quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Subir ladeira muda o efeito da caminhada?

Subir ladeira durante uma caminhada pode colaborar para o aumento da dificuldade e da intensidade da atividade física, sendo uma estratégia interessante para quem quer “turbinar” o treino sem precisar correr. A inclinação eleva a frequência cardíaca e, consequentemente, pode potencializar o gasto calórico da sessão.

Além disso, em comparação ao terreno plano, a subida tende a recrutar mais a musculatura da parte inferior, incluindo glúteos, quadríceps, panturrilhas e posteriores de coxa.

“Quanto maior a inclinação, mais calorias você queimará, mesmo sem ir mais rápido. A inclinação também trabalha músculos diferentes do que no terreno plano, o que adiciona um desafio extra”, comenta Josh Kernen, fisioterapeuta de Oregon, nos Estados Unidos.

Fazer caminhada em uma inclinação moderada pode fazer o coração bater mais rápido, de maneira semelhante ao que acontece durante um trote leve ou uma corrida no plano.

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De acordo com o American Council on Exercise (ACE), aumentar a inclinação é uma maneira simples de deixar a caminhada mais intensa, melhorar o condicionamento físico e gastar mais calorias, sem ter que adicionar velocidade.

Outro ponto que vale mencionar é que a caminhada em uma ladeira pode funcionar como um estímulo diferente nos seus treinos, auxiliando na prevenção do efeito platô e na estagnação de resultados.

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Também é necessário ressaltar que a caminhada em uma ladeira costuma apresentar um menor impacto do que a corrida, o que pode ser relevante principalmente para casos de pessoas que estão começando a se exercitar ou que precisam reduzir a sobrecarga nas articulações.

Estudos biomecânicos da USP mostram que a força de reação do solo durante a corrida pode chegar a duas a três vezes o peso corporal, enquanto na caminhada esse impacto é significativamente menor.

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Mas é claro que isso não quer dizer que a caminhada em aclive seja totalmente isenta de exigências — nessas situações, joelhos e tornozelos também são mais solicitados.

Para ocorrer de maneira segura e eficiente, é preciso adotar alguns cuidados durante a caminhada em ladeira. Entre as medidas importantes estão: manter uma boa postura, apostar na progressão gradual (iniciando com inclinações leves e ir evoluindo aos poucos conforme o condicionamento melhora), usar calçados adequados e respeitar os sinais do corpo. 

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Quem tem pressão alta pode fazer caminhada?

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Treino de força em casa: como ganhar massa muscular sem ir à academia

Dentre os diversos objetivos que o treino de força traz para o corpo, o ganho de massa muscular é um deles. Ir à academia, ter constância, disciplina e uma alimentação equilibrada são os fatores essenciais parar alcançar essa meta. Mas, é possível ganhar massa muscular sem ir à academia, com um treino de força em casa.

“É possível ganhar massa muscular treinando em casa, pois o músculo responde ao estímulo desde que seja respeitado o princípio da sobrecarga progressiva (aumentando o grau de dificuldade dos exercícios com o tempo) seja fazendo mais repetições, desacelerando o movimento ou aumentando carga”, explica o personal trainer Evandro Félix.

O profissional também ressalta que a alimentação também entra nesse processo, sendo necessário ter um superávit calórico e preferencialmente um consumo maior de proteínas.

E para ganhar massa muscular sem ir à academia, o treino full body, trabalha o corpo inteiro e deve ser executado respeitando um dia de descanso entre os treinos.

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Como adaptar o treino na academia do prédio, sem muitos aparelhos

“Como o nome sugere, o treino full body (ou “corpo inteiro”, em tradução livre) é aquele que trabalha vários grupos musculares em uma mesma sessão”, pontua a personal trainer e colunista de Boa Forma, Aline Becker.

Aline explica que em vez de focar apenas em pernas, braços ou costas separadamente, você realiza exercícios que exigem o corpo como um todo — como agachamentos, levantamento terra, remadas e supinos, por exemplo, trabalham grandes cadeias musculares de forma integrada.

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“Além de ser extremamente funcional para o dia a dia — afinal, na vida real, raramente usamos apenas um músculo isoladamente —, essa abordagem acelera o metabolismo, melhora o condicionamento físico geral e potencializa tanto o ganho de massa magra quanto a queima de gordura”, destaca a profissional.

 

Por que o treino full body funciona tão bem?

Aline afirma que existem algumas razões pelas quais o full body vem conquistando tantos adeptos. São elas:

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1. Otimiza o tempo

Treinando 2 a 4 vezes por semana, já é possível ver ótimos resultados. Para quem tem uma agenda cheia, isso faz toda diferença.

