quinta-feira, 30 de abril de 2026

O impacto do estresse no emagrecimento feminino

O gerenciamento do estresse deve fazer parte de um emagrecimento saudável e duradouro. Mais do que treinar regularmente e se alimentar bem, é preciso cuidar das próprias emoções para garantir que o processo ocorra de um jeito leve e sustentável.

No nosso organismo, há uma substância chamada cortisol, que, quando em equilíbrio, desempenha funções cruciais, como controle da pressão arterial, auxílio no sistema imunológico e regulação do ciclo sono-vigília.

Entretanto, o estresse excessivo faz com que os níveis dela “disparem”, o que resulta em uma série de consequências negativas, favorecendo, por exemplo, o aumento do apetite por alimentos calóricos, o má funcionamento do metabolismo e o acúmulo de gordura abdominal.

“Ele literalmente sequestra seu metabolismo, programando seu corpo para armazenar gordura em vez de queimá-la’’, comenta o nutricionista funcional Diogo Cirico, responsável técnico pela Growth Supplements. ‘’Não é falta de força de vontade, é química cerebral’’, acrescenta. 

O impacto do estresse no emagrecimento feminino

Níveis elevados de cortisol estão associados a diversas alterações maléficas no organismo. O hormônio, quando liberado de maneira excessiva, pode aumentar o apetite e prejudicar o funcionamento do metabolismo.

O estresse crônico ainda tende a desencadear uma exaustão física e emocional, que reduz significativamente o interesse e a disposição por se exercitar, favorecendo o sedentarismo ao longo do tempo.

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“Quando você está exausto, a prática esportiva vira um sacrifício. O estresse te tira a energia e a motivação, e o sedentarismo só piora o quadro metabólico.”

Em relação à fome, o nutricionista afirma que o cortisol pode levar a um maior desejo por alimentos calóricos e palatáveis, por exemplo, doces, frituras e fast-foods.

Isso porque esses itens geram uma sensação de recompensa e prazer no cérebro, funcionando quase como um alívio rápido para o estresse momentâneo.

“Ou seja, você come mais e o corpo gasta menos, acumulando tudo na forma de gordura”,, resume.

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O que fazer para não sentir fome e combater o estresse

O nutricionista explica que a solução para o problema causado pelo estresse não está em atalhos ou em uma caneta mágica. “O foco deve ser no manejo integral do estresse e na mudança de hábitos.’’

Para proteger o metabolismo e o peso, Cirico recomenda que se priorize uma dieta rica em alimentos in natura, variando frutas, vegetais e grãos, além de garantir a ingesta hídrica adequada ao longo do dia.

‘’Outra medida importante é cortar o consumo de açúcar, álcool, sal e gorduras saturadas em excesso”, orienta.

Para gerenciar o estresse e preservar a saúde, é interessante optar por estratégias como terapia, mais tempo com pessoas que você gosta, menos exposição às telas e às redes sociais, dormir bem e se exercitar regularmente.

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“Cuidar da mente, neste caso, é a dieta mais eficaz que existe”, conclui.

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Como a má qualidade do sono afeta o ganho de músculo?

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Gosta de ouvir música? Veja 5 fones de ouvido que vão te auxiliar nos treinos

Muitos que praticam atividades físicas, como musculação ou corrida, por exemplo, não deixam de lado uma boa música para incentivar enquanto estão se exercitando. E ter um bom fone de ouvido é essencial para que não te atrapalhe nos treinos!

Veja a seguir 5 fones de ouvido que vão te auxiliar nos treinos:

soundcore P30i da Anker, Fone de Ouvido Bluetooth 5.4

Dois fones de ouvido sem fio rosa-claro com detalhes pretos, um à esquerda e outro à direita, acima de seu estojo de carregamento rosa-claro com um indicador de luz branca na frente

Estojo de Carregamento 2-em-1 com Suporte para Celular: Aproveite a visualização sem as mãos e sem complicações. Abra o painel traseiro do estojo, coloque seu celular no suporte e acompanhe suas séries favoritas — assistir durante viagens nunca foi tão fácil!
Cancelamento de Ruído Ativo Forte e Inteligente: Reduza ruídos em até 42dB com o sistema de cancelamento ativo de ruído avançado. Com tecnologia adaptativa e múltiplos microfones, o fone ouvido soundcore P30i detecta sons externos e ajusta automaticamente o nível de cancelamento de ruído. Além disso, o modo de transparência permite ouvir os sons do ambiente quando necessário.
Modo Transparência: Deixe o mundo entrar ou foque em seu áudio, de acordo com sua preferência. Alterne para o modo transparência para ouvir o que acontece ao seu redor sempre que necessário.
Graves Poderosos: Libere graves profundos e impactantes com os drivers de 10 mm dos fone com cancelamento de ruido P30i, amplificados pela tecnologia exclusiva BassUp da soundcore. Com design acústico otimizado, os fone de ouvido cancelamento de ruido fones também oferecem agudos nítidos e médios detalhados, proporcionando uma experiência sonora imersiva e robusta.
Longa Duração da Bateria: Com ANC desligado: aproveite 45 horas de reprodução com uma única carga. Com ANC ligado: fone anti ruido soundcore P30i oferece até 30 horas. Precisa de carga rápida? Apenas 10 minutos proporcionam 2 horas de uso. Resistência IP54 ao suor e à água, Explore o ar livre ou mergulhe em treinos intensivos com tranquilidade, com resistência IP54 ao suor e à água.
Qualidade Superior de Chamadas: Com 4 microfones + IA, garantem clareza absoluta nas ligações e videochamadas. Sua voz é transmitida com nitidez e força, mesmo em ambientes barulhentos.

