segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A prática de exercício físico pode ajudar quem quer parar de fumar?

Prática de atividade física e tabagismo trazem, literalmente, efeitos contraditórios no organismo. Enquanto um beneficia condicionamento físicos e respiração, o outro inibe essas funções, além de elevar o risco de doenças crônicas. Mas será que a prática de exercício físico pode ajudar quem quer parar de fumar?

Para responder essa pergunta, no último sábado, 29 de agosto, foi o Dia Nacional de Combate ao Fumo e o Instituto Nacional do Câncer (INCA) lançou a campanha Atividade Física e Saúde: Treinar não Combina com Fumar.

Com isso, o principal objetivo da campanha é mostrar que a prática de exercício físico não compensa os danos causados por produtos de tabaco ou nicotina, mas pode sim ser uma ferramenta de prevenção ao tabagismo 

A campanha também mostra que, embora a prática de atividades físicas consiga prevenir diversos problemas de saúde, além de trazer muitos benefícios para o corpo, tudo isso é comprometido quando o tabaco é inserido, independente da frequência da pessoa na academia ou em qualquer outro tipo de treino.

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O tabagismo interfere no desempenho físico por meio de diversos mecanismos, entre eles:

  • vasoconstrição: a nicotina contrai os vasos sanguíneos, diminuindo o fluxo de sangue para os músculos e órgãos;
  • privação de oxigênio: o monóxido de carbono da fumaça reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio, privando os músculos desse elemento essencial durante o esforço;
  • prejuízo pulmonar: a fumaça inflama as vias aéreas e reduz a função pulmonar, dificultando a respiração; e
  • sobrecarga energética: o esforço físico torna-se maior para realizar atividades que exigiriam menos energia de uma pessoa não fumante.

Sintomas de quem fuma e inicia uma atividade física

Fumantes apresentam menor resistência física, fadiga precoce, recuperação mais lenta após o treinos, além de maior risco de lesões ou complicações cardiovasculares durante atividades intensas.

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A campanha “Atividade Física e Saúde: Treinar não Combina com Fumar” destaca então que a atividade física desempenha um papel fundamental para quem deseja parar de fumar, separando em três objetivos estratégicos do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT):

  • Prevenir a iniciação: a atividade física atua como proteção, ajudando a manter crianças e jovens afastados de produtos que causam danos à saúde.
  • Promover a cessação do tabagismo: a atividade física reduz a ansiedade e os sintomas de abstinência, auxiliando ativamente quem está no processo de parar de fumar.
  • Proteger ambientes livres da fumaça do tabaco: fortalece a disseminação da Lei nº 12.546/11, que proíbe o fumo em recintos coletivos — com destaque para locais de práticas esportivas, como estádios e ginásios —, reiterando que o tabagismo é uma doença coletiva.

        Atividade física e sua importância na prevenção ao tabagismo

        Quem pratica musculação ou qualquer outro tipo de atividade física pode perfeitamente não entrar nesse universo do tabagismo, porque o movimento pode:

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        • fortalecer comportamentos saudáveis desde cedo;
        • melhorar a autoestima e a saúde mental;
        • favorecer a sociabilidade e a convivência positiva;
        • reduzir a exposição a comportamentos de risco;
        • incentivar o autocuidado e o respeito pelo próprio corpo.

        Outro ponto levantado pela campanha foi que a atividade física é uma grande aliada no controle da fissura pelo cigarro, que é um dos sintomas mais comuns da abstinência de nicotina.

        Ou seja, exercícios podem ajudar a distrair e a manter a pessoa focada até que o desejo passe. Mesmo curtos períodos de atividades aeróbicas (como caminhada, corrida, dança, ciclismo ou natação) e esportes coletivos (como futebol, basquete e vôlei) reduzem significativamente a vontade de fumar.

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        Estudos científicos também comprovam essa teoria: a meta-análise Exercise-based interventions for smoking cessation: A systematic review and meta-analysis, publicada em 2026, reuniu 59 ensaios clínicos com mais de nove mil participantes. Os pesquisadores avaliaram exercícios isolados ou integrados a programas voltados para quem desejava parar de fumar.

        Como resultados, entenderam que a prática de atividades físicas é uma estratégia para quem deseja parar de fumar, mas não pode substituir tratamentos.