Estimula o corpo como um todo: você desenvolve força, resistência, coordenação e equilíbrio de maneira equilibrada, sem sobrecarregar apenas um grupo muscular.

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2. Favorece a queima calórica

Por envolver vários músculos ao mesmo tempo, o gasto energético é maior — o que contribui para a perda de gordura.

3. Evita a monotonia

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A variedade de exercícios e combinações possíveis torna o treino mais dinâmico, interessante e desafiador.

4. Promove uma recuperação adequada

Ao estimular diferentes grupos musculares de forma equilibrada, o corpo consegue se recuperar melhor entre as sessões, diminuindo o risco de lesões e melhorando a performance.

Treino de força em casa: como ganhar massa muscular sem ir à academia

Evandro sugere a seguir um treino de força em casa com foco em ganho de massa muscular:

Agachamento livre

Execução:

  • 1 posicione os pés na largura dos ombros;
  • 2 peito aberto, coluna neutra e abdômen contraído;
  • 3 flexione os joelhos e quadril como se fosse sentar numa cadeira invisível.

Dica: utilizar um galão de água junto ao peito como carga e realizar 4 séries de 10 a 12 repetições. Tomar cuidado pra que o joelho não faça rotação interna na descida e que a coluna não curve.

Flexão de braços

Execução:

  • 1 posicionar as mãos um pouco mais largas que os ombros
  • 2 alinhar o corpo todo.
  • 3 desça o corpo controlando o movimento até que o peito se aproxime do chão
  • 4 empurre o chão de volta a posição inicial

Dica: se o exercício estiver difícil, coloque os joelhos no chão ou se estiver leve, coloque as pernas sobre um banco/sofá. Realizar 3x series até a falha técnica, ou de 10 a 15 repetições. Ter atenção no quadril pra que ele fique alinhado o tempo todo.

Remada curvada

Execução:

  • 1 segure a alça da mochila com as duas mãos ou um peso em cada mão
  • 2 incline o tronco para frente e semi flexione os joelhos
  • 3 puxe o peso em direção ao umbigo
  • 4 retorne o peso de forma controlada

Dica: realizar 4 séries de 10 a 12 repetições, utilizando uma mochila com carga ou garrafas. Tomar cuidado pra não arredondar a coluna lombar, mantendo peito estufado e olhar fixo.

Prancha abdominal

Execução:

  • 1 apoie os antebraços no chão alinhados com os ombros
  • 2 mantenha o corpo reto, contraindo fortemente o abdômen e os glúteos
  • 3 respirar de forma controlada sustentando a posição

Realizar 3 séries de 30 a 45 segundos de isometria sustentando a posição.

Dica: para progressão, aumentar o tempo de sustentação por série. Não deixar a lombar ceder em relação ao chão.

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Georgina Rodriguez mostra flexibilidade em treino de glúteos

Georgina Rodriguez não apenas mostra seus compromissos de trabalho e maternidade nas redes sociais, como também o quanto é apaixonada por atividades físicas, até mesmo aos finais de semana. No último domingo, 27 de setembro, a modelo e influenciadora publicou parte do seu treino de glúteos, em seu perfil no Instagram.

No vídeo, Georgina executava levantamento terra no Smith, usando um step para aumentar a amplitude  do movimento para que as anilhas não batam no chão antes do alongamento dos músculos trabalhados no exercício, que são glúteos e posterior de coxa.

Veja a execução do levantamento terra no treino de Georgina Rodriguez:

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Stiff e Levantamento Terra: entenda as diferenças que podem otimizar seu treino

O stiff é um dos exercícios mais tradicionais para fortalecer os isquiotibiais e os glúteos, além de melhorar a flexibilidade.

No movimento, as pernas permanecem quase estendidas, o abdômen contraído e o tronco desce em linha reta, com os ombros alinhados à barra.

De acordo com estudos publicados no Journal of Human Kinetics, o stiff tem alta ativação dos músculos posteriores e é eficaz tanto para ganho de força quanto para prevenção de lesões. Por exigir estabilidade e controle, ele também ajuda a aprimorar a consciência corporal.

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Diferente do stiff, o levantamento terra envolve uma amplitude maior e o apoio total da barra no chão. O foco é o movimento de força, que trabalha simultaneamente pernas, costas, glúteos, abdômen e antebraços.

Segundo Waldyr Maciel, gestor técnico da academia Les Cinq Gym, o terra “provoca um aumento dos hormônios anabólicos, que otimizam o ganho de massa muscular”.

Ele também destaca que o exercício “trabalha muito os músculos lombares e dorsais, o que possibilita ganhos posturais”.

