quarta-feira, 28 de outubro de 2026

A Maratona na Cidade dos Ventos: como me diverti nos 42km em Chicago

Demorei um pouco para vir aqui contar como foi a Maratona de Chicago, porque eu quis reunir aqui tudo o que essa aventura me proporcionou, desde de correr os 42km, como também conhecer a conhecida “Cidade dos Ventos”.

E tudo isso aconteceu à convite da Choose Chicago, que é a organização oficial de marketing e vendas de turismo de Chicago. Eles pensaram em tudo, desde o hotel onde fiquei hospedada, até passeios turísticos famosos da cidade. 

Fiquei hospedada no histórico Palmer House Hilton Hotel, conhecido por ser o hotel mais antigo em operação da América do Norte, com mais de 155 anos.

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Antes da maratona, também fui ao Skydeck, o prédio mais alto da cidade, chegando ao 103° andar e pude apreciar uma vista maravilhosa de Chicago, e também fiz um passeio pelo Lady First, barco que passa pelos rios Chicago e Michigan, contando um pouco mais da história da arquitetura da cidade. 

Mulher sorridente de cabelo castanho, blusa azul e calça preta, sentada de pernas cruzadas em uma plataforma de vidro transparente, com a cidade vista de cima, repleta de edifícios e ruas, sob um céu claro
Durante minha visita no Skydeck, com um visual incrível de Chicago ao fundo../Arquivo pessoal
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Claro que também passei pelo Cloude Gate, o conhecido “The Bean”, no incrível Millenium Park, além de passar em frente ao famoso Teatro de Chicago.

O grande dia: a Maratona de Chicago 

Quando começo a lembrar da Maratona de Chicago e tudo o que vivi nos 42 quilômetros, que passam por 29 bairros da cidade, eu fico até perdida por onde começar a contar, porque Chicago literalmente respira a corrida. Não apenas pela estrutura da prova, com os pontos de hidratação, com água e isotônicos, até os próprios moradores da cidade que nos motivaram com a sua torcida. 

Além dos mais de 54 mil inscritos que vieram dos quatro cantos do mundo, os moradores de Chicago estavam pelas ruas do percurso do começo ao fim: crianças, famílias, todos prontos para torcer e até mesmo ajudar os atletas. No meu caso, parei no km 25 para alongar e um morador da cidade surgiu com um spray para passar na minha perna, evitando cãibras. 

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O famoso 67 (six, seven) estava estampado em cartazes, que também foram uma atração à parte durante a corrida. Diversas mensagens, desde as de motivação, até mesmo engraçadas foram escritas pelos moradores da cidade para torcer para quem estava correndo.

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E eu não podia ver uma bandeira do Brasil que estava interagindo com as pessoas. Até que uma mulher, que apelidei carinhosamente de “anja” apareceu do meu lado entre os kms 35 e 36 com um refrigerante (só quem corre uma maratona entende o quanto isso é valioso nesse momento da prova!).

O calor foi também uma surpresa no final da prova. Estava muito quente, algo que eu não estava preparada, pois a prova acontece no Outono, estação que traz climas mais amenos (o que não foi o caso na prova). Mas, como citei acima, a hidratação também foi uma atração à parte e, depois de finalizar a prova, a organização deixou saquinhos de gelo e uma cerveja (sim, a gente merecia) para cada atleta brindar a chegada.

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Uma prova que a gente encontra o mundo inteiro em 42 mil metros, com muita festa, diversão e conquistas!  

Veja abaixo como foi a maratona de Chicago!

Resultados da Maratona de Chicago 2026

Top 10 feminino 

  1. Hawi Feysa (ETH) – 2:13:33
  2. Sharon Lokedi (KEN) – 2:14:07
  3. Brigid Kosgei (KEN) – 2:14:55
  4. Mary Ngugi-Cooper (KEN) – 2:17:23
  5. Joan Kilimo (KEN) – 2:18:39
  6. Isobel Batt-Doyle (AUS) – 2:20:38
  7. Emma Grace Hurley (USA) – 2:20:47
  8. Degitu Azimeraw Asires (ETH) – 2:20:59
  9. Magdalyne Masai (KEN) – 2:21:11
  10. Loice Chemnung (KEN) – 2:21:18

Top 10 masculino

  1. Amos Kipruto (KEN) – 2:01:09
  2. Tadese Bikila (ETH) – 2:02:56
  3. Milkesa Mengesha (ETH) – 2:03:46
  4. Jacob Kiplimo (UGA) – 2:04:18
  5. Boki Diriba (ETH) – 2:05:01
  6. Daniel Mateiko (KEN) – 2:05:01
  7. Clayton Young (USA) – 2:05:23
  8. Charles Hicks (USA) – 2:05:35
  9. Akira Akasaki (JPN) – 2:05:47
  10. Vincent Mauri (USA) – 2:06:45

Chicago é nota 10

Chicago foi eleita a melhor cidade grande dos Estados Unidos pelos leitores da Condé Nast Traveler, uma das revistas especializadas em viagens mais renomadas no mundo. Esse é o décimo ano consecutivo em que Chicago tem destaque e, com isso, a Choose Chicago, empresa que me trouxe para fazer a Maratona, realizou um encontro, um dia antes da prova, com parceiros em um barco que andou pelo Rio Chicago durante cerca de uma hora.