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        source https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/a-pratica-de-exercicio-fisico-pode-ajudar-quem-quer-parar-de-fumar/

        Como fazer glúteos no banco romano

        O exercício glúteos no banco romano serve para o fortalecimento e a hipertrofia dos músculos do bumbum — principalmente o glúteo máximo — e da região posterior das coxas. Também tende a acionar lombar e paravertebrais como estabilizadores, contribuindo ainda para o desenvolvimento do core.

        Quando realizado com a técnica adequada, ele pode trazer efeitos interessantes ao corpo, entre eles, proteção da coluna, prevenção de lesões e melhora da postura. A seguir, entenda como fazer glúteos no banco romano do jeito certo e garanta bons resultados com essa prática!

        Como fazer glúteos no banco romano

        O especialista técnico da Bio Ritmo, Bruno Baldin, revela o passo a passo correto para a execução do exercício de glúteos no banco romano para te ajudar a fortalecer a região de forma eficiente, sem correr o risco de lesões. 

        Início: Apoie os calcanhares no encosto da máquina e posicione a ponta dos pés ligeiramente virada para fora para maior foco nos glúteos. 

        Postura Inicial: Mantenha o corpo para a frente, abrace o pescoço com as mãos, alinhe a coluna e retraia os ombros. 

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        Descida: Inspire e desça o tronco lentamente, alongando o glúteo e o posterior da coxa, mantendo a coluna alinhada e a lombar sem curvar em excesso. 

        Pontos importantes para evitar lesões no banco romano:

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        • A coluna deve estar sempre alinhada e não deve perder a curvatura natural. 
        • Execute o exercício de forma cadenciada especialmente na fase de descida, para aumentar a tensão mecânica no músculo. 
        • Pode-se usar carga, mas tenha cautela, principalmente se estiver com sobrecarga, para evitar lesões.

        Veja abaixo como executar o movimento no banco romano:

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        8 exercícios que não podem faltar no seu treino de pernas

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        source https://boaforma.abril.com.br/movimento/gluteos-banco-romano-como-fazer/

        Treino em casal funciona? Cristiano Ronaldo e Georgina mostram que sim!

        Será que treino em casal funciona? Cristiano Ronaldo e Georgina mostram que sim! A modelo publicou, em seu perfil no Instagram, registros de um treino que realizou junto com o jogador de futebol, onde fizeram diferentes exercícios na academia de casa.

        Dentre os exercícios, Georgina executou agachamentos, avanços com halteres e exercícios no chão. Já Cristiano treinou com Kettlebell e fez treinos de equilíbrio.

        “Academia, mas torne isso um momento”, escreveu Georgina.

        Montagem de duas fotos: à esquerda, Georgina Rodríguez agacha segurando halteres acima da cabeça, enquanto Cristiano Ronaldo se equilibra em uma plataforma. À direita, Cristiano faz abdominal com as pernas elevadas, e Georgina está de pé, ao fundo, com uma barra nos ombros
        <span class="hidden">–</span>./Reprodução Instagram
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        5 exercícios do treino glúteos e posterior de coxa de Ingrid Vasconcelos 

        Treinar em casal: descubra como aumentar a motivação e fortalecer o relacionamento

        Exercitar-se em dupla está associado a maior motivação, melhor desempenho e mais constância na rotina física. Uma das explicações é o chamado efeito Köhler, conceito da psicologia social que descreve a tendência de as pessoas aumentarem o esforço quando treinam ao lado de alguém mais preparado.

        Um estudo da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, mostrou que participantes se esforçaram até 24% mais ao praticar exercícios com parceiros de desempenho superior.

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        Segundo os autores, a dinâmica de grupo amplia a persistência e reduz a chance de desistir diante do cansaço.

        O fenômeno aparece tanto na musculação quanto na corrida. Para Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit, a presença de outra pessoa muda a forma como o praticante encara o esforço.

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        “O efeito Köhler acontece quando alguém se esforça mais para acompanhar o parceiro e evitar ser o elo mais fraco da dupla. Isso faz com que muitas pessoas consigam manter um nível de esforço maior do que teriam sozinhas”, afirma.

        Além do desempenho, malhar acompanhado transforma o exercício em um compromisso compartilhado. Quando duas pessoas combinam de ir à academia juntas, a probabilidade de furar a rotina diminui. “A consistência aumenta porque existe uma responsabilidade mútua. Muitas vezes, a pessoa vai treinar porque sabe que o parceiro está esperando”, diz Florêncio.

