terça-feira, 21 de abril de 2026

Amplitude: por que ela importa

Quem busca hipertrofia, muitas vezes, pode se enganar acreditando que a carga é o fator que mais faz diferença para o fortalecimento dos músculos.

Sim, é verdade que a quantidade de peso utilizada durante os exercícios é importante para conquistar esse objetivo. Entretanto, existem outros detalhes que devem receber a mesma atenção, entre eles, a amplitude.

Para promover o crescimento muscular, o ideal é sempre encontrar um equilíbrio entre peso, técnica correta e boa amplitude.

“A relação entre amplitude de movimento e carga é muito importante para quem busca hipertrofia. De uma forma geral, a carga sempre deve respeitar a amplitude e não o contrário. Quando você diminui a amplitude só para conseguir usar mais peso, acaba reduzindo o recrutamento muscular e o estímulo que realmente gera crescimento”, explica a personal trainer e colunista de Boa Forma, Aline Becker. 

Amplitude: por que ela importa?

Para hipertrofia, o que mais importa é trabalhar o músculo dentro da sua amplitude funcional, com controle, boa execução e tensão constante.

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A carga é válida e necessária, claro, mas ela deve ser aumentada somente quando você consegue manter o movimento completo e bem feito.

“Primeiro vem a técnica e a amplitude segura, depois a progressão da carga. Essa combinação é o que garante mais fibras sendo ativadas, mais tempo sob tensão e, consequentemente, melhores resultados de hipertrofia“, destaca Aline.

Quanto mais carga menos amplitude e vice-versa

Aline afirma que sim, de certa forma, quanto mais carga você coloca, menor tende a ser a amplitude e o contrário também é verdade.

Isso acontece porque a carga exige mais força e controle, e quando o peso está acima do que o corpo consegue estabilizar, o movimento acaba ficando encurtado naturalmente.

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“É como se o corpo ‘roubasse’, reduzindo a amplitude para conseguir completar a repetição. Por isso, a gente costuma dizer que a carga tem que respeitar a amplitude: se você não consegue manter a amplitude completa, aquele peso provavelmente está acima do ideal para gerar o estímulo correto”, comenta.

Porém, por outro lado, quando você reduz a carga, você tem mais capacidade de controlar o movimento e explorar a amplitude total, o que aumenta o recrutamento muscular e o tempo sob tensão, dois fatores super importantes para hipertrofia.

“Então, não é sobre escolher carga ou amplitude, mas sim equilibrar: usar uma carga que permita amplitude eficiente e técnica boa. Essa é a “zona de ouro” para crescer com qualidade”. ressalta.

Qual a relação entre amplitude e carga?

Para quem busca hipertrofia, a preocupação amplitude x carga é fundamental. Isso se deve, porque o crescimento muscular depende diretamente da qualidade do estímulo que o músculo recebe e não apenas do peso levantado.

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Aline conta que quando você usa uma carga que permita executar o movimento com amplitude segura e controlada, você aumenta o recrutamento de fibras musculares, o tempo de tensão e a capacidade de gerar microlesões, que são as responsáveis pelo crescimento.

“Já quando a carga é tão alta que reduz a amplitude, o músculo deixa de ser trabalhado por completo e o estímulo perde eficiência, ou seja, você gasta energia, mas não otimiza o resultado. Então a combinação entre amplitude e carga garante que o músculo seja realmente desafiado do jeito certo, sem compensações, sem sobrecarga articular e com resultado real em hipertrofia”, diz.

Controle e consciência muscular

Aline complementa algo muito importante para quem busca hipertrofia. Para que ela seja eficiente, é preciso controle e consciência muscular.

Para a profissional, muita gente coloca peso demais e acaba transferindo a carga para outras articulações ou músculos que não deveriam assumir aquele trabalho, o que além de diminuir o resultado ainda aumenta risco de lesão.

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“A progressão inteligente acontece quando você equilibra técnica, amplitude e carga, respeitando o seu corpo. E mais: amplitude boa não significa ir além do que sua mobilidade permite significa ir até onde você consegue manter controle e ativação muscular, sem dor e sem compensar. Esse cuidado no treino faz toda diferença para quem quer crescer com segurança e constância”, finaliza.

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Treina com frequência? Veja 5 efeitos da vitamina B12 no seu corpo

Quem possui uma rotina ativa de treinos, a vitamina B12 pode ajudar a explicar sensações comuns do dia a dia, como variações de energia e a forma como o corpo responde às demandas físicas e metabólicas. 

Isso se deve, porque a vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo e participa de processos importantes, como o metabolismo energético e a formação das células.

“A ingestão diária recomendada de vitamina B12 para adultos é de 2,4 mcg. No entanto, alguns grupos exigem atenção especial, como gestantes, lactantes, idosos, veganos, vegetarianos e pessoas com dificuldade de absorção do nutriente”, afirma Raquel Awade, nutricionista da Catarinense.