Com esse passeio, pude ver o quanto a cidade vive a corrida nesses dias. Muitas pessoas, de todo o mundo, estavam pelas ruas de Chicago, correndo, caminhando e admirando a arquitetura local, que é realmente muito bonita.

Vale, e muito, a pena conhecer Chicago, não apenas pela corrida, mas também pela arquitetura do local! 

Diário de Bordo – Maratona de Chicago 

Eu contei um pouquinho de cada dia em Chicago nos links a seguir! 

O que é necessário fazer para ser um maratonista?

 

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/maratona-chicago-2026/

Maçã: 5 motivos para você consumir a fruta todos os dias

A maçã é uma das frutas mais conhecidas do mundo, presente não apenas na rotina de quem precisa de uma fruta prática para o consumo, mas também em histórias e tradições em diferentes culturas. Ela é rica em fibras e compostos antioxidantes, a fruta tem sido objeto de pesquisas que investigam seus possíveis benefícios à saúde.

5 motivos para você consumir maçã todos os dias

1. Aumenta a saciedade

A maçã traz um elevado teor de água e fibras alimentares, características que ajudam a prolongar a sensação de saciedade.

Um estudo publicado na ⁠revista Appetite observou que consumir a fruta inteira proporcionou maior saciedade e reduziu em aproximadamente 15% a ingestão total de calorias na refeição em comparação com quem não consumiu a fruta.

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2. Pode ajudar a controlar o colesterol

A pectina, uma fibra solúvel presente na maçã, pode reduzir a reabsorção intestinal de ácidos biliares quando consumida em quantidades suficientes, o que pode contribuir para o controle dos níveis de colesterol.

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“A fruta também fornece polifenóis, compostos que vêm sendo estudados por seus possíveis efeitos sobre o metabolismo das gorduras”, acrescenta a nutricionista Fabiana Cremer García, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife.

3. Pode estar associada a um menor risco de diabetes tipo 2

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Segundo Fabiana, apesar de conter açúcares naturais, a maçã também fornece fibras que podem retardar a absorção de carboidratos, contribuindo para uma resposta glicêmica mais controlada.

Uma metanálise publicada na revista ⁠Food & Function, que reuniu cinco estudos prospectivos com mais de 228 mil participantes, identificou que pessoas com maior consumo de maçãs e peras apresentavam um risco 18% menor de desenvolver diabetes tipo 2.

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4. Contribui para a saúde cardiovascular

“Além de seus possíveis benefícios para o colesterol, a maçã fornece polifenóis, como quercetina e catequinas, que apresentam propriedades antioxidantes com possíveis benefícios cardiovasculares”, fala a nutricionista.

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Na análise publicada no ⁠The American Journal of Clinical Nutrition, os pesquisadores observaram melhora da função dos pequenos vasos sanguíneos após oito semanas de consumo de duas maçãs por dia. Entretanto, não houve redução significativa da pressão arterial.

Outra ⁠revisão sistemática e metanálise identificou que o maior consumo de maçãs e peras estava associado a um risco aproximadamente 11% menor de doenças cerebrovasculares, incluindo o AVC. No entanto, esses resultados ainda não comprovam que o consumo da fruta previna infartos ou AVCs.

5. Favorece a saúde intestinal

Estudos sugerem que as fibras e os polifenóis da maçã podem beneficiar a microbiota intestinal ao interagir com as bactérias que vivem no intestino, favorecendo sua atividade.

“Durante a digestão, são produzidas substâncias que participam da manutenção da barreira intestinal e de diferentes funções metabólicas e imunológicas”, finaliza Fabiana.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/maca-motivos-consumir-fruta-todos-dias/

Resistência à insulina: por que suplemento não resolve e o treino ajuda

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta a respeito do uso de suplementos alimentares para a resistência insulínica. Esses produtos têm sido apontados nas redes sociais como uma forma de tratamento da condição, o que atrapalha a busca por uma orientação e um diagnóstico apropriados. Entre as substâncias citadas como possíveis soluções para a resistência insulínica estão o magnésio, a berberina e o mio-inositol.

De acordo com o órgão, os suplementos alimentares até podem ser indicados por especialistas da área da saúde para alguns casos de resistência insulínica, auxiliando na correção de deficiências nutricionais. Entretanto, eles nunca devem ser encarados como uma alternativa terapêutica para o problema.

“Essas indicações não são seguras, podendo induzir as pessoas ao erro e fazer com que deixem de buscar acompanhamento médico adequado”, afirma a Anvisa, em um artigo publicado no gov.br.

O que é a resistência à insulina?

A resistência à insulina ocorre quando as células do organismo passam a responder menos à ação da insulina, responsável por permitir que a glicose presente no sangue seja utilizada como fonte de energia.