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        Quais cuidados são importantes para emagrecer saudável?

        História real

        Treinar ao lado do parceiro foi algo muito importante para os servidores públicos Renato Nascimento e Danilo Celestino, alunos da Smart Fit.

        Antes mesmo de começarem a namorar, os dois frequentavam a mesma academia nos mesmos horários, mas não se conheciam formalmente. Depois que o relacionamento começou, passaram a ir juntos todos os dias.

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        A parceria criou uma rotina mais sólida e aumentou a disposição para não faltar. Com o tempo, a convivência trouxe benefícios até para a organização dos treinos.

        Renato costumava priorizar exercícios para membros inferiores, enquanto Danilo tinha mais facilidade nos exercícios para membros superiores. Juntos, cada um passou a trabalhar os grupos musculares que antes negligenciava.

        Não precisa ser o mesmo treino

        Especialistas alertam, porém, que malhar em dupla não significa replicar o mesmo treino. Diferenças de condicionamento, força e objetivos precisam ser respeitadas.

        “O erro mais comum é tentar copiar a carga ou a velocidade do parceiro. Cada pessoa deve treinar dentro da sua capacidade”, afirma Florêncio.

        Para casais com agenda cheia, a atividade física conjunta pode funcionar como espaço de convivência em meio à correria –e, perto do Dia dos Namorados, vale a dica.

        No caso de Renato e Danilo, os treinos viraram mais uma forma de estreitar o vínculo. Pequenas atitudes, como incentivar o outro ou ajudar a organizar os equipamentos, reforçaram o senso de parceria. Depois de nove meses juntos, o casal já planeja o casamento para 2027.

        Fortalecer o relacionamento

        Além dos benefícios físicos, a prática conjunta também pode fortalecer o relacionamento. É o que aponta o estudo Better Together: The Impact of Exercising with a Romantic Partner, publicado em 2021 no Sage Journals.

        De acordo com o estudo, casais que se exercitam juntos relatam níveis mais elevados de afeto positivo durante a atividade física e maior satisfação com o relacionamento em comparação aos dias em que treinam sozinhos. 

        Segundo os pesquisadores, esse aumento na satisfação acontece porque o casal dedica tempo a uma atividade que ambos consideram valiosa.

        Para Rodrigo Sangion, preparador físico e fundador da Les Cinq Gym, academia pioneira no segmento de luxo em São Paulo, o fenômeno representa uma mudança importante na forma como os relacionamentos incorporam hábitos ligados à saúde e à qualidade de vida.

        O profissional conta que, ao longo de seus 25 anos de experiência no mercado fitness, acompanhou diversos casais treinando juntos e o comportamento deles durante os exercícios.

        “Percebi que aqueles que compartilham objetivos relacionados à saúde e ao bem-estar tendem a enfrentar menos conflitos na rotina doméstica e social. Treinar em conjunto também estimula uma competição saudável, capaz de aumentar a motivação e a intensidade dos exercícios. Além disso, a liberação de endorfina e dopamina durante a prática física fortalece os vínculos afetivos, associando a presença do parceiro a sensações de prazer, conquista e superação”, conta.

        Treino em casal

        Para quem quer começar a treinar com o parceiro, Lucas Florêncio sugere um treino desenhado para ser feito na academia ou em um espaço funcional.

        O profissional utiliza o método de Estações Alternadas, permitindo que ambos treinem intensamente sem que o nível de condicionamento diferente atrapalhe a dinâmica.

        Estrutura do Circuito

        Enquanto o Parceiro A realiza um exercício de força focado em repetições, o Parceiro B sustenta uma posição isométrica (que serve como o “cronômetro” da rodada). Assim que o Parceiro B falhar ou atingir o tempo, eles invertem os papéis.

        Como executar

        Realizem 3 a 4 passagens por este circuito. Descansem 2 minutos entre cada rodada completa. Use o momento de descanso para hidratar e incentivar o parceiro.

