sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Aos 68 anos, Madonna fala sobre adaptações no treino por problemas nas articulações

A Rainha do Pop sempre em movimento! Aos 68 anos, Madonna mostra que possui uma vida ativa e as atividades físicas estão presentes na sua rotina. Mas, por conta de problemas nas articulações, a cantora disse em entrevista que precisou realizar alterações nos seus treinos para não sobrecarregar o corpo.

Em entrevista à Interview Magazine, Madonna disse que até um ano atrás, ela pulava em trampolins e fazia exercícios aeróbicos dançando. “Eu submetia minhas articulações ao que um médico chamaria de sobrecarga. Não consigo fazer mais isso. Agora faço treino em circuito de alta intensidade”, contou.

Madonna ainda contou que as mudanças no corpo são a principal influência na sua relação com as atividades físicas. Os problemas no joelho fizeram com que muitas mudanças acontecessem, principalmente em seus treinos e até mesmo em seus shows, quando cancelou um dos shows da turnê “Madame X”, em Nova York, em 2019.

Musculação favorece a saúde dos joelhos?

Brucce Cota, professor de educação física e gerente executivo da rede de academias Contorno do Corpo, explica que A musculação é uma ferramenta poderosa para proteger os joelhos. “Desde que entendamos exatamente o que estamos fazendo. Não fortalecemos a articulação em si, mas o sistema muscular que a estabiliza”, pontua.

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De acordo com o profissional, 1uadríceps, isquiotibiais, glúteos e gastrocnêmios são responsáveis por formar um verdadeiro “cinto de segurança” articular, e o treino certo, com equilíbrio entre cadeia anterior e posterior e progressão controlada, é o caminho mais eficaz e seguro para quem quer joelhos saudáveis e protegidos.

Quando se preocupar com dor no joelho no treino?

Quais exercícios de musculação são bons para joelho?

O professor afirma que quando o assunto é a proteção do joelho, a sugestão é que a programa de treino priorize movimentos multiarticulares com progressão controlada e equilíbrio entre cadeia anterior e posterior. Entre os exercícios que podem funcionar como grandes aliados para esse objetivo estão:

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  • Agachamento (bilateral e unilateral): recruta quadríceps, glúteos e isquiotibiais em padrão funcional. A profundidade progressiva é – segura e benéfica quando a técnica e a mobilidade permitem — o mito de que “agachamento profundo lesiona o joelho” não é sustentado pela evidência em joelhos saudáveis.
  • Leg press: alternativa com menor demanda de estabilidade, útil em fases iniciais de reabilitação.
  • Cadeira extensora: isolamento do quadríceps, importante para reabilitação, mas deve ser complementada por exercícios de cadeia fechada.
  • Mesa flexora e stiff: fortalecem isquiotibiais.
  • Afundos e step-ups: exercícios unilaterais que exigem estabilidade dinâmica e recrutam glúteos — excelentes para controle do valgo.
  • Elevação pélvica e abdução de quadril: priorizam glúteos, corrigindo o padrão de colapso medial.
  • Panturrilha de pé: fortalece os gastrocnêmios, contribuindo para a absorção de impacto.

Quais exercícios de musculação são bons para joelho?

“Para a prescrição, é interessante priorizar exercícios de cadeia cinética fechada (agachamento, afundo, step-up) por serem mais funcionais e gerarem menor cisalhamento articular, complementando com cadeia aberta para isolamento específico. A progressão deve ser baseada em técnica, amplitude e controle — não apenas em carga”, explica.

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Mas, assim como Madonna, se há uma lesão diagnosticada, é preciso atenção: “É fundamental destacar: estas recomendações estão focadas na prevenção e fortalecimento de joelhos saudáveis. Se já existe uma lesão diagnosticada — dor persistente, instabilidade, edema recorrente, diagnóstico de lesão meniscal ou ligamentar —, nenhum exercício deve ser iniciado sem avaliação prévia de uma equipe qualificada”, explica o profissional.

Joelhos saudáveis: a chave para uma longevidade ativa e plena

A prática de atividades físicas, a busca por uma alimentação mais saudável…são opções que cresceram entre as escolhas das pessoas nos últimos anos, principalmente depois de muitos estudos e pesquisas associarem esses dois temas à longevidade.

E, dentro das atividades físicas, o fortalecimento das articulações, em especial, dos joelhos, cresceu também, se tornando um componente essencial da longevidade funcional. 

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“Manter a mobilidade e a autonomia física ao longo da vida depende diretamente da integridade das articulações que sustentam o corpo. Os joelhos, por suportarem grande parte do peso corporal e estarem envolvidos em praticamente todos os movimentos do dia a dia, como caminhar, subir escadas, agachar e levantar, têm papel central nessa equação”, explica o ortopedista Dr. Fernando Jorge, especialista em cirurgias do Joelho e cirurgias do Quadril (HSL-RP) e Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). 

