sexta-feira, 31 de julho de 2026

Quanto dobrar o joelho no stiff?

O jeito que você dobra o joelho no stiff pode influenciar diretamente o estímulo muscular durante a execução e até mesmo a qualidade do movimento. O exercício trabalha especialmente posteriores de coxa, glúteo e a região lombar, e a técnica correta está entre os pilares fundamentais para garantir que ele seja seguro e eficiente.

De acordo com estudos publicados no Journal of Human Kinetics, o stiff tem alta ativação dos músculos posteriores e é eficaz tanto para ganho de força quanto para prevenção de lesões. Por exigir estabilidade e controle, ele também ajuda a aprimorar a consciência corporal.

Quanto dobrar o joelho no stiff?

O quanto você dobra o joelho no stiff é um detalhe que pode fazer bastante diferença para a melhora da performance durante a realização da atividade. No geral, o mais indicado é flexionar levemente os joelhos durante o exercício.

Um estudo do International Journal of Sports Physical Therapy demonstrou que uma ligeira flexão dos joelhos (10-15°) durante o stiff reduz a tensão lombar, permitindo maior ativação dos isquiotibiais sem compensação da coluna.

Pesquisas apontam que executar o stiff com joelho totalmente estendido aumenta o alongamento dos isquiotibiais e exige mas flexibilidade. Isso pode aumentar as chances de lesões de sobrecarga na lombar, especialmente se o praticante não tiver tanta técnica.

Continua após a publicidade

Vale destacar que o stiff pode ser considerado um movimento complexo e, por isso, geralmente, não é uma boa opção para quem é iniciante.

“O exercício tem um alto grau de complexidade e demanda um alto nível de consciência corporal”, conclui Evandro Félix, personal trainer.

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.

Continua após a publicidade

Qual exercício pega mais glúteo máximo?

 

 

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/movimento/quanto-dobrar-o-joelho-no-stiff/

Dor muscular pós-treino: saiba o que ela significa e quando merece atenção

Quem sente dor muscular após o treino, entende o quanto ela faz parte da rotina. E você sabia que isso é uma resposta do corpo ao estímulo feito durante o treino de musculação? Mas, qual o principal motivo dos músculos ficarem doloridos depois dos treinos?

Segundo o especialista da BurnUp em medicina do esporte, Dr. Marcial Pereira, a dor muscular após o treino, pode ser um sinal de que os músculos estão se adaptando ao exercício e ficando mais fortes.

De acordo com o profisisonal, a dor muscular é uma resposta normal. Ela é frequentemente desejável ao exercício, indicando que os músculos estão se adaptando e se fortalecendo. No entanto, nossa musculatura também passa por adaptações com o exercício, o que é benéfico.

“Em termos gerais, é como se a musculatura treinada fosse ficando mais eficiente, por isso a dor pode não ocorrer, até que a musculatura seja ativada com outros estímulos: mudanças de pesos ou dos tipos de exercícios realizados”, explica o especialista em medicina do esporte.

Continua após a publicidade

É normal tremer durante a prancha?

Quando se preocupar com a dor muscular pós-treino?

Dr. Daniel Oliveira, ortopedista especialista em coluna vertebral e diretor do Núcleo de Ortopedia e Traumatologia de Belo Horizonte, responde: 

A dor muscular pós-treino deve ser considerada preocupante quando persiste por mais de 5 a 7 dias, quando é extremamente limitante ou associada a sinais como edema acentuado, fraqueza progressiva, urina escura (indicativa de rabdomiólise), febre ou dor intensa desproporcional ao esforço realizado. 

Continua após a publicidade

“Nesses casos, é recomendado procurar uma avaliação médica para investigar condições patológicas mais graves, como lesões musculares significativas, síndromes compartimentais ou alterações metabólicas“, complementa o profissional.

Mas, e se eu não sentir dor?

O médico do esporte, Dr. Marcial Pereira, ressalta que não é necessário sentir dor para ter resultado no treino,  mas a dor pode ser um indicador de que o músculo está sendo trabalhado. “A dor muscular tardia, que surge no dia seguinte ao treino, é frequentemente associada a um bom estímulo para a hipertrofia, mas a ausência de dor não significa que o treino não foi eficaz”, explica.

 

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/dor-muscular-pos-treino-o-que-significa-quando-merece-atencao/

Como a hidratação influencia sua performance durante o exercício?