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“Se feita de forma inadequada, a execução pode gerar sobrecarga muscular ou articular, especialmente na lombar”, alerta o profissional.

Diferença entre Stiff e levantamento terra

Segundo Lucas Florêncio, especialista técnico da Smart Fit, a diferença entre stiff e levantamento terra depende do seu objetivo.

Para hipertrofia, se o foco for em posteriores e glúteos, o stiff é superior. Lucas explica que como o exercício mantém os músculos da parte de trás da coxa alongados durante o movimento, ele ajuda mais no ganho de massa muscular.

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Se o foco for desenvolvimento de força e massa total, conte com o levantamento terra. De acordo com o profissional, por permitir cargas significativamente maiores e envolver mais grupos musculares (incluindo o quadríceps), ele gera um estresse tensional sistêmico e uma resposta neuroendócrina mais robusta.

5 exercícios para serem feitos com anilhas

Mas e se o objetivo for emagrecimento? O levantamento terra costuma ser mais eficiente. “Por ser um movimento que envolve uma massa muscular maior, o gasto energético calórico por repetição e o efeito EPOC (consumo de oxigênio pós-exercício) tendem a ser mais elevados em comparação ao Stiff”, detalha Lucas.

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Ou seja, não existe um “melhor” absoluto, mas sim o mais adequado para o seu planejamento. “Se o seu treino de pernas carece de foco na parte posterior, o Stiff é indispensável. Se você busca força funcional e densidade muscular geral, o Levantamento Terra é uma boa opção“, conclui.

Stiff x levantamento terra: execução correta

Stiff com barra

Levantamento Terra

Cuidados na execução do stiff e levantamento terra

Lucas ressalta que a segurança em ambos os exercícios depende da preservação das curvaturas fisiológicas da coluna. O profissional listou a seguir alguns pontos importantes a serem levados em consideração para evitar lesões na execução do stiff e do levantamento terra.

  • Proteja sua coluna: a barra deve viajar o mais próximo possível do centro de gravidade (colada às tíbias/coxas). Afastar a barra aumenta exponencialmente o braço de alavanca na região lombar (L4-L5/S1).
  • Contração Abdominal: a ativação da pressão intra-abdominal é crucial para estabilizar a coluna vertebral e evitar forças de cisalhamento.
  • No Stiff: o erro comum é tentar encostar a barra no chão curvando a coluna torácica e lombar. O limite do movimento é determinado pela flexibilidade dos seus isquiotibiais; assim que o quadril parar de deslocar para trás, o movimento deve ser interrompido.
  • No Terra: evite o “agachamento com a barra nas mãos”. O quadril deve começar acima da linha dos joelhos para otimizar a vantagem mecânica dos eretores e glúteos.

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Dançar faz bem para a saúde mental?

A dança é uma terapia em movimento. Ela atua diretamente na liberação de endorfina, dopamina e serotonina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer, felicidade e bem-estar. Por isso, a atividade é frequentemente usada como uma ferramenta de cura emocional, além de física.

Os benefícios mentais e emocionais incluem redução do estresse e da ansiedade, aumento da autoestima e da autoconfiança, conexão com o corpo e com o momento presente, expressão emocional e liberação de bloqueios internos e sensação de pertencimento e socialização (em aulas ou grupos).

Para sentir resultados consistentes, o ideal é dançar pelo menos 3 vezes por semana, com sessões de 45 a 60 minutos. Mas mesmo com duas aulas semanais, já é possível notar mais disposição, melhora do humor e sensação de leveza.

O segredo está na constância e no prazer quando a dança é feita com propósito e alegria, o corpo responde naturalmente com energia, saúde e transformação.

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Respondido por:

Jennifer Gobbi, personal trainer

O que é Ballet Fitness?

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terça-feira, 29 de setembro de 2026

Trocar o elevador pela escada tem efeito?

Simples mudanças no dia a dia podem fazer toda a diferença na sua qualidade de vida, entre elas, por exemplo, trocar o elevador pela escada pode trazer benefícios, além de se tornar um hábito para melhorar seu estilo de vida e, quando feito de forma consistente, pode trazer diversos benefícios.

Mas, calma: se o seu apartamento ou escritório fica em um andar alto, não precisa fazer tudo de uma vez. Pare um pouco antes e suba o restante o a pé, aumentando o percurso aos poucos. Saiba mais a seguir!

Trocar o elevador pela escada tem efeito? O que diz a ciência

Trocar o elevador pela escada realmente é benéfico ao organismo e é um ótimo começo para largar o sedentarismo.

