terça-feira, 5 de maio de 2026

A prática de atividade física ajuda no controle da glicose?

A prática regular de atividades físicas faz toda a diferença para o controle da glicose, que, quando elevada, favorece o surgimento de complicações sérias, incluindo danos irreversíveis aos rins, aos olhos e aos nervos. Nesse sentido, o hábito é considerado indispensável para pessoas diagnosticadas com diabetes, uma vez que auxilia no tratamento da condição e na prevenção de novos problemas.

O movimento do corpo colabora positivamente para baixar os níveis de açúcar no sangue e para o aumento da sensibilidade à insulina.

“A primeira grande contribuição do treino é sua relação direta com sensibilidade à insulina porque o organismo começa a usar a glicose de maneira mais eficaz, diminuindo os níveis de açúcar no sangue”, afirma Rairtoni Pereira, personal trainer e autor do livro “5 Atitudes para criar o hábito de se exercitar todos os dias”.

Os treinos de força, por exemplo, geram uma contração muscular que estimula as células a captarem a glicose de forma mais eficiente

“Além disso, o hábito melhora a captação de glicose, porque durante a atividade física, os músculos chegam a absorver até 10 vezes mais glicose, mesmo na ausência da insulina”, completa ele.

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Segundo o personal, uma sessão de exercícios pode colaborar para manter os níveis de glicose mais baixos por um período de 24 a 48 horas após o término da prática.

“A prática costumeira de exercícios colabora para o controle glicêmico, ao manter os níveis de glicose estabilizados durante o dia, reduzindo a pressão arterial, colesterol e triglicerídeos, que são fatores de risco comuns em diabéticos, e consequentemente auxilia na diminuição de riscos cardiovasculares”, diz Pereira.

“Para quem tem diabetes, o exercício não pode ser feito de qualquer jeito, pois existem riscos próprios para quem sofre da doença. Por isso, a orientação profissional é essencial“, conclui.

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A prática de atividade física: essencial para controle da diabetes

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Suplementação: 10 pontos de atenção que você precisa saber

A suplementação passou a ser tema recorrente em pesquisas, notícias relacionadas à alimentação e dentro de consultórios de nutricionistas e nutrólogos, além de, destaque nas redes sociais. Suplementos passaram a ser indispensáveis para quem busca mais performance no dia a dia, energia e imunidade. Mas, será que eles são mesmo essenciais para todos?

Além disso, em meio a tantas promessas e recomendações generalizadas, surge mais uma pergunta essencial: estamos usando da suplementação por necessidade real ou apenas seguindo uma tendência?

“Embora a suplementação possa, sim, desempenhar um papel importante em situações específicas, seu uso indiscriminado (sem avaliação individual) pode ser desnecessário e, em alguns casos, até prejudicial. Afinal, mais não significa melhor quando se trata de saúde”, comenta Paola Rampinelli, CEO e fundadora do Instituto Rampinelli, que atua baseado na aplicação da nutrição com foco em alimentação natural, saúde metabólica e qualidade de vida.

Por isso, antes de incluir a suplementação na rotina, é fundamental entender o que de fato o corpo precisa e o que pode ser apenas reflexo de um mercado em expansão e de informações nem sempre confiáveis. Pensando nisso, a nutricionista listou a seguir 10 pontos de atenção que as pessoas devem se atentar antes de sair suplementando sem orientação.

Suplementação: 10 pontos de atenção que você precisa saber

  1. Suplementação virou moda: você precisa mesmo?: Antes de sair comprando vitaminas e cápsulas, vale entender o que é necessidade…e o que é tendência.
  2. Mais nem sempre é melhor: Tomar diversos suplementos ao mesmo tempo não significa mais saúde e pode, muitas vezes, até sobrecarregar o organismo.
  3. Nem todo mundo precisa suplementar: Uma alimentação equilibrada, na maioria dos casos, já fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo.
  4. Deficiência não é “achismo”: Suplementação deve ser baseada em sinais clínicos, exames e avaliação profissional, não em sintomas genéricos ou modas.
  5. Cuidado com o efeito das redes sociais: O suplemento que “funcionou” para alguém pode não fazer sentido para você. Cada organismo tem necessidades diferentes.
  6. Excesso também faz mal: Vitaminas e minerais em excesso podem causar efeitos adversos e até prejuízos à saúde, especialmente quando usados sem controle.
  7. Suplemento não substitui alimentação: Cápsulas não compensam uma rotina alimentar desorganizada. A base da saúde continua sendo o que você come no dia a dia.
  8. Fique atento às promessas milagrosas: “Mais energia”, “emagrecimento rápido”, “imunidade instantânea”: desconfie de soluções simples para problemas complexos.
  9. Existem casos em que suplementar é essencial: Gestantes, idosos, pessoas com deficiências nutricionais ou condições específicas podem precisar de suplementações. Mas o ponto é que precisa ser feita com orientação.
  10. Individualização é tudo: Dose, tipo de suplemento e tempo de uso devem ser personalizados. O que funciona para um, pode ser inadequado para outro.

