terça-feira, 7 de julho de 2026

Vanessa Giácomo: “saúde é um conjunto de pequenas escolhas feitas com constância e gentileza”

Vanessa Giácomo é uma atriz que dispensa apresentações. Sucesso em diversas novelas, cinema e teatro, ela interpretou mocinhas e vilãs que são até hoje lembradas pelos amantes da teledramaturgia nacional. 

Atualmente vivendo em Portugal, onde estreou em uma novela local no ano passado, Vanessa também estará em uma série de investigação criminal que será exibida pela Disney+. Reinventar e redescobrir são verbos que estão em sua rotina diariamente.

E algo que a transformou também foi o movimento. Amante de atividades físicas, Vanessa encontrou nelas uma válvula de escape que vai muito além da estética. 

“Quando encontro uma atividade que me faz bem, ela deixa de ser uma tarefa e passa a ser um momento meu”, disse a atriz em entrevista à Boa Forma.

Veja o bate-papo completo a seguir!

Mulher de cabelos castanhos longos, usando top e calça legging verde-água, com fones de ouvido brancos no pescoço e uma luva de boxe preta na mão direita, posa de costas para o mar azul, olhando por cima do ombro esquerdo. Ela está apoiada em um parapeito branco, com a praia e o oceano ao fundo
<span class="hidden">–</span>Felipe Costa/Divulgação
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Hoje, vivendo na Europa, como foi a adaptação em um novo país, novas culturas? Era algo que passava pela sua cabeça viver um dia?

Sempre gostei de conhecer outras culturas, mas nunca fiz um grande planejamento para morar fora. A vida acabou me levando para essa experiência, e tenho procurado vivê-la com o coração aberto.

Eu tenho me dividido entre Brasil e Portugal, mas ainda assim, é claro que toda mudança exige adaptação, mas acho que esse processo também nos ensina muito sobre quem somos. Estar em outro país amplia o olhar, faz a gente rever hábitos, valores e descobrir novas formas de viver. Tem sido uma fase de muito aprendizado.

Atualmente, você é protagonista de uma nova série, Delegacia, que será exibida pela Disney+. Como estão sendo as gravações? Pode falar um pouquinho da sua personagem?

As gravações foram bem intensas e extremamente enriquecedoras. É uma série que exige muito da gente, física e emocionalmente, porque esse universo da investigação criminal pede verdade em cada detalhe.

Eu gosto de mergulhar nas personagens, então fiz uma preparação cuidadosa, com treinamento físico, estudo da rotina e da postura de uma policial, além de um trabalho de construção emocional para entender as pressões e os dilemas que ela enfrenta.

É um projeto muito desafiador, com cenas de ação, uma dinâmica de equipe muito forte e uma direção que busca um olhar bastante realista. Eu me dediquei muito e estou muito feliz com o resultado que será construído. Acho que o público vai encontrar uma história intensa, humana e cheia de reviravoltas.

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Em uma entrevista, você citou que está se redescobrindo em cena e fora dela. Quais são essas redescobertas?

Acho que a vida vai nos transformando o tempo todo. Hoje enxergo as minhas opções de escolhas com mais clareza, e me permito ouvir mais a minha intuição e a experiência que fui adquirindo ao longa da minha trajetória. Como atriz, percebo que essa maturidade também chega ao trabalho.

Tenho menos ansiedade para provar alguma coisa e mais interesse em construir personagens respeitando o meu processo de criação artística. Fora de cena, estou aprendendo a valorizar o tempo de qualidade, seja em família, com amigos e mesmo quando estou comigo mesma. 

Mulher sorridente de cabelos castanhos, vestindo top e calça legging azul-petróleo, fones de ouvido brancos e luvas de boxe pretas, apoiada em um parapeito com o mar ao fundo
<span class="hidden">–</span>Felipe Costa/Divulgação

Dentro dessa rotina de gravações, viagens e trabalhos, como o esporte entra nela? Quais são as atividades que você não fica sem fazer? Tem alguma que conquistou seu coração?

Cada vez mais eu enxergo o exercício físico muito mais como um cuidado comigo do que como uma obrigação. Gosto de variar as atividades para que o movimento continue sendo prazeroso. 

Caminhadas, natação, musculação, aulas coletivas e exercícios que trabalham força e mobilidade fazem parte da minha rotina porque me ajudam a manter o corpo disposto e a mente equilibrada. 

