terça-feira, 31 de março de 2026

Fazer aula de dança ajuda no emagrecimento?

Se você procura um exercício mais dinâmico, leve e divertido para incluir no seu processo de emagrecimento, a dança, com certeza, é uma das melhores opções.

“Dependendo do ritmo e da intensidade, é possível queimar de 300 a 600 calorias por hora durante a aula”, revela Jennifer Gobbi, personal trainer.

Fazer aula de dança ajuda no emagrecimento?

A dança está entre as práticas mais eficazes para eliminar os quilos a mais. A modalidade, que une o movimento do corpo ao prazer de se expressar, pode promover um alto gasto calórico e colaborar para o bom funcionamento do metabolismo.

Uma revisão científica divulgada na revista Plos One aponta que a dança oferece efeitos significativos na perda de peso, auxiliando no combate ao sobrepeso e à obesidade.

Além disso, o estudo registra que a modalidade pode ajudar a diminuir o percentual de gordura e a circunferência da cintura, promovendo uma mudança favorável na composição corporal.

Os resultados da dança em relação à perda de peso podem variar de acordo com o estilo praticado. Existem algumas aulas de dança (Zumba, Hip Hop e FitDance, por exemplo) que são consideradas de alta intensidade e, por isso, tendem a elevar mais a frequência cardíaca e potencializar o gasto calórico.

“Na hora de escolher entre os estilos de dança disponíveis, é fundamental levar em consideração fatores como nível de condicionamento físico do praticante, preferências pessoais, objetivo e até mesmo o tipo de música que mais motiva”, ressalta Gobbi.

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Dançar ajuda a melhorar a ansiedade?

Além da perda de peso: mais efeitos da dança na saúde

A prática de atividades físicas no geral é um dos pilares mais fundamentais para preservar a saúde física e mental. Ela deve ser inserida na rotina de maneira consistente para garantir todas as vantagens.

Há varias maneiras de manter o corpo em movimento e largar o sedentarismo. Musculação, corrida e caminhada são algumas das modalidades mais populares.

A dança, por sua vez, surge como uma alternativa igualmente eficaz e, muitas vezes, mais prazerosa para algumas pessoas, o que facilita a adesão ao hábito de se mexer.

Uma revisão de estudos divulgada na Sports Medicine mostra que a dança traz resultados bastante significativos quando o assunto é melhorar a saúde física, psicológica e cognitiva.

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  • Melhora da saúde cerebral e qualidade de vida

Dançar pode desempenhar um papel interessante no tratamento e na melhora de qualidade de vida de indivíduos diagnosticados com condições como Parkinson e Alzheimer.

A dança ajuda a desenvolver coordenação motora e estimula a memória, a flexibilidade cognitiva (capacidade mental de se adaptar a eventos novos ou em mudança) e o aprendizado.

“Sabe a atenção que você vai ter para aprender e repetir os passos corretamente durante a aula? Ela ajuda a estimular a sua memória”, declara Gabi Zecchinelli, professora de dança da Mude e embaixadora da Rio Academia Amstel Ultra.

  • Menor risco de morte por doenças cardíacas
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Além disso, a dança colabora positivamente para a nossa saúde cardiovascular, sendo que a prática regular da modalidade já foi associada a um menor risco de morte por doenças cardíacas.

  • Manutenção da densidade óssea

Outro ponto é que a dança pode contribuir para a manutenção da densidade óssea, o que faz toda a diferença para evitar osteoporose, fraturas e outros problemas relacionados ao enfraquecimento dos ossos.

  • Fortalecimento muscular

Os músculos são beneficiados! Apesar de recrutar o corpo de forma global, a modalidade costuma se destacar no fortalecimento de membros inferiores, como glúteos e pernas.

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Além disso, dependendo do estilo, o core —região do abdômen e lombar — também pode “entrar na dança” e ser bastante exigido ao longo da coreografia.

  • Bem-estar emocional 

Com a prática regular do exercício, é possível ainda lidar com transtornos mentais, auxiliando tanto no tratamento quanto na prevenção.

Uma revisão sistemática presente no Journal of Dance Medicine & Science, feita com um total de 933 voluntários entre 18 e 62 anos de idade, indica que aqueles que fizeram algum tipo de intervenção com dança apresentaram redução nos sintomas de depressão, ansiedade e estresse em comparação com os grupos que não participaram da prática.

Vale mencionar que dançar aumenta a autoestima e a autoconfiança, fazendo com que a pessoa comece a se enxergar de um jeito mais positivo e acolhedor, valorizando suas capacidades e conquistas.

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5 exercícios de cardio para fugir do óbvio

 

 

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Sobre e desce: o desafio de correr pelas ruas do Pacaembu, em São Paulo

Se você, assim como eu, sabe que correr provas pelas ruas de São Paulo é sempre desafiador. Dependendo da região, túneis com subidas e descidas que, quando passamos de carro, nem sentimos, mas ao correr, entendemos a diferença e seus desafios.

E foi assim neste último 29 de março. A New Balance 15K chegou a sua quarta edição e lotou as ruas da região do Pacaembu, passando por trechos do centro de São Paulo e também pelo conhecido Minhocão. Mais de 10 mil pessoas correram as distâncias de 7,5 km e 15 km.

Expo NB e experiência completa 

Mas a experiência mesmo começou na retirada do kit. A Expo NB trouxe diversas ativações, desde a customização da camiseta, até botas de compressão. Você também podia fazer seu cabelo com as profissionais que estavam a disposição para fazer penteados, como tranças. Veja mais no vídeo abaixo! 

O kit também veio completo: camiseta, número de peito, um par de meias e manguito, além de suplementos e amostras grátis dos patrocinadores. 

New Balance 15K – percurso desafiador 

A largada dos 15 km aconteceu às 6h30 e saímos da Praça Charles Muller, literalmente em frente à Arena Pacaembu. Alguns trechos antes e durante o Minhocão estavam mais estreitos, mas isso não impediu que a corrida fluísse e que os corredores se desafiassem e também se divertissem, claro! 

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E nesses trechos o que foi mais desafiador foram as subidas e descidas. Por mais curtas que fossem, não adianta, quando tem subida, a gente sabe que o esforço é sempre maior. 

Mas esse esforço valeu a pena, ainda mais correndo no Minhocão, que se tornou um ponto turístico muito importante de São Paulo. Correr entre os prédios, com o clima fresco que estava, foi algo que tornou a corrida ainda mais divertida. 

Um ponto muito positivo que sempre observo nas provas: postos de hidratação sempre com água gelada.. check! 

Pós-prova: ativações fechando a experiência com chave de ouro

New Balance 15k 2026
<span class="hidden">–</span>./Divulgação

A área em frente ao Pacaembu ficou lotada no pós-prova, com diversas ativações, desde recovery, customização da medalha, Área VIP e um espaço exclusivo em que corredores que utilizaram o tênis da marca para a corrida puderam ter acesso, com café da manhã, botas de compressão e muito mais! 