A água é extremamente importante e isso não apenas especialistas afirmam, mas também a ciência. Estudos mostram que a água ajuda a regular o metabolismo e também contribui no processo de emagrecimento.

E as atividades físicas também estão nesse processo. A dúvida que surge muitas vezes é: posso beber água durante o treino? Isso pode fazer mal?

Boa Forma conversou com a nutricionista do Espaço Hi, de São Paulo, Laíta Babio, que esclareceu todas as dúvidas a respeito do tema. 

É recomendado beber água durante o treino ou pode fazer mal? Por que?

Laíta Babio:Durante o treino, hidratar-se é essencial, não é só permitido, é recomendado. Nosso corpo perde bastante líquido através do suor, e essa perda pode comprometer o desempenho, causar tontura, fadiga precoce, cãibras e até prejudicar a recuperação muscular depois do exercício. A água atua diretamente na regulação da temperatura corporal, no transporte de nutrientes e na função muscular. Ou seja, treinar desidratado pode, sim, trazer riscos”.

Continua após a publicidade

Quais são os efeitos colaterais que a pessoa pode ter caso não consuma água dependendo do exercício?

Laíta Babio: “A falta de hidratação pode impactar o rendimento físico de forma significativa, principalmente em atividades mais intensas ou prolongadas. Quando o corpo começa a sentir sede, já estamos num estágio inicial de desidratação. Por isso, é importante antecipar essa perda, bebendo água em pequenas quantidades antes, durante e depois da atividade”.

Hidratação ideal depende do peso, da rotina e até do clima; entenda

A quantidade de água ingerida durante o treino pode interferir no rendimento, dependendo do exercício?

Continua após a publicidade

Laíta Babio: “A quantidade ideal varia de pessoa para pessoa, mas, de forma geral, para treinos com duração de até uma hora, a água pura já é suficiente. Em atividades mais longas, pode ser necessário repor também eletrólitos — e aí entram bebidas isotônicas ou formulações específicas, sempre com orientação de um profissional”.

Por que no inverno, a ingestão de água é menor, até mesmo para quem treina?

Laíta Babio: “No inverno, nosso mecanismo de sede fica menos ativo. Como o corpo não sente tanto calor, a gente tende a esquecer de beber água, mesmo suando durante o exercício. É aí que mora o perigo, porque a desidratação acontece mesmo sem o “alerta” da sede”.

Dica para lembrar de beber água: 

A nutricionista traz uma dica prática para quem possui dificuldade de lembrar de beber água durante o treino: “Mantenha sempre uma garrafinha visível durante o treino, com metas marcadas no frasco ou alarme no celular. Outra estratégia legal é associar o hábito com o início e o fim de cada série, como uma pausa para hidratar. Aos poucos, isso vira rotina”.

Continua após a publicidade

Há outras formas de se hidratar: 

Laíta lembra que a hidratação não depende só da água pura. “Frutas com alto teor de líquido (como melancia, melão, abacaxi) e até chás naturais sem açúcar podem contribuir com a ingestão hídrica ao longo do dia”, finaliza.

Eletrólitos: por que esse intratreino é tão importante na corrida?

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/como-a-hidratacao-influencia-sua-performance-durante-o-exercicio/

Pode treinar perna dia sim dia não?

Respondido por:

Brucce Cota (@brucce.cota), professor de educação física e gerente executivo da rede de academias Contorno do Corpo

Pode treinar perna dia sim dia não?

Pode, mas não é uma fórmula mágica e não serve para todo mundo.

Se você decide treinar pernas 3 ou 4 vezes por semana, precisa entender uma matemática simples: o treino de cada dia precisa ser mais curto.

Não dá para fazer 12 ou 15 séries pesadas na segunda-feira e querer repetir a dose na quarta. Se fizer isso, sua recuperação não vai dar conta e o rendimento vai despencar.

Outro ponto fundamental: você não deve treinar até a “falha total” (aquela repetição onde a barra trava e você precisa de ajuda) em todas as séries de todos os dias.

Continua após a publicidade

Isso esgota o sistema nervoso de um jeito que 48 horas de descanso não conseguem resolver. O segredo é não chegar à “falha” em todos os exercícios para pernas.

