulher 40+, portanto, a pergunta não deveria ser “quanto mais eu preciso treinar?”, mas sim: “estou oferecendo ao meu corpo o estímulo certo para construir músculo?”.

Cinco pontos fazem diferença

1. Treine para construir músculo e não apenas para gastar calorias

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É muito comum associar um bom treino à sensação de cansaço, suor ou alto gasto calórico, mas a hipertrofia não é uma competição de quem termina o treino mais exausta.

O músculo precisa receber um estímulo suficientemente desafiador para se adaptar. Isso significa trabalhar com cargas, repetições e volume compatíveis com o objetivo, além de buscar progressão ao longo do tempo.

Se a mulher repete há meses exatamente os mesmos exercícios, com a mesma carga e o mesmo número de repetições, dificilmente haverá um estímulo novo capaz de provocar grandes adaptações.

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O princípio é simples: o treino precisa evoluir junto com você.

2. Não tenha medo de treinar pesado

Um dos maiores equívocos que encontro entre mulheres maduras é a associação entre cargas maiores e risco de “ficar musculosa demais” ou de perder feminilidade.

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Isso não acontece dessa maneira. A musculação com cargas adequadamente prescritas é uma das ferramentas mais importantes para estimular o ganho e a manutenção de massa muscular.

O que determina o resultado é a combinação entre treinamento, volume, intensidade, alimentação, genética e tempo e não simplesmente levantar pesos.

Para hipertrofia, o treino precisa apresentar desafio. Isso não significa levantar uma carga incompatível com a capacidade individual, muito menos executar movimentos sem técnica. Significa sair progressivamente da zona de conforto, com planejamento e orientação.

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Músculo não responde à intenção. Responde ao estímulo.

3. Proteína não é detalhe: é matéria-prima

Não adianta investir em um excelente programa de musculação e deixar a alimentação em segundo plano.

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A síntese de proteínas musculares depende da disponibilidade de aminoácidos, e a ingestão adequada de proteína passa a ter papel ainda mais relevante quando o objetivo é preservar ou aumentar massa muscular ao longo do envelhecimento.

Mais importante do que concentrar uma grande quantidade de proteína em uma única refeição é garantir uma ingestão adequada ao longo do dia, distribuída entre as principais refeições e ajustada às necessidades individuais.

O foco também não deve estar apenas em suplementos. O primeiro passo é organizar uma alimentação nutricionalmente adequada, com boas fontes proteicas e energia suficiente para sustentar o treinamento e a recuperação.

Suplemento pode ser uma ferramenta. Não substitui estratégia nutricional.

4. Recuperar também faz parte do treino

Existe uma contradição interessante na mulher que deseja ganhar músculo: ela aumenta a frequência dos treinos, mas nem sempre aumenta a qualidade da recuperação.

Depois dos 40, especialmente para quem concilia trabalho, família, responsabilidades e uma rotina intensa, recuperação precisa deixar de ser vista como “tempo perdido”.

É durante o período de recuperação que o organismo realiza parte importante dos processos de adaptação ao treinamento. Sono insuficiente, excesso de volume, pouca ingestão energética e ausência de períodos adequados de recuperação podem comprometer o desempenho e a capacidade de evolução.

Treinar cinco vezes por semana pode funcionar muito bem para uma mulher e ser excessivo para outra.

Mais treino não significa necessariamente mais músculo. O melhor programa é aquele que o organismo consegue absorver.

5. Entenda os hormônios, mas não entregue a eles todo o protagonismo

A partir dos 40, a mulher pode começar a vivenciar mudanças hormonais que se tornam mais evidentes na transição para a menopausa.

Alterações nos níveis de estrogênio, por exemplo, podem acompanhar mudanças na composição corporal e na distribuição de gordura, além de interferir indiretamente na percepção de recuperação e desempenho.

Mas existe um cuidado importante: não transformar a menopausa em uma sentença metabólica. A mulher não perde a capacidade de desenvolver força e massa muscular porque passou dos 40…. O que muda é o contexto fisiológico — e, justamente por isso, treinamento, alimentação, sono, estresse e saúde global precisam ser analisados de maneira integrada.