“Por fim, cuidar da saúde não é sobre seguir tendências, é sobre entender o que o seu corpo realmente precisa, ter um acompanhamento profissional e direcionamentos específicos para sua necessidade”, finaliza Rampinelli.

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O whey pode substituir uma refeição?

Whey Protein: qual o melhor horário de consumo para seus objetivos?

O Whey Protein conquistou seu espaço na rotina alimentar não apenas de quem treina, mas também de quem busca saúde, saciedade e também muita praticidade. Desde o café da manhã, até o pós-treino, o suplemento hoje faz parte de muitas dietas, mas, sempre existe uma dúvida: qual o melhor horário para seu consumo? 

Segundo Carla Fiorillo, nutricionista e coordenadora de conteúdo da Puravida, não existe um único momento “correto” para consumir o whey protein, mas sim momentos mais adequados a cada objetivo. “Se o foco é ganho de massa muscular e recuperação, o consumo próximo ao treino continua sendo o mais indicado, podendo ser antes ou logo após o exercício. Isso porque o whey é uma proteína de rápida absorção e rica em aminoácidos essenciais, especialmente a leucina, que estimula a síntese proteica”, explica.

Mas há estudos que mostram que o whey protein pode contribuir com a saciedade e também controle glicêmico, quando incluído em outros horários do dia: “Tomar uma dose de whey no café da manhã ou antes de uma refeição principal ajuda a reduzir picos de glicose e prolonga a sensação de saciedade. É uma estratégia muito útil para quem busca equilíbrio alimentar ou controle de peso”, completa a nutricionista. 

Carla ressalta, no entanto, que o mais importante é o consumo total de proteína ao longo do dia e não apenas o horário isolado: “O corpo precisa de um aporte proteico distribuído, e o whey é uma ferramenta prática para complementar essa ingestão. Mas ele não substitui uma alimentação equilibrada. O ideal é que o uso seja orientado por um profissional, levando em conta a rotina, o tipo de treino e o objetivo individual”. 

Com versões cada vez mais naturais e livres de aditivos artificiais, o whey protein acompanha uma tendência de consumo consciente e funcional, tornando-se presença constante na rotina de quem busca performance, energia e bem-estar. 

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Concentrado, isolado ou hidrolisado: qual Whey Protein é o ideal para você?

Os suplementos à base de proteína são vistos como grandes aliados à saúde. E há comprovação científica por trás dessa afirmação!

Um estudo, divulgado na Revista Brasileira de Nutrição esportiva, revisou os efeitos metabólicos da suplementação com whey em praticantes de exercícios com pesos. O resultado: alta concentração de aminoácidos essenciais, rápida absorção e associações com hipertrofia muscular, melhora do sistema imune, redução de gordura corporal e fadiga muscular.

A nutricionista da Vitafor, Lucila Santinon, ressalta que há alguns pontos-chave para escolha da melhor opção. São eles: 

  • composição limpa; 
  • Proteínas de AVB (alto valor biológico); 
  • sem adição de açúcares e baixo sódio. 

Lembrando que existem tipos diferentes de whey protein: “Podemos dividir as proteínas em três tipos: Isolada, Concentrada e Hidrolisada, que é obtida a partir da hidrólise enzimática da proteína”, aponta a nutricionista.

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Proteína Concentrada:

A matéria-prima da proteína do concentrado do soro do leite, com uma concentração média de 80% de proteína, apresenta maior rendimento e menor densidade, além de uma coloração mais amarelada quando comparada à proteína isolada.