        Estação Função do Parceiro A Função do Parceiro B Foco Biomecânico / Ajuste
        1 Agachamento Livre 

        12 a 15 repetições controladas

        Prancha Abdominal Isométrica

        Sustentar até o parceiro terminar

        Cada um usa sua carga ideal. A prancha trabalha o core e exige estabilização lombo-pélvica.
        2 Supino Reto com Halteres (ou Flexão)

        10 a 12 repetições

        Agachamento Isométrico na Parede (Wall Sit)

        Sustentar a 90° de flexão de joelho

        O parceiro no Wall Sit gera enorme estresse metabólico nos quadríceps enquanto o outro foca nos membros superiores.
        3 Remada Baixa no Cabo (ou Remada Curvada)

        12 repetições

        Prancha Lateral Isométrica

        Sustentar metade do tempo de cada lado

        Trabalho de cadeia posterior (costas) sintonizado com o fortalecimento dos oblíquos e quadrado lombar.

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        source https://boaforma.abril.com.br/movimento/cristiano-georgina-treino-casal/

        Dia do Nutricionista: saiba quais são as saladas mais buscadas pelos brasileiros

        No dia 31 de agosto é celebrado o Dia do Nutricionista e a busca por qualidade de vida baseada em saúde e bem-estar é uma das principais preocupações dos brasileiros atualmente, incluindo a busca pela mudança na alimentação. Saladas com verduras, legumes e até frutas têm sido um grande foco para quem deseja essa mudança. E você sabe quais são as saladas mais procuradas pelos brasileiros? 

        Um estudo realizado por Receitas Nestlé, com base no volume médio mensal de buscas no Google Brasil, entre julho/2025 a junho/2026, trouxe uma lista fixa contendo uma variedade de saladas, revelando quais são as mais pesquisadas pelos internautas.

        O estudo leva em consideração apenas dados de buscas no Google Brasil, portanto, não reflete necessariamente as receitas mais executadas, compradas ou comportamentos adjacentes. Confira o ranking a seguir:

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        As 15 saladas mais pesquisadas pelos brasileiros

        1. Salada de frutas — 57.842 buscas/mês
        2. Salada de macarrão — 52.892 buscas/mês
        3. Salada tropical — 46.550 buscas/mês
        4. Salada Caesar — 39.650 buscas/mês
        5. Salada de grão-de-bico — 24.400 buscas/mês
        6. Salada de repolho — 21.125 buscas/mês
        7. Salada caprese — 16.200 buscas/mês
        8. Salada de batata — 15.242 buscas/mês
        9. Salada de lentilha — 10.983 buscas/mês
        10. Salada de quinoa — 6.942 buscas/mês
        11. Salada grega — 6.292 buscas/mês
        12. Salada verde — 5.800 buscas/mês
        13. Salada de beterraba — 5.267 buscas/mês
        14. Salada de atum — 4.375 buscas/mês
        15. Salada de alface — 4.300 buscas/mês

        Esse levantamento mostra uma dualidade na procura por saladas, pois, ao mesmo tempo que a salada de frutas fica em primeiro lugar, sendo uma opção leve e refrescante, temos a salada de macarrão em segundo, que é um prato de mais “sustância”.

        Isso significa que a procura por refeições mais saudáveis acontece em qualquer momento do dia, seja para um almoço, jantar, café da manhã ou lanche da tarde.

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        Como incluir diferentes tipos de salada na alimentação diária?

        Uma dúvida que ainda existe em pessoas que desejam mudar os hábitos alimentares é como incluir diferentes tipos de salada para o dia a dia, ainda mais pensando nas diferentes refeições.

        A boa notícia é que a salada pode ser preparada com ingredientes variados e de diversas maneiras.

        Por que inserir frutas na sua alimentação diária é importante?

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        Receitas de saladas para sua rotina

        Assim como no café da manhã, uma boa salada de frutas pode ser consumida também em lanches da manhã, tarde e noite. Variar nas frutas ao longo do dia é um ótimo jeito de ingerir nutrientes diversos que fazem bem para o organismo.

        A dica é misturar sabores de frutas que se complementam para manter a salada apetitosa. Uma boa ideia, por exemplo, é deixar as frutas cítricas para o fim de refeições pesadas, como o almoço, para que elas ajudem na digestão. Frutas vermelhas podem ser usadas no café da manhã. Mas colocar o máximo de frutas variadas que der já é excelente.

        Prefira frutas como banana, mamão, maçã, morango, manga, laranja e abacaxi. Elas são fáceis de encontrar e também de preparar, além de serem ótimas quando combinadas. Para quem não é acostumado com o gosto das frutas, é interessante misturá-las com outros ingredientes para acostumar, como um iogurte ou chocolate derretido.

