terça-feira, 1 de setembro de 2026

Praticar atividade física ajuda a aumentar a libido?

Praticar atividade física ajuda a aumentar a libido? A resposta é sim! Um estilo de vida ativo faz toda a diferença para o desejo e a resposta sexual. Ele oferece uma série de benefícios à parte hormonal, emocional e circulatória, três pilares que são considerados fundamentais para o interesse íntimo.

“O exercício melhora a oxigenação dos tecidos, reduz o estresse, equilibra os níveis hormonais e favorece a autoestima e a imagem corporal. Tudo isso reflete positivamente na libido”, afirma a Dra. Karla Mazzini, ginecologista.

“Quem se movimenta com regularidade tende a se sentir mais conectado ao próprio corpo e mais disponível ao prazer”, completa a médica e autora do livro “Os Caçadores de Endometriose: Guia essencial para reconhecer, diagnosticar e tratar a doença”.

Praticar atividade física ajuda a aumentar a libido?

Exercício regular pode contribuir positivamente para a manutenção da libido, e existem explicações fisiológicas claras para esse efeito.

Um dos fatores associados à melhora da libido promovida pelo hábito é o fato do movimento do corpo favorecer o equilíbrio hormonal.

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“Durante o exercício, especialmente nas atividades mais intensas ou com sobrecarga muscular, o corpo ativa o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, responsável pela produção dos hormônios sexuais”, explica a ginecologista.

Além disso, a atividade física libera neurotransmissores como endorfina, dopamina e serotonina, que proporcionam sensação de prazer e reduzem o estresse.

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“Também há melhora da circulação sanguínea, inclusive na região pélvica, o que favorece a resposta sexual”, completa Mazzini.

Vale destacar que não existe uma única modalidade ideal para melhorar a libido. A melhor prática é aquela que respeita a sua fase de vida, seu ciclo hormonal e seu prazer

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Lembre-se: cuidar da libido é cuidar da saúde integral. Além dos exercícios, é essencial adotar uma alimentação equilibrada, ter um sono de qualidade, manejar o estresse e preservar vínculos afetivos saudáveis.

“Libido não é apenas desejo — é uma expressão da saúde física, emocional e hormonal”, conclui Mazzini.

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Treinar demais pode afetar a libido?

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/praticar-atividade-fisica-ajuda-a-aumentar-a-libido/

Ana Castela retoma treinos após Barretos: ‘Tentando recuperar o que perdi’

Na segunda-feira (31), a cantora Ana Castela, que foi uma das sensações da Festa de Peão, compartilhou um story no Instagram mostrando que retomou a rotina de treinos após dias de diversão e trabalho no evento, que ocorreu recentemente em Barretos, no interior de São Paulo.

Na publicação, ela aparece posando no espelho da academia e mostra que quer voltar a focar nos exercícios depois de momentos intensos na Festa de Peão, que aconteceu de 20 a 30 de agosto. “Eu estou tentando recuperar o que eu perdi”, escreveu.

Confira:

Mulher jovem, morena, com cabelo preso, tira selfie no espelho de uma academia. Ela veste top preto, shorts preto e tênis branco, exibindo braços tatuados e pernas musculosas. Ao fundo, equipamentos de musculação e uma escada. No canto superior direito, texto: eu tô tentando recuperar o que eu perdi kkk. Um copo branco está no chão, à direita
Ana Castela retoma treinos após Barretos: ‘Tentando recuperar o que perdi’ |Instagram/Reprodução
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Retomando os treinos: 6 orientações para evitar lesões ao voltar

Para quem está retomando a rotina de exercícios, o ortopedista, especialista em joelho, medicina esportiva e regenerativa, Adílio Bernardes revela algumas orientações práticas para garantir um retorno seguro e evitar lesões:

  • Comece leve Aposte em caminhadas ou atividades de baixa intensidade para reintroduzir o corpo ao esforço físico;
  • Respeite a progressão Nos treinos de força, inicie com cargas leves e mais repetições. Aos poucos, aumente o peso e reduza as repetições;
  • Retome os movimentos do esporte Antes de voltar ao ritmo normal, faça treinos de “gesto”, simulando os movimentos da modalidade para recuperar coordenação e controle corporal;
  • Aqueça antes de começar Um bom aquecimento prepara músculos e articulações para o exercício e reduz o risco de lesões;
  • Alongue ao final O alongamento após o treino ajuda na recuperação muscular e na flexibilidade;
  • Vá com calma Evite tentar compensar o tempo parado em poucos dias. A evolução segura é gradual.