JBL, Fone de Ouvido Com Fio, Intra-Auricular, Tune 310 C

Fone de ouvido intra-auricular JBL branco com fio, ponteiras de silicone laranja translúcidas, controle de volume e conector USB-C

PODEROSO PURE BASS. A JBL cria há mais de 75 anos o som preciso e impressionante encontrado em grandes locais de evento do mundo todo.
CABO QUE NÃO ENROLA. O cabo é durável e não enrola, sem formar nós mesmo dentro da sua bolsa ou mochila.
CONTROLE DE EQUALIZAÇÃO. Selecione Padrão, Grave ou Vocal para encontrar o som que se adapta ao seu gosto através do controle de três botões no fio.
AJUSTES PRÁTICOS. Controle a reprodução da música e o ajuste de volume com um controle prático de três botões. Recebeu uma ligação? Atenda rapidamente com o microfone integrado.
BATIDA QUE FALA POR SI. A JBL está com você em cada momento, trazendo o melhor do áudio para o seu dia a dia.

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soundcore Q30 da Anker, Fone de Ouvido Bluetooth Sem Fio

Fone de ouvido over-ear Anker Soundcore Life Q30 bege claro, com almofadas macias e logo da marca em cinza escuro na lateral da concha direita

Tecnologia Avançada de Cancelamento Híbrido de Ruído Ativo ANC: Mantenha o foco com o cancelamento de ruído ativo híbrido do Q30. Dois microfones detectam e filtram até 95% dos ruídos de baixa frequência do ambiente. Além disso, o modo de transparência permite ouvir sons do ambiente quando necessário, proporcionando uma experiência mais versátil.
Experiência Final de Cancelamento de Ruído: Personalize o cancelamento de ruído do Q30 com 3 modos — Transporte minimiza o ruído de motores de avião, Externo reduz o som do trânsito e do vento, e Interno atenua o som de escritórios movimentados com pessoas conversando ao fundo.
Áudio de Alta Resolução: Ouça cada detalhe das suas músicas favoritas graças aos drivers de 40 mm do Q30, que possuem certificação Hi-Res. Os diafragmas de seda altamente flexíveis reproduzem graves profundos e impactantes, médios claros e agudos nítidos que alcançam até 40 kHz, adaptando-se perfeitamente a uma ampla variedade de estilos musicais.
50 Horas de Reprodução: Os fone com cancelamento de ruído ativo tocam até 50 horas de música no modo de cancelamento de ruído. No modo padrão, a reprodução pode durar até 80 horas. Além disso, uma carga rápida de 5 minutos via USB-C garante 4 horas de música.
Conforto sem Pressão: Os fone sem fio bluetooth Q30 possuem almofadas de couro sintético ultramacio com acolchoamento de espuma viscoelástica para se ajustarem confortavelmente às orelhas. O design leve garante conforto em longas sessões de uso. Além disso, os fone anti ruido utilizam tecnologia Bluetooth 5.3 para uma conexão estável e são compatíveis com NFC para emparelhamento rápido e fácil.
Conexão de múltiplos dispositivos:Os headphone bluetooth Q30 utilizam a tecnologia Bluetooth 5.3, que oferece uma conexão ainda mais estável, rápida e eficiente em termos de consumo de energia. Além disso, são compatíveis com NFC, permitindo um emparelhamento rápido e fácil com dispositivos compatíveis. Com a funcionalidade de conexão multiponto, é possível conectar-se a dois dispositivos simultaneamente, como um telefone e um computador, facilitando a alternância entre eles sem interrupções.