Quando necessário, questões hormonais devem ser avaliadas individualmente por profissionais habilitados. Hormônio não é atalho para hipertrofia, assim como a menopausa não é explicação automática para toda dificuldade de mudança corporal.

Aos 40, menos improviso e mais estratégia

A mulher que já treina três a cinco vezes por semana não necessariamente precisa aumentar ainda mais sua rotina de exercícios para ganhar músculo. Muitas vezes, ela precisa qualificar o que já está fazendo.

Treinar com progressão, utilizar cargas adequadas, consumir proteína suficiente, dormir bem e respeitar a recuperação são estratégias muito mais relevantes do que simplesmente acumular horas na academia.

E talvez essa seja uma das melhores notícias sobre envelhecer: o corpo continua capaz de responder ao estímulo.

Aos 40, 50 ou 60 anos, construir músculo não é voltar no tempo. É investir no corpo que queremos levar para as próximas décadas. Depois dos 40, músculo não se conquista com pressa. Conquista-se com consistência, inteligência e estratégia.

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BIANCA VILELA é autora do livro Respire, palestrante, mestre em fisiologia do exercício pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e produtora de conteúdo. Desenvolve programas de saúde em grandes empresas por todo o país há quase 20
anos. Na Boa Forma fala sobre saúde no trabalho, produtividade e mudança de hábitos. Não deixe de visitar o Instagram: @biancavilelaoficial

A partir de qual idade ocorre uma queda na massa muscular?

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/home-office-saudavel/depois-dos-40-musculo-se-conquista-com-estrategia/

Não basta correr: por que recuperar o corpo virou parte da rotina

Para que você possa ter uma rotina ativa de atividades físicas, como a corrida, o corpo também precisa de recuperação, não é mesmo? E o chamado recovery ganhou espaço entre atletas profissionais e amadores, como sendo um momento de recuperação no pós-esporte.
O recovery é uma prática que tem se popularizado cada vez mais e a gente vê isso, principalmente em provas, tanto na retirada dos kits, quanto após as provas, em que há espaços dedicados para a recuperação dos atletas.
Em tempos de grandes eventos esportivos e o crescente interesse pelas corridas de rua e maratonas, tais estratégias são incentivadas com objetivo de promover a recuperação física e funcional do organismo.

À medida que entusiastas do esporte adquirem conhecimento sobre o tema, acompanhados dos avanços tecnológicos, é possível ter uma boa recuperação e melhor performance futura no esporte.

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No momento posterior aos ciclos de provas, como maratonas, que exigem muito dos atletas, e competições, é fundamental seguir recomendações dos profissionais da saúde, maior atenção com alimentação, exercícios e atividades que estimulem a recuperação. Entre elas destacam-se:
Nutrição: o consumo adequado de proteínas melhora a recuperação, a função imunológica e o crescimento e manutenção da massa magra. A ingestão de proteínas de alta qualidade após a prática esportiva ajuda a fornecer os aminoácidos que o organismo utiliza para reparação e crescimento dos músculos.
Massagem terapêutica: voltada para a recuperação muscular. A massagem ajuda a relaxar os músculos, reduzir a tensão e eliminar toxinas.

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Exercícios ativos de baixa intensidade: exercícios de baixa intensidade são importantes por serem tão benéficos quanto os de alta intensidade, por melhorarem a resistência física, reduzirem o risco de lesões e permitirem que o corpo volte ao normal progressivamente.

Crioterapia: banhos de gelo ou compressas frias são benéficos para reduzir a inflamação, diminuem o inchaço e aliviam a dor muscular após exercícios intensos.

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Bota de compressão: o recurso de compressão que vem sendo utilizado por corredores e maratonistas controla e reduz edemas pós-exercício, melhora o fluxo venoso e linfático, proporciona o relaxamento muscular e alivia dores e a fadiga.

Os métodos utilizados em recovery otimizam o processo de recuperação e melhoram o condicionamento físico como um todo. Importante ressaltar que a escolha da estratégia deve respeitar a individualidade de cada um, acompanhado de orientações de profissionais da saúde para garantir segurança e eficácia.

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Fonte: YoPRO

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/nao-basta-correr-por-que-recuperar-o-corpo-virou-parte-da-rotina/

Um café da manhã nutritivo: torrada com abacate e ovo pochê

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