quarta-feira, 23 de setembro de 2026

7 dicas de como vencer a preguiça e ir treinar

Bateu preguiça de ir treinar? É totalmente normal sentir isso em certos momentos — não se culpe quando notar a sua disposição lá embaixo em algumas situações. Não é sempre que o corpo e a mente estarão com aquele “gás” para encarar uma sessão de exercícios. O respeito aos seus próprios limites e o descanso adequado fazem toda a diferença para a manutenção do bem-estar.

Ainda assim, existem estratégias que podem colaborar para driblar essa situação e tornar mais fácil dar o primeiro passo para se movimentar mesmo nos dias em que a preguiça insiste em aparecer. A seguir, confira 7 dicas que podem te ajudar a vencer a inércia, vestir o tênis e partir para a prática de atividades físicas:

7 dicas de como vencer a preguiça e ir treinar

1. Deixe tudo preparado com antecedência

Um truque que pode funcionar para vencer a preguiça e ir treinar é deixar alguns detalhes alinhados com antecedência — roupas separadas, mala pronta, fone de ouvido carregado e garrafinha d’água cheia. Essa medida pode colaborar positivamente para reduzir a quantidade de tarefas pré-treino e, assim, diminuir as chances da acomodação falar mais alto.

“É fundamental tratar a atividade física como um compromisso, definindo dias e horários e organizando a rotina para facilitar esse hábito, desde a separação das roupas até a alimentação”, aconselha o personal trainer José Adeirton, da Academia Gaviões 24h.

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2. Crie uma playlist irresistível

Monte uma playlist com músicas que te tragam sensações boas e ânimo e, quando a preguiça para se movimentar aparece, coloque-a para tocar.

Um estudo de 2015 feito com 31 homens mostrou que aqueles que selecionaram suas listas de reprodução tiveram sérios ganhos de força. Os pesquisadores observaram que os que tiveram a oportunidade de ouvir sua playlist enquanto se exercitavam tiveram um aumento significativo no número de repetições de supino em comparação com os que não ouviram nenhuma música.

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3. Procure companhia

Uma revisão científica identificou que o apoio social está associado a uma maior adesão à prática de atividade física, ajudando as pessoas a manterem uma rotina de exercícios. Tendo isso em vista, nos dias em que a preguiça bater, pode ser uma boa ideia procurar uma companhia para te incentivar a ir se mexer.

4. Experimente diferentes modalidades

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“Explorar diferentes atividades pode ser um ótimo incentivo para manter o pique e combater a preguiça. Aulas de yoga, dança, HIT ou até esportes como natação e corrida são alternativas que vão desafiar o corpo de maneiras novas e interessantes”, sugere.

5. Priorize a frequência

“Nem todos os dias serão iguais: haverá momentos em que você estará cheio de energia, capaz de dar 100%, e outros em que mal conseguirá atingir 10% do seu potencial. E tudo bem! O importante é entender que cada treino, mesmo que curto ou com menor intensidade, é um passo valioso na direção dos seus objetivos. O progresso vem da soma dos pequenos esforços diários, e não da perfeição”, comenta Adeirton.

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6. Valorize como você se sente depois do exercício

Depois de se exercitar, geralmente, é possível desfrutar de uma sensação de mais leveza, de mais calmaria e de mais foco. Leve isso em consideração quando pensar em adiar o treino.

7. Descanse quando for necessário

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O descanso e a recuperação apropriados também fazem parte de um estilo de vida mais saudável e são considerados essenciais para se dar bem nos treinos. Por isso, é sempre crucial ficar de olho nos sinais do corpo que indicam que ele precisa de um período de pausa.

Especialmente quando a falta de disposição vem acompanhada de outros fatores, como cansaço intenso, queda significativa no rendimento, noites mal dormidas, estresse elevado ou dores, pode ser mais interessante diminuir o ritmo ou até mesmo dar um tempo nos exercícios.

 

 

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/preguica-de-treinar-dicas/

Zoe Saldaña: atriz mostra força e equilíbrio em treino de glúteos

Zoe Saldaña é sinônimo de movimento. A atriz, que atualmente está no ar na série Lioness, que chegou à terceira temporada, e também estará nos próximos anos nas sequências Avatar 4 e Avatar 5, também está em produção de outros projetos, como o filme Positano, que será lançado pela Netflix, onde atuará ao lado de Matthew McConaughey. Ou seja, para uma rotina corrida de gravações, as atividade física precisam estar em seu dia a dia, como ela mostrou em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram.

No post, Zoe aparece fazendo treino de inferiores, com foco em glúteos, combinando também exercícios que trabalham quadríceps e extensão de quadril.

O Smith foi o aparelho mais usado nesse treino, entre os exercícios, estavam agachamento e levantamento terra no Smith e extensão de quadril deitada no banco.

Veja o treino de glúteos de Zoe Saldaña:

Treinos no smith: 5 variações para potencializar seus resultados

O Smith é uma máquina da academia que possui uma barra guiada que se move de forma vertical para realizar exercícios de força com mais estabilidade e segurança, o que auxilia na redução do risco de lesões. Muito utilizado para fazer treinos de agachamento, o equipamento também é versátil e possibilidade outras atividades que veremos a seguir.

