sábado, 18 de abril de 2026

O pouco que eu sei, eu sei

Você sabe mais do que imagina. E isso é um fato que a maioria das pessoas passa a vida inteira sem conseguir enxergar, porque crescemos aprendendo a olhar para o que nos falta e raramente paramos para reconhecer o que já temos.

Pense em quantas vezes você teve uma intuição certeira e mesmo assim esperou que alguém confirmasse antes de confiar nela. Quantas vezes você soube a resposta, entendeu a situação, tomou a decisão certa e ainda assim saiu se desculpando, minimizando, dizendo “mas não sei se é isso, pode ser que eu esteja errado”…

Quantas vezes você se afogou em comparações, olhando para o quanto os outros sabem, e esqueceu completamente de reconhecer o quanto você sabe. Isso tem um nome. É a dificuldade de se validar. E ela cobra um preço altíssimo da sua confiança, da sua paz e da sua capacidade de agir no mundo.

Vivemos em uma cultura que glorifica o excesso de saber. As redes sociais estão cheias de especialistas, de pessoas com respostas prontas para tudo, de cursos prometendo que em sete dias você vai dominar qualquer assunto.

E nesse cenário, qualquer conhecimento que pareça pequeno, incompleto ou parcial logo se transforma em vergonha. Você compara o seu bastidor com o palco dos outros e, inevitavelmente, sente que está ficando para trás.

Mas aqui está a verdade que ninguém conta: todo mundo sabe pouco!! Todo especialista do mundo é ignorante em 99% dos temas que existem. A questão nunca foi saber tudo, mas é o que você faz com o que sabe.

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E aí entra a autoestima, não como vaidade, não como arrogância, mas como a capacidade de olhar para o que você tem, para quem você é, e dizer com tranquilidade que isso tem valor.

Autoestima saudável não é achar que você é o melhor, não é nunca duvidar, não é sorrir o tempo todo e ignorar suas falhas.

É uma relação honesta e gentil com você mesmo, é conseguir dizer “errei” sem se destruir, é conseguir dizer “sei” sem precisar que o mundo confirme, é conseguir estar em desacordo com alguém e ainda se sentir inteiro, é conseguir não ser elogiado por dias e ainda saber o seu valor.

Ela se constrói sobre quatro pilares que se sustentam mutuamente:

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  • Autoconhecimento: saber quem você é, seus valores, limites, forças e padrões.
  • Autoaceitação: se reconhecer como um ser completo e válido, incluindo as partes que ainda estão crescendo.
  • Autoresponsabilidade: assumir o protagonismo da sua vida, sem culpar o mundo nem se punir pelos erros.
  • Autocuidado: nutrir o próprio corpo, mente e emoções com a mesma gentileza que você oferece às pessoas que ama.

Aprender a se validar significa criar dentro de você um ponto de referência que não balança ao vento da opinião alheia. A validação externa é gostosa, elogios são bons, reconhecimento é bonito, aprovação é confortante.

Mas quando você faz da validação externa o único termômetro do seu valor, você entrega o controle do seu bem-estar para algo que nunca estará completamente nas suas mãos.

Construir uma validação interna sólida não significa se isolar nem achar que nunca vai errar.

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Significa que mesmo quando alguém discordar de você, mesmo quando um projeto não der certo, mesmo quando o reconhecimento não vier, você ainda saberá quem é e o que vale!

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Oi, eu me chamo Priscila Conte Vieira, mas pode me chamar de Pri! Sou psicóloga, palestrante e mentora. Atuo na psicologia clínica, sou especialista em Psicologia Positiva, pós graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental, master em autoconhecimento, coach de vida, practitioner em PNL e também criadora do Podcast Respira, não pira (que tal dar uma conferida lá no Spotify?!)

Estarei por aqui todas as semanas, abordando temas da Psicologia Positiva, felicidade, bem-estar e os auxiliando a serem as suas melhores versões, por meio do autoconhecimento e florescimento. Para saber mais sobre mim e me acompanhar no dia a dia, é só me seguir no Instagram! Estou por lá como @priscilaconte__. Te vejo no próximo Sábado! Até mais <3

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/priscila-conte-vieira/o-pouco-que-eu-sei-eu-sei/

Watch GT Runner 2: testamos o relógio com foco em performance na corrida

A Huawei ingressou em peso no universo da corrida, lançando o Watch GT Runner 2. desenvolvimento especialmente para corredores que buscam por performance, precisão de dados e, com certeza, conforto em treinos e provas. 

Esse lançamento reforça o posicionamento da Huawei no segmento de wearables esportivos ao combinar tecnologias avançadas com um design leve, ergonômico e orientado à prática esportiva.

Apoio de atletas no desenvolvimento

O Watch GT Runner 2 foi criado em colaboração com atletas de elite e com o dsm-firmenich Running Team, equipe internacional da qual faz parte o maratonista Eliud Kipchoge, considerado um dos maiores corredores de longa distância da história. 

O atleta participou do processo de desenvolvimento do relógio ao lado da Huawei, além de contribuir com testes e feedback para aprimorar métricas de desempenho e recursos voltados ao treinamento de corrida.

Teste do Watch GT Runner 2: para todos os corredores

Eu testei o Watch GT Runner 2, um pouco antes da 30ª Maratona Internacional de São Paulo, em que a Huawei disponibilizou o modelo para diversos corredores, desde amadores até profissionais para testarem o relógio.

Durante o evento, um grupo de corredores formado por influenciadores, atletas e membros de comunidades de corrida utilizou o Watch GT Runner 2 em condições reais, ao longo dos percursos da competição. 

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Além disso, os atletas parceiros da marca, Alice Yuri e Leonardo Santana, se destacaram ao conquistar o 3º lugar nas categorias feminina e masculina da categoria “Meia Maratona (21 km)”, respectivamente.