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A New Balance também terá uma edição em Porto Alegre, com 42K que serão mais que especiais para os amantes de corrida: o bicampeão olímpico Eliud Kipchoge estará presente na capital gaúcha, o que vai fazer essa edição entrar literalmente para a história. Ainda haverá uma edição no Rio de Janeiro, no segundo semestre.

Veja quem foram os vencedores e os tempos de prova a seguir:

Masculino – 15K

Clayton Elias Gomes – 00:48:54

Edson Amaro Arruda – 00:49:06

Luiz Henrique Teixeira Nóbrega – 00:50:14

Feminino – 15K

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1º – Mirela Saturnino – 00:56:11

Vitória Rezende Amaro – 00:59:39

Rozilene Silveira de Jesus – 01:00:07

Masculino – 7,5K

1º – Marco Tulio Silva – 00:24:33

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Ailton Casimiro – 00:24:45

Francisco Barbosa dos Santos – 00:24:56

Feminino – 7,5K

1º – Bruna Alves Toledo – 00:29:58

Gisele Dias Santos – 00:30:43

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Livya Kezia Coimbra – 00:31:34

4 alimentos essenciais para comer antes de correr

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Dia da Saúde e Nutrição: como alimentação e movimento protegem a circulação

O Dia da Saúde e Nutrição é celebrado em 31 de março e, em 2026, a atenção à qualidade da alimentação assume papel central na preservação da circulação sanguínea e do bem-estar ao longo da vida. O padrão alimentar interfere diretamente no funcionamento dos vasos, no equilíbrio de líquidos do organismo e nos processos inflamatórios associados a doenças vasculares.

Segundo o diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP), Dr. Michel Nasser, alguns excessos comuns prejudicam a saúde venosa. “O consumo elevado de sal favorece retenção de líquidos. Açúcar em excesso e alimentos ultraprocessados estimulam inflamação e impactam negativamente os vasos sanguíneos. Em sentido oposto, uma dieta rica em fibras, vitamina C, flavonoides e ômega-3 contribui para o equilíbrio circulatório”, explica.

A hidratação adequada também é fundamental, com recomendação média de 30 a 35 ml de água por quilo de peso ao dia, ajustada às características individuais.

Nesse contexto, o cuidado com a alimentação ganha abordagem multidisciplinar, que pode envolver nutricionista e médico vascular para definição segura de estratégias compatíveis com o estado de saúde de cada pessoa, especialmente na presença de varizes, inchaço recorrente ou histórico de trombose.

7 dicas para ajudar a baixar o colesterol ruim

Movimento adequado complementa a proteção da circulação

Além da nutrição equilibrada, a movimentação corporal favorece o retorno do sangue ao coração. A panturrilha atua como um “coração periférico”, responsável por impulsionar o fluxo venoso a partir dos membros inferiores.

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Entre os estímulos eficazes estão elevação dos calcanhares, flexão e extensão dos tornozelos, caminhadas de cinco a dez minutos, agachamentos leves com apoio e alongamentos da panturrilha. Mesmo uma pequena quantidade de repetições bem executadas já contribui para a circulação.

A orientação geral é a interrupção de períodos prolongados na mesma posição, com mobilidade por três a cinco minutos a cada hora, além de caminhada diária de 20 a 30 minutos. Permanência prolongada sem movimento reduz a eficiência do retorno venoso e favorece sintomas como inchaço e sensação de peso nas pernas.

A definição do tipo, intensidade e frequência da atividade também pode exigir avaliação integrada, com participação de profissional de educação física, médico vascular e, quando necessário, outras especialidades, garantindo prática segura, sobretudo para quem já possui diagnóstico prévio.

Meia de compressão: uso correto evita equívocos frequentes

A meia elástica constitui recurso terapêutico relevante em diversas condições circulatórias, porém requer definição adequada de tamanho, modelo e grau de compressão conforme cada situação clínica.

“Transformar a meia em solução universal para qualquer inchaço representa erro comum. Quando a escolha não corresponde à necessidade do paciente, podem surgir desconforto, efeito de garroteamento e agravamento do quadro”, alerta Dr. Michel Nasser.

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O especialista também chama atenção para o uso de medicamentos destinados à circulação sem orientação profissional, prática que pode mascarar sintomas e atrasar diagnósticos importantes.

De acordo com o diretor da SBACV-SP, não existe medida isolada capaz de preservar a circulação. “A saúde vascular resulta da soma entre alimentação equilibrada, hidratação adequada, movimento regular, uso correto de terapias compressivas quando indicadas e atenção contínua aos sinais do organismo. Esse conjunto reduz sintomas, previne complicações e melhora a qualidade de vida”, conclui.

Atividade física do zero: como começar de forma segura e eficaz

Segundo o personal trainer, mestre em Educação Física e consultor da Probiótica, André Albuquerque, iniciar do zero pode ser mais simples e muito mais seguro do que parece.

Para o especialista, o erro mais comum entre iniciantes é tentar fazer tudo de uma vez. “Muita gente começa empolgada e aposta em treinos longos e intensos para compensar o tempo parado. Isso aumenta o risco de lesões, gera dores desnecessárias e acaba afastando a pessoa da prática”, explica. O caminho mais eficiente, segundo ele, passa pela progressão: sessões mais curtas, movimentos básicos, foco na técnica e frequência moderada.

Os primeiros 30 dias são considerados fundamentais para que o corpo se adapte ao novo estímulo. Nesse período, o objetivo não é buscar resultados estéticos imediatos, mas construir regularidade. “Constância vem antes da intensidade. Quando o treino é seguro, os primeiros sinais aparecem rápido: mais disposição, melhora do sono, ganho de mobilidade e um corpo que responde melhor ao movimento”, afirma André.

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Por onde começar…

Entre as atividades mais indicadas para quem está começando estão os exercícios de fortalecimento, como a musculação, e os aeróbicos, como caminhada ou corrida leve. Para a maioria dos iniciantes, duas a três sessões por semana, com treinos de 30 a 40 minutos, já são suficientes para iniciar esse processo de adaptação, sem sobrecarga.

É melhor treinar em casa, na academia ou ao ar livre?

Outro ponto essencial é respeitar o próprio ritmo. Comparações com quem já treina há anos ou a tentativa de reproduzir treinos avançados vistos nas redes sociais costumam atrapalhar mais do que ajudar. “Cada organismo responde de um jeito. Começar devagar não significa evoluir pouco, significa evoluir de forma consistente”, reforça o personal.

