quarta-feira, 22 de julho de 2026

Quanto mais tempo na prancha, maior o resultado?

Amada por uns e odiada por outros, a prancha entra na lista dos exercícios mais populares nos treinos e pode ser considerada uma poderosa aliada para o fortalecimento do core, região responsável pela sustentação. Ela pode ser feita por pessoas de diferentes níveis de treinamento, sendo facilmente adaptada conforme o condicionamento físico e os objetivos individuais.

”A prancha envolve o trabalho das articulações do quadril e da coluna, contudo, também há um estímulo dos músculos de braços e das coxas neste exercício, embora não sejam os principais”, comenta o Guilherme Leme, gerente técnico da Bio Ritmo.

Quando falamos sobre a eficiência da prancha, entre as questões que costumam ser levantadas estão: será que o tempo de permanência na posição influencia os efeitos? quanto mais você sustentar o exercício, maiores serão os benefícios?

Quanto mais tempo na prancha, maior o resultado?

Quando mais tempo na prancha, maior o resultado? Isso faz sentido? A verdade é que, para se dar bem na prancha, você precisa focar em outros detalhes que vão muito além do período em que você permanece na posição.

É importante ficar de olho em aspectos como alinhamento, postura, regularidade na prática, ativação muscular e a progressão adequada. Um dos segredos é manter a contração da região central do corpo durante a execução.

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Recomendações

Um estudo recente divulgado pela Marie Claire UK aponta o tempo que pode ser ideal para cada nível de atleta: 

  • Iniciantes: 15 a 30 segundos, 3 a 4 vezes por semana, com pelo menos um dia de descanso entre as sessões. A progressão recomendada é adicionar 5 a 10 segundos por semana, permitindo que o corpo se adapte ao tempo de exercício.
  • Intermediários: quando conseguir manter a prancha por 60 a 90 segundos, o foco deve mudar para a variação da prancha (prancha com um braço, transição para flexão, pranchas com peso etc.)
  • Avançados: não vale ficar segurando pranchas por muito tempo. Use o exercício como aquecimento ou para aperfeiçoar formas e variações — com tempo ideal de 30 a 60 segundos.
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Quais são os riscos associados a um core fraco?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/tempo-prancha-resultado/

5 benefícios comprovados pela ciência de treinar com amigos

Em um momento em que a solidão tem sido apontada como um desafio crescente para a saúde pública, estudos científicos reforçam que cultivar amizades e manter uma rede de apoio pode trazer benefícios que vão muito além do bem-estar emocional. As evidências mostram impactos positivos sobre a saúde mental, cardiovascular, cognitiva e até sobre a longevidade.

“As relações sociais influenciam comportamentos, ajudam a reduzir o estresse e contribuem para uma melhor saúde física e emocional ao longo da vida. Por isso, devem ser consideradas um importante fator para a saúde e para o bem-estar físico e mental”, coloca o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, membro do Conselho Para Assuntos Nutricionais da Herbalife.

 

Embora a tecnologia tenha ampliado as possibilidades de conexão, especialistas alertam que quantidade de contatos não substitui relações significativas. Para a ciência, a qualidade dos vínculos sociais é um dos fatores que mais influenciam o bem-estar ao longo da vida.

Quais os benefícios da prática de tênis para saúde mental?

As evidências apontam pelo menos seis benefícios importantes:

1

Ter amigos ajuda você a viver mais

Manter uma rede de relacionamentos sólida está associado a uma vida mais longa. Isso é o que mostra uma meta-análise publicada na revista PLOS Medicine, que reuniu dados de mais de 300 mil pessoas.

Os pesquisadores observaram que indivíduos com vínculos sociais mais fortes apresentaram uma probabilidade cerca de 50% maior de sobrevivência durante o período de acompanhamento dos estudos, que foi de 7,5 anos em média, quando comparados àqueles com relações sociais mais frágeis ou maior isolamento.

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2

Ter amigos contribui para a saúde mental e para ser mais feliz

Conversar, compartilhar experiências e sentir que existe alguém com quem contar faz diferença para a saúde emocional.

Um estudo publicado no The Lancet mostrou que pessoas mais conectadas socialmente e menos propensas a se sentir isoladas apresentam menor risco de desenvolver sintomas de depressão e ansiedade.

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Décadas de dados levantados pelo Harvard Study of Adult Development e publicados no livro The Good Life, escrito pelos pesquisadores Robert Waldinger e Marc Schulz, destacam ainda que relacionamentos próximos e de qualidade estão entre os fatores mais importantes para a felicidade, a saúde e a satisfação com a vida.

3

Ter bons amigos contribui para a imunidade e a saúde do coração

Os benefícios das amizades não se limitam ao bem-estar emocional.

Uma revisão publicada no Sage Journals mostrou que relacionamentos positivos podem influenciar mecanismos biológicos importantes para a saúde.

Estudos analisados pelos autores sugerem que pessoas com boas conexões sociais tendem a apresentar respostas mais equilibradas ao estresse, o que pode repercutir positivamente sobre o funcionamento do sistema imunológico e a saúde cardiovascular.

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“Uma das explicações é que o apoio emocional ajuda o organismo a lidar melhor com situações desafiadoras do dia a dia”, comenta Viuniski.

4

Ter amigos ajuda a manter o cérebro ativo

As amizades também contribuem para a saúde cognitiva. Estudos sugerem que manter uma vida social ativa e cultivar relacionamentos pode ajudar a proteger a saúde cognitiva durante o envelhecimento, enquanto a solidão tem sido associada a um maior risco de demência.