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Quando encontro uma atividade que me faz bem, ela deixa de ser uma tarefa e passa a ser um momento meu. 

Dentro das atividades físicas, o que você considera essencial no seu autocuidado hoje, não por obrigação, mas porque te faz bem de verdade?

Acho que o autocuidado começa por saber entender e respeitar o que o nosso corpo e a nossa cabeça dizem. 

Sabe aquela máxima de que o corpo é fala? É totalmente verdadeira conforme meu entendimento. 

Tem dias em que estamos com uma energia que pede intensidade e outros em que ele pede descanso. Aprender a respeitar isso fez muita diferença para mim. 

Também valorizo muito o sono, uma alimentação equilibrada, estar em contato com a natureza sempre que possível e reservar momentos para desacelerar. 

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Hoje entendo que saúde é um conjunto de pequenas escolhas feitas com constância e gentileza. Saber aproveitar momentos de menos rigidez é também uma grande sabedoria!

Você é uma figura pública que influencia muitas pessoas. Como vê essa visibilidade hoje, aos 43 anos? É uma responsabilidade?

Sem dúvida existe uma responsabilidade, porque tudo o que fazemos pode alcançar muitas pessoas. Mas também acredito que ninguém precisa correr atrás de mostrar uma perfeição que é impossível de se alcançar.

O que procuro mostrar é uma vida possível, com equilíbrio, alegrias, desafios e aprendizados. Se de alguma forma isso inspira alguém a olhar para si com mais carinho, já fico muito feliz. Cada vez mais me preocupo muito menos em parecer alguma coisa e muito mais em ser verdadeira.

São anos de carreira e personagens marcantes. O que mais te chama atenção na mulher que você é hoje, tanto por dentro quanto por fora?

O contraponto entre a serenidade e a uma fome inesgotável de me sentir viva. Acho que isso veio com o tempo. Hoje me conheço melhor, respeito mais os meus limites e faço escolhas mais conscientes. Também aprendi que a beleza está muito ligada à forma como nos sentimos. Quando estamos em paz, isso aparece naturalmente. Gosto da mulher que me tornei justamente porque ela entende que não precisa dar conta de tudo o tempo inteiro.

Mulher de cabelos castanhos, vestindo top e calça legging verde-água, com fones de ouvido brancos no pescoço e luvas de boxe pretas, apoiada em uma estrutura metálica, olhando para frente com expressão séria, sob céu azul claro
<span class="hidden">–</span>Felipe Costa/Divulgação
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Como o movimento se torna algo essencial no seu dia a dia?

Porque ele vai muito além da estética. O movimento me dá energia, melhora meu humor, organiza meus pensamentos e me conecta comigo mesma.

Mesmo nos dias mais corridos, tento encontrar algum momento para caminhar, treinar ou simplesmente me movimentar. É uma forma de cuidar do corpo, mas também da minha saúde mental.

Qual é hoje a sua maior paixão dentro do que você faz e o que você faz para não se cobrar além dos seus limites?

Minha maior paixão continua sendo contar histórias. É isso que me move desde o começo da carreira. Cada personagem me transforma um pouco e me permite enxergar o mundo por outros ângulos. Ao mesmo tempo, tenho aprendido que dedicação não precisa significar excesso.

Hoje procuro fazer o meu melhor sem abrir mão da minha saúde, da minha família e da minha vida fora do trabalho. Entendi que esse equilíbrio também me torna uma artista melhor.

Produção e assessoria: @anameliacaserta_
Fotografia: @felicosta
Assessoria de imprensa: @stampa_cominicacao
Beleza : @sandysabeauty
Stylist: @samantha_szczerb
Agradecimento : @laghettostilo

A prática de atividade física pode interferir no humor?

 

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/vanessa-giacomo-2026/

Pizza pode fazer parte de uma alimentação saudável?

No dia 10 de julho é celebrado o Dia da Pizza e, com isso, restaurantes disparam promoções para comemorar a data. Mas, será que a pizza pode fazer parte de uma alimentação saudável?

Embora seja, na maioria das vezes, associada ao ganho de peso, a pizza nem sempre merece a fama de vilã. O efeito desse alimento no organismo depende do contexto alimentar de cada pessoa, incluindo rotina, frequência de consumo e qualidade geral da dieta.

Para o nutricionista Dr. Thyago Nishino, a pizza ganhou essa reputação mais pelo padrão de consumo do que pelo alimento em si.

