domingo, 10 de maio de 2026

Carol Borba fala sobre maternidade, culpa e autocuidado no Dia das Mães

Conhecida por incentivar milhares de mulheres a buscarem saúde e bem-estar, Carol Borba viveu uma transformação profunda após se tornar mãe de Diana.

Neste Dia das Mães, a treinadora física abriu o coração ao falar sobre os desafios do pós-parto, a culpa materna, o impacto no casamento e como precisou se recolocar como prioridade para seguir bem emocionalmente.

Carol contou que a chegada da filha mudou completamente sua rotina. Nos primeiros dias, o desejo de estar o tempo todo perto da bebê falou mais alto, enquanto a vontade de treinar desapareceu. Porém, com o passar do tempo, percebeu que também precisava cuidar de si para conseguir viver a maternidade de forma saudável.

Mulher de cabelos escuros e criança loira, ambas de pijama xadrez preto e branco, se abraçam. A criança beija a bochecha da mulher, que sorri. A criança segura uma mamadeira. Ao fundo, uma porta e um painel de madeira com televisão
Carol Borba fala sobre maternidade, culpa e autocuidado no Dia das Mães |Assessoria de Imprensa/Divulgação

Autocuidado como parte da maternidade

“Depois que virei mãe, nasceu junto com a maternidade a culpa que nasce em toda mãe e a vontade de estar sempre perto do filho”, relatou. “Eu queria estar perto da Diana o tempo inteiro. Mas, ficando sem treinar, comecei a me sentir mal, sobrecarregada.”

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Carol Borba conta que o momento foi decisivo para mudar sua postura e entender que autocuidado também faz parte da maternidade.

“Eu entendi que tinha, sim, que me priorizar. Acima até da maternidade, tem que ter uma mãe que se cuida”, afirmou.

A partir dessa virada de chave, Carol passou a se colocar como prioridade no primeiro horário do dia. Mesmo durante a madrugada, após a última mamada, levantava cedo para manter os treinos em casa ou na academia.

“Comecei a treinar cinco e meia da manhã, seis horas, às vezes até antes. Assim que dava a última mamada da madrugada, eu já levantava e ia fazer meu treino”, contou.

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Segundo ela, compartilhar essa rotina nas redes sociais acabou servindo de incentivo para outras mães que vivem dilemas parecidos.

Relação com o próprio corpo

A treinadora física também revelou que a maternidade mudou sua relação com o próprio corpo. Apesar das transformações naturais da gestação, Carol afirma viver hoje sua melhor fase física e emocional.

“Por incrível que pareça, pós-gestação eu tenho hoje o que considero meu melhor corpo”, disse. “Eu passei a amar ele mais ainda, porque entendo que hoje ele é mais forte.”

Carol ainda destacou que superar o parto, que era um de seus maiores medos, mudou sua forma de enxergar limites e dores. “O parto foi o maior medo da minha vida. Hoje eu entendo que qualquer dor que venha no treino ou em qualquer outro momento, eu sou capaz de superar”, declarou.

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Ao falar sobre a experiência de ser mãe pela primeira vez, Carol se emocionou ao definir a maternidade como o sentimento mais puro que já viveu.

“A maior descoberta foi o tanto que eu amei ser mãe. Eu nunca imaginei que fosse gostar tanto”, confessou. “É o sentimento mais divino e perfeito. Não é só o amor que a gente sente pelos filhos, é o amor que a gente recebe também.”

Entre os desafios, ela citou principalmente as mudanças no relacionamento após o nascimento da filha. “A maior dificuldade mesmo é o casamento no pós-parto. A mãe fica muito mais ligada ao filho, e isso exige ajuste, diálogo e parceria”, avaliou.

Sobre aumentar a família, Carol Borba revelou o desejo de ter mais filhos, mas explicou que uma futura gestação exigiria cuidados especiais por conta de uma condição no colo do útero.

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“Eu gostaria muito de ter outros filhos, me encontrei como mãe. Mas sei que precisaria de muito apoio e atenção em uma próxima gestação”, contou.

Mulher sorridente de biquíni preto e uma criança com laço amarelo na cabeça sentadas em um deck de madeira, com dois cachorros e um gato listrado, sob luz solar
Carol Borba fala sobre maternidade, culpa e autocuidado no Dia das Mães |Assessoria de Imprensa/Divulgação

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Atividade física na maternidade: a importância para a saúde física e emocional das mulheres nesse período.

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source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/carol-borba-maternidade-autocuidado/

Correr melhor começa pela técnica: os pilares do Método Murer para evoluir na corrida

Correr parece simples. Basta colocar um pé na frente do outro e sair, certo? Para Fabiana Murer, não exatamente. 

Ex- atleta olímpica, e campeã mundial do salto com vara, formada em fisioterapia e especialista em aparelho locomotor no esporte, ela transformou sua experiência no alto rendimento em uma metodologia voltada para corredores: o Método Murer de Prevenção e Treinamento. 

A proposta é ensinar o corpo a se movimentar melhor, com mais eficiência, amplitude e menor risco de sobrecarga durante a corrida.