Cuidado com a intensidade no início

Para evitar dores e lesões, André destaca a importância de controlar a intensidade, priorizar a execução correta dos movimentos e respeitar os dias de descanso. Dores musculares leves podem fazer parte do início, mas desconfortos persistentes ou articulares não devem ser ignorados.

A constância, segundo o especialista, também está ligada à realidade da rotina. Treinar perto de casa, estabelecer metas possíveis e criar horários que caibam no dia a dia facilitam a continuidade. “Pequenas vitórias, como se sentir mais disposto ou executar melhor um exercício, ajudam a manter a motivação nos primeiros dias.

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Para pessoas muito sedentárias ou com restrições de movimento, a recomendação é começar com exercícios simples, amplitudes menores e cargas leves, sempre com acompanhamento. “Nesses casos, a orientação de um profissional de Educação Física é fundamental para garantir segurança, adaptação correta e evolução ao longo do tempo”, afirma.

No fim das contas, começar devagar é o que permite ir mais longe. “Quem respeita esse processo cria uma base sólida de movimento e hábito. Isso gera resultados muito mais consistentes ao longo do ano do que começar intenso e parar cedo”, conclui André.

Inicie sua jornada fitness: 5 exercícios que queimam calorias e promovem adaptação

1. Agachamento

Um dos exercícios mais completos, o agachamento ativa grandes grupos musculares das pernas, além do core. Por envolver quadríceps, glúteos e posteriores de coxa, gera um alto gasto energético mesmo em versões simples, com o peso do próprio corpo.

2. Supino

O supino é um movimento multiarticular que trabalha peitoral, ombros e tríceps ao mesmo tempo. Quando bem executado, contribui para o aumento da força global e eleva a demanda metabólica do treino.

3. Remada

A remada envolve músculos das costas, braços e core, sendo uma excelente opção para iniciantes desenvolverem força e consciência corporal. Por recrutar vários grupos musculares, também contribui para maior queima calórica durante a sessão.

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4. Levantamento terra adaptado

Em versões simplificadas e com cargas leves, o levantamento terra pode ser incluído no treino inicial. O exercício ativa pernas, glúteos, costas e abdômen, tornando-se um dos movimentos mais eficientes do ponto de vista metabólico.

5. Afundo

O afundo é um exercício multiarticular que trabalha pernas e glúteos, além de exigir estabilidade do core. Por demandar equilíbrio e controle, aumenta o esforço do corpo como um todo, elevando o gasto calórico.

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Atividade física ajuda a controlar diabetes?

Muita gente pode não saber, mas fazer exercícios físicos com frequência é quase tão importante quanto tomar remédios para tratar algumas doenças, por exemplo, diabetes.

O treino ajuda bastante a controlar a doença porque melhora a sensibilidade à insulina, reduz a glicemia e contribui ainda para a saúde cardiovascular.

É importante destacar também que o treinamento pode reduzir as dosagens, mas não substitui medicamentos, nem acompanhamento médico.

Nunca, portanto, comece um programa de exercícios sem antes consultar seu médico para uma avaliação cardiovascular e também conversar com um profissional de educação física para planejar a intensidade ideal para o seu caso.

O papel da atividade física no tratamento de diabetes

A primeira grande contribuição do treino é sua relação direta com sensibilidade à insulina porque o organismo começa a usar a glicose de maneira mais eficaz, diminuindo os níveis de açúcar no sangue.

Além disso, melhora a captação de glicose, porque durante a atividade física, os músculos chegam a absorver até 10 vezes mais glicose, mesmo na ausência da insulina.

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Durante um treino, os músculos ‘puxam’ o açúcar do sangue para usar como energia, muitas vezes sem precisar de insulina. É como se o exercício criasse um ‘atalho’ para o açúcar entrar nas células.

O corpo começa a responder de forma mais eficaz à insulina que produz (ou que a pessoa administra), diminuindo a demanda por doses maiores.

Em outras palavras, durante o exercício, o músculo usa glicose como fonte de energia, o que ajuda a baixar o açúcar no sangue, muitas vezes até sem precisar de insulina extra.

Uma sessão de exercícios pode ajudar a manter mais baixos os níveis de glicose por um período de 24 a 48 horas depois de terminar a sessão.

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O treino orientado é um recurso eficaz no controle do diabetes, porque atua como um complemento fundamental ao tratamento médico e à dieta balanceada. Ele não fica no lugar da medicação, mas intensifica seus efeitos e melhora a qualidade de vida.

A prática costumeira de exercícios colabora com o controle glicêmico, ao manter os níveis de glicose estabilizados durante o dia, reduzindo a pressão arterial, colesterol e triglicerídeos, que são fatores de risco comuns em diabéticos, e consequentemente auxilia na redução de riscos cardiovasculares.

Também auxilia na perda da gordura corporal e obesidade. Este tem sido um problema que está entre os maiores agravantes na diabetes tipo 2.

Para especialistas em saúde, o exercício supervisionado é uma das bases essenciais para o controle de diabetes, sendo frequentemente tão eficiente quanto a ‘administração’ de medicamentos para manter sob controle os níveis de açúcar no sangue.

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Para quem tem diabetes, o exercício não pode ser feito de qualquer jeito, pois existem riscos próprios para quem sofre da doença. Por isso, a orientação profissional é essencial.

Modalidades indicadas

São diversas as alternativas para os diabéticos treinarem e melhorarem seu bem-estar. Há os treinos aeróbicos (caminhada, corrida leve, natação, dança, bicicleta…) e anaeróbicos como a musculação, que é extremamente eficaz em relação à glicose.

No caso das atividades anaeróbicas, como a musculação, yoga, alongamento ou pilates, se exercitar duas ou três vezes por semana é o ideal. Essas atividades podem fortalecer a musculatura e o bem-estar mental, entre outros benefícios. A yoga, pilates e alongamentos também ajudam na prevenção de lesões.

Geralmente, os treinos combinados são os que costumam trazer os melhores resultados. Estudos apontam que em média 150 minutos semanais de atividade moderada e distribuídos ao longo da semana é uma boa receita.

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Cuidados que não podem faltar

Entre os cuidados recomendados para quem irá começar a treinar estão a hidratação e alimentação adequada, para manter equilíbrio energético durante os exercícios.

Além disso, é bastante prudente fazer a progressão gradual nos exercícios. Comece com treinos leves e aumente a intensidade aos poucos, sem exageros.

O acompanhamento é importante para ajustar a intensidade, tipo e duração do treino e compatibilizar o treino com a idade, condicionamento e comorbidades, caso existam.

 

Respondido por:

Rairtoni Pereira, personal trainer e autor do livro “5 Atitudes para criar o hábito de se exercitar todos os dias”

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Quais os riscos à saúde do acúmulo de gordura abdominal?