“Para compensar essa dificuldade, o pâncreas pode produzir mais insulina, mantendo a glicemia aparentemente normal durante um período. Com o tempo, porém, esse mecanismo de compensação pode deixar de ser suficiente, ficando resistente a ele”, explica a endocrinologista Fernanda Parra.

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O que causa resistência insulínica?

A resistência insulínica é uma condição multifatorial, associada a fatores genéticos, sedentarismo, dieta desbalanceada, sono inadequada e excesso de gordura visceral. Também recebe influência de alterações hormônios e outros diagnósticos (por exemplo, a síndrome ovariana metabólica poliendócrina).

“É importante mencionar que a resistência à insulina não está restrita a pessoas com obesidade. Indivíduos com peso considerado ideal também podem apresentar essa alteração”, diz a médica.

Quais são os riscos de ignorar a resistência à insulina?

Existe uma série de consequências negativas relacionadas à falta de um tratamento adequado da resistência à insulina. A situação pode evoluir para o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2, uma doença crônica que pode gerar complicações que afetam diferentes órgãos, incluindo rins, olhos, nervos e o sistema cardiovascular.

Além disso, evidências científicas apontam que a resistência à insulina consiste em um fator de risco significativo para complicações cardiovasculares, independentemente da presença de diabetes.

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“Também está associada a alterações como aumento dos triglicerídeos, redução do HDL, elevação da pressão arterial e acúmulo de gordura no fígado. Em conjunto, esses fatores podem contribuir para o surgimento da síndrome metabólica e aumentar o risco cardiovascular”, comenta a médica.

Quais são os sintomas da resistência à insulina? 

A resistência à insulina, na maioria das vezes, se manifesta de forma silenciosa e tende a permanecer assintomática por muito tempo. Por isso, ela costuma ser descoberta durante exames de rotina ou quando já há alguma condição associada.

“Em alguns casos, podem surgir sinais como escurecimento e espessamento da pele em regiões como pescoço, axilas e virilha. Cansaço e dificuldade para controlar o peso também podem estar presentes, porém são manifestações inespecíficas e, isoladamente, não confirmam o diagnóstico”, fala Parra.

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Por que suplementos alimentares não resolvem a resistência à insulina?

Os suplementos alimentares, por si só, não resolvem a resistência à insulina. “A condição envolve mecanismos metabólicos complexos, que exigem uma abordagem individualizada, com mudanças no estilo de vida e, quando indicado, tratamento medicamentoso”, ressalta a endocrinologista.

O uso indiscriminado de suplementos alimentares podem provocar efeitos adversos, interações medicamentosas ou problemas relacionados à qualidade ou à composição desses produtos. “Outro risco importante é adiar a investigação médica e deixar de adotar medidas que realmente contribuam para melhorar a saúde metabólica.”

A indicação de suplementos alimentares deve ser feita por um profissional e pode ser considerada em cenários específicos.

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“O paciente precisa entender que não existe uma fórmula única para todos. Antes de iniciar qualquer suplemento, é fundamental buscar orientação profissional e avaliar se há realmente uma necessidade”, fala Parra.

Qual é o papel do treino no tratamento da resistência à insulina?

A atividade física faz toda a diferença para o tratamento da resistência à insulina. O movimento regular ajuda o corpo a utilizar a glicose de um jeito mais eficiente. Durante o exercício, os músculos captam a glicose do sangue sem depender tanto da insulina, e esse efeito pode se prolongar por horas depois do treino.

“Durante a contração muscular, os músculos conseguem captar glicose por mecanismos que não dependem exclusivamente da ação da insulina”, esclarece Fernanda.

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Os treinos de força, como a musculação, colaboram para o aumento ou a preservação da massa muscular, que é importante para o metabolismo da glicose.

“Já os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida, ciclismo e natação, contribuem para melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e o controle metabólico.”

A combinação entre modalidades de força e atividades aeróbicas pode ser uma estratégia bastante interessante. “Mais importante do que buscar um treino extremamente intenso é construir uma rotina consistente, adequada às condições clínicas e à capacidade física de cada pessoa.”

Quais outros cuidados são importantes para o tratamento da resistência à insulina?

Além da atividade física, para o tratamento da resistência à insulina, há outros detalhes que merecem atenção no dia a dia. Um deles é a dieta, que deve ser rica em alimentos naturais, como vegetais, frutas e saladas, e pobre em ultraprocessados, doces, farinhas refinadas e bebidas açucaradas.

“Na alimentação, é importante priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, como verduras, legumes, frutas, leguminosas, cereais integrais e fontes adequadas de proteína. Também é recomendável reduzir o consumo excessivo de bebidas açucaradas, produtos ultraprocessados e alimentos com alta densidade energética”, orienta a endocrinologista.

A qualidade do sono e o manejo do estresse são outros pontos que precisam ser trabalhados para o tratamento da resistência insulínica. Dormir pouco ou de m aneira irregular prejudica a regulação hormonal e metabólica.

“Quando existe excesso de peso ou obesidade, a redução de gordura corporal, especialmente da gordura visceral, pode contribuir significativamente para a melhora da sensibilidade à insulina”, acrescenta a médica.

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Atividade física ajuda a reverter pré-diabetes?

 

 

 

 

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