“O relógio foi fundamental durante a prova: a cada quilômetro eu conferia o ritmo no Huawei Watch GT Runner 2 e batia certinho com as marcações da corrida, o que ajudou muito a manter a constância. Também pude acompanhar meu sono com o relógio, nas noites anteriores, e isso me mostrou que minha recuperação tem evoluído bem”, afirma Alice. 

Leonardo contou que foi sua primeira prova desde dezembro do ano passado. “Estou sentindo de novo a adrenalina de uma grande largada. O relógio esteve comigo nestes últimos quinze dias, com certeza fez diferença no meu resultado”, comenta o atleta. 

Corredor sorridente com camiseta roxa e vermelha, shorts pretos, braço estendido e relógio esportivo, cruzando a linha de chegada de uma maratona. Outros corredores e um banner de patrocinadores ao fundo, sob céu claro
<span class="hidden">–</span>./Divulgação

E foi exatamente esse o objetivo do Watch GT Runner 2: ele foi pensado para atender desde corredores amadores até maratonistas. Durante meus treinos de corrida, também percebi o quanto as marcações são precisas.

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Isso é por conta de um algoritmo avançado do smartwatch de detecção de limiar de lactato, capaz de estimar com precisão a intensidade do exercício e nos auxiliar na construção de estratégias de treino personalizadas. 

Com essa tecnologia, conseguimos dados mais completos sobre desempenho e esforço muscular.

Relógio leve e confortável

Outro ponto positivo do Watch GT Runner 2 que senti foi o quanto é leve. Ele possui apenas 43,5 gramas.

Claro, que, como qualquer corredor, a tecnologia é importante, mas, o conforto também é um ponto essencial. A estrutura do Watch GT Runner 2 é em liga de titânio de alta resistência, oferecendo conforto prolongado mesmo em treinos de longa duração. 

O design mais fino e ajustado garante encaixe preciso no pulso, não trazendo nenhum tipo de desconforto durante os treinos.  

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Modo inteligente de Maratona

Para quem está em ciclo de maratona, como eu, o Watch GT Runner 2, soma aos treinos com seu suporte de provas certificadas pela World Athletics, certificação internacional concedida a corridas. 

Você tem no pulso, recomendações dinâmicas de ritmo e lembretes inteligentes de hidratação e reposição energética. Isso nos ajuda a manter a consistência do início ao fim da prova.

GPS e medição cardíaca precisos

Outras melhorias do Watch GT Runner 2 são em posicionamento. O modelo consegue alcançar até 250% mais precisão de localização em comparação à geração anterior.

Ou seja, você tem garantia de rastreamento confiável, mesmo em ambientes desafiadores, como áreas urbanas densas ou túneis. 

Claro que não podemos deixar de falar de métricas como frequência cardíaca. O Watch GT Runner 2 possui o sistema Huawei TruSense, em que o relógio realiza monitoramento contínuo da frequência cardíaca com alta precisão, auxiliando no controle de carga de treino e na identificação de possíveis riscos durante a prática esportiva.

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Mais especificações do Watch GT Runner 2

O Watch GT Runner 2 está disponível em três cores: Dawn Orange, Dusk Blue e Midnight Black, e combina estilo esportivo com funcionalidade. 

A pulseira AirDry, possui tecnologia de respirabilidade e resistência ao suor, garantindo conforto mesmo em treinos intensos.

E não podemos deixar de falar de um ponto muito importante: bateria. O modelo oferece até 14 dias de uso leve, cerca de uma semana em uso típico e até 35 horas de exercício contínuo ao ar livre.

O Watch GT Runner 2 é compatível com smartphones Android e iOS, permitindo que usuários acompanhem métricas de saúde, dados de treino e planos de corrida diretamente pelo aplicativo Huawei Health.

Veredito

Um relógio versátil, tecnológico e literalmente pensado para os corredores, seja amadores ou profissionais. O Watch GT Runner 2 é um aliado no monitoramento de corridas, trazendo informações importantes não apenas para estratégias de provas, mas também para auxiliar nos treinos, fazendo com que o corredor entenda melhor o que precisa fazer para melhorar a cada passada. 

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Huawei Watch GT Runner 2

Eliud Kipchoge, maratonista queniano, corre com camiseta branca e shorts pretos, exibindo um relógio esportivo branco e laranja com dados de corrida. Ao fundo, um lago e árvores sob céu azul claro.

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/huawei-watch-gt-runner-2/

Menopausa atrapalha hipertrofia?

A menopausa não impede completamente a hipertrofia muscular. O que ocorre é que a redução dos níveis de estrogênio durante o climatério e a menopausa está associada a alterações importantes no músculo, no tecido adiposo e no osso.

Em relação ao músculo, durante essa fase, observa-se uma diminuição da síntese proteica e um aumento de inflamação e catabolismo.

Esses fatores criam um ambiente menos favorável ao anabolismo, podendo resultar em menor ganho de massa muscular e, de fato, em uma resposta mais lenta ao treinamento.

No entanto, estudos mostram de forma consistente que os treinos resistidos (de força) continua sendo eficaz em mulheres pré e pós-menopausa.

O músculo mantém sua capacidade adaptativa ao estímulo mecânico, embora com possível redução na magnitude da resposta por conta da queda hormonal que acontece durante a menopausa.

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A terapia de reposição hormonal pode atenuar a perda de massa muscular e potencializar a resposta ao treino em determinadas mulheres, mas a indicação deve ser clínica (não estética).

Respondido por:

Rafael Lazarotto, ginecologista especialista em menopausa, terapia hormonal, emagrecimento feminino e lipedema

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/menopausa-atrapalha-hipertrofia/

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