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segunda-feira, 30 de março de 2026

6 alongamentos para fazer antes de dormir que ajudam o corpo a relaxar

Os alongamentos são fáceis de incluir na rotina e podem oferecer diversos benefícios ao bem-estar, incluindo até mesmo a melhora das noites de sono. Quando realizados antes de dormir, eles ajudam a relaxar a musculatura, aliviar as tensões acumuladas ao longo do dia e a desacelerar a mente.

Existem movimentos simples que podem ser executados rapidamente e que podem fazer toda a diferença para um descanso mais profundo e reparador. Em poucos minutos, eles são capazes de promover um relaxamento físico e mental.

Apesar de não serem um “remédio para dormir” e nem serem milagrosos, os alongamentos podem ser grandes aliados, principalmente porque envolvem uma respiração consciente e uma atenção plena.

“Alongamentos podem desempenhar um papel interessante no sono, especialmente porque colaboram para o combate de tensões e oferecem uma sensação de leveza”, afirma Dr. Lindbergh Mendes, médico do esporte.

Alongamentos para fazer antes de dormir

1. Alongamento do pescoço

Incline a cabeça para um lado, tentando encostar a orelha no ombro, mantendo os ombros relaxados.

2. Postura da criança

Com as canelas apoiadas no solo e os joelhos afastados na largura do quadril, sente-se em cima dos calcanhares e jogue o tronco para a frente, estendendo os braços acima da cabeça no solo.

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3. Alongamento sentado para frente

Sente no chão com as pernas esticadas para frente. De maneira suave, dobre os quadris para frente. Tente mover a barriga até as coxas;
Estique os braços e tente alcançar os calcanhares. Permaneça nesta posição durante 30 segundos e retorne à posição inicial.

4. Postura do gato e vaca

Comece de quatro com as mãos sob os ombros e os joelhos sob os quadris. Inspire e olhe para cima com a coluna arqueada, afastando os ombros das orelhas da vaca.

Ao expirar, pressione o chão com as mãos e os joelhos e arredonde a coluna como um gato furioso. Repita por 5 ciclos respiratórios completos (inspire e expire).

5. Alongamento dos músculos das costas

Sentado na cama, incline o tronco para a frente e dirija as mãos em direção aos pés ou tornozelos. Mantenha a posição por alguns segundos e retorne, sempre respeitando os limites do corpo.

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6. Savasana: o relaxamento final

Deite-se com uma pequena manta para apoiar a cabeça e pescoço de forma a não permitir que o queixo fique mais alto que a testa. Estenda as pernas e deixe os pés caírem pra fora, afaste as pernas no máximo na largura do tapete, mantenha os braços relaxados no chão ao longo do corpo com as palmas voltadas para cima, afaste os braços até sentir os ombros relaxados. Mantenha a atenção no fluxo da respiração.

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Exercícios que ajudam a melhorar o sono: veja quais funcionam

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5 sinais silenciosos de que o sedentarismo afeta sua saúde

Você sabia que o sedentarismo está entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares?

E este cenário a respeito do sedentarismo preocupa especialistas. De acordo com dados divulgados pelo sistema de vigilância Vigitel, do Ministério da Saúde, em 2021, 62,6% dos adultos brasileiros estavam acima do peso, reflexo de mudanças no estilo de vida da população, como alimentação inadequada e baixos níveis de atividade física. O excesso de peso associado ao sedentarismo aumenta significativamente o risco de desenvolver doenças metabólicas e cardiovasculares.

De acordo com a dra. Flávia Pieroni, endocrinologista do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica, da Dasa, o corpo costuma dar sinais de que algo não está funcionando bem antes mesmo do surgimento de doenças mais graves.

“O sedentarismo afeta diretamente o metabolismo. Quando o organismo permanece por muito tempo sem atividade física regular, podem surgir alterações na glicemia, no colesterol, na pressão arterial e até na composição corporal. Muitas dessas mudanças começam de forma discreta, mas podem ser identificadas em exames laboratoriais e clínicos”, explica.

A seguir, confira cinco sinais que podem indicar que o sedentarismo já está impactando a saúde.

1

Cansaço frequente e perda de condicionamento

Sentir cansaço ao subir escadas ou caminhar pequenas distâncias pode ter várias causas, mas uma das mais comuns é o descondicionamento físico. A falta de atividade física reduz a capacidade cardiorrespiratória e faz com que tarefas do dia a dia se tornem mais cansativas.

Para o dr. Breno Giestal, cardiologista do Alta Diagnósticos, da Dasa, no Rio de Janeiro, esse cansaço pode ser um importante sinal de alerta. “Quando a pessoa perde condicionamento, atividades simples tornam-se muito mais difíceis, o que impacta a qualidade de vida e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.”

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Segundo o especialista, o condicionamento físico está diretamente ligado ao VO₂ máximo, indicador da capacidade do organismo de utilizar oxigênio durante o exercício. “Hoje sabemos que o VO₂ máximo é um dos marcadores mais importantes de saúde e longevidade na medicina”, afirma.

3 benefícios pouco conhecidos de se exercitar

Ele explica que exames como teste ergométrico e ergoespirometria ajudam a avaliar essa capacidade de forma objetiva. “A ergoespirometria é considerada padrão ouro, pois mede diretamente o consumo de oxigênio durante o esforço.”

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“O condicionamento cardiorrespiratório é um marcador biológico fundamental. Diferente de fatores como colesterol ou glicose, não existe medicamento capaz de aumentar o VO₂ máximo, assim, a verdadeira ‘pílula’ é o exercício físico”, comenta o dr. Breno.

2

Ganho de peso e aumento da gordura abdominal

A redução do gasto energético favorece o aumento do tecido adiposo na região abdominal. Parte desse acúmulo ocorre na forma de gordura visceral, que se deposita ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, e está associada ao maior risco de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e diabetes tipo 2.

“O acúmulo de gordura na região abdominal também pode afetar o fígado e levar à esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado. Exames de sangue como TGO, TGP e Gama GT ajudam a avaliar possíveis alterações hepáticas, e o ultrassom abdominal pode identificar o acúmulo de gordura no órgão”, explica a dra. Flávia.

3

Alterações no colesterol e nos triglicerídeos

Mesmo sem sintomas aparentes, o sedentarismo pode contribuir para o aumento do colesterol LDL (considerado o “colesterol ruim”) e dos triglicerídeos, além da redução do HDL, que tem papel protetor para o coração.

Sedentarismo dá dor nas costas?

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4

Aumento da glicemia e risco de diabetes

A falta de atividades físicas reduz a sensibilidade do organismo à insulina, hormônio responsável por controlar os níveis de açúcar no sangue. Com o tempo, isso pode favorecer o desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2.

5

Dores musculares e rigidez corporal

A ausência de movimento regular pode levar à perda de massa muscular, redução da flexibilidade e maior incidência de dores articulares ou musculares.