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        Espaguete de legumes ao molho de iogurte: alternativa leve ao macarrão tradicional

        Já no almoço e jantar…

        Por serem refeições parecidas, as saladas do almoço normalmente são ótimas também para o jantar. O foco aqui é variar o máximo que der em verduras e legumes, e, para quem gosta, também é possível adicionar frutas.

        Folhas são essenciais para compor uma boa salada, ainda mais as mais escuras, uma vez que quanto mais escura a folha for, mais nutrientes ela contém. Além disso, as folhas são ótimas fontes de fibras e, por isso, excelentes opções para manter o intestino saudável.

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        Veja a seguir, dicas de como fazer uma salada rica em nutrientes: 

        • Alface: bem comum nas saladas brasileiras e fonte de cálcio e vitamina A;
        • Brócolis: contém as vitaminas C e A e também fósforo, ferro e cálcio;
        • Repolho: ele pode ser tanto cru quanto cozido e é uma ótima fonte de vitaminas B1, B2, E e K;
        • Couve: pode ser servida em diversas versões, crispy, refogada e crua; é fonte de cálcio, ferro, vitaminas A, C, K e B5.

        Depois de escolher a folha da refeição, pense em quão colorido é possível deixar o prato. Quanto mais colorido ele for, mais diversidade de nutrientes existe ali. Inclua cenoura, beterraba, tomate, rabanete, palmito, milho cozido, pepino, mandioca cozida, cebola, azeitona, manga, morango e o que mais a criatividade permitir.

        Durante a noite, é possível acrescentar proteínas e comer a salada como uma refeição inteira e não só um complemento. Nesses casos, incluir um frango grelhado, atum ou ovos cozidos fará com que a salada seja mais encorpada.

        Outra dica é incluir grãos e leguminosas, também na intenção de dar mais substância para o prato. Ótimas opções incluem a chia, que possui fibras e gorduras que são importantes para o corpo; gergelim, que contém proteínas, carboidratos e fibras; nozes, que são excelentes fontes de proteínas, vitaminas e minerais; e o grão-de-bico, rico em proteínas vegetais, fibras, ferro e vitaminas.

        O mais importante em qualquer tipo de salada é sempre a variedade e a necessidade de cada refeição. Em casos de dúvidas ou de falta de algum nutriente, a pessoa deve consultar um nutricionista para adaptar a refeição para a necessidade pessoal.

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        domingo, 30 de agosto de 2026

        Um café da manhã nutritivo: torrada com abacate e ovo pochê

        Procurando uma receita para um café da manhã gostoso, nutritivo e fácil de preparar? Que tal apostar em uma torrada com abacate e ovo pochê? Ela consiste em uma combinação equilibrada de sabores e texturas e que pode fazer bem à saúde.

        A crocância da torrada, o toque cremoso do abacate e o ovo no ponto certo são detalhes que transformam essa receita em uma opção deliciosa e ideal para um desjejum reforçado.

        A seguir, a Piraquê, tradicional marca brasileira de produtos alimentícios, ensina o passo a passo para fazer a torrada com abacate e ovo pochê. Não perca!

        Receita: torrada com abacate e ovo pochê

        Rendimento: 8 porções. Tempo de preparo: 15 minutos

        Ingredientes

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        • 8 ovos
        • 1 abacate pequeno
        • 1 pacote de torrada
        • Pimenta caiena a gosto
        • Azeite a gosto
        • Sal a gosto

        Modo de preparo

        Disponha em 8 potinhos de vidro, ou recipientes pequenos, untados com azeite sobre uma assadeira de laterais altas.

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        Leve a assadeira para a boca do fogão e coloque água o suficiente para cobrir metade dos potinhos.

        Quebre os ovos e coloque cada um em cada potinho. Tempere com sal a gosto e ligue o fogo. Cozinhe até que a clara fique cozida e a gema mole.

        Descasque o abacate e corte em lâminas. Coloque um ovo sobre a torrada e tempere com a pimenta.

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        Disponha as lâminas de abacate, tempere com sal, uma pitada de pimenta caiena e um fio de azeite. Sirva.

        Dica: Se preferir, use avocado e ovinhos de codorna. Cozinhe o ovo no micro-ondas por cerca de 30 segundos.

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        Chocolate quente proteico: aqueça seu inverno sem sair da dieta

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        Depois dos 40, músculo se conquista com estratégia!