Para quem essa rotina costuma dar certo:

  • Quem está estagnado: Alunos avançados que já treinam há anos e precisam de um estímulo diferente para voltar a evoluir.
  • Quem quer melhorar a execução: Fazer exercícios complexos (como o agachamento livre) mais vezes na semana ajuda o cérebro e o corpo a ajustarem a postura e a técnica.
  • Quem tem rotina e descanso ajustados: Pessoas que dormem de 7 a 9 horas por noite, comem bem e não vivem sob estresse extremo.

Quando eu recomendo NÃO fazer:

  • Iniciantes: Quem começou há pouco tempo evolui muito bem treinando pernas 2 vezes na semana. Mais do que isso só vai gerar dor desnecessária e atrapalhar a consistência.
  • Quem dorme mal ou come pouco: Se sua rotina de sono é desregulada ou você está em uma dieta muito restritiva, seu corpo simplesmente não vai conseguir reparar os tecidos em 48 horas.
  • Quem gosta de treinos longos: Se você faz questão de passar 1h30 fazendo 7 exercícios de perna no mesmo dia, repetir isso a cada dois dias vai te levar ao esgotamento rápido.
Continua após a publicidade

Existe algum exercício que substitua o búlgaro?

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/treinar-perna-dia-sim-dia-nao-pode/

quinta-feira, 30 de julho de 2026

É normal tremer durante a prancha?

A prancha envolve ficar parado e estável em uma posição por um período. Ela trabalha principalmente o core — região central que atua na sustentação do tronco, da pelve e da coluna.

Durante a execução da prancha, muitas pessoas relatam sentir uma tremedeira, algo que, na maioria das vezes, é normal e pode ocorrer por alguns motivos. Explicamos, a seguir, os principais fatores que podem estar relacionados à essa sensação. Veja:

É normal tremer durante a prancha?

A tremedeira durante a prancha pode acontecer pelo fato do exercício demandar uma contração contínua de diversos grupos musculares para que o praticante se mantenha alinhado e estável.

“Conforme eles se cansam, o sistema nervoso alterna o recrutamento das fibras musculares, gerando pequenos tremores”, comenta Amanda Biuger, personal trainer.

Além disso, a prancha exige que a gravidade seja constantemente vencida para que o corpo permaneça suspenso e sustentado durante toda a execução, o que pode resultar na tremedeira.

Continua após a publicidade

Outro ponto que pode estar associado à tremedeira durante a prancha é a fadiga muscular provocada pelo tempo em que você fica na mesma posição.

A sensação pode indicar um processo de adaptação do sistema neuromuscular ao estímulo gerado pelo exercício, especialmente quando a pessoa é iniciante ou está elevando a intensidade da prática.

Ou seja, quem está começando a malhar agora tende a perceber mais tremores durante a prancha, assim como os indivíduos que passaram por um aumento recente no volume de treino.

Continua após a publicidade

“A tremedeira costuma ser mais frequente em iniciantes, pessoas com pouca força muscular, quem está voltando a se mexer após um período parado, após exercícios intensos ou durante variações mais difíceis da prancha. Com o fortalecimento muscular e a prática regular, a tendência é que ela diminua”, fala Biuger.

Quando se preocupar com o tremor?

Geralmente, o tremor se manifesta como uma resposta natural ao esforço intenso durante a prancha — que requer estabilidade, controle e força para ser realizada. 

No entanto, apesar da sensação ser comum durante a atividade, existem sinais que podem significar um alerta.

Continua após a publicidade

Quando os tremores são muito acentuados, persistentes mesmo após o treino ou acompanhados de dores fortes, fraqueza excessiva ou outros desconfortos, o ideal é interromper a prática e buscar ajuda profissional.

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.

Quanto mais tempo na prancha, maior o resultado?

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/movimento/tremer-na-prancha-e-normal/

5 exercícios físicos que você pode fazer para se manter saudável, além da corrida

Influenciados por fatores biológicos e estéticos, os brasileiros começaram a priorizar a própria saúde e a praticar o autocuidado, inserindo novos hábitos saudáveis em seu dia a dia.

Shakes proteicos, relógios esportivos e a prática de esportes passaram a fazer parte da rotina de uma grande parte da população do país, que aumentou em 45% a prática de atividades físicas nos últimos dois anos, segundo uma pesquisa recente da consultoria de food service Galunion.

Apesar do cenário otimista, ainda existe uma parcela da população que ainda não conseguiu inserir a prática de exercícios físicos em sua rotina, seja por falta de tempo, motivação ou disponibilidade financeira.