Após a identificação desses sinais, a avaliação médica e a realização de exames ajudam a entender como o organismo está respondendo ao estilo de vida. “Entre os exames que costumam ser solicitados estão a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada, que avaliam o metabolismo da glicose, e o perfil lipídico, que mede o colesterol e os triglicerídeos, além de exames clínicos e cardiológicos, quando necessário”, destaca a dra. Flávia Pieroni.

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Saia do sedentarismo: exercícios simples para transformar sua saúde

O sedentarismo é um dos grandes vilões da saúde moderna, aumentando o risco de problemas como hipertensão, diabetes, obesidade e até mesmo depressão.

“O corpo humano foi feito para se movimentar. A inatividade prolongada pode levar a dores musculares, problemas cardiovasculares e dificuldades metabólicas, além de impactar o bem-estar mental”, explica a Dra. Elizabeth Takitani, cardiologista do Hospital Nipo-Brasileiro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 47% dos brasileiros não realizam atividades físicas suficientes. Se você quer deixar de fazer parte desse grupo, é hora de incluir o movimento no seu dia a dia.

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Mas calma: não precisa passar horas na academia para conseguir colher os benefícios. De acordo com Takitani, pequenas mudanças na rotina já trazem benefícios significativos.

Exercícios simples e consistentes já fazem uma grande diferença”, reforça a especialista. “Caminhadas curtas, subir escadas em vez de usar elevador e alongamentos matinais já ajudam a ativar o corpo.”

A seguir, a médica revela alguns exercícios que podem ser considerados ideais para quem está dando os primeiros passos para uma vida mais ativa. Confira!

Exercícios fáceis para sair do sedentarismo

  • Caminhada: é uma ótima opção para iniciantes, pode ser feita em qualquer lugar e ajuda a melhorar a circulação sanguínea e o bem-estar mental. A médica orienta estabelecer uma meta para atingir algo próximo de 10000 passos diários.
  • Agachamento: é um exercício que tem uma execução simples e auxilia no fortalecimento de pernas e glúteos, além de melhorar a postura.
  • Polichinelos: os polichinelos provocam um aumento da frequência cardíaca e colaboram para o desenvolvimento de mais resistência física.
  • Alongamentos: são movimentos que podem ser incluídos em diferentes momentos do dia e ajudam a aumentar a flexibilidade, a evitar dores musculares e a melhorar a mobilidade das articulações.
  • Exercícios de peso corporal: flexões e abdominais são ótimos movimentos para fortalecer os músculos sem utilizar equipamentos específicos.
  • Passear: é algo simples, mas que pode contribuir para o aumento dos níveis de atividade física. É importante priorizar ambientes seguros e agradáveis.
  • Danças: são atividades dinâmicas e que podem ser extremamente divertidas. Elas envolvem grandes segmentos corporais e ativam diversos músculos durante a execução.

“O ideal é começar devagar e aumentar a intensidade aos poucos, respeitando os limites do corpo”, fala a Dra. Elizabeth.

Não desista!

Uma das maiores dificuldades de quem começa a se exercitar é manter a constância. Para evitar desistências, algumas estratégias podem ser colocadas em prática.

Segundo a cardiologista, é fundamental estabelecer metas realistas para preservar a motivação para treinar. Então, o ideal é sempre começar com pequenos desafios e ir aumentando gradualmente.

Também é uma boa ideia tentar criar uma rotina, ou seja, encontrar horários fixos na sua agenda para a prática de atividades físicas. Outro segredo é incluir no dia a dia modalidades que realmente sejam prazerosas para você.

Vale destacar que ter uma companhia para treinar pode tornar o processo mais motivador.

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Yoga ajuda a melhorar o desempenho em outros esportes? Especialista responde

A busca por um melhor rendimento físico tem levado atletas e praticantes amadores a incluírem novas práticas na rotina de treinos. Entre elas, o Yoga tem ganhado espaço não apenas como ferramenta de relaxamento, mas como aliado direto da performance esportiva. Para o fundador do Método Kaiut Yoga, Francisco Kaiut, a explicação está na base do movimento.

“A prática de Yoga ajuda a melhorar a mobilidade geral, o que, com certeza, facilita o desempenho na prática de esportes”, afirma.

Mobilidade como fundamento

Grande parte das modalidades esportivas exige articulações funcionais e amplitude de movimento adequada. Quando há rigidez ou limitação articular, o corpo compensa, aumentando o risco de lesões e reduzindo a eficiência.

“O Yoga trabalha a mobilidade com controle, fortalecendo estruturas profundas e melhorando a qualidade dos movimentos. Quando o corpo se movimenta com mais liberdade e estabilidade, o rendimento melhora naturalmente”.

Mais consciência corporal

Outro benefício está na percepção do próprio corpo. A prática desenvolve atenção aos padrões de movimento, postura e respiração.

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“Essa consciência pode impactar diretamente esportes como corrida, futebol, natação, musculação e artes marciais, nos quais pequenos ajustes fazem muita diferença no desempenho final no esporte”, destaca Francisco Kaiut.

Sofre com dores crônicas? Veja como Yoga pode ajudar a reduzi-las

Prevenção de lesões

A combinação entre mobilidade, estabilidade e alinhamento articular também contribui para reduzir sobrecargas repetitivas.

“O Yoga não é apenas sobre flexibilidade. Ele organiza o corpo para que ele funcione da melhor forma possível dentro das exigências do esporte”, explica o fundador do Método Kaiut Yoga, referência na melhoria da mobilidade.

Controle respiratório e foco

A respiração, elemento central na prática, auxilia na resistência física e no controle emocional, especialmente em competições.

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“Atletas que aprendem a respirar de forma mais eficiente tendem a melhorar recuperação e concentração”.

Para Francisco Kaiut, a prática oferece base estrutural para sustentar o desempenho ao longo do tempo.

“O objetivo não é competir com o esporte principal, mas dar suporte para que a pessoa pratique com mais qualidade e longevidade. Com foco em mobilidade, consciência corporal e equilíbrio, o Yoga tem se consolidado como aliado importante para quem busca rendimento sem abrir mão da saúde”.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/yoga-ajuda-a-melhorar-o-desempenho-em-outros-esportes-especialista-responde/

Horóscopo semanal: de 30 de março a 05 de abril de 2026

ÁRIES

A semana do signo de Áries começa cheia de versatilidade na gestão de recursos, graças a Vênus favorecendo a economia criativa dos arianos. Com a Lua passando pela área de relacionamentos, o céu sugere ações promotoras de cura e bem-estar, pedindo ajustes delicados na interação com os outros. Há um clima de abertura emocional genuína, perfeito para uma revisão séria da postura frente aos desafios amorosos. Que tal usar o fim de semana para fortalecer os laços afetivos e cultivar mais equilíbrio na vida a dois, ariano?