Fone de Ouvido Sem Fio, JBL, Bluetooth, Wave Beam 2

Fones de ouvido JBL Tune 310C pretos, um no estojo de carregamento aberto com luz verde acesa, outro fora com luz azul acesa

SOM JBL PURE BASS IMPACTANTE. Drivers dinâmicos de 8 mm entregam graves potentes e vibrantes, proporcionando uma experiência sonora envolvente com o exclusivo JBL Pure Bass.
TECNOLOGIAS AVANÇADAS. O cancelamento de ruído ativo bloqueia o som externo, enquanto o Smart Ambient permite ajustar a quantidade de som do ambiente que você quer ouvir.
CHAMADAS CRISTALINAS. Com dois microfones em cada fone, as chamadas ficam claras e sem interferências, até em ambientes movimentados e ventosos suas chamadas serão perfeitas.
RESISTENTES À ÁGUA E POEIRA. Curta seus fones de ouvido sem preocupações, mesmo em condições de chuva ou poeira com a proteção IP54, enquanto o estojo também é resistente à água, com classificação IPX2.
CARREGAMENTO RÁPIDO. Aproveite de até 40 horas de reprodução (com cancelamento de ruído desligado), além de recarga rápida, com 10 minutos de carga oferecendo até 3 horas extras.

Xiaomi Redmi Buds 6 Play

Um par de fones de ouvido sem fio pretos, um dentro do estojo de carregamento aberto e outro flutuando ao lado

Xiaomi Ultraleve para estudantes
Design ergonômico
Fácil de transportar
Processamento rápido
máquina leve

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Por que treino de força é essencial na terceira idade?

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Treinar musculação descalço prejudica o desempenho?

Ao praticar qualquer atividade física, seja musculação, corrida ou caminhada, o conforto é um dos grandes aliados para que não haja risco de lesões ou machucados indesejados. Porém, algumas pessoas que praticam musculação, frequentemente são vistas nas academias treinando sem o uso de um calçado, descalças. Mas será que treinar musculação descalço prejudica o desempenho?

“Isso é positivo para as pernas. O treino descalço está indicado para treinos específicos com treinos domiciliares  e em studios, além das situações de levantamento terra e agachamento com cargas leves”, explica Dr. Marcos Cortelazo, ortopedista especialista em joelho e traumatologia esportiva do hospital Albert Einstein e da Rede D’Or.

Por que treino de força é essencial na terceira idade?

Já o também ortopedista Dr. Fernando Jorge, especialista em cirurgias do Joelho e cirurgias do Quadril, “treinar descalço ou com meias tem benefícios e riscos, dependendo da atividade”. O profissional explica nos pontos a seguir:   

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Benefícios:  

  • Propriocepção Aprimorada: O contato direto com o solo estimula terminações nervosas dos pés, melhorando equilíbrio e ativação muscular
  • Ativação do Core e Glúteos: Movimentos como levantamento terra descalço podem aumentar o recrutamento muscular devido à maior conexão com o solo
  • Correção Postural: Favorece a distribuição natural do peso, reduzindo compensações musculares   

Riscos:  

  • Impacto e Lesões: Em exercícios de alto impacto (saltos) ou com cargas muito pesadas, a falta de amortecimento aumenta o estresse em tendões e ligamentos
  • Higiene e Segurança: Ambientes públicos (academias) podem expor a riscos de infecções ou cortes 

Ou seja, dependendo do tipo de treino que será feito, o uso do calçado é importante para evitar o risco de lesões, principalmente nos joelhos. Mas, em atividades como a musculação, treinar descalço pode auxiliar em exercícios que pedem equilíbrio, por exemplo.

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Dormir mal faz ganhar peso?

Existe uma relação bem estabelecida entre privação de sono e aumento de gordura corporal. Dormir menos do que o necessário provoca alterações hormonais importantes, como aumento da grelina, que estimula o apetite, e redução da leptina, que sinaliza saciedade.

A privação de sono pode afetar o controle glicêmico e aumentar a resistência à insulina. Com isso, há maior tendência ao consumo de alimentos calóricos, especialmente ricos em açúcar e gordura.

Paralelamente, o cansaço reduz a motivação para a prática de atividade física, criando um cenário propício ao ganho de peso e ao acúmulo de gordura ao longo do tempo.

Quantas horas dormir por noite?

De acordo com a National Sleep Foundation as recomendações indicam que um adulto saudável deve dormir entre 7 e 9 horas por noite. No entanto, essa necessidade não é igual para todos. Fatores como idade, condições de saúde, rotina de trabalho e até predisposição genética podem influenciar essa demanda.

Como identificar um sono reparador?

O sono reparador é aquele que permite ao indivíduo acordar com sensação de descanso físico e mental. Isso se reflete em disposição ao longo do dia. Outros sinais incluem ausência de sonolência excessiva durante o dia e menor necessidade de estimulantes, como cafeína.

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Por outro lado, mesmo dormindo um número aparentemente adequado de horas, sinais como fadiga persistente, irritabilidade, dificuldade de foco ou despertares frequentes ao longo da noite podem indicar que a qualidade de sono está comprometida. Nesses casos, é importante investigar possíveis distúrbios de sono.

Respondido por:

Profa. Dra. Vânia D’Almeida, bióloga, mestre e doutora pela UNIFESP e pesquisadora do Instituto do Sono

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quarta-feira, 29 de abril de 2026

A corrida é realmente para todo mundo?