Um estudo realizado com 77 adultos sedentários avaliou uma intervenção que incentivava funcionários de um hospital a trocar o elevador pela escada durante o trabalho. Como resultado, após 12 semanas, houve aumento de aproximadamente 9% na capacidade aeróbica estimada. Outros benefícios revelados pelo estudo foram pequenas reduções no peso, gordura corporal, circunferência da cintura, pressão arterial diastólica e LDL.

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Além disso, o hábito de trocar o elevador pela escada promove o condicionamento físico, o aumento da capacidade cardiovascular, tonifica as pernas e o bumbum, fortalece o core, desenvolve a resistência, aprimora o equilíbrio e a coordenação e colabora para a longevidade.

Muito além do treino: 8 efeitos das atividades físicas na circulação

Uma revisão, divulgada em 2023, reuniu sobre intervenções com subida de escadas e encontrou evidências de melhora na capacidade aeróbica, além de pressão arterial, composição corporal, colesterol e sensibilidade à insulina.

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De acordo com os autores da revisão, essas intervenções aconteceram entre 4 e 8 semanas e foram o suficiente para observar mudanças em alguns desses fatores.

Outros pontos positivos de trocar o elevador pela escada é que o exercício pode minimizar o risco de osteoporose e fraturas no futuro, já que estimula a produção de massa óssea. A atividade é uma grande aliada para aliviar dores no joelho, pois fortalece os músculos ao redor dessa estrutura, o que, com o tempo, pode diminuir os impactos nas articulações.

Trocar o elevador pela escada é uma prática que ainda pode trazer vantagens à saúde mental, como a redução do estresse, a melhora do humor e o combate à ansiedade. Isso porque ela potencializa a produção de hormônios associados à sensação de bem-estar, prazer e relaxamento.

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Lembre-se: para aproveitar os benefícios, o ideal fazer isso com regularidade, mas sem exageros, para evitar lesões. Se sentir qualquer desconforto ou dor, interrompa a atividade e descanse. Caso os sintomas persistam, o mais indicado é procurar ajuda profissional.

Vale destacar que uma vida mais saudável depende de outros hábitos que complementam essa troca dos elevadores pelas escadas, entre eles, manter uma dieta equilibrada, beber água, dormir bem e, é claro, praticar exercícios físicos.

A importância de uma rotina estrutura de exercícios

Subir escadas pode ser bastante vantajoso para a saúde, no entanto, o hábito não substitui uma rotina estruturada e completa de exercícios físicos. Os treinos de força, por exemplo, não devem ser esquecidos.

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“É uma excelente estratégia para sair do sedentarismo e complementar a atividade física do dia a dia, mas o ideal é associar com outras práticas, como caminhadas, musculação ou atividades aeróbicas regulares”, orienta Dr. Marcelo Bergamo, cardiologista.

Respeitar os limites do corpo é outro ponto que precisa ser mencionado. Quem apresenta histórico de doenças cardiovasculares, sedentarismo avançado ou sintomas como falta de ar e dor no peito deve procurar avaliação médica antes de começar a subir escadas com mais intensidade e frequência no dia a dia.

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Escape de xixi? 5 exercícios com bola em 7 minutos para fortalecer o assoalho pélvico

Um espirro, uma gargalhada, uma corrida ou até uma série mais intensa na academia podem vir acompanhados de algumas gotas de urina. Apesar de comum, principalmente entre mulheres, o escape de xixi durante um esforço não deve ser tratado simplesmente como algo normal.

Uma das estratégias utilizadas para lidar com o problema é o treinamento dos músculos do assoalho pélvico, conjunto de músculos que participa da sustentação de órgãos como bexiga, útero e reto e contribui para o controle urinário. E a bola suíça pode entrar como acessório em alguns desses exercícios.

Exercitar o assoalho pélvico realmente ajuda?

 Sim, o treinamento dessa musculatura é uma das principais abordagens conservadoras para mulheres com incontinência urinária de esforço ou mista.

Diretrizes da European Association of Urology apontam que os exercícios podem melhorar a força e a resistência muscular e reduzir os escapes urinários. Para o tratamento da incontinência, a recomendação é de um programa supervisionado por pelo menos três meses.

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A bola pode ser utilizada para variar posições e trabalhar percepção corporal e controle do tronco, mas não é ela, sozinha, que fortalece o assoalho pélvico.

5 exercícios com bola para experimentar

1. Inclinação pélvica para frente e para trás

Sente-se no centro da bola, com os joelhos dobrados e os pés apoiados no chão. Movimente lentamente a pelve para frente e para trás, fazendo a bola acompanhar o movimento. Durante a expiração, faça uma contração suave do assoalho pélvico, como se estivesse tentando segurar o xixi, e relaxe ao inspirar.