TOURO

A semana do signo de Touro começa com a autoestima em alta, graças à presença marcante de Vênus no mapa astral dos taurinos. O céu sugere seletividade nas relações sociais, especialmente durante a Lua Cheia, quando os detalhes da rotina ficam em foco. Há espaço para ajustes que tornem o cotidiano mais prático, além de oportunidade para enfrentar desafios por meio da comunicação efetiva. O fim de semana favorece o diálogo e a busca de consenso em assuntos em comum, estimulando a autoconfiança e solucionando impasses afetivos, taurino!

GÊMEOS

A semana do signo de Gêmeos começa com uma vibe de conhecimento pessoal e crescimento pessoal. O céu sugere harmonia e ajuste com os pares, já que Vênus adentra o setor de crise dos geminianos, criando oportunidade para uma renovação emocional profunda. Há espaço para cuidar ainda mais do relacionamento afetivo, buscando novas formas criativas de lidar com impasses. O fim de semana favorece a revisão e o fortalecimento do amor na vida. Que tal aproveitar para demonstrar mais interesse e carinho pela pessoa amada, geminiano?

CÂNCER

A semana do signo de Câncer começa com um clima de generosidade e abertura. Vênus entra na área das amizades dos cancerianos, incentivando a troca de ideias e acordos, principalmente no ambiente doméstico. A Lua em trânsito na área da comunicação sugere um olhar mais atento para a vida amorosa. O fim de semana pede cuidado com a privacidade, e o céu sugere harmonia entre os campos profissional e pessoal, com um ritmo de vida mais tranquilo. As tensões no campo social pedem maturidade e serenidade. O fim de semana convida para ficar perto de quem tem afinidade, em uma convivência harmoniosa e inspiradora. Vamos viver essa semana intensamente, canceriano?

LEÃO

A semana do signo de Leão começa com uma vibe positiva no trabalho e chances de se destacar, conforme Vênus entra no âmbito profissional dos leoninos. Por outro lado, é preciso maneirar nas emoções, especialmente no fim de semana quando a poderosa Lua Cheia dá o ar da graça. O céu sugere moderação para não virar refém dos gastos impulsivos — que tal dar um chega pra lá nas compras por impulso e focar na autoestima? Afinal, o que importa é se sentir bem consigo mesma. Para o fim de semana, a dica é avaliar as escolhas, priorizando a segurança emocional. Pronta para um mergulho interno no universo do bem-estar, leonina?

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VIRGEM

A semana do Signo de Virgem se inicia suavemente profunda, promovendo reflexões importantes sobre valores pessoais e de vida. Vênus batendo à porta do setor espiritual dos virginianos dá aquele toque extra de consciência e sensibilidade. Prepare-se para exercitar a gestão material e afetiva — a Lua vai transitar entre o signo e a casa das famílias. A dica para o fim de semana é abrir caminho para a harmonia no convívio afetivo e mergulhar de cabeça nas transformações positivas. Virgem, como você pretende melhorar sua semana?

LIBRA

A semana para o signo de Libra começa com um olhar profundo sobre o interior e o autocuidado, com Vênus incentivando a autogestão e soluções criativas para os librianos. O céu sugere mudanças importantes nas relações interpessoais, incluindo a necessidade de rever e ajustar acordos. Em meio a isso, surge a Lua Cheia, aumentando a expressividade emocional e voltando o foco para as próprias necessidades. É hora de equilibrar interesses pessoais e mutualidade nos relacionamentos, com atenção especial à convivência amorosa. No fim de semana, que tal dedicar mais atenção aos assuntos do coração e mostrar um pouco mais de afeto, libriano?

ESCORPIÃO

A semana do signo de Escorpião se inicia sob a energia de Vênus, abrindo espaço para vivências prazerosas nas relações afetivas. O céu sugere maior compreensão e fortalecimento dos laços emocionais, enquanto a passagem de Vênus traz coragem para encarar diferenças com maturidade. Mesmo com os estresses cotidianos, é essencial preservar o equilíbrio pessoal dos escorpianos. No fim de semana, a dica é ser mais flexível e objetiva ao lidar com conflitos, mantendo o foco na harmonia amorosa, escorpiana!

SAGITÁRIO

A semana do signo de Sagitário começa com alto astral no cotidiano, especialmente nas relações diárias, graças a Vênus favorecendo um clima harmônico e prazeroso para os sagitarianos. Com a Lua transitando pelo setor profissional e pelo signo, há a oportunidade de revisar e melhorar processos e parcerias de trabalho com clareza. O fim de semana é propício para cultivar amizades e demonstrar mais empenho e sinceridade na relação amorosa. Um período poderoso para o sagitariano investir no que realmente importa!

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CAPRICÓRNIO

A semana do signo de Capricórnio se inicia com um impulso criativo, graças a Vênus na casa dos prazeres dos capricornianos, sugerindo aumento na autoestima e alegria. Enfrente os desafios com visão de amadurecimento, especialmente no âmbito profissional, já que a Lua Cheia se posiciona na casa do trabalho. O céu sugere mais firmeza emocional nas relações amorosas para evitar desentendimentos desnecessários. Que tal fazer do fim de semana um momento para fortalecer o amor e resolver possíveis impasses com sabedoria e coragem, capricorniano?

AQUÁRIO

A semana do signo de Aquário começa com uma revitalização no setor familiar, graças a Vênus incentivando o cuidado com as questões do lar dos aquarianos. A Lua potencializa o sentimento de união, porém sugere a necessidade de ajustes emocionais importantes. Uma boa dica é fazer um balanço nas relações íntimas. Na terça-feira, Vênus promove um ambiente doméstico mais agradável — mas cuidado para não assumir mais do que pode lidar. A harmoniosa conjunção de Mercúrio e Marte no domingo traz foco e praticidade à rotina, aumentando a eficácia em alcançar resultados concretos. Que tal aproveitar o fim de semana para dar mais atenção àquela pessoa especial, aquariano?

PEIXES

A semana do signo de Peixes começa iluminada e imaginativa, com Vênus inspirando trocas enriquecedoras de ideias para os piscianos. O céu sugere uma sensibilidade maior para os relacionamentos e ajustes interpessoais, especialmente durante a Lua Cheia. Há espaço para que a prudência garanta o equilíbrio no romance e para uma abordagem criativa e original nas iniciativas pessoais, principalmente na busca por prazeres intelectuais. Desafios íntimos podem aparecer, mas cultive o autocontrole. O fim de semana favorece decisões sensatas e abertura genuína para mudanças no amor, pisciano!