A corrida está entre as modalidades mais procuradas por pessoas que desejam manter um estilo de vida ativo e cuidar da saúde física e mental. A atividade é acessível, prática e democrática, sendo uma boa opção para quase todo mundo. Entretanto, antes de incluí-la no dia a dia, o ideal é procurar uma avaliação profissional e garantir um preparo adequado.

“A maioria das pessoas saudáveis, seja crianças ou idosos, pode praticar corrida, desde que iniciem de forma progressiva e com orientação adequada”, diz Cleber Guilherme, técnico e especialista em corrida de rua.

Ela consiste em uma prática de alto impacto que “cobra” mais dos músculos, dos tendões e das articulações. Isso porque envolve uma fase aérea – em que os pés saem do chão – e uma aterrisagem, que resulta em maior força de contato com o solo a cada passada.  Essa característica da atividade pede que o corpo tenha uma boa base de força, mobilidade e estabilidade.

Além disso, a corrida costuma ser mais interessante para quem já tem um bom condicionamento físico, uma vez que, durante sua execução, há uma maior exigência da parte cardiovascular e respiratória.

“A prática precisa ser adaptada conforme a condição física e os objetivos de cada um. Por isso, é importante contar com a instrução de um profissional de educação física”, destaca ele.

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A corrida é realmente para todo mundo?

É fundamental ter em mente que existem casos nos quais a corrida pode não ser a melhor alternativa, entre eles, quando há dores articulares, excesso de peso importante, lesões prévias ou outros diagnósticos que devam receber atenção redobrada.

“A corrida pode ser contraindicada em casos de lesões articulares graves, condições cardiovasculares não controladas ou problemas respiratórios severos, assim como em fases agudas de inflamações ou após cirurgia sem liberação médica”, orienta Guilherme.

Qual é a melhor atividade física para fortalecer o coração?

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6 frutas ideais para seu pré-treino e que ajudam na performance

Para ter uma boa performance na prática de atividades físicas, a alimentação é um ponto importante e precisa ser visto com cuidado. Se alimentar bem, garante que você não se sinta mal durante os exercícios, independente da modalidade escolhida. E as frutas são essenciais para quem pratica atividades físicas. Elas fornecem nutrientes que auxiliam no desempenho, recuperação e até hipertrofia muscular. 

Não só isso. A ingestão de frutas também ajuda na prevenção de doenças. Uma revisão publicada na revista Trends in Food Science & Technology avaliou 59 estudos sobre o consumo de frutas e seus benefícios para a saúde. A conclusão mostrou que o consumo pode reduzir o risco de:  

  • Doenças cardiovasculares em 3%
  • Acidente vascular cerebral em 8%
  • Doença arterial coronariana em 4%
  • Câncer oral em 49%
  • Aumentar o consumo de frutas para 100–500g/dia pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 em 8%–12%

Uma revisão publicada no RDS Journal mostrou que consumir carboidratos no pré-treino ajuda a melhorar o desempenho, principalmente em exercícios de força. Frutas como banana, uva, maçã e tâmaras, por exemplo, ajudam a manter a disponibilidade energética e reduz a fadiga durante o treino.

Quais os principais benefícios da banana à saúde?

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Não ajudam apenas no pré-treino

De acordo com a revisão científica Fruit for Sport, o consumo de frutas mostram uma melhora da capacidade antioxidante, o que ajuda a combater o estresse oxidativo causado pelo exercício.

E tem mais: as frutas fornecem nutrientes e vitaminas com ação anti-inflamatória, que ajudam na recuperação muscular.

Frutas para o pré-treino

Carla Fiorillo, nutricionistada Puravida, conta que frutas são uma escolha popular e saudável para o pré-treino, porque fornecem energia rápida, micronutrientes e compostos bioativos. “Eles podem beneficiar o desempenho e a recuperação. Frutas como banana, cereja, romã, uva, melancia, mirtilo e groselha preta são frequentemente recomendadas para consumo antes do exercício.

A nutricionista explica que alguns dos compostos bioativos das frutas são os polifenóis, antocianinas que aumentam a capacidade antioxidante e podem contribuir para a redução do dano muscular e melhora da recuperação, além de carboidratos de rápida absorção, que fornecem energia imediata para o treino. 

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Veja a seguir 6 frutas para o pré-treino:

1

Banana:
Rica em carboidratos de fácil digestão e potássio, ajuda a fornecer energia rápida e a manter o equilíbrio eletrolítico durante o exercício.

2

Cereja
(especialmente a azeda, ou “tart cherry”): Fonte de polifenóis e antocianinas, pode melhorar a capacidade antioxidante e contribuir para a recuperação muscular.

3

Romã:
Contém polifenóis e elagitaninos, que podem aumentar a capacidade antioxidante e favorecer a saúde cardiovascular.

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4

Uva:
Rica em antioxidantes e carboidratos, pode ajudar na proteção contra o estresse oxidativo induzido pelo exercício.

