sábado, 5 de setembro de 2026

A nova fronteira da beleza é a longevidade da pele

Durante muito tempo, falar sobre envelhecimento significava falar apenas sobre rugas. Hoje, esse conceito mudou completamente.

A palavra da vez na medicina é longevidade. E ela vai muito além de viver muitos anos. O objetivo passou a ser viver mais, com saúde, autonomia, disposição e qualidade de vida. Em outras palavras, aumentar não apenas o lifespan o tempo de vida, mas principalmente o healthspan, que representa os anos vividos com saúde física, mental e funcional.

E a pele faz parte dessa conversa.

Afinal, ela é o maior órgão do corpo e reflete, como poucos, tudo aquilo que acontece dentro do organismo. Alimentação, qualidade do sono, atividade física, exposição solar, tabagismo, estresse, alterações hormonais e inflamação crônica deixam marcas não apenas na saúde, mas também na aparência da pele.

É por isso que, cada vez mais, tenho levado o conceito de longevidade para dentro do consultório. Quando pensamos em envelhecimento saudável, não faz sentido cuidar apenas das rugas.

É preciso olhar para o organismo como um todo e entender que os mesmos hábitos que aumentam nossa expectativa de vida também ajudam a preservar uma pele mais firme, luminosa e saudável.

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Mas existe uma boa notícia: a pele tem uma capacidade extraordinária de regeneração.

Mesmo que ela tenha sofrido ao longo dos anos com excesso de sol, noites mal dormidas, estresse ou outros fatores que aceleram o envelhecimento, hoje sabemos que é possível estimular mecanismos naturais de reparo e renovação. O foco deixou de ser simplesmente “preencher” ou esconder sinais do tempo. A dermatologia caminha cada vez mais para estratégias que ajudam a pele a funcionar melhor.

Isso significa estimular a produção de colágeno, preservar e restaurar o ácido hialurônico naturalmente presente nos tecidos, fortalecer as estruturas profundas que sustentam o rosto e melhorar a qualidade da pele em todas as suas camadas.

Na prática, isso é feito por meio de tecnologias com evidências científicas, como radiofrequências e ultrassons microfocados que promovem remodelação dos tecidos, lasers que estimulam regeneração celular e renovação cutânea, além de bioestimuladores e produtos regenerativos capazes de ativar mecanismos naturais de reparo.

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O resultado esperado não é transformar o rosto em outro, mas fazer com que ele envelheça de forma mais saudável, mantendo suas características, sua expressão e sua identidade.

Essa mudança de perspectiva faz ainda mais sentido em fases como a perimenopausa e a menopausa. Com a queda hormonal, a pele perde colágeno, elasticidade, hidratação e espessura de maneira acelerada. Hoje, porém, entendemos que esse processo pode ser amenizado quando combinamos hábitos de vida saudáveis com tratamentos que preservam a qualidade dos tecidos ao longo dos anos.

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No fim das contas, falar sobre longevidade da pele não é perseguir uma aparência jovem a qualquer custo. É permitir que o rosto acompanhe a vitalidade que conquistamos ao longo da vida.

Porque viver mais é uma conquista. E sentir prazer ao se olhar no espelho durante essa jornada também pode ser.

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Você conhece quem realmente é?

Você conhece quem realmente é?

Pode parecer uma pergunta simples. Afinal, quem melhor do que nós mesmos para saber quem somos? Mas, se pararmos por alguns minutos e olharmos para dentro com sinceridade, talvez descubramos que não sabemos responder tão facilmente.

Você sabe quais são os seus gostos atuais? Sabe o que realmente te diverte? O que faz você perder a noção do tempo? Sabe quais lugares te fazem bem, quais conversas te alimentam e quais pessoas fazem você se sentir mais leve? Você sabe o que te ajuda a descansar de verdade? Não apenas aquilo que ocupa algumas horas do seu dia, mas aquilo que realmente devolve energia, presença e bem-estar?

Na prática clínica, escuto inúmeras vezes minhas pacientes falando que já não sabem mais responder a perguntas tão simples sobre si mesmas.

Mulheres que não sabem mais quais são suas frutas preferidas, porque, há tanto tempo, acabam comendo aquilo que os filhos não quiseram.

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Mulheres que não sabem qual restaurante escolher, porque estão sempre mais preocupadas em saber onde todos os outros gostariam de ir. Que não sabem que destino escolheriam para uma viagem, porque estão cansadas demais para pensar em algo que não seja organizar, cuidar, resolver ou agradar alguém.

E, aos poucos, percebem que passaram tanto tempo olhando para as necessidades das pessoas ao redor que deixaram de olhar para as próprias.

Não porque não tenham desejos. Mas porque talvez tenham deixado de perguntar.

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Talvez você também saiba responder com facilidade quem você era há alguns anos. Talvez se lembre das coisas que gostava, dos sonhos que tinha, dos lugares que frequentava e das pessoas com quem adorava estar.

Talvez ainda se reconheça naquela versão que amava determinada música, tinha um hobby específico ou encontrava prazer em coisas que hoje já não fazem tanto sentido.