Júlia Barbosa

juliabarbosapp@gmail.com

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source https://boaforma.abril.com.br/astrologia/horoscopo-semanal-30-marco-5-de-abril-2026/

domingo, 29 de março de 2026

Coda Bar: Alê D’Agostino rege um novo movimento na coquetelaria paulistana

Na contramão dos bares efêmeros que surgem e desaparecem na paisagem urbana de São Paulo, há estabelecimentos que nascem de uma virada de chave pessoal. É o caso do Coda, novo endereço da Vila Buarque que marca a tão aguardada volta de Alê D’Agostino — um dos bartenders mais respeitados do país — ao comando de um negócio próprio.

O nome, emprestado do vocabulário musical, já entrega o recado: coda é o trecho que conclui uma peça, mas também aquele que introduz um desfecho inesperado. E a metáfora se encaixa perfeitamente na trajetória de D’Agostino, que, após anos longe dos holofotes de uma casa própria — desde o fechamento do icônico Apothek, em 2019 —, reajusta a rota e reassume o balcão. “Há dois anos viajei com meu filho para Miami e fui em um bar muito bacana que me bateu uma saudade de ter o meu novamente”, conta Alê. Quando a oportunidade de investimento surgiu meses atrás, “não tive como negar”.

Uma casa sem códigos de acesso

Ao entrar na Rua Barão de Tatuí, 233, o que se vê é um convite à intimidade. Longe de qualquer pretensão de exclusividade que às vezes ronda a alta coquetelaria, o Coda aposta na integração entre ambientes: as paredes de cimento bruto contrastam com sofás acolhedores, a iluminação é baixa e as mesas estão dispostas de modo a criar proximidade sem sufocar o movimento. O piano que ocupa o salão não é mero objeto decorativo — em noites alternadas de terça-feira, ele ganha vida sob o toque de músicos convidados, reforçando a cartela de cores sonoras que dá alma ao espaço.

O projeto arquitetônico e de interiores é assinado pela consultoria A/C – Aos Cuidados, de Ana Paula Montesso e Carolina Oda, que cuidaram de todas as etapas para garantir que a atmosfera acolhesse tanto o cliente que busca um clássico executado com rigor quanto aquele disposto a explorar novas camadas de sabor.

O repertório: do clássico impecável ao Kimchi Old Fashioned

Coda Bar
Dry MartiniKarim Rojas/Divulgação

A carta do Coda funciona como uma coletânea de sucessos, organizada em movimentos. Abre com 12 drinques autorais que evidenciam a maturidade criativa de D’Agostino e sua equipe. Há desde o refrescante Che com Infusione (R$ 42), um blend de chás infusionado em cachaça com vermute bianco carbonatado, até o ousado Kimchi Old Fashioned (R$ 57), que substitui o tradicional toque de laranja por um caramelo do fermentado coreano, harmonizado com bourbon e espumante.

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Para quem prefere algo mais encorpado, o Hell Yeah (R$ 56) entrega um whisky com extrato de pimenta e baunilha, enquanto o Negroni Floral (R$ 58) — feito com tequila, sake e Cocchi Americano Rosa — apresenta uma releitura delicada e complexa do clássico italiano.

A seção de coquetéis sem álcool, com quatro opções a R$ 28, demonstra a preocupação em receber bem todos os perfis de público. Mas é na sequência que os fãs de longa data podem ter um sobressalto afetivo. Na sessão carinhosamente intitulada “Saudades, Apothek!”, o menu resgata oito dos drinques mais emblemáticos do bar anterior de Alê. Figuras como o Rye Rye Darling (R$ 65) e o Amaro Crazy Mxfx (R$ 75) voltam à ativa, funcionando como uma ponte entre o passado que marcou época e o presente que agora se reescreve.

E, claro, o Dry Martini — drink pelo qual Alê é reconhecidamente fã e mestre — ocupa lugar de destaque entre os 19 clássicos da casa.

Apoio de peso e gastronomia sem firulas

Coda Bar
ParmentierKarim Rojas/Divulgação
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Atrás do balcão de mármore, ladeado por seis bancos de couro, quem comanda as coqueteleiras é Lívio Poppovic, parceiro de D’Agostino nos tempos de Apothek. A presença dele é, nas palavras de Alê, parte da espinha dorsal do projeto: “Não existia a menor chance de ser outra pessoa.”

Para acompanhar, a chef consultora Laila Radice assina um menu que transita com desenvoltura entre o petisco e a refeição completa. As Lipe’s Fries (R$ 38), servidas com duo de aioli — na versão tradicional ou com missô —, são o acompanhamento ideal para os drinques. Já quem busca algo mais substancioso encontra no Coda Parmentier (R$ 57) — rabada desfiada com purê de batata — e no sanduíche Toni a Milanesa (R$ 69) opções que equilibram conforto e técnica.

Um brinde no compasso certo

Além da programação musical quinzenal, o Coda instituiu um novo ritual que tem tudo para virar tradição. Aos sábados e sextas-feiras, pontualmente à 0h17, o serviço é interrompido para um brinde coletivo entre equipe e clientes. O horário não foi escolhido ao acaso: foi naquele minuto que Alê e os sócios selaram a decisão final de abrir as portas da casa.

Com o Coda, Alê D’Agostino não apenas rege um novo movimento em sua carreira, mas também reafirma um conceito que parece simples, mas é raro de encontrar: o de que cada cliente deve sair com a sensação de que valeu a pena ter ido até lá. E, pelo balanço da casa nas primeiras semanas, a impressão é de que a música — assim como os drinks — segue afinada.

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Serviço

Coda
Endereço: Rua Barão de Tatuí, 233 – Vila Buarque, São Paulo/SP
Horários: Terça a quinta, das 18h à 0h; sexta e sábado, das 17h à 1h.
Instagram: @_codabar

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-visita/coda/

Predominância estrogênica: conceitos, mecanismos e impactos

A saúde hormonal feminina tem ganhado protagonismo nas últimas décadas, especialmente diante do aumento de queixas relacionadas a alterações metabólicas, inflamatórias e emocionais em diferentes fases da vida.

Nesse contexto, a chamada predominância estrogênica emerge como um conceito clínico relevante, ainda que muitas vezes mal compreendido ou simplificado de maneira inadequada.

A predominância estrogênica não se refere, necessariamente, a níveis absolutos elevados de estrogênio, mas sim a um desequilíbrio na relação entre estrogênios e progesterona.

Em termos fisiológicos, trata-se de uma condição em que a ação estrogênica se sobrepõe à ação progesterônica, seja por aumento relativo dos estrogênios, redução da progesterona ou ambos.

Esse desequilíbrio pode ocorrer mesmo em mulheres com exames laboratoriais dentro de faixas consideradas normais, o que reforça a importância da interpretação clínica integrada.

Os estrogênios não constituem um grupo homogêneo, entre os principais, destacam-se o estradiol, o estriol e a estrona, cada um com características e potências biológicas distintas.