Ele pode ser uma boa opção para iniciantes, que ainda estão aprendendo as técnicas. No entanto, quem já tem um bom nível de experiência também pode se beneficiar do Smith, uma vez que esse aparelho pode ajudar a levantar cargas maiores com mais confiança.

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“É ideal para indivíduos que buscam mais estabilidade ou estão voltando aos treinos depois de algum tempo parado”, ressalta Aurélio Alfieri, profissional de educação física.

O Smith é considerado muito versátil e permite a execução de diferentes movimentos. Apesar de ser mais popular em treinos de inferiores, também pode ser utilizado para trabalhar superiores.

Pausa ativa na musculação: descubra seus benefícios para um treino mais eficiente

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Mas é claro que, antes de incluir exercícios no smith na sua rotina, é fundamental procurar orientação profissional. “A orientação profissional é indispensável para garantir a segurança e a efetividade do exercício”, fala Alfieri.

A seguir, Boa Forma separou os cinco principais exercícios que podem ser realizados nessa máquina. Veja:

5 exercícios que podem ser feitos no Smith, além do agachamento

1. Afundo no Smith

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2. Remada curvada no Smith

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3. Stiff no Smith

4. Bom dia no Smith

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5. Elevação pélvica no Smith

Agachamento: livre ou Smith? Entenda as diferenças e benefícios

O agachamento, com certeza, é um dos melhores exercícios para fortalecer as pernas, glúteos e quadril. Ele é um dos movimentos mais indicados para quem quer conquistar um bumbum durinho e coxas definidas.

“Esse exercício contribui para a correção postural e o alinhamento do corpo, o que facilita movimentos como subir escadas e agachar sem sobrecarregar as articulações”, cita Henrique Santos, profissional de Educação Física da TotalPass.

Além da versão tradicional, o agachamento pode ser feito em um equipamento chamado Smith, que possui uma barra guiada por trilhos verticais e oferece mais estabilidade durante a execução.

Mas, afinal, quais são as diferenças entre realizar o exercício no aparelho e de forma livre? É isso que você vai descobrir a seguir!

Agachamento livre ou no Smith: quais as diferenças?

O agachamento trabalha principalmente quadríceps, glúteos e isquiotibiais.

Na versão livre, também há uma maior ativação dos músculos estabilizadores, como core e lombar, e das panturrilhas, pois não envolve o uso de uma estrutura que guia o movimento. Assim, ela costuma ser mais desafiadora para iniciantes, uma vez que existe muito equilíbrio e coordenação.

No Smith, o mesmo movimento é realizado, no entanto, a presença da máquina ajuda a guiar a execução, o que contribui para a prevenção de desequilíbrios e lesões e permite um maior controle ao levantar os pesos.

O Smith também estimula os músculos citados acima, mas foca um pouco mais nos quadríceps e nos glúteos.

“Cada um tem a sua vantagem. Com os aparelhos de musculação, conseguimos usar mais carga. Já com pesos livres, como halteres
 e barras, outras habilidades também entram no jogo – é o caso do equilíbrio e da coordenação“, conta o personal trainer Rafael Lund.

A escolha entre agachamento livre ou Smith deve ser realizada com a orientação profissional e levando em consideração os objetivos, o nível de experiência e as condições físicas de cada pessoa.

O treino completo de pernas de Lore Improta

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/zoe-saldana-treino-gluteos/

5 dicas de como incluir proteína em todas as refeições

A proteína ganhou seu espaço e conquistou o protagonismo quando o assunto é ganho de massa muscular ou emagrecimento. Ela já foi muito associada à apenas fisiculturistas, atletas ou amantes de academia, mas agora ela literalmente aparece em alimentos como iogurtes, barras e bebidas que prometem uma dose extra do nutriente para o seu dia.

E até pesquisas já mostram o crescimento pela proteína. Um levantamento da Scanntech em parceria com a McKinsey mostra que, entre janeiro e outubro de 2025, as vendas de whey protein cresceram 124% no Brasil.

No mesmo período, os iogurtes proteicos avançaram 16%, os cereais proteicos, 21%, e os leites saborizados com proteína, 14%. Segundo a análise da McKinsey, produtos ligados à proteína deixaram de ser restritos ao universo fitness e passaram a fazer parte da rotina de um público mais amplo.

Mas, afinal, por que tanta atenção à proteína?

Vanessa Rocha, nutricionista da Mundo Verde, pontua que a proteína é um nutriente essencial e participa de muito mais processos do que apenas a formação dos músculos.

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“A proteína fornece aminoácidos que atuam na manutenção e renovação dos tecidos, na produção de enzimas e hormônios, no sistema imunológico e no transporte de substâncias pelo organismo. Por isso, não devemos associá-la exclusivamente à hipertrofia ou ao universo fitness”, explica 

A nutricionista ressalta, porém, que a popularização do nutriente não significa que seja necessário aumentar indiscriminadamente o consumo. A quantidade adequada varia de acordo com peso, idade, nível de atividade física, objetivo, estado nutricional, condições de saúde e composição da dieta.