5

Melancia:
Fonte de carboidratos, água e citrulina, pode auxiliar na hidratação e na redução da fadiga muscular.

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6

Mirtilo e groselha preta:
Altos teores de antocianinas e polifenóis, associados à melhora da capacidade antioxidante e potencial auxílio na recuperação.

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Nem só de proteína vive o emagrecimento: entenda a importância da hidratação adequada

Com a popularização de estratégias para um emagrecimento mais acelerado, incluindo o uso das canetas emagrecedoras, jejum intermitente e dietas restritivas, o tema nunca esteve tão em evidência. Porém, existe um elemento talvez “esquecido” e raramente aparece nessa conversa: o que o corpo perde ao longo do processo, para além da gordura e proteína.

Durante processos, como o do emagrecimento, em que há restrição calórica ou até mesmo adaptações metabólicas, há uma perda significativa de sais minerais, como sódio e potássio.

Esses minerais são fundamentais para a hidratação adequada, produção de energia e o pleno funcionamento do organismo, enquanto sua redução pode comprometer tanto o bem-estar quanto a sustentação dos resultados a longo prazo.

“Desidratação clínica é um quadro bastante comum entre pessoas em processo de emagrecimento. Em situações de baixa ingestão de água e alimentos, o corpo não perde apenas calorias, mas também eletrólitos essenciais para energia, recuperação e performance” explica a nutricionista Rosana Perim, mestre em Ciência da Saúde pela Unifesp.

O resultado aparece disfarçado de outros problemas: cansaço sem causa aparente, névoa mental, câimbras, sono de má qualidade, queda na performance nos treinos. Somado a isso, durante o emagrecimento por outros métodos, como o uso das canetas emagrecedoras, os pacientes relatam perda temporária da percepção de necessidade da hidratação, o que pode reduzir ainda mais o equilíbrio eletrolítico.

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Existe um jeito certo de se hidratar no treino?

Na prática, quando o corpo opera em déficit calórico, ou seja, gasta mais do que consome, apresenta também uma série de adaptações metabólicas. Entre elas, está a mobilização de glicogênio muscular (principal fonte de energia dos músculos e fígado), comum em dietas restritivas e que leva à liberação de água e sais minerais. Como resultado, há uma perda precoce de peso associada à saída de líquidos e eletrólitos, e não à redução de gordura, especificamente.

Apenas água pode não ser o suficiente

Sem a reposição adequada, o corpo passa a operar em desequilíbrio. E, nesses casos, simplesmente beber mais água pode não solucionar o problema, já que é a presença de eletrólitos que permite ao organismo utilizá-la de forma eficiente.

“A reposição desses sais se torna ainda mais relevante para quem busca manter ou desenvolver massa muscular durante o emagrecimento, já que energia, hidratação e equilíbrio mineral são fundamentais para sustentar o treino e a recuperação” finaliza a nutricionista.

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Nesse contexto, a hidratação funcional como suplemento ganha relevância, indo além da água e oferecendo uma reposição completa, alinhada às necessidades reais do metabolismo.

Novas necessidades para novas formas de emagrecer

O perfil de quem está emagrecendo mudou. Hoje, a jornada de perda de peso é mais monitorada, mais personalizada e mais orientada por profissionais de saúde do que em qualquer outro momento. Abordagens como o acompanhamento nutricional intensivo, protocolos alimentares estruturados e novas terapias para controle metabólico aumentaram a consciência sobre o processo, mas também sua complexidade.

Nesse cenário, as demandas nutricionais do organismo durante o emagrecimento passaram a ser observadas com mais rigor, e o equilíbrio eletrolítico emergiu como uma peça fundamental de qualquer processo de perda de peso feito com qualidade.

À medida que a composição corporal se transforma, as necessidades de sais minerais como sódio e potássio também se reorganizam. Atendê-las de forma prática e consistente é o que separa um emagrecimento que desgasta, de um emagrecimento que fortalece.

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Eletrólitos em alta no mercado

Por décadas, essa reposição intencional de eletrólitos foi associada quase que exclusivamente ao universo esportivo. Esse cenário mudou. Atualmente, estima-se que o mercado global de repositores de eletrólitos deva alcançar US$ 66,6 bilhões até 2034¹, em um crescimento impulsionado pela expansão das ocasiões de uso.

No Brasil, a categoria cresce a uma taxa média anual projetada de 7,33% entre 2026 e 2033². Parte desse crescimento vem de uma mudança no comportamento de consumo, com a priorização de soluções mais práticas e eficientes quando o assunto é hidratação.

“A categoria de suplementação de hidratação ainda é pouco compreendida, mas tem um papel essencial no bem-estar e na performance, especialmente em momentos de maior demanda do corpo, como o emagrecimento”, explica Fernanda Fischer, head de marketing de Liquid I.V. no Brasil.