Participar de encontros, atividades em grupo e conversas frequentes estimula diferentes funções cerebrais, como memória, linguagem, atenção e raciocínio. Além disso, o convívio social costuma favorecer uma rotina mais ativa e estimulante, fatores importantes para a saúde do cérebro no processo de envelhecimento.

5

Ter amigos incentiva hábitos saudáveis

Amigos também podem funcionar como fonte de motivação para hábitos saudáveis. Uma revisão científica identificou que o apoio social está associado a uma maior adesão à prática de atividade física, ajudando as pessoas a manterem uma rotina de exercícios.

“O apoio social é um importante fator para manter hábitos saudáveis. Participar de grupos de atividade física, comunidades de bem-estar ou iniciativas coletivas pode aumentar a motivação e a adesão a uma rotina mais saudável”, finaliza o nutrólogo.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/beneficios-comprovados-pela-ciencia-de-treinar-com-amigos/

Cardio antes ou depois da musculação? Quatro estratégias para potencializar cada objetivo

Você sabia que o Brasil está em segundo lugar no ranking mundial de maior frequência em academias? Além disso, de acordo com o levantamento realizado pela plataforma Cupom Válido, com base em informações do IBGE, Numbeo e Statista, 21% da população brasileira frequenta esses espaços.

Mas, acredite: mesmo com maior interesse dos brasileiros por exercícios físicos, muitos entram nessa rotina sem saber exatamente como organizar a sequência de treinos, entender os objetivos e potencializar resultados.

Entre as dúvidas mais comuns está uma questão que divide opiniões: afinal, o cardio deve ser feito antes ou depois da musculação?

A resposta depende do objetivo individual de cada pessoa, segundo Anderson Teu, personal trainer da Academia Gaviões 24h, rede pioneira no modelo de funcionamento 24 horas no Brasil.

Não existe uma regra única para todos. Cada organismo responde de uma maneira, e um treino eficiente é aquele que considera os objetivos, o condicionamento físico e as limitações de cada aluno. Independentemente da ordem escolhida, os resultados a médio e longo prazo vêm da consistência da rotina, de uma alimentação equilibrada e de um planejamento individualizado”, explica.

A seguir, o especialista compartilha quatro estratégias que podem ser mais adequada para cada objetivo, confira:

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1

Ganho de massa muscular e aumento de força: priorize a musculação

Para quem busca hipertrofia e melhora da força, o ideal é realizar primeiro o treinamento resistido e deixar o exercício aeróbico para o final.

“A construção muscular depende de estímulos de alta intensidade e progressão de carga. Quando o cardio é feito antes, ocorre uma fadiga prévia da musculatura, o que pode reduzir a capacidade de gerar força e comprometer o desempenho durante a musculação”, afirma Anderson.

2

Melhora do condicionamento cardiovascular: dê prioridade ao cardio

Nos casos em que o principal objetivo é aprimorar a resistência cardiovascular, melhorar o desempenho em esportes ou aumentar a capacidade aeróbica, o treino de cardio deve ser realizado primeiro.

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“Se a meta é correr uma maratona, melhorar a performance esportiva ou promover benefícios à saúde cardiovascular, a maior parte da energia e do foco deve estar direcionada ao exercício aeróbio. A musculação entra como complemento para fortalecimento muscular e prevenção de lesões, normalmente com cargas moderadas após o treino principal”, explica o educador físico.

4 dicas para melhorar a sua resistência física

3

Emagrecimento: combine musculação e cardio na ordem estratégica

Para pessoas que têm como objetivo emagrecer, a recomendação geralmente é iniciar pela musculação e finalizar com o cardio. Durante o treinamento de força, o organismo utiliza principalmente o glicogênio muscular como fonte de energia. Após esse estímulo, o exercício aeróbico pode contribuir para aumentar o gasto energético total da sessão.

“O processo de emagrecimento depende principalmente do equilíbrio entre gasto energético, alimentação e consistência nos treinos. A musculação é fundamental porque ajuda na preservação da massa muscular durante a perda de gordura, enquanto o cardio contribui para elevar o gasto calórico”, destaca o profissional.

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4

Para quem treina fora da academia: atenção à intensidade do cardio

Para atletas de modalidades como crossfit, lutas e natação, ou para pessoas que realizam treinos mistos, o educador físico recomenda utilizar cardios leves, como caminhada na esteira ou bicicleta, apenas como aquecimento antes dos exercícios de força.

“Por ser um estímulo de baixa intensidade, esse tipo de atividade aumenta a temperatura corporal, melhora a mobilidade e prepara o sistema cardiovascular sem comprometer significativamente os estoques de glicogênio. Dessa forma, o atleta mantém maior capacidade de força e explosão para o treino principal”, explica.

A importância do intervalo entre cardio e musculação 

O desempenho durante o exercício físico está diretamente relacionado à forma como o organismo administra seus sistemas energéticos.

O corpo humano utiliza diferentes vias para produzir energia, sendo o glicogênio muscular uma das principais fontes durante atividades de alta intensidade.

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Essa reserva é convertida em glicose e utilizada na produção de ATP, molécula responsável por fornecer energia para a contração muscular.

Para quem busca conciliar alto desempenho cardiovascular e ganho de massa muscular, a estratégia mais eficiente pode ser o intervalo entre as sessões.

“Realizar o cardio pela manhã e a musculação à noite, ou vice-versa, respeitando um intervalo mínimo de seis horas entre os treinos, permite uma melhor recuperação do organismo e aumenta a capacidade de rendimento em ambas as modalidades”, conclui o personal da Academia Gaviões 24h.

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Quanto mais tempo na prancha, maior o resultado?

Amada por uns e odiada por outros, a prancha entra na lista dos exercícios mais populares nos treinos e pode ser considerada uma poderosa a...