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“Proteína é importante, mas isso não significa que quanto mais, melhor. Existe uma necessidade individual e ultrapassá-la não traz necessariamente benefícios adicionais. Antes de simplesmente adicionar produtos proteicos à alimentação, é importante olhar para a dieta como um todo e, quando necessário, contar com a orientação de um nutricionista”, afirma Vanessa.

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Para quem quer aproveitar os benefícios do nutriente sem transformar a alimentação em uma sucessão de produtos com o selo “high protein”, a estratégia pode ser mais simples do que parece. A nutricionista indica distribuir boas fontes de proteína ao longo do dia e priorizar alimentos in natura ou minimamente processados.

5 dicas para incluir proteína em todas as refeições

1. Comece pelo café da manhã e não deixe a proteína somente para o jantar:

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Um dos pontos que chamam atenção na alimentação cotidiana é justamente a distribuição da proteína. O café da manhã costuma ser uma das refeições com menor presença do nutriente, enquanto o jantar concentra uma parcela maior.
Ovos mexidos, omelete, iogurte natural, leite ou queijo podem entrar no café da manhã.

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Para quem gosta de opções doces, o iogurte pode acompanhar geleia, frutas e sementes. “Não é necessário complicar muito o café da manhã para incluir proteínas. Um simples ovo, um iogurte natural ou um copo de leite já são maneiras de inserir fontes de proteína na refeição. A ideia é olhar para aquilo que a pessoa já come e fazer pequenos ajustes”, sugere Vanessa.

2- No almoço, o arroz com feijão continua sendo um ótimo começo

Quando se fala em proteína, muita gente pensa imediatamente em carne. Mas a alimentação brasileira oferece uma combinação tradicional e nutricionalmente interessante, o arroz e feijão.

As proteínas vegetais apresentam diferentes perfis de aminoácidos, e a combinação entre cereais e leguminosas ajuda a complementar esses perfis. Por isso, não é necessário consumir carne em todas as refeições para ter uma alimentação nutricionalmente adequada.

Para completar o prato, podem entrar fontes como frango, peixe, carne ou ovos, de acordo com as preferências e necessidades individuais.

Lanches entre as refeições: combinações simples ajudam a manter energia

3. No lanche da tarde, pense além da barra proteica

O lanche também pode ser uma oportunidade de incluir proteína e não precisa necessariamente envolver um produto industrializado. Iogurte natural, leite, queijo, ovos, castanhas e sementes são algumas possibilidades. Preparações com leguminosas, como homus feito com grão-de-bico, também podem aparecer no cardápio.

Para quem tem uma rotina corrida, produtos proteicos podem ser uma alternativa de praticidade. Mas existe uma diferença importante entre ter proteína” e “ser uma boa escolha”.

“Um produto pode ter bastante proteína e, ainda assim, não ser a melhor opção para aquele momento. O consumidor deve olhar a composição como um todo, e não apenas o número destacado na embalagem. Quantidade de açúcar, gorduras, fibras, sódio e a lista de ingredientes também fazem parte dessa avaliação“, orienta Vanessa.

4. No jantar, não precisa “compensar” a proteína do dia

Se o café da manhã e os lanches tiveram pouca proteína, não é necessário transformar o jantar em uma refeição gigantesca para tentar compensar.

Uma revisão sistemática sobre distribuição de proteína encontrou associação entre uma distribuição mais equilibrada ao longo das refeições e maior massa muscular em parte dos estudos analisados, embora os pesquisadores ressaltem que as evidências ainda não são suficientes para afirmar que distribuir a proteína de maneira uniforme, por si só, seja superior.

Por isso, mais do que criar uma regra rígida, a recomendação é evitar que a proteína fique concentrada em apenas uma refeição. O jantar pode seguir a mesma lógica do almoço: arroz e feijão, legumes e uma fonte proteica como peixe, frango, carne ou ovos.

5. E o whey? Ele pode entrar, mas não precisa ser protagonista

O crescimento do consumo de whey mostra como os suplementos deixaram de ser produtos exclusivamente ligados a atletas. Mas eles continuam sendo suplementos, e não uma exigência para ter uma alimentação saudável.

Whey protein e proteínas vegetais podem ser ferramentas interessantes para pessoas que têm dificuldade de atingir suas necessidades proteicas apenas com a alimentação ou que precisam de uma opção prática em determinados momentos. Mas suplemento não é sinônimo de alimentação saudável e também não é obrigatório. Quando conseguimos atender às necessidades com alimentos, eles devem continuar sendo a base da alimentação”, explica Vanessa.

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7 dicas de como vencer a preguiça e ir treinar

Bateu preguiça de ir treinar ? É totalmente normal sentir isso em certos momentos — não se culpe quando notar a sua disposição lá embaixo em...