Pensando nisso, a Dra. Anna Paula Weinhardt, médica vascular com especialização em Medicina do Estilo de Vida, separou uma lista de opções para quem gostaria de se tornar mais saudável e inserir um novo hábito na sua rotina, para além dos treinos tradicionais.

Qual atividade física faz mais bem para o coração?

“A verdade é que não existe fórmula única. Para quem vive sob estresse constante, por exemplo, o yoga pode ser muito mais efetivo e benéfico para o corpo e para os vasos sanguíneos do que uma corrida de alta intensidade. O melhor exercício sempre será aquele que respeita os limites, os objetivos e a individualidade de cada um”, reflete a médica.

Continua após a publicidade

5 exercícios físicos que você pode fazer para se manter saudável

1

Tênis

É uma forma de trabalhar todo o corpo de forma saudável e eficiente e, ainda, reduzir o estresse do dia a dia. A prática estimula os músculos das pernas e do abdômen, o pensamento rápido, a estratégia, a coordenação motora e o equilíbrio, e é ótima para manter o cérebro ativo.

Quais os benefícios da prática de tênis para saúde mental?

2

Pilates

Promove o fortalecimento muscular profundo, corrige o desalinhamento postural, aumenta a flexibilidade e alivia dores crônicas. Além disso, ajuda a desenvolver a consciência corporal e melhora o bem-estar mental.

Continua após a publicidade

Pilates melhora postura? Os principais benefícios da prática à coluna

3

Natação

Trabalha quase todos os músculos do corpo, melhora a capacidade cardiorrespiratória e, por não ter impacto, protege as articulações. Além disso, reduz o estresse, melhora a postura e ajuda no controle do peso e do colesterol. 

Natação alivia dor nas costas?

4

Ciclismo 

Fortalece o sistema cardiovascular, queima calorias e tonifica pernas e glúteos com baixo impacto nas articulações.

Além de melhorar a capacidade respiratória, a prática libera endorfinas que reduzem a ansiedade, proporcionando o bem-estar e a qualidade de vida.

Continua após a publicidade

Dia Mundial da Bicicleta: 5 motivos para incluir o pedal na rotina e cuidar da saúde

5

Yoga 

Combate o estresse e a ansiedade através da regulação do sistema nervoso, diminui dores crônicas e tensões, melhora a flexibilidade e a postura, e previne doenças cardiovasculares ao reduzir a frequência cardíaca e a pressão arterial.

Continua após a publicidade

Como o yoga contribui para uma coluna mais saudável e maior mobilidade

Praticar atividades físicas é um pilar inegociável para o equilíbrio entre o corpo e a mente. No entanto, diante de tantas modalidades disponíveis no mercado, surge o questionamento: qual é o melhor exercício para sair do sedentarismo?

Dra. Anna opina: “Na dúvida sobre qual escolher para começar, faça todos que sentir vontade. Um novo estudo conduzido por pesquisadores de universidades na China, Coreia do Sul e nos Estados Unidos aponta que praticar uma variedade de atividades físicas diferentes pode contribuir para melhorar a saúde e viver mais”, finaliza.

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui,
no nosso canal no WhatsApp

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/movimento/5-exercicios-fisicos-que-voce-pode-fazer-para-se-manter-saudavel-alem-da-corrida/

Gosta de correr à noite? Veja três cuidados essenciais para sua segurança

Correr à noite tem suas vantagens: menos exposição ao sol, temperaturas, normalmente, mais amenas, tudo o que um corredor ama, não é mesmo?

Mas, correr à noite tem seus cuidados, principalmente com a segurança e vou listar, a seguir, três cuidados essenciais para você correr sem medo!

Mas antes: crescimento das corridas noturnas

Em 2025, a plataforma Ticket Sport, divulgou uma pesquisa que mostrou que o Brasil já registrou 111 corridas noturnas apenas no primeiro semestre do ano, superando todo o volume de 2024, quando foram contabilizadas 97 provas ao longo do ano na plataforma. 

O crescimento das corridas noturnas reforça uma tendência entre os corredores: a busca por uma experiência diferenciada, com temperaturas mais amenas, menor exposição solar e uma atmosfera mais festiva. 

Continua após a publicidade

Condições mais agradáveis para correr à noite

“O crescimento das corridas noturnas no Brasil está muito ligado à busca dos atletas por condições mais agradáveis para correr, além de oferecer uma experiência sensorial única. Luzes, música, ambientação temática… tudo isso contribui para tornar a corrida algo além da performance: um programa”, explica Gabriela Donatello, gerente de marketing da Ticket Sports. 