Proteína Isolada:

Já a matéria-prima da proteína isolada, WPI, tem concentração de 92% de proteína, que passa por um processo de microfiltragem, nano filtragem e ultra filtragem, resultando em uma quantidade mínima de carboidratos, lactose, caseína e gorduras, com uma excelente solubilidade e uma coloração mais clara quando comparada à proteína concentrada do soro do leite.

Proteína Hidrolisada:

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Em relação à proteína hidrolisada do soro do leite, WPH, pode ser obtida através da proteína isolada ou da proteína concentrada por meio do processo de hidrólise enzimática ou quebra industrial, conferindo rápida absorção e fácil digestão. Ela detém uma textura mais fluida quando comparada às outras duas proteínas, do concentrado e do isolado.

Quero emagrecer. Posso tomar whey protein?

Fique de olho na tabela nutricional

A nutricionista da Vitafor também explica que, quanto menor o percentual de carboidratos no produto, melhor a digestibilidade e a absorção. Além disso, para calcular a porcentagem de proteína, ela ensina que: “basta dividir o total de proteína pela porção do produto.

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Agachamento sem lesões: saiba até onde descer na execução

O agachamento é um dos exercícios físicos que faz parte da rotina de treinos de quem deseja ter um bumbum mais tonificado e fortalecido. Apesar de ter diversas variações, ele é um movimento completo, pois trabalha a maioria dos músculos do corpo, entre eles o já citado bumbum (glúteo), isquiotibiais (posteriores de coxa), adutor, flexores de quadril e panturrilha

De acordo com o estudo  “Comparison of Core Muscle Activation Between a Prone Bridge and 6-RM Back Squats”, publicado em 2018 no Journal of Human Kinetics, o agachamento é capaz de garantir maior ativação de músculos que sustentam as costas do que o exercício de prancha, por exemplo.

É preciso agachar até o final?

Jhonatan Campos, especialista técnico da Smart Fit responde: “Não necessariamente é preciso fazer o agachamento até o final. A descida deve ser feita até uma angulação que o quadril do aluno não faça uma retroversão de quadril, ou seja, que o quadril não comprometa a curvatura final da coluna lombar. Sem carga, não há tantos problemas, mas se estiver com sobrecarga, esse cuidado tem que ser dobrado para que isso não desenvolva uma lesão”.

O profissional ainda completa com uma dica importante sobre entender o limite do quadril no agachamento. “É bom ter esse entendimento pois assim lesões não irão ocorrer e, claro, um bom aquecimento com mobilidade e alongamento prévio podem ajudar a não ter lesões. A sobrecarga tem que ser aumentada também de maneira gradual, para que assim, o corpo possa ir se adaptando a esses novos estímulos”

Assista no vídeo abaixo como fazer o agachamento corretamente e evitar erros:

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5 ajustes que vão melhorar seu agachamento

1

Tenha um Ponto de Referência
Para iniciantes que estão tendo problemas para afundar os quadris paralelamente devido a possíveis problemas de coordenação neuromuscular, pratique o exercício com uma caixa, banco ou bola de exercícios atrás de sua bunda. Esses objetos agem como um lembrete físico de quão baixo deve ser o agachamento e ajudam você a aumentar gradualmente sua amplitude de movimento.

Comece com um objeto mais alto e abaixe-o progressivamente até que você não precise de um ponto de referência para agachar com sucesso em paralelo.

2

Pratique agachamento com kettlebell
Lidando com costas arredondadas? Uma das maneiras mais fáceis de corrigir sua forma e, por sua vez, agachar-se mais profundamente, é abandonar o agachamento com barra e, em vez disso, praticar agachamento kettlebell ou halteres. Segurar algo nas costas dificulta muito a distribuição do peso, fazendo com que a parte superior das costas fique arqueada, mas segurar um peso que contrabalança o peso do seu corpo ajudará você a se sentar em uma posição muito mais baixa.

3

Fortaleça costas e abdômen
O arredondamento da parte superior das costas quando você afunda no agachamento também pode ser causado simplesmente por uma falta de força nos músculos das costas ou no núcleo (que, aliás, é responsável por manter a coluna ereta e estável).