E completa: “Nesse sentido, cuidar dos joelhos é mais do que prevenir dores: é apostar na longevidade saudável e na própria autonomia com o passar dos anos”, acrescenta o profissional.

Academia ajuda a fortalecer joelho?

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Mobilidade essencial 

As dores ou limitações nos joelhos estão entre as principais causas de perda de mobilidade em idosos, o que aumenta o risco de quedas, internações, depressão, isolamento social e declínio cognitivo. 

Idosos com dor crônica nos joelhos têm até 50% mais chances de apresentar dificuldades para realizar atividades básicas da vida diária, como se vestir ou tomar banho. Esse impacto direto na funcionalidade repercute na expectativa e na qualidade de vida. Afinal, viver mais sem conseguir se mover com autonomia é um cenário que contraria os princípios da chamada longevidade saudável”, destaca o Dr. Fernando.

A osteoartrite de joelho, também conhecida como artrose, é uma das principais causas de dor articular em pessoas com mais de 50 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% dos homens e 18% das mulheres acima dos 60 anos apresentam sintomas dessa condição, que tende a piorar com o sedentarismo, o excesso de peso e a sobrecarga repetitiva. 

No Brasil, estima-se que cerca de 12 milhões de brasileiros tenham osteoartrite, sendo a mais comum a que atinge o joelho. Estima-se que mais da metade dos diagnosticados devem eventualmente passar por uma cirurgia de substituição total do joelho. “Essa recomendação acontece, muitas vezes, pela falta de força na musculatura da coxa”, diz o médico ortopedista Dr. Marcos Cortelazo, ortopedista especialista em joelho e traumatologia esportiva, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). 

“Os extensores, os músculos na parte frontal da coxa comumente chamados de quadríceps, são o grupo muscular mais forte do corpo e têm influência essencial na marcha, outras atividades e biomecânica. Os músculos ao redor da parte posterior da coxa, conhecidos como isquiotibiais, são responsáveis pela extensão do quadril e flexão do joelho, tornando-os igualmente essenciais para a atividade física”, diz o médico Dr. Marcos. 

E continua: “Hábitos saudáveis comprovadamente reduzem o risco de desenvolver ou agravar quadros degenerativos no joelho. A prática regular de exercícios físicos, especialmente os de fortalecimento muscular e alongamento, está entre as principais medidas preventivas e terapêuticas”.

Peso corporal importa 

Dr. Fernando ainda enfatiza que manter o peso corporal dentro de parâmetros saudáveis tem impacto direto na saúde dos joelhos. “Cada quilo extra sobrecarrega a articulação, aumentando o risco de desgaste precoce. Perder 5% do peso corporal pode reduzir significativamente os sintomas da osteoartrite no joelho, enquanto a perda de 10% ou mais pode levar a melhorias ainda mais expressivas na dor e na função articular”, diz o ortopedista. 

O médico ainda comenta que, além da atividade física e do controle do peso, outros fatores têm sido associados à saúde das articulações. “Uma alimentação rica em compostos anti-inflamatórios, como os encontrados em peixes, azeite de oliva, frutas e vegetais, pode contribuir para a redução da inflamação crônica, que desempenha papel central em doenças articulares”.

Diagnóstico precoce sim! 

No campo da Ortopedia preventiva, cresce o número de profissionais que defendem o diagnóstico precoce de desalinhamentos, fraquezas musculares ou padrões de movimento inadequados, mesmo em pessoas jovens. “Avaliações biomecânicas, acompanhamento com fisioterapeutas e educação sobre posturas corretas e mecânica corporal podem evitar sobrecargas desnecessárias nos joelhos ao longo da vida, o que se traduz em menor risco de lesões futuras. Por isso, consultar um especialista de forma preventiva pode ajudar muito”, destaca o Dr. Fernando Jorge.

Por fim, o médico também lembra que cuidar dos joelhos não é apenas uma medida ortopédica, mas um investimento em independência. “Envelhecer com mobilidade preservada permite manter uma vida ativa, interações sociais, autonomia nas tarefas do dia a dia e, com isso, maior bem-estar físico e mental. Portanto, pensar em longevidade vai muito além de evitar doenças crônicas ou tomar suplementos. Implica cuidar dos joelhos, pois são eles que sustentam cada passo”, finaliza o Dr. Fernando Jorge.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/aos-68-anos-madonna-fala-sobre-adaptacoes-no-treino-por-problemas-nas-articulacoes/

Concentrado, isolado ou hidrolisado: você sabe a diferença entre os tipos de whey protein?