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O estradiol é o mais potente e predominante em mulheres em idade reprodutiva, enquanto a estrona ganha relevância no período pós-menopausa.

Além disso, a metabolização desses hormônios no fígado origina diferentes metabólitos, alguns com perfil mais protetor e outros potencialmente mais proliferativos, o que adiciona complexidade ao cenário hormonal feminino.

Diversos fatores contemporâneos contribuem para o desenvolvimento da predominância estrogênica. Entre eles, destaca-se a exposição crescente a compostos com ação semelhante ao estrogênio, conhecidos como desreguladores endócrinos.

Essas substâncias estão presentes em plásticos, cosméticos, pesticidas e até mesmo em alimentos ultraprocessados. Paralelamente, o estilo de vida moderno, caracterizado por sedentarismo, privação de sono e estresse crônico, impacta diretamente o eixo hipotálamo hipófise ovário, favorecendo ciclos anovulatórios e, consequentemente, menor produção de progesterona.

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O tecido adiposo também desempenha papel central nesse processo. Longe de ser apenas um reservatório energético, ele atua como órgão endócrino ativo, sendo capaz de converter andrógenos em estrogênios por meio da enzima aromatase.

Assim, o aumento da adiposidade corporal está diretamente associado a maior produção periférica de estrogênios, contribuindo para o desequilíbrio hormonal.

Do ponto de vista clínico, a predominância estrogênica pode se manifestar de diferentes formas, incluindo irregularidades menstruais, tensão pré-menstrual acentuada, retenção hídrica, ganho de peso, sensibilidade mamária, alterações de humor e dificuldade na perda de gordura corporal.

Em fases de transição hormonal, como o climatério, esse quadro pode se intensificar, especialmente pela queda mais
abrupta da progesterona em relação ao estrogênio.

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A literatura científica também sugere associação entre predominância estrogênica e condições como síndrome dos ovários policísticos, endometriose e miomas uterinos, embora a relação causal ainda seja objeto de investigação.

Além disso, o desequilíbrio na metabolização dos estrogênios pode influenciar o risco de doenças crônicas, reforçando a necessidade de abordagem individualizada.

Do ponto de vista terapêutico, a estratégia mais eficaz não se baseia em intervenções isoladas, mas sim em uma abordagem multifatorial.

A prática regular de atividade física, especialmente exercícios resistidos e aeróbios combinados, tem impacto positivo na sensibilidade hormonal e na composição corporal.

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A nutrição também exerce papel determinante, com ênfase em alimentos ricos em fibras, compostos bioativos e micronutrientes que favorecem a detoxificação hepática e o equilíbrio do microbioma intestinal.

Além disso, a qualidade do sono e a gestão do estresse são pilares fundamentais. O excesso de cortisol, frequentemente associado ao estresse crônico, interfere na produção de progesterona e pode agravar ainda mais o desequilíbrio hormonal.

Estratégias como técnicas de respiração, mindfulness e organização da rotina têm mostrado efeitos positivos nesse contexto.

Por fim, é fundamental destacar que a predominância estrogênica não deve ser tratada como um diagnóstico isolado, mas sim como uma manifestação de desregulação sistêmica.

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A compreensão aprofundada desse fenômeno permite não apenas o alívio de sintomas, mas também a promoção de saúde a longo prazo, com impacto direto na longevidade e na qualidade de vida da mulher.

 

Menopausa: como a aromaterapia pode integrar os cuidados com a gordura abdominal

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/home-office-saudavel/predominancia-estrogenica/

Como o “teste da verdade” do corredor pode transformar seus treinos

Quem treina corrida com o suporte de um personal ou de uma assessoria esportiva, com certeza já deve ter ouvido falar – e feito – os testes físicos de 3 km ou 5 km. No meu caso, já fiz os dois e, como estou em um ciclo de maratona, recentemente realizei o teste de 5 km.

O teste consiste em algumas etapas: aquecimento, com uma corrida leve (o tempo é determinado pelo treinador, sejam 15 minutos ou 20 minutos de trote leve) e, depois, a distância total em um pace um pouco mais forte do que você costuma correr. 

Quem vê de fora, acha que é algo que pode acabar com o corredor ou vê como um desafio para bater um record pessoal. Mas o objetivo é muito maior: entender como anda seu desempenho nos treinos até a sua prova alvo e se é preciso, ou não, alterar os paces durante os treinos. 

De acordo com Kika Medeiros, Técnica responsável pela Assessoria esportiva Tripossivel, os testes físicos ajudam a balizar os treinos e colocar o atleta exatamente no treinamento correto ou de endurance ou de tempo run ou intensidade, como fartleks e treinos de velocidade, com foco principal na prova-alvo. 

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Como foi o meu teste?

É com base no resultado do teste é que se destacam as zonas de treino. “Às vezes, o atleta não muda assim de um teste para o outro, tem ali uma diferença de 10, 15 segundos, e tem atletas que têm diferenças mais expressivas, mas o destaque é você estar treinando na zona correta de treino”, destaca Kika.

Foi exatamente o que aconteceu comigo. Eu fiz o meu primeiro teste este ano, em janeiro, refazendo agora, porque estou há 9 semanas da minha próxima maratona. Mas, o primeiro, devido a diversos fatores, principalmente o calor que fazia em São Paulo na época, eu não consegui fazer os 5km diretos, tive que parar em alguns momentos e retomar a corrida.

No segundo teste eu já consegui completar os 5km diretos, sem parar, em um pace mais forte do que estou habitualmente a correr. Porém, o calor estava o mesmo de janeiro e, não havia dormido tão bem quanto eu queria na noite anterior. A diferença em tempo de janeiro para março foi de três segundos, o que é considerado estável. Para mim, está ótimo, porque o meu volume de treinos está muito alto por conta da maratona. Ou seja, já que o ritmo se manteve o mesmo do teste de janeiro, não terei alterações nas minhas zonas de treino. 

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O desafio do teste é sustentar a resistência e avaliar se estou melhorando ou se a minha condição física está estável. E o que isso significa? Que vou continuar com o volume, tempo e distâncias de acordo com a programação já feita pela minha treinadora. Dentro da minha rotina de treinos, achei muito bom estar estável, pois percebo que estou seguindo corretamente as zonas de treinos, por conta do volume que ando treinando nos últimos meses para a maratona que acontece no final de maio. 

Você já fez esse teste? Me conta como se sentiu? 

5 cuidados essenciais para evitar lesões na corrida de rua durante o outono

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/teste-verdade-correr-transformar-treinos/

O efeito sanfona: por que ele acontece

O efeito sanfona é uma das maiores preocupações de quem encara um processo de emagrecimento. Depois de eliminar os quilinhos a mais, manter...