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2. Relógio pélvico

Permaneça sentada na bola e faça movimentos circulares lentos com o quadril. Passe pela frente, lateral, trás e lateral oposta, como se estivesse desenhando um círculo sobre a bola. Depois, repita para o outro lado.

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3. Mobilização ajoelhada com a bola

Ajoelhe-se diante da bola e apoie as mãos ou os antebraços sobre ela. Ao inspirar, empurre a bola lentamente para frente e deixe o tronco acompanhar. Na volta, expire, aproxime a bola novamente e arredonde suavemente a coluna.

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4. Abraço na bola

Ajoelhada, apoie o tronco sobre a bola e abrace-a confortavelmente. Inspire permitindo a expansão do abdômen e das costelas. Ao expirar, faça uma contração suave do assoalho pélvico, levando a musculatura para cima e para dentro. Relaxe antes da próxima repetição.

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5. Transferência de peso na bola

Fique ajoelhada e apoie os antebraços sobre a bola. Mantendo o tronco controlado, transfira lentamente parte do peso para frente e depois retorne. O movimento acrescenta um desafio de estabilidade enquanto você mantém a respiração controlada.

Escape de urina merece atenção!

Existem diferentes tipos de incontinência urinária e, por isso, os exercícios mais indicados podem variar de acordo com a origem e os sintomas de cada pessoa.

Um ensaio clínico publicado no International Urogynecology Journal comparou o treinamento convencional do assoalho pélvico com um protocolo que acrescentava contrações reflexas durante movimentos corporais. Após 16 semanas, os dois grupos melhoraram, mas acrescentar o treinamento reflexo não trouxe benefício significativo.

Isso reforça que exercícios mais complexos ou instáveis não são necessariamente melhores. Aprender a contrair e relaxar corretamente o assoalho pélvico é uma parte importante do treinamento. 

Se os escapes forem frequentes, houver dor ou dificuldade para identificar e contrair essa musculatura, vale procurar um fisioterapeuta especializado em assoalho pélvico para uma avaliação.

5 funcionalidades da bola suíça

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Dia Mundial do Coração: hábitos simples ajudam a prevenir doenças

No dia 29 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Coração, para conscientizar sobre a doença cardiovascular (DCV).

Em 2026, a campanha global “Não Perca o Ritmo” reforça que a DCV é a maior causa de morte no planeta, sendo responsável por aproximadamente 1 em cada 3 óbitos, vitimando cerca de 20  milhões de pessoas de forma precoce todos os anos no mundo. Segundo a Federação Mundial do Coração (World Heart Federation), a DCV provoca mais mortes do que o câncer e as doenças respiratórias crônicas somados. 

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Muitos sintomas e fatores de risco passam despercebidos pela população e pelos órgãos públicos.

Segundo levantamento da World Heart Federation – principal organização não governamental global dedicada à prevenção e ao controle das doenças cardiovasculares -, aproximadamente 4 em cada 5 pessoas com hipertensão não têm a pressão arterial controlada de forma adequada, o que eleva consideravelmente o risco de complicações severas.

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Além disso, a organização aponta que menos de 20 países no mundo possuem um plano nacional específico para combater essas enfermidades, o que torna as ações preventivas e a conscientização individual ainda mais essenciais.

A necessidade de atenção antecipada, voltada principalmente para a população masculina, é reforçada por dados científicos e atualizações médicas recentes.

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Um estudo do projeto CARDIA (Coronary Artery Risk Development in Young Adults), publicado no Journal of the American Heart Association, acompanhou adultos por mais de 30 anos e mostrou que os homens começam a desenvolver doenças cardiovasculares, em média, sete anos antes das mulheres.

O que é importante para a longevidade?

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Quando analisada a doença coronariana (causa do infarto), o início ocorre cerca de dez anos mais cedo nesse grupo, com as taxas de risco passando a se distanciar de forma mais acentuada a partir dos 35 anos. 

A esse cenário soma-se a nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que redefiniu os critérios de normalidade e passou a enquadrar o histórico “12 por 8” (120/80 mmHg) na categoria de pré-hipertensão. A mudança busca incentivar mudanças no estilo de vida antes que a doença se instale completamente e proteger órgãos vitais como rins, cérebro e o próprio coração.