A hidratação funcional não concorre com as abordagens de emagrecimento, pelo contrário, ela complementa as necessidades nutricionais com foco em eletrólitos. É um suporte silencioso, mas fundamental para a manutenção da qualidade de vida e consistência dos resultados.

Mas lembre-se: procure um médico para o acompanhamento ideal e escolha da melhor estratégia para cada metabolismo.

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Como a má qualidade do sono afeta o ganho de músculo?

A má qualidade de sono compromete diretamente os principais mecanismos fisiológicos envolvidos na recuperação muscular e na hipertrofia.

Durante o sono, especialmente nas fases mais profundas de sono (denominada de NREM, mais especificamente o estágio N3), ocorre um ambiente hormonal favorável à reparação tecidual, com maior liberação do hormônio do crescimento (GH) e estímulo à síntese proteica muscular.

Quando o sono é insuficiente ou fragmentado, esse processo é prejudicado. Estudos demonstram que a privação de sono está associada à redução da ar e maior liberação de hormônios relacionados ao estresse e aumento do catabolismo musculortisol.

Esse desequilíbrio favorece um estado metabólico menos eficiente para recuperação e construção muscular. Além disso, a má qualidade de sono pode impactar negativamente o desempenho físico, reduzindo força, resistência e capacidade de treinamento. Como consequência, o estímulo necessário para o ganho de massa muscular também se torna menos eficaz.

Outro ponto importante é que o sono inadequado está associado a maior percepção de fadiga e dor muscular, o que pode prolongar o tempo de recuperação entre os treinos e aumentar o risco de lesões.

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Dessa forma, o sono não deve ser visto apenas como um período de descanso, mas como uma etapa ativa e essencial do processo de adaptação ao exercício. Dormir mal, de forma crônica, pode limitar significativamente os resultados, mesmo em indivíduos com treino e alimentação adequados.

Respondido por:

Profa. Dra. Vânia D’Almeida, bióloga, mestre e doutora pela UNIFESP e pesquisadora do Instituto do Sono

Por que dormir bem também é parte do treino?

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terça-feira, 28 de abril de 2026

Fazer a série até a falha ajuda a ganhar mais massa muscular?

Quem nunca ouviu falar que fazer a série até a falha muscular ajuda a ganhar mais massa? Essa é uma ideia bastante comum entre os praticantes de exercícios físicos, mas o que ela significa? E mais: será que realmente faz sentido ou é apenas um mito?

O que significa falha muscular?

A falha muscular pode ser identificada quando, durante a repetição, você não consegue levantar a carga ou completá-la de maneira correta.

“Ou seja, a falha não é o momento em que você ‘desiste’ mentalmente, mas sim quando o músculo realmente atinge seu limite físico”, explica Eliane Araújo, gestora de musculação da Les Cinq Gym.

“Isso é causado por alguns motivos, como diminuição das reservas de ATP e glicogênio, acúmulo de metabólitos, fadiga neural e microlesões que fazem parte do processo de hipertrofia.”

Treino até a falha gera mais resultado ou mais lesão?

A especialista explica que o estímulo da falha pode, sim, favorecer ganhos, porém não é sinônimo de treino melhor e nem obrigatório em todos os casos.

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Eliane ressalta que nem todo exercício ou série precisa ser realizado até a falha. “Tudo depende do objetivo, do nível do aluno e do planejamento individual”, comenta.

Treinar até a falha pode ser interessante especialmente para pessoas mais experientes, que já possuem uma boa técnica e conseguem reconhecer bem os sinais do corpo.

Durante a execução dos movimentos, o mais importante é sempre respeitar os limites do próprio corpo e priorizar uma técnica correta, garantindo a sua segurança.

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As lesões acontecem porque, ao fazer o músculo chegar até a falha sem o controle adequado, o corpo tende a compensar, sobrecarregando estruturas como articulações, tendões e ligamentos.

“Nunca exagere na carga e na intensidade e nem tente passar da falha, pois isso acaba aumentando o risco de lesão”, finaliza.

O que a ciência diz sobre treinar até a falha?

De acordo com o estudo Influence of Resistance Training Proximity-to-Failure on Skeletal Muscle Hypertrophy: A Systematic Review with Meta-analysis, treinar até a falha nem sempre é necessário para ganhar massa.

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Ainda segundo a publicação, quem treina com foco em hipertrofia pode obter ganho similares de músculos parando antes da falha.

Outras pesquisas também destacaram os riscos de treinar até a falha. No estudo primário Strength & Conditioning Journal, há evidências de que treinar até a falha pode aumentar o risco do chamado overreaching não funcional, que é um estado em que o organismo fica sobrecarregado.

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Treino de fortalecimento completo para quem sente dores nas costas

A dor nas costas é algo recorrente e está entre as principais causas de incapacidade no mundo, de acordo com um estudo publicado no The Lancet Rheumatology, especializado em reumatologia. E o fortalecimento é um dos grandes aliados na solução e prevenção dessas dores. 