Gabriela ainda ressalta que a proposta das provas noturnas é diferente, porque o evento se torna uma experiência. “Com temperaturas mais agradáveis, iluminação especial e até shows, a corrida se torna também uma opção de lazer”.  

Para Daniel Krutman, CEO da Ticket Sports, a corrida de rua, especialmente a noturna, tem se consolidado como um reflexo de uma mudança comportamental da sociedade. “O mundo da corrida não está na moda, é uma transformação social. As corridas noturnas, além do cuidado com a saúde, trazem inclusão, socialização e bem-estar. É comum ver grupos de amigos que se organizam para correr juntos à noite, transformando esse momento em uma atividade coletiva e prazerosa.”, comentou.  

Continua após a publicidade

3 cuidados ao correr à noite

Correr à noite também precisa de cuidados. Gabriela traz  seguir três pontos importantes para a sua segurança ao correr à noite. 

1) Segurança: por mais que o evento tenha toda a estrutura necessária, sabemos que a chance de pisar em algum buraco ou relevo na pista é maior. O cuidado com essa questão tem que ser redobrado. Isso serve tanto para provas noturnas como para as provas que têm largada bem cedinho.

2) Hidratação: à noite, a sede pode parecer menor, mas a desidratação ainda acontece. Beba água antes, durante (se necessário) e após a prova.

Continua após a publicidade

3) Alimentação: diferente da prova pela manhã, à noite o participante terá feito todas as refeições. Evitar refeições pesadas próximas da largada é o ideal. Prefira algo leve e nutritivo, como frutas, cereais ou carboidratos fáceis de digerir.

Longas distâncias: o que fazer para correr melhor e evitar lesões

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/gosta-de-correr-a-noite-veja-tres-cuidados-essenciais-para-sua-seguranca/

Todo mundo pode tomar pré-treino?

O uso de pré-treinos pode ser interessante para praticantes de atividade física que buscam melhorar o foco, a disposição ou o desempenho durante os treinos.

Pessoas que treinam muito cedo, após um dia intenso de trabalho ou em períodos de maior demanda física costumam relatar benefícios, principalmente quando o suplemento é bem escolhido e ajustado às suas necessidades.

No entanto, isso não significa que todo mundo precise utilizar pré-treino. Na prática do consultório, vejo situações muito diferentes.

Tenho pacientes que utilizam pré-treino regularmente, sentem uma melhora significativa na disposição e no rendimento dos treinos
e não abrem mão desse recurso.

Por outro lado, também acompanho pacientes que já testaram diferentes produtos e não perceberam benefícios relevantes ou até tiveram efeitos indesejados, como ansiedade, agitação excessiva ou desconfortos relacionados aos estimulantes.

Continua após a publicidade

Além disso, existem muitas pessoas que nunca utilizaram pré-treino e conseguem excelentes resultados apenas com uma alimentação adequada, boa hidratação, sono de qualidade e um planejamento de treino bem estruturado.

Por isso, não existe uma regra que sirva para todos. A necessidade e a resposta ao pré-treino variam bastante de pessoa para pessoa. O mais importante é avaliar individualmente o contexto, os objetivos, a rotina e a tolerância aos ingredientes presentes nesses suplementos antes de decidir pela utilização.

Quais são as contraindicações de suplementos pré-treinos?

As contraindicações dependem dos ingredientes presentes na fórmula, mas alguns grupos merecem atenção especial:

Continua após a publicidade

  • Pessoas com hipertensão arterial não controlada;
  • Indivíduos com arritmias cardíacas ou outras doenças cardiovasculares;
  • Pessoas com sensibilidade elevada à cafeína;
  • Gestantes e lactantes;
  • Indivíduos com transtornos de ansiedade que percebem piora dos sintomas com estimulantes;
  • Pessoas com gastrite, refluxo gastroesofágico ou outros quadros gastrointestinais.

Por isso, antes de iniciar o uso de qualquer pré-treino, é fundamental considerar o histórico de saúde, a tolerância individual aos estimulantes e as características de cada pessoa. O que funciona muito bem para alguns indivíduos pode não ser a melhor estratégia para outros.

Respondido por:

Vinicius Benatti, nutricionista esportivo, empresário e seis vezes campeão de Men’s Physique

Continua após a publicidade

Pode tomar pré-treino em jejum?