“A pizza virou vilã porque, na maioria das vezes, ela aparece em momentos de excesso, com combinações muito calóricas e dentro de uma rotina alimentar desbalanceada. Mas, isoladamente, ela não define ganho de peso”, explica.

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Segundo o especialista, o ganho de peso está mais relacionado ao padrão alimentar global do que a um alimento específico. Em uma alimentação equilibrada, a pizza pode ser consumida sem impactos relevantes.

“Se a pessoa mantém uma alimentação saudável no dia a dia, com equilíbrio de nutrientes e boa rotina alimentar, não é a pizza que vai engordar. Agora, se há consumo frequente de alimentos altamente calóricos e ultraprocessados, aí sim o contexto favorece o ganho de peso”, diz.

Dieta celíaca: dicas criativas e seguras de refeições saborosas

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Nishino destaca também que a qualidade da pizza e suas substituições fazem grande diferença no impacto nutricional. Ele recomenda trocar versões industrializadas por opções artesanais e ajustar a base da massa.

“Uma pizza de mercado geralmente tem mais gordura, sódio e conservantes. Já uma pizza artesanal permite melhor controle dos ingredientes e maior qualidade nutricional”, comenta o nutricionista.

Entre as alternativas mais equilibradas, o especialista cita variações de massa que aumentam o valor nutricional da refeição, como pizzas feitas com massa de batata, mandioca ou couve-flor, além de opções práticas para o dia a dia.

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“Pizzas de frigideira feitas com tortilha ou wraps são alternativas rápidas e mais leves. Também é possível usar massa de batata ou batata-doce, que aumentam a saciedade e melhoram o perfil nutricional da refeição”, orienta Thyago.

O especialista reforça ainda que o equilíbrio está na composição geral da refeição, e não na exclusão do alimento.

“O problema não é a pizza, mas o padrão alimentar. Quando existe equilíbrio ao longo da semana, ela pode sim fazer parte da rotina sem prejuízo para a saúde”, conclui Dr. Thyago Nishino.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/pizza-pode-fazer-parte-de-uma-alimentacao-saudavel/

Treinar no frio aumenta risco de lesão na coluna?

As baixas temperaturas, por si só, não causam lesões na coluna. No entanto, elas podem dificultar o desempenho muscular nos primeiros minutos da atividade física.

No frio, a musculatura tende a apresentar maior rigidez, há redução temporária da elasticidade dos tecidos e as articulações podem ficar menos móveis até que o organismo atinja sua temperatura ideal de funcionamento.

Quando o treino é iniciado sem um aquecimento adequado, essas alterações podem favorecer movimentos menos eficientes e aumentar a sobrecarga sobre a coluna, principalmente durante exercícios de impacto, rotações ou levantamento de peso.

O maior fator de risco não é o frio em si, mas a combinação entre baixas temperaturas, preparo muscular insuficiente, técnica inadequada e progressão excessivamente rápida da intensidade ou da carga do exercício.

Nos dias frios, o organismo demora mais para atingir a temperatura ideal de funcionamento muscular. Isso faz com que músculos, tendões e ligamentos respondam de forma menos eficiente às exigências do exercício logo no início da atividade, exigindo um período maior de adaptação antes de esforços mais intensos.

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Além disso, pessoas que já apresentam hérnia de disco, artrose, dor lombar crônica ou outras doenças degenerativas da coluna podem perceber aumento da rigidez muscular e da sensibilidade dolorosa durante o inverno.

Embora o frio não agrave diretamente essas doenças, ele pode intensificar a sensação de desconforto e levar a compensações biomecânicas que aumentam a sobrecarga sobre a coluna. Por isso, respeitar os limites do corpo e preparar-se adequadamente para o exercício torna-se ainda mais importante nessa época do ano.

Respondido por:

Dr. Daniel Oliveira, ortopedista especialista em coluna vertebral e sócio do NOT – Núcleo de Ortopedia e Traumatologia de Belo Horizonte. Instagram: @danieloliveiracoluna

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Por que os olhos coçam mais no frio?

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/treinar-no-frio-lesao-coluna/

Vanessa Giácomo: “saúde é um conjunto de pequenas escolhas feitas com constância e gentileza”

Vanessa Giácomo é uma atriz que dispensa apresentações. Sucesso em diversas novelas, cinema e teatro, ela interpretou mocinhas e vilãs que ...