Na maioria dos casos, não está ligada a doenças graves, mas a fatores mecânicos e comportamentais acumulados ao longo do tempo, como sedentarismo, sobrecarga física, ganho de peso, estresse e longos períodos sentado, bem como alterações naturais do envelhecimento, explica o médico fisiatra especialista em coluna João Amadera.

O exercício físico é uma das principais formas de prevenir e controlar esse tipo de dor. “A coluna não funciona sozinha. Ela depende de um sistema de suporte formado pela musculatura do tronco, quadril e membros inferiores. Quando esse sistema está fraco, a carga do dia a dia é mal distribuída, favorecendo dor e recorrência”, diz Amadera

Segundo o treinador da Smart Fit, Lucas Florêncio, os exercícios de força melhoram a chamada estabilidade dinâmica, ou seja, a capacidade do corpo de sustentar e proteger a coluna durante movimentos comuns, como sentar, levantar ou carregar peso.

4 exercícios com pesos livres para membros superiores

A rotina moderna afeta principalmente as regiões lombar e cervical. Ficar muito tempo sentado enfraquece os glúteos e encurta os músculos da parte frontal do quadril, o que altera o alinhamento do corpo e aumenta a pressão na lombar. Exercícios que fortalecem a musculatura profunda do abdômen e das costas ajudam a estabilizar a coluna e diminuir essa sobrecarga.

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Nesse contexto, é importante diferenciar desconfortos esperados de sinais de alerta. A dor muscular que surge entre 24 e 48 horas após o treino é comum. Já dores intensas, localizadas ou que irradiam para braços ou pernas, especialmente quando acompanhadas de formigamento, perda de força ou limitação de movimento, exigem avaliação profissional.

 Esse entendimento também ajuda a desfazer um mito comum: exercícios como agachamento e levantamento terra não são perigosos para a coluna quando executados com técnica adequada e progressão gradual de carga. Ajustes na execução e variações mais simples permitem adaptar o treino para diferentes níveis de condicionamento e histórico de dor.

 Para proteger a coluna, o treino deve priorizar o trabalho integrado do chamado complexo lombo-pélvico-quadril, que inclui glúteos, abdômen e músculos estabilizadores profundos. Quando esses grupos atuam em conjunto, há melhor distribuição de forças e menor risco de sobrecarga.

Confira o treino preparado por Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit:

Perdigueiro alternado

Série: 3 x 12 (lados)

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Foco: Estabilidade antirotacional e ativação de multífidos.

Abdominal infra

Série: 3 x 15

Foco: Controle da pressão intra-abdominal e manutenção da lombar neutra.

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Agachamento sumô

Série: 3 x 12

Foco: Carga anterior para forçar a verticalidade do tronco e poupar a lombar.

 

Elevação Pélvica na Máquina

Série: 4 x 10

Foco: Fortalecimento do glúteo máximo (principal protetor da lombar).

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Remada curvada supinada barra

Série: 3 x 12

Foco: Fortalecimento de romboides sem sobrecarga axial excessiva.

Prancha isométrica

Série: 3 x 45 seg

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Foco: Resistência à fadiga dos músculos estabilizadores.

 

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/treino-completo-fortalecimento-dores-costas/

O mito dos 10 mil passos: quanto você realmente precisa caminhar por dia para sua saúde

A caminhada é uma prática esportiva que gera muitas dúvidas e mitos de quem a pratica ou pensa em praticá-la, principalmente por conta de sua praticidade. Mas, ela realmente faz diferença na saúde?

A ciência responde de forma clara: vale, e muito! Um estudo publicado na revista The Lancet mostra que aumentar o número de passos diários está associado a menor risco de morte e de diversas doenças crônicas, como as cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e até sintomas depressivos.

Segundo o médico nutrólogo, Nataniel Viuniski, especialista em obesidade, mestre em nutrição e alimentos, e membro do Conselho Para Assuntos Nutricionais da Herbalife, a caminhada é uma das formas mais democráticas de atividade física. Não exige equipamento, pode ser feita perto de casa e se adapta a diferentes níveis de condicionamento.

“Além dos benefícios físicos, caminhar também está associado a melhora do humor, redução do estresse e maior sensação de bem-estar — especialmente quando praticada ao ar livre”, afirma o profissional.

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Mas não é só. A análise também revelou outra boa notícia: não é preciso atingir os famosos 10 mil passos por dia para colher benefícios importantes.

Durante anos, essa meta virou quase um “mandamento fitness”, repetido em aplicativos e relógios inteligentes. No entanto, os dados indicam que cerca de 7 mil passos diários já estão associados a ganhos expressivos para a saúde.

5 exercícios de baixo impacto que ajudam a queimar gordura

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Na análise, pessoas que caminhavam em torno de 7 mil passos por dia apresentaram risco até 47% menor de morte por todas as causas quando comparadas àquelas que davam cerca de 2 mil passos diários — um nível considerado muito baixo e próximo do sedentarismo.

