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O kettlebell está entre os equipamentos mais comuns nas academias e nos treinos em casa. Ele consiste em uma esfera de ferro fundido com uma alça acoplada.
“Ao contrário dos halteres convencionais, o centro de massa do kettlebell fica deslocado em relação à alça. Isso cria uma instabilidade constante durante o movimento, fazendo com que o corpo ative vários grupos musculares ao mesmo tempo para manter o equilíbrio, a coordenação e o controle da carga”, explica o Douglas Coronel, profissional de Educação Fisica da Total Pass.
Segundo Coronel, o kettlebell se destaca por sua versatilidade e eficiência, permitindo combinar treinos de força, resistência e capacidade cardiovascular.
“Ele pode ser considerado uma ferramenta interessante tanto para atletas de alta performance quanto para pessoas que procuram uma rotina de exercício prática e dinâmica.”
Para que serve o kettlebell?
O kettlebell serve para a realização de exercícios que desenvolvem força, potência, resistência, equilíbrio, coordenação e mobilidade. A ferramenta pode ser uma boa opção para diferentes objetivos fitness, seja ganho de força, emagrecimento ou melhora do condicionamento físico.
Ele pode ser considerado um grande aliado para o fortalecimento do core, uma vez que potencializa o recrutamento dos músculos que fazem parte dessa região do corpo, por exigir uma estabilização profunda.
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Quando utilizado durante movimentos balísticos, ele colabora para o aumento da explosão muscular e da agilidade. Já ao ser incluído aos exercícios multiarticulares, o kettlebell amplia o desafio de força e pode intensificar o gasto calórico.
Quem não pode usar kettlebell?
Apesar de ser um equipamento seguro e versátil, o kettlebell pode não ser a melhor escolha para pessoas com lesões agudas na coluna, indivíduos com problemas severos nos ombros e punhos ou iniciantes sem supervisão adequada.
“A técnica é fundamental no treino com kettlebell. Recomenda-se o acompanhamento de um profissional para garantir a execução correta dos movimentos e evitar lesões”, alerta.
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Exercícios na máquina e livres: qual a diferença?
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Para quem pratica atividades ao ar livre, diversos acessórios são importantes não apenas para o conforto, mas também segurança durante os exercícios. Os óculos fazem parte desse quesito.
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E pensando em acompanhar diferentes rotinas e práticas esportivas, a LIVO apresenta sua nova coleção, a LIVO ACTIVE, com design inspirado 100% no universo esportivo, além de materiais leves e resistentes.
Maior estabilidade
Os modelos possuem encaixe ergonômico, o que ajuda na estabilidade – ponto positivo para quem pratica atividades com muita movimentação, como corrida, por exemplo.
Isso também se dá pelas armações versáteis com clip-on e lentes de alta proteção, que equilibram desempenho técnico e uso no dia a dia.
<span class="hidden">–</span>./Divulgação
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Testamos os modelos da LIVO
A marca apresentou quatro novos modelos: Robert, Bernardo, Agatha e Vitória. Todos projetados para utilização em diversas práticas esportivas e cada um com sua particularidade. Testei três modelos em treinos e provas de corrida e a estabilidade citada anteriormente é o foco central dos modelos.
Por terem lentes maiores que muitos óculos tradicionais, aparentemente, dá a sensação de que são pesados e vão ficar pulando no rosto. Pelo contrário: nem parece que estava usando de tão leves e estáveis no rosto.
Isso se dá pelas armações feitas com materiais mais flexíveis e duráveis e dispõem de encaixe ergonômico, o que garante estabilidade durante o uso.
Como citei anteriormente, cada modelo possui sua particularidade:
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Bernardo: design marcante e estruturado
Vitória: muito versátil, ideal para aquele dia extremamente ensolarado.
Ágatha: a soma de resistência com estabilidade resulta em um modelo pensado para diferentes condições e intensidades de uso.
Mas ainda há um plus em dois modelos: tanto o Bernardo, quanto o Vitória trazem também a opção clip-on, com uma armação interna para lentes de grau.
E se você é do time que transpira muito durante as atividades físicas e tinha problemas com óculos que ficavam escorregando no rosto, seus problemas acabaram!
Os modelos da LIVO possuem o apoio nasal que foi desenvolvido para oferecer um ajuste seguro e confortável para diferentes formatos de rosto, evitando que os óculos deslizem mesmo durante saltos ou movimentações mais intensas.
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O resultado são peças que equilibram performance técnica e versatilidade, acompanhando tanto os momentos de prática esportiva quanto os do dia a dia de quem está sempre em movimento.