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A boa notícia é que a maioria das mortes por doenças cardiovasculares pode ser prevenida com pequenas escolhas diárias. Incorporar hábitos ativos melhora significativamente a saúde ao longo do tempo:

  • Movimentar-se mais: trocar o elevador pelas escadas, fazer pausas ativas no trabalho para caminhar ou descer do transporte público uma estação antes ajudam a manter o corpo em movimento.
  • Fazer escolhas alimentares inteligentes: adotar trocas saudáveis nas refeições diárias e reduzir o consumo excessivo de sal reduz o risco de hipertensão.
  • Realizar check-ups periódicos: aferir a pressão arterial e fazer exames preventivos em postos de saúde ou clínicas permite identificar fatores de risco antes que causem complicações.
  • Acompanhar o seu progresso: praticar caminhadas, andar de bicicleta ou dançar com amigos são formas simples de manter a consistência e continuar em movimento.

“Reconhecer os sinais de alerta com rapidez e praticar mudanças simples no dia a dia são as ferramentas mais poderosas que temos para evitar complicações graves e garantir mais anos de vida com qualidade. Para viabilizar esse acompanhamento na rotina corrida, é fundamental realizar um check-up com consultas e exames essenciais — como laboratoriais, ECG, ecocardiograma e teste ergométrico, facilitando a prevenção e o diagnóstico precoce” , orienta o Dr. Thiago Ghorayeb Garcia, cardiologista do Centro Médico e Diagnóstico (CMD) do Hospital Nipo-Brasileiro (HNIPO). 

Ao unir conscientização e cuidados práticos no cotidiano, a instituição e seus profissionais reforçam seu compromisso de promover a saúde cardiovascular e incentivar a população a adotar estilos de vida equilibrados para uma vida mais longa e saudável.

Qual atividade física faz mais bem para o coração?

De acordo com o médico cardiologista Dr. Roberto Yano, os exercícios aeróbicos costumam ocupar posição de destaque quando o objetivo é fortalecer o coração.

“O coração é um músculo e responde positivamente aos estímulos físicos adequados. Atividades aeróbicas trazem adaptações cardiovasculares importantes, melhorando a capacidade de bombeamento do sangue, a eficiência da circulação e a utilização de oxigênio pelo organismo”, explica.

Cardio antes ou depois da musculação? Quatro estratégias para potencializar cada objetivo

Exercícios aeróbicos lideram a lista

Caminhada, corrida, ciclismo, natação e dança estão entre as atividades mais recomendadas para a saúde cardiovascular.

Esse grupo de exercícios aumenta a frequência cardíaca de forma controlada, estimulando o sistema circulatório e fortalecendo o músculo cardíaco. Além dos benefícios diretos para o coração, essas atividades também auxiliam no controle do estresse, fator que tem relação importante com a saúde cardiovascular.

“Os exercícios aeróbicos melhoram não apenas a capacidade cardiorrespiratória, mas também contribuem para reduzir níveis de ansiedade e tensão emocional, fatores que podem impactar negativamente a saúde do coração ao longo do tempo”, destaca o cardiologista.

Não esqueçam da musculação!

Durante muitos anos, os exercícios de força foram vistos principalmente como aliados da estética e do ganho muscular. Hoje, a medicina reconhece que eles também desempenham papel relevante na prevenção cardiovascular.

O fortalecimento muscular melhora o metabolismo, favorece o controle da pressão arterial e ajuda na manutenção da composição corporal saudável, fatores que influenciam diretamente o risco cardiovascular.

“A musculação complementa os benefícios dos exercícios aeróbicos. Ela contribui para o controle metabólico, melhora a sensibilidade à insulina e auxilia na preservação da massa muscular, especialmente com o avanço da idade”, afirma o Dr. Roberto Yano.

O melhor exercício é aquele que pode ser mantido

Apesar de algumas modalidades apresentarem vantagens específicas, a consistência costuma ser mais importante do que a escolha da atividade em si. Uma pessoa que pratica regularmente uma atividade de que gosta tende a obter mais benefícios do que alguém que abandona rapidamente um programa de exercícios considerado ideal.

“Não existe uma modalidade única que seja superior para todas as pessoas. O melhor exercício é aquele que respeita as condições individuais, pode ser realizado com segurança e se torna parte da rotina. A regularidade é um dos fatores mais importantes para a proteção cardiovascular”, ressalta.

Movimento como investimento em saúde

O sedentarismo continua sendo um dos principais fatores de risco modificáveis para doenças cardíacas. Em contrapartida, incorporar movimento à rotina traz benefícios que vão além da prevenção de problemas cardiovasculares, impactando também disposição, qualidade do sono, saúde mental e longevidade.

“Quando falamos em saúde do coração, estamos falando de um conjunto de hábitos. A atividade física é um dos pilares mais importantes porque atua simultaneamente em diversos mecanismos de proteção cardiovascular”, conclui o Dr. Roberto Yano.