Dentro do universo da suplementação para quem pratica atividades físicas, uma das dúvidas mais levantadas para nutricionistas é: qual o melhor tipo de Whey Protein para incluir na minha rotina?

Com tantas opções disponíveis no mercado, entender as especificidades de cada versão do soro do leite é fundamental para alinhar o consumo aos objetivos pessoais de saúde e performance.

A suplementação de proteína vai muito além da estética, atuando como um pilar estrutural para a imunidade, saciedade e preservação da massa magra.

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No entanto, a escolha ideal depende diretamente das necessidades individuais, do metabolismo e do estilo de vida de cada consumidor. A informação surge, então, como uma estratégia fundamental para garantir que a jornada de saúde seja bem-sucedida.

“O foco não deve ser apenas em bater a meta de proteínas, mas em escolher a formulação que melhor se adapta ao seu corpo e à sua rotina. O Whey Protein é um alimento de altíssimo valor biológico. Ele atua para que o resultado final seja a entrega ideal de aminoácidos, garantindo nutrição, recuperação e bem-estar”, afirma Luciana Buzolin, diretora de Marketing da Puravida.

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Posso tomar whey todos os dias?

As três principais apresentações do Whey Protein e suas indicações são:

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1. Whey Protein Concentrado: é a forma mais tradicional e de excelente custo-benefício. Passa por um processo de filtragem mais simples, conservando frações benéficas do leite, além de pequenas quantidades de carboidratos e gorduras. É ideal para a grande maioria das pessoas que buscam aporte proteico diário de forma saborosa e eficiente na construção muscular.

2. Whey Protein Isolado: submetido a um processo de filtração mais rigoroso, entrega uma concentração proteica superior (geralmente acima de 90%), eliminando quase totalmente a lactose, carboidratos e gorduras. É a escolha perfeita para indivíduos com intolerância à lactose ou que seguem dietas com forte restrição calórica.

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3. Whey Protein Hidrolisado: além de isolado, este soro do leite passa por um processo de “quebra” (hidrólise), que pré-digere as proteínas em peptídeos menores. O resultado é uma absorção ultra-rápida. É vital para quem possui digestão sensível, desconfortos gástricos frequentes ou necessita de uma recuperação muscular imediata no pós-treino.

Lembre-se: ter o suporte profissional de um nutricionista é o ideal para entender, dentro dos seus objetivos, qual o whey é o melhor para a sua rotina.

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Proteína pós-treino: é preciso consumir logo após a musculação?

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/concentrado-isolado-ou-hidrolisado-diferenca-whey-protein/

Testosterona baixa atrapalha ganho de músculo?

A testosterona participa da manutenção da massa muscular, força, saúde óssea, metabolismo e função sexual. Uma deficiência hormonal verdadeira pode, portanto, comprometer esses aspectos, interferindo na construção de músculo.

No entanto, dificuldade para ganhar massa muscular, queda de rendimento ou fadiga não significam necessariamente testosterona baixa.

Ingestão calórica e proteica inadequadas, excesso de gordura corporal, programação do treinamento, recuperação insuficiente, estresse e doenças metabólicas são causas muito frequentes desses sintomas.

O diagnóstico de deficiência de testosterona não deve ser feito apenas com base em sintomas. Pela diretriz da American Urological Association, utiliza-se testosterona total abaixo de 300 ng/dL como um valor de referência, documentada em duas dosagens realizadas em manhãs diferentes, sempre em conjunto com sintomas ou sinais compatíveis.

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Quais os sintomas de testosterona baixa?

Quem pratica atividade física pode perceber redução da força, maior dificuldade para ganhar ou preservar massa muscular, aumento da fadiga, menor disposição para treinar e recuperação mais lenta entre os treinos.

Esses sintomas, porém, são pouco específicos e podem ocorrer por diversas outras causas, como déficit calórico, estresse, sono inadequado ou treinamento mal periodizado.

Os sintomas que apresentam relação mais específica com deficiência de testosterona são os sexuais, especialmente redução das ereções matinais, diminuição da libido e disfunção erétil. Estudos populacionais mostram que esses sintomas têm uma associação mais consistente com níveis baixos de testosterona do que queixas como cansaço ou pior desempenho físico.

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Ou seja, sintomas relacionados ao treino podem levantar a suspeita, mas não são suficientes para estabelecer o diagnóstico de testosterona baixa.

Respondido por:

Dr. Pedro Bastos, médico urologista e andrologista de Juiz de Fora

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Creatina antes ou depois do treino?

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/testosterona-baixa-musculo/

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