Se você já sentiu dor no joelho ao subir escadas, agachar ou depois de um treino, saiba que não está sozinha. As mulheres apresentam maior incidência de problemas na articulação do joelho quando comparadas aos homens, especialmente quadros como condromalácia patelar, dor femoropatelar e lesões do ligamento cruzado anterior (LCA).
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A explicação começa na própria anatomia feminina. “As mulheres têm o quadril naturalmente mais largo, o que aumenta o ângulo entre o quadril e o joelho, conhecido como ângulo Q. Esse desalinhamento gera maior sobrecarga na parte da frente do joelho, favorecendo dores e desgaste da cartilagem”, explica o ortopedista Dr. Sérgio Costa.
Essa sobrecarga repetitiva pode levar à condromalácia patelar, um amolecimento e desgaste da cartilagem localizada atrás da patela, condição bastante frequente entre mulheres jovens e fisicamente ativas.
Além da anatomia, os hormônios também entram na equação. A maior frouxidão ligamentar feminina, influenciada por variações hormonais, pode deixar a articulação menos estável e aumentar o risco de entorses e rupturas, como a do LCA, lesão comum na prática esportiva.
O impacto do salto alto
O uso frequente de salto alto também merece atenção. Ao projetar o corpo para frente, o salto altera o centro de gravidade e aumenta a pressão sobre a região anterior do joelho.
“O uso contínuo de salto pode intensificar dores já existentes e favorecer processos inflamatórios na articulação”, alerta Sergio Costa.
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Isso não significa abolir o salto do guarda-roupa, mas alternar alturas, limitar o tempo de uso e fortalecer a musculatura pode fazer toda a diferença.
Sedentarismo: o vilão silencioso
Se por um lado o excesso de impacto pode prejudicar, a falta de movimento também é um problema. A musculatura do quadríceps, dos glúteos e do core é fundamental para estabilizar o joelho. Quando esses músculos estão enfraquecidos, a articulação absorve sozinha o impacto das atividades diárias.
“Fortalecimento muscular é a principal estratégia de prevenção. Exercícios orientados, com foco em equilíbrio e estabilidade, reduzem significativamente o risco de dor e lesões”, reforça o especialista.
Quando procurar ajuda?
Dor persistente, estalos frequentes, inchaço ou sensação de que o joelho “falha” não devem ser ignorados. O diagnóstico precoce evita a progressão de lesões e permite tratamento adequado, que pode incluir fisioterapia, ajuste de treino e, em casos específicos, medicação.
Jogar tênis faz mal para o joelho?
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Sente dores no joelho? Faça esses exercícios para fortalecê-los
1 – Abdução de quadril
Para realizar a abdução de quadril, é preciso encaixar um elástico ao redor das pernas (você também pode fazer a variação livre, isto é, sem equipamentos). Deite-se de lado e use o chão como apoio.
Com os pés dentro do elástico, levantar a perna lateralmente de forma controlada. Em seguida, retornar à posição inicial e repita o movimento com a outra perna quando terminar as repetições.
A extensão de quadril começa posicionando um colchonete no chão. Em seguida, apoiar na posição de quatro apoios, com os joelhos e os braços no solo. De forma lenta e controlada, levantar uma perna em direção ao teto. Retornar à posição inicial e repetir o movimento com a outra perna. Se quiser dificultar as coisas, use caneleiras.
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3 – Flexão de quadril no solo
O exercício começa posicionando um colchonete ou tapete no chão. Sentar com as pernas esticadas e as mãos apoiadas atrás do corpo, com os cotovelos bem estendidos.
Levantar o quadril, controlando o peso com as pernas e os braços. Elevar uma das pernas com o joelho esticado para cima, mantendo a outra perna esticada no solo, e retornar à posição inicial de forma controlada. Intercalar as pernas durante o exercício.
4 – Agachamento
Para executar o agachamento corretamente, é necessário afastar as pernas e deixar os pés abertos na largura dos ombros e totalmente apoiados no chão. Os joelhos devem ser flexionados, e você precisa jogar o quadril para baixo até atingir a linha do joelho. Jogue o glúteo para trás, como se estivesse sentando em uma cadeira imaginária. Mas lembre-se: deixe as costas eretas.
Este é um exemplo de exercício feito na máquina, por isso, ele exige que você regule a carga antes de começar. Feito isso, sente-se no banco e coloque os pés (paralelos) na base de modo que os seus joelhos estejam formando ângulos de 90°. Os pés devem estar afastados na largura do quadril.
Faça força para empurrar o peso com as pernas e esticá-las um pouco (mas os joelhos devem terminar levemente flexionados, e não estendidos). Por fim, faça o movimento contrário, aproximando os joelhos do peito. Repita.
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