        Para muitas mulheres, chegar aos 40 representa um momento de mudança na relação com o próprio corpo. O treino continua presente na rotina, três, quatro, até cinco vezes por semana, mas aquela sensação de evolução rápida dos anos anteriores parece desaparecer. A carga deixa de subir com facilidade, a recuperação pode ficar mais lenta e o corpo já não responde da mesma maneira aos mesmos estímulos.

        Isso não significa que ganhar massa muscular depois dos 40 seja mais difícil a ponto de ser desanimador, significa que o treinamento precisa ser mais estratégico.

        A hipertrofia continua sendo uma resposta biológica possível e extremamente importante nessa fase da vida! Afinal, preservar e aumentar massa muscular está relacionado não apenas à estética, mas também à força, funcionalidade, metabolismo, autonomia e qualidade do envelhecimento.

        Para a mulher 40+, portanto, a pergunta não deveria ser “quanto mais eu preciso treinar?”, mas sim: “estou oferecendo ao meu corpo o estímulo certo para construir músculo?”.

        Cinco pontos fazem diferença

        1. Treine para construir músculo e não apenas para gastar calorias

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        É muito comum associar um bom treino à sensação de cansaço, suor ou alto gasto calórico, mas a hipertrofia não é uma competição de quem termina o treino mais exausta.

        O músculo precisa receber um estímulo suficientemente desafiador para se adaptar. Isso significa trabalhar com cargas, repetições e volume compatíveis com o objetivo, além de buscar progressão ao longo do tempo.

        Se a mulher repete há meses exatamente os mesmos exercícios, com a mesma carga e o mesmo número de repetições, dificilmente haverá um estímulo novo capaz de provocar grandes adaptações.

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        O princípio é simples: o treino precisa evoluir junto com você.

        2. Não tenha medo de treinar pesado

        Um dos maiores equívocos que encontro entre mulheres maduras é a associação entre cargas maiores e risco de “ficar musculosa demais” ou de perder feminilidade.

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        Isso não acontece dessa maneira. A musculação com cargas adequadamente prescritas é uma das ferramentas mais importantes para estimular o ganho e a manutenção de massa muscular.

        O que determina o resultado é a combinação entre treinamento, volume, intensidade, alimentação, genética e tempo e não simplesmente levantar pesos.

        Para hipertrofia, o treino precisa apresentar desafio. Isso não significa levantar uma carga incompatível com a capacidade individual, muito menos executar movimentos sem técnica. Significa sair progressivamente da zona de conforto, com planejamento e orientação.

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        Músculo não responde à intenção. Responde ao estímulo.

        3. Proteína não é detalhe: é matéria-prima

        Não adianta investir em um excelente programa de musculação e deixar a alimentação em segundo plano.

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        A síntese de proteínas musculares depende da disponibilidade de aminoácidos, e a ingestão adequada de proteína passa a ter papel ainda mais relevante quando o objetivo é preservar ou aumentar massa muscular ao longo do envelhecimento.

        Mais importante do que concentrar uma grande quantidade de proteína em uma única refeição é garantir uma ingestão adequada ao longo do dia, distribuída entre as principais refeições e ajustada às necessidades individuais.

        O foco também não deve estar apenas em suplementos. O primeiro passo é organizar uma alimentação nutricionalmente adequada, com boas fontes proteicas e energia suficiente para sustentar o treinamento e a recuperação.

        Suplemento pode ser uma ferramenta. Não substitui estratégia nutricional.

        4. Recuperar também faz parte do treino

        Existe uma contradição interessante na mulher que deseja ganhar músculo: ela aumenta a frequência dos treinos, mas nem sempre aumenta a qualidade da recuperação.

        Depois dos 40, especialmente para quem concilia trabalho, família, responsabilidades e uma rotina intensa, recuperação precisa deixar de ser vista como “tempo perdido”.

        É durante o período de recuperação que o organismo realiza parte importante dos processos de adaptação ao treinamento. Sono insuficiente, excesso de volume, pouca ingestão energética e ausência de períodos adequados de recuperação podem comprometer o desempenho e a capacidade de evolução.

        Treinar cinco vezes por semana pode funcionar muito bem para uma mulher e ser excessivo para outra.

        Mais treino não significa necessariamente mais músculo. O melhor programa é aquele que o organismo consegue absorver.

        5. Entenda os hormônios, mas não entregue a eles todo o protagonismo

        A partir dos 40, a mulher pode começar a vivenciar mudanças hormonais que se tornam mais evidentes na transição para a menopausa.