É melhor fazer esteira antes ou depois do treino?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/ana-castela-retoma-treinos-apos-barretos/

Dor não é sinal de treino forte: entenda os sinais em diversas modalidades e evite lesões

Ao se apaixonar por um esporte, muitas pessoas acabam aumentando a intensidade dos treinos sem nenhuma preparação adequada, não é mesmo? E isso pode ter diversas consequências, como lesões, por exemplo. Em esportes como futebol, corrida, tênis e lutas, os movimentos e exigências são diferentes e expõem determinadas articulações e estruturas do corpo a riscos específicos.

O ortopedista e médico do esporte Dr. Daniel Sapatini, do Hospital Albert Sabin (HAS), explica que prevenção não significa evitar movimentos ou reduzir os benefícios do exercício. O objetivo é preparar o organismo para as exigências de cada modalidade.

“Cada esporte tem características próprias e exige determinados movimentos, grupos musculares e articulações. Por isso, a prevenção deve considerar a modalidade praticada, o condicionamento da pessoa e, principalmente, a progressão adequada dos treinos”, explica Sapatini.

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O profissional separou a seguir algumas modalidades esportivas e suas principais lesões.

Futebol: joelhos e tornozelos exigem atenção

Mudanças rápidas de direção, arrancadas, desacelerações, saltos e contato com outros jogadores fazem com que joelhos e tornozelos estejam entre as regiões mais suscetíveis a lesões no futebol.

Entorses de tornozelo e lesões ligamentares do joelho estão entre os problemas que podem ocorrer durante a prática. Fortalecimento muscular, condicionamento adequado e respeito aos limites do corpo ajudam a reduzir os riscos. “Um dos erros é acreditar que sentir dor faz parte do esporte e continuar jogando. Dor intensa, inchaço importante, dificuldade para apoiar o membro ou sensação de instabilidade são sinais que não devem ser ignorados”, orienta o ortopedista.

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Corrida: o problema nem sempre acontece de uma vez

Na corrida, além das torções de tornozelo, o praticante precisa estar atento às chamadas lesões por sobrecarga, que podem aparecer gradualmente. O aumento brusco da distância, do ritmo ou da frequência dos treinos, principalmente sem condicionamento compatível, pode favorecer problemas em joelhos, tornozelos e pés.

Sapatini destaca que a prevenção deve respeitar a biomecânica e a capacidade funcional do praticante e que a constância é mais importante do que simplesmente elevar a carga do exercício.

Tênis: movimentos repetitivos vão além do cotovelo

Embora o chamado “cotovelo de tenista” seja uma das lesões mais conhecidas da modalidade, o esporte também exige bastante dos ombros e dos membros inferiores. Saques e golpes repetitivos sobrecarregam os membros superiores, enquanto deslocamentos rápidos, freadas e mudanças de direção exigem joelhos e tornozelos. “Não devemos olhar apenas para a região onde aparece a dor. Técnica, força, mobilidade, volume de treino e recuperação precisam estar equilibrados para que o corpo consiga responder à exigência daquele esporte”, alerta o médico do esporte.

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Lutas: contato e movimentos explosivos aumentam a exigência

Modalidades de combate envolvem contato físico, quedas, torções e movimentos rápidos, o que pode provocar contusões, entorses, lesões articulares e até fraturas, dependendo do tipo de luta e do mecanismo do trauma.

Quando procurar atendimento?

Nem toda dor depois do exercício significa uma lesão grave. O problema é tentar fazer essa avaliação sozinho quando existem sinais de alerta.

Dor intensa ou persistente, inchaço importante, deformidade, dificuldade para movimentar uma articulação ou apoiar o membro e perda de força justificam avaliação médica. Uma aparente “torção simples”, por exemplo, pode esconder uma lesão ligamentar ou até uma fratura.

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“A atividade física deve fazer parte da vida, e o medo de se machucar não deve afastar ninguém do esporte. O mais importante é praticar com preparação, evolução gradual e atenção aos sinais do próprio corpo. Quando ocorre uma lesão, identificar precocemente a gravidade também faz diferença para o tratamento e para um retorno seguro ao esporte”, finaliza o especialista.

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Praticar atividade física ajuda a aumentar a libido?

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