Quais os benefícios da atividade física à memória?

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Dá para ganhar músculo na menopausa?

É um mito pensar que após a menopausa não é mais possível ganhar massa muscular. Embora o processo possa se tornar um pouco mais desafiador devido às mudanças hormonais, o corpo continua capaz de responder ao estímulo correto.

O treinamento de força regular continua sendo o principal estímulo para a construção muscular, mesmo em idades mais avançadas. Associado a isso, é fundamental manter uma ingestão adequada de proteínas, cuidar da qualidade do sono, manter níveis adequados de vitamina D e avaliar possíveis deficiências nutricionais ou hormonais.

A individualização do acompanhamento médico e nutricional faz grande diferença nessa fase, pois cada mulher pode ter necessidades diferentes. Quando o estilo de vida é bem estruturado, é totalmente possível preservar e até aumentar a massa muscular após a menopausa.

Quais os riscos da perda de massa muscular durante a menopausa?

A sarcopenia nessa fase pode gerar diversos efeitos relevantes no organismo. Um dos primeiros impactos é a redução do metabolismo basal, já que o músculo é o tecido que mais consome energia em repouso.

Quando há diminuição da massa muscular, o metabolismo tende a desacelerar, favorecendo o ganho de gordura corporal, especialmente a gordura visceral, e tornando o processo de emagrecimento mais difícil.

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Outro efeito importante é o aumento da resistência à insulina. Com menos massa muscular, há menor captação de glicose pelos tecidos, o que pode favorecer o desenvolvimento de resistência insulínica, síndrome metabólica e aumentar o risco de diabetes tipo 2.

A sarcopenia também está associada à piora do perfil cardiovascular, pois o aumento da gordura visceral e da inflamação metabólica contribui para alterações no perfil lipídico e eleva o risco de doenças cardiovasculares.

Além disso, ocorre redução da força e da capacidade funcional. A perda de massa muscular leva à fraqueza, diminui a capacidade de realizar atividades físicas, prejudica o desempenho em exercícios e pode gerar maior sensação de cansaço nas atividades do dia a dia.

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Outro aspecto frequente é a fadiga e a queda de energia. O músculo participa diretamente da produção de energia celular e da regulação metabólica, e sua perda pode contribuir para sintomas como fadiga, astenia e redução da vitalidade.

A sarcopenia também pode ter impacto na saúde mental e emocional. O músculo produz substâncias chamadas mioquinas, que atuam na comunicação com o cérebro.

Quando há perda muscular, podem ocorrer alterações de humor, piora da ansiedade, diminuição da motivação e maior risco de sintomas depressivos.

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Há ainda uma piora da composição corporal, pois a redução da massa muscular facilita o aumento da gordura corporal, principalmente na região abdominal. Esse acúmulo de gordura contribui para maior inflamação sistêmica e piora do metabolismo.

Com a redução da força muscular e da estabilidade articular, também ocorre maior risco de quedas, algo que tende a se tornar ainda mais relevante com o avanço da idade.

Outro ponto importante é o impacto sobre a saúde óssea. A perda muscular reduz o estímulo mecânico que o músculo exerce sobre o osso, o que pode acelerar a perda de densidade mineral óssea, favorecendo o desenvolvimento de osteopenia e osteoporose e aumentando significativamente o risco de fraturas.

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Respondido por:

Eliana Teixeira, pós-graduada em endocrinologia e nutrologia, especialista em emagrecimento, menopausa e saúde da mulher

Dos 20 aos 50 anos: será que seu corpo pede um treino diferente?

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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

6 exercícios para acordar o corpo

Existem alguns movimentos simples que podem fazer toda a diferença para “acordar” o corpo e desfrutar de mais disposição e energia. Eles podem auxiliar na melhora da rigidez matinal e na ativação do organismo e da mente para encarar a rotina agitada.

“Realizar exercícios ao acordar, pela manhã, promove a liberação de neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, melhora o humor e ainda contribui na redução dos níveis de estresse. Não é necessário praticar exercícios de alta intensidade para obter benefícios. Na cama é possível colocar em prática exercícios de alongamento, mobilidade, fortalecimento e meditação”, orienta Stephanie Iara Heidorn, personal trainer na Bodytech Company.

A seguir, a profissional revela seis exercícios que podem ser grandes aliados para “acordar” o corpo e sentir mais ânimo para começar o dia. Confira a lista e aprenda a executá-los:

6 exercícios para acordar o corpo

1. Rotação de quadril deitado

Deitado de abdômen para cima, com os joelhos flexionados e os pés afastados, deixe os joelhos caírem para a direita e na sequência para a esquerda. Empurre sempre cada uma das pernas em direção ao chão.