Acompanhe o nosso WhatsApp

Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.

Publicidade



source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/tomar-pre-treino-todo-mundo-pode/

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Fazer pausa no fundo do agachamento aumenta a dificuldade?

 

O agachamento é um movimento muito completo que trabalha a maioria dos músculos do corpo, entre eles, glúteo máximo, mínimo e médio, quadríceps (frente da coxa), isquiotibiais (posteriores da coxa), adutor, flexores do quadril e panturrilhas. Porém, uma dúvida de muitos praticantes é a respeito da pausa no fundo do agachamento, ela aumenta a dificuldade?

Vale lembrar que o agachamento pode ser realizado apenas com o peso do próprio corpo. No entanto, equipamentos como halteres, barras, kettlebells e faixas de resistência podem ser adicionados ao movimento para aumentar a intensidade e potencializar os resultados. E a pausa no fundo do agachamento pode ser feita em qualquer uma das situações acima.

Fazer pausa no fundo do agachamento aumenta a dificuldade?

Sim, fazer pausa no fundo do agachamento aumenta a dificuldade e o exercício também é conhecido como pause squat.

Uma revisão publicada no Strength and Conditioning Journal explica que quando o praticante faz uma pausa de 2 a 3 segundos no fundo do movimento, parte dessa energia é dissipada, obrigando os músculos a gerar força quase exclusivamente por contração ativa.

Continua após a publicidade

Porém, apesar de fazer pausa no fundo do agachamento aumentar a dificuldade, também traz alguns benefícios. De acordo com o site Hipertrofia.org, incluir a pausa no fundo do agachamento ajuda no desenvolvimento da força, controle e estabilidade na parte inferior do exercício.

O que fazer quando os joelhos vão para dentro durante o agachamento?

Essa região, normalmente, é mais fraca na maioria das pessoas e, por isso, muitas pessoas não chegam até o fundo no agachamento por estarem fazendo mais repetições do exercício. 

Outro benefícios da pausa no fundo do agachamento, incluem, mais amplitude de movimento, pois, assim, o exercício força a fazer a amplitude completa, onde há o máximo aproveitamento do exercício.

Pesquisas publicadas no Journal of Strength and Conditioning, mostram que ao aumentar a amplitude de movimento, pode melhorar tanto a força, quanto o crescimento muscular.

Continua após a publicidade

Quanto tempo na pausa no fundo do agachamento?

Não é preciso ficar muito tempo na pausa no fundo do agachamento. De acordo com a Personal Trainer, Cinthia Sampaio, “o pause squat é uma variação avançada que trava de 2 a 3 segundos no ponto mais baixo do movimento”.

A profissional também listou alguns cuidados essenciais ao fazer a pausa no fundo do agachamento:

  • Não indicado para iniciantes sem domínio técnico, pois exige alta estabilidade de quadril, joelhos e tronco.
  • Contraindicado para quem tem lesões articulares ativas ou dor no movimento
  • Ideal para alunos intermediários e avançados, sob supervisão profissional.

    Veja mais no vídeo a seguir:

    Continua após a publicidade

    Como executar o agachamento com pausa?

    1. Fique em pé com os pés na largura dos ombros e a barra apoiada nas costas.
    2. Contraia o abdômen, mantenha o peito erguido e olhe para frente (pescoço em posição natural).
    3. Desça controladamente, dobrando os joelhos e empurrando os quadris para trás.
    4. Pare na parte mais baixa do movimento, quando as coxas estiverem ao menos paralelas ao chão.
    5. Segure a posição por cerca de 2 segundos, sem perder a tensão muscular.
    6. “Exploda” para cima, subindo mais rápido que o normal, para estender as pernas.
    7. Repita o movimento (com pausa) para o número desejado de repetições.

    Fonte: Hipertrofia.org

    Acompanhe o nosso WhatsApp

    Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui,
    no nosso canal no WhatsApp

     

    Publicidade



    source https://boaforma.abril.com.br/movimento/fazer-pausa-no-fundo-do-agachamento-aumenta-a-dificuldade/

    Qual atividade física faz mais bem para o coração? Especialista esclarece

    Quando o assunto é proteger o coração, qual a primeira coisa que você pensa? Muitos falam das atividades físicas e, claro, estão corretos, pois elas são uma das maiores aliadas nos cuidados com corpo e mente.