Ao mesmo tempo, talvez você também conheça muito bem a versão que gostaria de ser. Aquela pessoa que pretende se tornar. A versão que terá mais tempo, mais coragem, mais disposição, mais disciplina, mais tranquilidade. A pessoa que, na sua imaginação, finalmente conseguirá fazer tudo aquilo que hoje parece difícil.

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E, por vezes, ficamos presos entre essas duas versões.

Olhamos para trás e pensamos: “Eu era tão diferente.” Talvez até sintamos saudade daquela pessoa que tinha mais tempo, mais energia ou menos responsabilidades. E olhamos para frente pensando: “Quando eu emagrecer, quando meus filhos crescerem, quando eu tiver mais dinheiro, quando o trabalho estiver mais tranquilo, quando eu conseguir me organizar… aí vou voltar a fazer as coisas que gosto.”

Mas existe uma versão sua que, muitas vezes, fica esquecida entre essas duas: a versão de agora!

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Porque nós mudamos (ufa!). E aquilo que nos fazia bem há cinco ou dez anos talvez não funcione mais da mesma forma. Talvez você ainda esteja tentando descansar como descansava antes, se divertir da forma que costumava se divertir ou perseguir sonhos que pertenciam a uma versão sua que já não existe da mesma maneira.

Na clínica, também escuto pessoas dizendo: “Eu não sei mais o que gosto de fazer.” E, muitas vezes, essa frase vem acompanhada de uma rotina completamente preenchida por trabalho, filhos, relacionamentos, responsabilidades e necessidades dos outros.

Pergunto: “Se você tivesse um dia inteiro só para você, o que gostaria de fazer?” E, por vezes, o silêncio aparece…Não porque não exista nada que aquela pessoa queira. Mas porque ela não se faz essa pergunta há muito tempo.

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Talvez tenha passado anos escolhendo o filme que todos gostariam de assistir. Preparando a comida que a família prefere. Indo aos lugares que são mais fáceis para todos. Tirando férias pensando no que seria melhor para as crianças. Organizando os horários em função do trabalho, do parceiro, dos pais, dos amigos.

E, aos poucos, sem perceber, pode começar a perder o contato com a própria resposta para uma pergunta tão simples quanto: “Mas o que eu quero?”

E é justamente por isso que se faz tão importante voltar a se conhecer. E se conhecer pode ser algo muito mais simples, pode ser experimentar, pode ser se perguntar: do que eu gosto hoje?

Não há cinco anos. Não antes dos filhos. Não antes daquele relacionamento terminar. Não antes de mudar de trabalho. Não na época em que você tinha mais tempo ou menos preocupações.

Talvez você descubra que gosta de coisas completamente diferentes daquelas que imaginava. Talvez perceba que aquela atividade que você adorava já não desperta o mesmo interesse. Talvez descubra um novo hobby aos quarenta, cinquenta ou sessenta anos.

Talvez perceba que descansar, para você, não é necessariamente ficar parada. Talvez seja caminhar, viajar, ficar em silêncio, ler um livro, conversar com alguém ou passar algumas horas sem precisar cuidar de nada.

Talvez você descubra que não quer mais fazer determinadas coisas apenas porque sempre fez. E tudo bem!!

Você não precisa permanecer fiel a todas as versões que já foi. Mas talvez precise começar a demonstrar um pouco mais de curiosidade pela pessoa que está sendo agora.

Pergunte-se: O que eu gosto? O que tem me feito bem? O que tem me cansado? O que eu tenho feito apenas por hábito? O que eu faço porque realmente quero e o que faço apenas porque acredito que deveria? Do que sinto falta? O que gostaria de experimentar?

Algumas respostas só aparecem quando nos damos a oportunidade de experimentar coisas novas. Afinal, como saber se você gosta de algo se nunca se permitiu tentar?

O autoconhecimento não acontece necessariamente em grandes viagens interiores ou em descobertas extraordinárias. Às vezes, ele começa quando você escolhe a fruta que realmente quer comer. Quando pergunta a si mesma qual restaurante gostaria de ir. Quando decide passar uma tarde fazendo algo sem nenhuma utilidade produtiva.

Talvez você não precise voltar a ser quem era. E talvez também não precise se apressar tanto para se tornar quem imagina que deveria ser.

Existe uma pessoa aí, no presente, esperando apenas que você preste mais atenção nela!

Com seus novos gostos, suas mudanças, suas contradições e até suas dúvidas. Com desejos que talvez ainda não tenham sido descobertos. Com sonhos que mudaram. Com limites que antes não existiam. Com necessidades que aquela versão mais jovem de você jamais poderia imaginar.

A versão que você é hoje também merece ser conhecida. Então, talvez seja hora de diminuir um pouco o olhar para trás e a ansiedade pelo futuro e começar a olhar para você agora!

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Oi, eu me chamo Priscila Conte Vieira, mas pode me chamar de Pri! Sou psicóloga, palestrante e mentora. Atuo na psicologia clínica, sou especialista em Psicologia Positiva, pós graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental, master em autoconhecimento, coach de vida, practitioner em PNL e também criadora do Podcast Respira, não pira (que tal dar uma conferida lá no Spotify?!)