Além disso, fatores fisiológicos, como oscilações hormonais e variações na ingestão calórica, também podem influenciar a forma como o organismo utiliza e distribui nutrientes.

Por isso, o acompanhamento profissional e a avaliação individual são importantes para garantir níveis adequados ao longo do tempo.

O corpo humano depende da vitamina B12 para funcionar corretamente, mas não é capaz de produzi-la por conta própria. Por esse motivo, manter uma alimentação que inclua fontes desse nutriente, além de acompanhar se o organismo está conseguindo absorvê-lo de forma eficiente, é essencial.

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A nutricionista da Catarinense listou a seguir cinco benefícios da vitamina b12 para quem possui uma rotina ativa de treinos:

1

Participa do processo de produção de energia  

No centro da produção de energia do corpo humano, há rotas bioquímicas que convertem carboidratos, proteínas e gorduras em ATP.

Nesse contexto, a vitamina B12 auxilia no metabolismo energético e ajuda no metabolismo dos carboidratos, proteínas e gorduras, apoiando a fluidez dessas vias que sustentam o dia a dia de treino.

2

Auxilia no metabolismo 

A vitamina B12 auxilia no metabolismo da homocisteína, participando das etapas que permitem sua reciclagem dentro do próprio metabolismo proteico.

Quando os níveis de B12 estão adequados, esse fluxo metabólico integra o funcionamento normal do organismo.

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Em rotinas com maior ingestão proteica e maior atividade metabólica, como em fases de treino regular, essas vias tendem a estar mais ativas, reforçando a importância da vitamina B12 envolvida nesse processo.

3

Ajuda na formação de células vermelhas

A entrega de oxigênio aos tecidos está relacionada à qualidade células do sangue responsáveis por realizar esse transporte.

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A vitamina B12 auxilia na formação de células vermelhas do sangue, um processo fundamental para que o organismo mantenha seu fluxo interno de maneira organizada durante a rotina ativa.

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4

Renova os tecidos

Durante a prática de exercícios, é natural que ocorram microlesões nas fibras musculares, parte essencial do processo de adaptação e fortalecimento do tecido.

A vitamina B12 auxilia no processo de divisão celular e auxilia no metabolismo da homocisteína, duas vias diretamente relacionadas à integridade dos tecidos.

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Esses processos colaboram para que o corpo realize seus ciclos naturais de reparo de maneira coordenada, especialmente em rotinas que exigem constância.

5

Ajuda o sistema imunológico a funcionar adequadamente

Para lidar bem com o ambiente, o organismo depende de células de defesa formadas adequadamente. A vitamina B12 participa do processo para que o sistema imunológico funcione adequadamente.

Ao manter esses processos em equilíbrio, o corpo tende a responder aos desafios externos de maneira mais organizada e coerente com as necessidades do dia a dia.

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Torta de brócolis sem farinha: prática e cabe na sua dieta!

O brócolis é um vegetal rico em nutrientes, como vitaminas C e K, potássio e antioxidantes. Para quem pratica atividades físicas, colocá-lo em sua dieta pode auxiliar seu objetivo, seja emagrecer ou ganhar massa muscular.

Isso se dá pelo brócolis também ser rico em sulforafano, um composto natural, sendo considerado pela ciência como um dos mais potentes antioxidantes e anti-inflamatórios naturais.

Pesquisas mostram que o sulforafano presente no brócolis também está associado a melhora da saúde metabólica e celular.

E, para quem pratica atividades físicas, estudos clínicos com brotos de brócolis mostraram que que o vegetal pode ajudar o corpo a lidar melhor com o estresse causado pelo exercício.

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Ou seja, o consumo regular do brócolis pode contribuir para a saúde metabólica, reduzir o estresse oxidativo e suporte do organismo.

Inclua o vegetal em sua dieta com essa receita de torta de brócolis sem farinha. Veja o passo a passo a seguir!

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Torta de brócolis sem farinha: prática e cabe na sua dieta!

Ingredientes:

  • 1 brócolis cozido
  • 7 ovos
  • 3 colheres (sopa) de leite em pó adulto
  • 150 g de ricota
  • 2 fatias de mussarela light

Modo de Preparo:

  • Preaqueça o forno a 180°C e unte uma forma média com azeite.
  • Em uma tigela, bata os ovos até ficarem bem misturados.
  • Acrescente o leite me pó adulto, a ricota amassada e misture até formar uma massa homogênea.
  • Junte o brócolis cozido e picado, misturando delicadamente.
  • Acrescente a mussarela light picada e misture novamente.
  • Despeje a mistura na forma untada e leve ao forno por cerca de 30 a 35 minutos, ou até que a torta esteja firme e levemente dourada por cima.
  • Retire do forno, deixe amornar e sirva em fatias

Rendimento: 8 porções

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Tempo de preparo: 30 min

Fonte: Receitas Nestlé

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