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2. Alongamento dinâmico de posterior de coxa

De barriga para cima, com uma perna estendida no chão e a outra flexionada no peito, segure a perna flexionada por trás do joelho e abrace esta perna, trazendo-a na direção do peito; na sequência, estenda o joelho o máximo que conseguir. Repita a sequência por 10 vezes e depois troque de perna; se sentir necessidade, use uma faixa para facilitar o movimento.

3. Rotação torácica

Deitado de lado, com uma perna estendida próxima ao chão e a outra flexionada, estenda os dois braços para o mesmo lado. O braço que vai conduzir o movimento é o que está em cima, gire o peito para o chão, deixando o braço mais a frente que o outro; na sequência, apoie as costas no chão, rodando o tronco e levando o braço para o lado oposto. Repita o exercício por 10 vezes em cada lado.

4. Gato-vaca

Em posição de quatro, com os apoios (joelhos e mãos), puxe o ar olhando para frente, estendendo a sua coluna; solte o ar olhando para o abdômen, flexionando a coluna, como um gato arrepiado. Faça a sequência por 10 vezes.

5. Alongamento dinâmico de flexores de quadril

De joelhos no chão, passe uma das pernas para frente, impulsione o seu quadril na mesma direção, contraia o glúteo, alongando a parte anterior do quadril e volte. Repita a sequência por 10 vezes.

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6. Criança e cobra

De joelhos, sente-se nos calcanhares, soltando o corpo para frente. Dessa posição, se deite de abdômen para baixo e suba o seu tronco estendendo a coluna e empurrando o quadril contra o chão. Faça cinco movimentos.

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Dormir pouco ou mal e treinar logo pela manhã pode atrapalhar o processo?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-para-acordar-corpo/

Grávida, Sabrina Sato exibe barrigão após sessão de treinos

Grávida de seis meses, Sabrina Sato, de 45 anos, compartilhou nas redes sociais um registro que mostra que tem procurado manter um estilo de vida ativo durante essa fase. Na publicação, a apresentadora aparece posando em frente ao espelho com o barrigão à mostra, após uma sessão de treinos. “Hoje consegui treinar um pouquinho”, escreveu a artista, nos Stories do Instagram.

Ela já é mãe de Zoe, de 7 anos, que é fruto do seu antigo relacionamento com Duda Nagle, com quem esteve junto por cerca de 7 anos, entre 2016 e 2023. Atualmente, Sato espera seu segundo filho, desta vez com o ator Nicolas Prattes (29).

Confira:

Mulher grávida de perfil, com top e saia verde-limão, segura a barriga enquanto tira uma selfie no espelho. Ao lado, um homem barbudo de camiseta preta e braços cruzados, com tatuagens nos antebraços. O texto na imagem diz: Hoje consegui treinar um pouquinho
Grávida, Sabrina Sato exibe barrigão após sessão de treinos |Instagram @sabrinasato/Reprodução

O papel da atividade física na gestação

Encontrar maneiras de manter o corpo ativo durante a gravidez faz parte dos cuidados mais importantes para a promoção da saúde materna e o bem-estar ao longo desse período.

“A atividade física regular contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular, melhora a capacidade respiratória e ajuda a manter força muscular, mobilidade e estabilidade postural — aspectos que se tornam especialmente relevantes conforme o corpo passa por mudanças físicas significativas”, cita a Dra. Gisele Maciel, ginecologista e obstetra.

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Além disso, movimentar-se regularmente durante a gravidez colabora para a prevenção de complicações metabólicas, incluindo diabetes gestacional.

“Também atua na redução de dores, no melhor controle do peso e na maior sensação de disposição no dia a dia”, fala a médica.

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“Outro ponto relevante é o impacto na saúde emocional: o exercício favorece o equilíbrio do humor, ajuda a combater ansiedade e pode melhorar a qualidade do sono“, completa ela.

Exercícios que trabalham fortalecimento muscular, mobilidade e consciência corporal, por exemplo, são práticas que auxiliam na postura, na estabilidade da pelve e até no preparo para o parto.

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Para que os exercícios sejam seguros e realmente benéficos durante a gravidez, é fundamental que eles sejam adaptados de acordo com as necessidades individuais e tenham liberação médica.

“De forma geral, quando não há contraindicações médicas, manter-se ativa é parte importante de um pré-natal saudável e de uma preparação mais positiva para o parto e o pós-parto”, finaliza a ginecologista.

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Pode fazer atividades físicas até o fim da gravidez?

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/sabrina-sato-gravida-sessao-treinos/

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