Estarei por aqui todas as semanas, abordando temas da Psicologia Positiva, felicidade, bem-estar e os auxiliando a serem as suas melhores versões, por meio do autoconhecimento e florescimento. Para saber mais sobre mim e me acompanhar no dia a dia, é só me seguir no Instagram! Estou por lá como @priscilaconte__. Te vejo no próximo Sábado! Até mais <3

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Dia do Açaí: 3 receitas práticas e saborosas para o seu pré-treino

Dia 5 de setembro é celebrado o Dia do Açaí, uma fruta que pode ser uma grande aliada para sua rotina de treinos!

Quando consumido sem excessos e sem acompanhamentos calóricos, como leite condensado e xarope de guaraná, a açaí pode trazer alguns benefícios interessantes para quem se exercita regularmente.

A fruta carrega uma série de nutrientes importantes para o funcionamento do corpo, entre os principais, vitamina C, vitamina E, minerais, antioxidantes, carboidratos e proteínas.

Seus benefícios à saúde vão desde o fortalecimento da imunidade, melhora do trânsito intestinal, diminuição do colesterol ruim até a prevenção do envelhecimento precoce.

Açaí é uma boa opção de pré-treino?

De acordo com a nutricionista Caroline Martinelli, especializada em nutrição esportiva, marketing e inovação nutricional, o açaí, por ser rico em carboidratos, pode funcionar como uma fonte de energia e disposição para se movimentar. Por isso, ele pode ser uma boa opção de pré-treino.

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A profissional trouxe alguns pontos importantes de como potencializar seu pré-treino com o açaí:

  • Para potencializar o valor nutricional: Frutas frescas como banana, morango, kiwi e manga adicionam fibras, potássio e vitaminas. A granola sem açúcar soma crocância e fibras, enquanto chia, castanhas ou amêndoas (em pequenas porções) fornecem gorduras boas.
  • Para saciedade e recuperação muscular: O whey protein é uma excelente combinação para quem busca uma refeição completa e proteica. Adicionais como leite em pó desnatado ou uma colher de chá de chia também agregam bastante valor.

Agora, se você é daqueles que ama açaí com outros doces, Caroline pontua: “Ingredientes como leite condensado, paçoca, leite em pó em grande quantidade e bombons e coberturas cremosas devem ser consumidos de forma ocasional”.

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Açaí no inverno: por que ele pode ser um aliado dos seus treinos

Segundo a nutricionista, uma porção equilibrada de açaí para a rotina é de 200g a 250g. “Nesse caso, priorizando opções com pouco ou nenhum xarope de guaraná e completando com acompanhamentos moderados e saudáveis”.

Pensando nisso, Francisco Sant’Ana, Mestre Sorveteiro e Head de Inovação e Desenvolvimento de Produtos do JAH Açaí, Sorvetes e Picolés, trouxe a seguir 3 receitas práticas e saborosas para o seu pré-treino:

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1. Pudim proteico de açaí

Rendimento: 2 pessoas

Ingredientes

  • 2 ovos
  • ⅓ de xícara de leite condensado
  • 2 colheres de sopa de whey protein
  • 1 colher e ½ de sopa de água
  • ¼ de xícara de açaí
  • 3 colheres de sopa de açúcar (para o caramelo)

Modo de preparo

  1. Faça o caramelo com o açúcar diretamente em uma forma pequena ou em dois potinhos que possam ir ao forno.
  2. Bata no liquidificador os ovos, o leite condensado, o whey, a água e o açaí por aproximadamente 3 minutos.
  3. Despeje sobre o caramelo. Coloque em banho-maria, cubra com papel-alumínio e asse a 150 °C até firmar. Como a porção é pequena, comece a verificar o ponto após 25–30 minutos.
  4. Deixe esfriar, leve à geladeira e desenforme frio.
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2. Smoothie de açaí com morango

Rendimento: 2 pessoas

Ingredientes

  • 1 xícara de açaí
  • ⅔ de xícara de leite de aveia
  • 1 colher de sopa de mel
  • ¾ de xícara de morangos picados
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Modo de preparo

  1. Bata tudo no liquidificador até ficar cremoso e homogêneo.
  2. Sirva bem gelado.

3. Gelatina proteica de açaí

Rendimento: 2 pessoas

Ingredientes

  • 2 colheres de sopa de whey protein concentrado (WPC)
  • ½ xícara de açaí
  • 3 colheres de sopa de água
  • 2 colheres de sopa de açúcar de coco
  • ½ colher de sopa de mel
  • ½ envelope de gelatina incolor sem sabor (aprox. 6 g)

Modo de preparo

  1. Use parte da água fria para hidratar a gelatina.
  2. Depois de hidratada, aqueça por alguns segundos no micro-ondas, somente até dissolver. Reserve.
  3. Bata no liquidificador o açaí, o açúcar de coco, o mel, o whey e o restante da água.
  4. Junte a gelatina dissolvida e misture bem.
  5. Divida entre duas taças e leve à geladeira por aproximadamente 3 horas.

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