    Porém, apesar de todos os benefícios, existem tipos específicos que trazem mais vantagens para a saúde cardiovascular, apesar de não exista uma única modalidade capaz de atender todas as necessidades de todas as pessoas, alguns tipos de atividade se destacam pelos benefícios diretos ao sistema circulatório.

    A prática regular de exercícios está associada à redução do risco de hipertensão, infarto, insuficiência cardíaca e outras doenças cardiovasculares, além disso, ajuda no controle do peso, melhora a circulação sanguínea e contribui para o equilíbrio dos níveis de colesterol e glicose.

    De acordo com o médico cardiologista Dr. Roberto Yano, os exercícios aeróbicos costumam ocupar posição de destaque quando o objetivo é fortalecer o coração.

    “O coração é um músculo e responde positivamente aos estímulos físicos adequados. Atividades aeróbicas trazem adaptações cardiovasculares importantes, melhorando a capacidade de bombeamento do sangue, a eficiência da circulação e a utilização de oxigênio pelo organismo”, explica.

    Continua após a publicidade

    Cardio antes ou depois da musculação? Quatro estratégias para potencializar cada objetivo

    Exercícios aeróbicos lideram a lista

    Caminhada, corrida, ciclismo, natação e dança estão entre as atividades mais recomendadas para a saúde cardiovascular.

    Esse grupo de exercícios aumenta a frequência cardíaca de forma controlada, estimulando o sistema circulatório e fortalecendo o músculo cardíaco. Além dos benefícios diretos para o coração, essas atividades também auxiliam no controle do estresse, fator que tem relação importante com a saúde cardiovascular.

    “Os exercícios aeróbicos melhoram não apenas a capacidade cardiorrespiratória, mas também contribuem para reduzir níveis de ansiedade e tensão emocional, fatores que podem impactar negativamente a saúde do coração ao longo do tempo”, destaca o cardiologista.

    Continua após a publicidade

    Não esqueçam da musculação!

    Durante muitos anos, os exercícios de força foram vistos principalmente como aliados da estética e do ganho muscular. Hoje, a medicina reconhece que eles também desempenham papel relevante na prevenção cardiovascular.

    O fortalecimento muscular melhora o metabolismo, favorece o controle da pressão arterial e ajuda na manutenção da composição corporal saudável, fatores que influenciam diretamente o risco cardiovascular.

    “A musculação complementa os benefícios dos exercícios aeróbicos. Ela contribui para o controle metabólico, melhora a sensibilidade à insulina e auxilia na preservação da massa muscular, especialmente com o avanço da idade”, afirma o Dr. Roberto Yano.

    O melhor exercício é aquele que pode ser mantido

    Apesar de algumas modalidades apresentarem vantagens específicas, a consistência costuma ser mais importante do que a escolha da atividade em si. Uma pessoa que pratica regularmente uma atividade de que gosta tende a obter mais benefícios do que alguém que abandona rapidamente um programa de exercícios considerado ideal.

    Continua após a publicidade

    “Não existe uma modalidade única que seja superior para todas as pessoas. O melhor exercício é aquele que respeita as condições individuais, pode ser realizado com segurança e se torna parte da rotina. A regularidade é um dos fatores mais importantes para a proteção cardiovascular”, ressalta.

    Movimento como investimento em saúde

    O sedentarismo continua sendo um dos principais fatores de risco modificáveis para doenças cardíacas. Em contrapartida, incorporar movimento à rotina traz benefícios que vão além da prevenção de problemas cardiovasculares, impactando também disposição, qualidade do sono, saúde mental e longevidade.

    “Quando falamos em saúde do coração, estamos falando de um conjunto de hábitos. A atividade física é um dos pilares mais importantes porque atua simultaneamente em diversos mecanismos de proteção cardiovascular”, conclui o Dr. Roberto Yano.

    Quais os benefícios da atividade física à memória?

    Continua após a publicidade

    Acompanhe o nosso WhatsApp

    Quer receber as últimas dicas e matérias incríveis de Boa Forma direto no seu celular? É só se inscrever aqui,
    no nosso canal no WhatsApp

    Publicidade



    source https://boaforma.abril.com.br/movimento/qual-atividade-fisica-faz-mais-bem-para-o-coracao-especialista-esclarece/

    Cinta modeladora emagrece?

    Basta uma rápida busca nas redes sociais para encontrar influenciadores defendendo o uso diário da cinta modeladora . Há quem diga que ela a...