Técnica antes de volume

Segundo Fabiana, um dos grandes erros de quem corre é acreditar que evolução vem apenas de aumentar distância, ritmo ou intensidade. No método, a técnica entra como ponto de partida.

“Às vezes, a pessoa acha que precisa correr mais, mas antes ela precisa aprender a correr melhor. Quando a mecânica não está boa, o corpo gasta mais energia e sofre mais impacto”, explica.

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Na prática, isso aparece em detalhes que muitos corredores ignoram, como postura, movimentação dos braços, posição do pé e controle do corpo durante a passada. 

O erro da pisada pesada

Um dos pontos que mais chamam atenção no método é a forma como o pé toca o chão. Fabiana observa que muitos corredores fazem uma pisada “chapada”, pesada, como se o pé entrasse reto demais no solo, gerando barulho e impacto.

“Quando a pessoa corre fazendo muito barulho, isso já mostra que alguma coisa na mecânica pode estar errada. A corrida precisa ser mais leve, mais econômica.”, avalia.

Esse ajuste não é apenas estético. Uma pisada mais controlada ajuda a reduzir sobrecargas e melhora a eficiência do movimento, algo essencial tanto para performance quanto para prevenção de lesões.

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Constância também é treino

Outro pilar do Método Murer é a constância. Fabiana lembra que, no alto rendimento, passou períodos repetindo a mesma rotina de treino por semanas, justamente para consolidar o movimento.

“Tem gente que quer mudar o treino toda hora, mas o corpo precisa de repetição para aprender. Eu já fiquei três semanas fazendo praticamente a mesma rotina, porque era aquilo que precisava ser ajustado naquele momento”, conta.

A lógica é simples: repetir não significa treinar no automático. Significa dar tempo para o corpo absorver a técnica, corrigir padrões e evoluir com segurança.

Prevenção antes da dor

No Método Murer, prevenir lesões não é algo que começa quando aparece uma dor. É parte do treino desde o início.

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“O cuidado principal é não esperar machucar para corrigir. Se a pessoa corre sempre com uma mecânica ruim, uma hora o corpo vai reclamar”, afirma.

Por isso, o método trabalha força, postura, mobilidade, coordenação e educativos de corrida. A ideia é preparar o corpo para suportar melhor o impacto repetido da modalidade.

O lado mental da corrida

Apesar da base técnica, Fabiana também reforça que o mental tem papel importante. Com alunos desmotivados ou inseguros, ela costuma compartilhar experiências da própria carreira, incluindo lesões, frustrações e momentos difíceis.

“Eu gosto de mostrar que eu também passei por isso. Não é porque eu fui atleta de alto rendimento que tudo foi fácil. Todo mundo tem medo, insegurança, fase ruim. O importante é entender que isso faz parte do processo”, diz.

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Essa troca ajuda a aproximar o método da realidade de quem corre, seja iniciante ou atleta experiente.

Correr precisa fazer sentido

Entre as orientações mais importantes de Fabiana, uma foge da técnica e entra na relação com o esporte: correr precisa ser prazeroso.

“Tem que ser feliz correndo. Não adianta correr porque alguém mandou, porque virou obrigação ou porque você acha que precisa. A pessoa precisa encontrar um motivo dela”, afirma.

No fim, o Método Murer propõe uma mudança de olhar: correr melhor não é necessariamente correr mais. É correr com mais consciência, mais leveza e mais constância.

A corrida é realmente para todo mundo?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/metodo-murer-para-evoluir-na-corrida/

Exercícios de peito realmente elevam os seios? Mito ou verdade?

Quando se fala em treino de peito para hipertrofia, há uma questão que muitas mulheres têm dúvida com relação ao fortalecimento dessa região: “exercícios de peito podem deixar os seios mais elevados”?

Ao fazer exercícios de peito, há a criação de uma base mais firme sob os seios, melhorando a postura, o que valoriza o formato dos seios, além de também colaborar com a respiração. 

Um estudo publicado no Journal of Human Kinetics, mostrou que o treinamento de força, incluindo exercício de peito colaborou principalmente com a redução de gordura corporal e aumento da massa magra. Ou seja, exercícios para essa região podem contribuir e muito com seu processo de emagrecimento.

4 dicas para sentir mais o peitoral no supino

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Exercício de peito elevam o seios? Mito ou verdade? 

Levantamos essa questão com o especialista técnico da Smart Fit, Daniel Silva, que nos contou se é verdade ou mito que exercícios de peito elevam os seio. 

“É um mito que exercícios de peito podem deixar os seios mais elevados, pois exercícios de peitoral permite maior tônus muscular e hipertrofia. Isso não remete a “elevar os seios” especificamente”. 

E completa: “O que pode ocorrer é a redução do percentual de gordura na região e maior volume muscular ao longo do tempo somado também ao tônus muscular que pode gerar uma impressão de “elevar os seios”.”

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Veja aqui alguns exercícios de peito que podem ajudar no seu fortalecimento:

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