4

Mude sua sugestão
A dica típica para um agachamento é sentar-se como se fosse sentar em uma cadeira, mas essa dica pode causar uma inclinação pélvica. Já, colocar na cabeça que você deve sentar os quadris nos calcanhares, a tendência é evitar o arco excessivo enquanto ainda oferece o mesmo padrão de movimento.

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A, e sempre contraindo o abdômen!

5

Adicione exercícios de mobilidade de quadril e tornozelo ao seu aquecimento
Se você suspeitar que os problemas de mobilidade do quadril estão por trás da falta de profundidade do agachamento, pode ser útil fazer alguns exercícios que relaxam as articulações antes de começar a levantar.

Durante o aquecimento, passe alguns minutos praticando o alongamento do quadril.

Para limitações de mobilidade do tornozelo, faça algumas repetições de alongamento para essa região.

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Por que aprofundar seu agachamento?

O quão perto seu bumbum chega do chão faz diferença, e não agachar o suficiente pode tornar seus exercícios para a parte inferior do corpo menos produtivos.

Os principais responsáveis ​​por conduzir um agachamento são o quadríceps e os glúteos. Quanto mais baixo você se sentar em seu agachamento, mais precisará contrair seus quadríceps e glúteos para voltar a ficar de pé. E quanto mais você trabalhar esses músculos, mais fortes e maiores eles ficarão. “Dentre os benefícios do fortalecimento através do agachamento, está o aumento do volume muscular, aumento da força e potência do quadríceps e glúteos, fortalecimento e proteção das musculaturas que envolvem as articulações do quadril, joelho e tornozelo”, diz Joicy Vanessa, profissional de educação física.

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4 fatores que limitam a profundidade do movimento

Se você está lutando para atingir o paralelo ou agachar abaixo dele, pode haver vários fatores para culpar. Aqui, os quatro problemas mais comuns

1

Você está carente de coordenação neuromuscular
Qualquer movimento que você faz requer estimulação do cérebro, que envia mensagens para os músculos e causa uma contração. Os movimentos que você aprendeu com o tempo acabam sendo “armazenados” em seu cérebro, fazendo com que pareçam uma segunda natureza. No entanto, se um movimento – como agachar profundamente – é novo para alguém, eles podem ter dificuldade em coordenar seu sistema nervoso com o padrão de movimento desejado.

Quando os novatos tentam agachar-se paralelamente pela primeira vez ou aumentar sua amplitude de movimento, esses neurônios percebem o aumento da tensão muscular como perigoso e enviam bandeiras vermelhas ao cérebro. Em resposta, o cérebro diz ao músculo para parar de se contrair.

2

Você está arqueando excessivamente a coluna
Na maioria das vezes, os problemas de agachamento abaixo do paralelo decorrem de pequenos problemas com a posição da coluna, especificamente na parte superior ou inferior das costas.

Iniciar o movimento com um arco na parte inferior das costas – conhecido como inclinação pélvica anterior – pode fechar a cápsula da articulação do quadril, limitando a mobilidade do quadril e impedindo que você se sente em uma posição mais profunda.

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Você não está girando externamente seus quadris
Para concluir um agachamento com sucesso, você precisará girar externamente os quadris durante a descida, o que permite que você sente os quadris baixos enquanto mantém a barra alinhada. Manter esse alinhamento ajuda a manter a forma e a técnica adequadas, e a rotação do quadril também protege os joelhos de possíveis desconfortos ou lesões. Mas se você está lutando para abrir seus quadris nessa rotação externa, o que pode ser o caso se você não tem mobilidade do quadril, pode ter dificuldade para sentar abaixo do paralelo.

4

Você tem mobilidade limitada do tornozelo.
A falta de mobilidade do tornozelo, que pode ocorrer após uma lesão na articulação, também pode estar por trás de suas lutas de profundidade no agachamento. Nesse caso, você pode estar transferindo seu peso para os dedos dos pés, em vez de mantê-lo distribuído uniformemente, e seu calcanhar pode até estar se levantando do chão, o que pode impedir que você afunde abaixo do paralelo.

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A prática de atividade física ajuda no controle da glicose?

A prática regular de atividades físicas faz toda a diferença para o controle da glicose, que, quando elevada, favorece o surgimento de comp...