Por outro lado, 4 mil passos por dia já foi associado a reduções relevantes de risco. “Isso reforça uma mensagem central das diretrizes de saúde pública: qualquer movimento é melhor do que nenhum!”, reforça Viuniski.

Os pesquisadores observaram ainda que, embora o risco continue diminuindo com o aumento dos passos, os ganhos passam a ser menores acima desse patamar para alguns desfechos. Ou seja: mais é melhor, no entanto, sair da inatividade é o que faz a enorme diferença.

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Caminhada: como começar?

O especialista trouxe dicas essenciais para você incorporar a caminhada na sua rotina de autocuidado e bem-estar:

  • Desça um ponto antes do ônibus;
  • Faça pequenas pausas para caminhar no trabalho;
  • Use escadas em vez do elevador;
  • Transforme ligações em caminhadas;
  • Estabeleça metas progressivas de passos e use aplicativos para ajudar a mensurá-las;
  • Vá a pé à padaria e deixe o carro na garagem;
  • Desafie-se de vez em quando aumentando a velocidade dos passos até se sentir mais ofegante.

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/mito-10-mil-passos-quanto-voce-realmente-precisa-caminhar-saude/

Quais os principais exercícios para afinar cintura em casa?

Antes de tudo, é importante ter em mente que nenhum exercício, por si só, é capaz de queimar gordura de maneira localizada e afinar a cintura.

O processo de reduzir as medidas dessa parte do corpo envolve uma série de cuidados fundamentais, entre eles, dieta balanceada, fortalecimento dos músculos do core, qualidade do sono, gerenciamento do estresse, hidratação e um programa de treinos completo. Além disso, recebe influência de fatores como a genética e a questão hormonal.

Ou seja, não é só “diminuir a cintura”, é mudar a composição corporal e melhorar a sustentação do corpo. A gordura da região abdominal só diminui com déficit calórico geral (gastar mais do que consome). Inclusive, exagerar em exercícios de oblíquo com carga pode até dar o efeito contrário (aumentar a lateral do abdômen).

Quais os principais exercícios para afinar cintura em casa?

Existem alguns exercícios em casa que podem ser grandes aliados para o fortalecimento do core, a definição do abdômen e a melhora da postura. Apesar de não serem “milagrosos” para afinar a cintura, eles podem trazer resultados interessantes para quem busca esse objetivo.

Os exemplos incluem prancha frontal, que ajuda a “segurar a barriga” e favorece a postura, o abdominal infra (elevação de pernas), o vacuum abdominal e mountain climber, que mistura cardio e core e auxilia na queima de gordura.

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Vale destacar que há erros comuns que podem atrapalhar e, por isso, devem ser evitados. Entre eles estão: treinar só abdômen achando que isso resolve, executar os exercícios com a técnica inadequada, não incluir cardio ou treino de corpo inteiro na rotina e dormir mal.

Em quanto tempo dá para ver resultados?

O tempo para notar os resultados em relação a afinar cintura depende muito e varia de pessoa para pessoa. No geral, após 4 semanas de treinos regulares e cuidados constantes, é possível perceber menos inchaço e uma postura melhor. Já após 8 semanas, dá para observar uma diferença clara na cintura.

Respondido por:

Iago Beckman, personal trainer

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Prancha lateral: mito ou verdade sobre afinar a cintura?

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/exercicios-afinar-cintura-em-casa/

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Treino para glúteos em casa com elástico

O treino de glúteos em casa com elástico pode ser bastante eficaz para a hipertrofia dessa parte do corpo. Por não envolver o uso de máquinas complexas, ele tem se tornado uma alternativa interessante para quem tem uma rotina corrida e quer fortalecer o bumbum de maneira prática.

Considerados versáteis e fáceis de guardar em casa, os elásticos ainda se destacam pela possibilidade de serem utilizados para trabalhar outras regiões (e não só os glúteos). Dessa forma, eles podem ser considerados um ótimo investimento se você busca estimular os seus músculos no conforto do seu lar.

“O ideal é sempre, no caso de iniciantes, começar pelos níveis mais fáceis e aumentar gradativamente a resistência do elástico. Já no caso dos intermediários, testar as médias e evoluir para as mais intensas. Praticantes avançados podem usar as fortes, extra-forte e ultra-forte”, orienta a educadora física Vanessa Furstenberger.

5 exercícios de glúteos para fazer com o elástico

1. Levantamento terra com elástico

2. Ponte de glúteos com elástico

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3. Conchas com elástico

4. Agachamento com abdução com elástico

5. Stiff unilateral com elástico

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Qual exercício é bom para aumentar o bumbum?

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Cantora Anahí sofre acidente em prática de pilates; entenda os cuidados

Anahí , ex-integrante do grupo mexicano RBD, sofreu uma queda de um aparelho ao praticar Pilates em casa na última segunda-feira, 11. A cant...