        Alterações nos níveis de estrogênio, por exemplo, podem acompanhar mudanças na composição corporal e na distribuição de gordura, além de interferir indiretamente na percepção de recuperação e desempenho.

        Mas existe um cuidado importante: não transformar a menopausa em uma sentença metabólica. A mulher não perde a capacidade de desenvolver força e massa muscular porque passou dos 40…. O que muda é o contexto fisiológico — e, justamente por isso, treinamento, alimentação, sono, estresse e saúde global precisam ser analisados de maneira integrada.

        Quando necessário, questões hormonais devem ser avaliadas individualmente por profissionais habilitados. Hormônio não é atalho para hipertrofia, assim como a menopausa não é explicação automática para toda dificuldade de mudança corporal.

        Aos 40, menos improviso e mais estratégia

        A mulher que já treina três a cinco vezes por semana não necessariamente precisa aumentar ainda mais sua rotina de exercícios para ganhar músculo. Muitas vezes, ela precisa qualificar o que já está fazendo.

        Treinar com progressão, utilizar cargas adequadas, consumir proteína suficiente, dormir bem e respeitar a recuperação são estratégias muito mais relevantes do que simplesmente acumular horas na academia.

        E talvez essa seja uma das melhores notícias sobre envelhecer: o corpo continua capaz de responder ao estímulo.

        Aos 40, 50 ou 60 anos, construir músculo não é voltar no tempo. É investir no corpo que queremos levar para as próximas décadas. Depois dos 40, músculo não se conquista com pressa. Conquista-se com consistência, inteligência e estratégia.

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        BIANCA VILELA é autora do livro Respire, palestrante, mestre em fisiologia do exercício pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e produtora de conteúdo. Desenvolve programas de saúde em grandes empresas por todo o país há quase 20
        anos. Na Boa Forma fala sobre saúde no trabalho, produtividade e mudança de hábitos. Não deixe de visitar o Instagram: @biancavilelaoficial

        A partir de qual idade ocorre uma queda na massa muscular?

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        source https://boaforma.abril.com.br/coluna/home-office-saudavel/depois-dos-40-musculo-se-conquista-com-estrategia/

        Não basta correr: por que recuperar o corpo virou parte da rotina

        Para que você possa ter uma rotina ativa de atividades físicas, como a corrida, o corpo também precisa de recuperação, não é mesmo? E o chamado recovery ganhou espaço entre atletas profissionais e amadores, como sendo um momento de recuperação no pós-esporte.
        O recovery é uma prática que tem se popularizado cada vez mais e a gente vê isso, principalmente em provas, tanto na retirada dos kits, quanto após as provas, em que há espaços dedicados para a recuperação dos atletas.
        Em tempos de grandes eventos esportivos e o crescente interesse pelas corridas de rua e maratonas, tais estratégias são incentivadas com objetivo de promover a recuperação física e funcional do organismo.

        À medida que entusiastas do esporte adquirem conhecimento sobre o tema, acompanhados dos avanços tecnológicos, é possível ter uma boa recuperação e melhor performance futura no esporte.

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        No momento posterior aos ciclos de provas, como maratonas, que exigem muito dos atletas, e competições, é fundamental seguir recomendações dos profissionais da saúde, maior atenção com alimentação, exercícios e atividades que estimulem a recuperação. Entre elas destacam-se:
        Nutrição: o consumo adequado de proteínas melhora a recuperação, a função imunológica e o crescimento e manutenção da massa magra. A ingestão de proteínas de alta qualidade após a prática esportiva ajuda a fornecer os aminoácidos que o organismo utiliza para reparação e crescimento dos músculos.
        Massagem terapêutica: voltada para a recuperação muscular. A massagem ajuda a relaxar os músculos, reduzir a tensão e eliminar toxinas.

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        Exercícios ativos de baixa intensidade: exercícios de baixa intensidade são importantes por serem tão benéficos quanto os de alta intensidade, por melhorarem a resistência física, reduzirem o risco de lesões e permitirem que o corpo volte ao normal progressivamente.

        Crioterapia: banhos de gelo ou compressas frias são benéficos para reduzir a inflamação, diminuem o inchaço e aliviam a dor muscular após exercícios intensos.

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        Bota de compressão: o recurso de compressão que vem sendo utilizado por corredores e maratonistas controla e reduz edemas pós-exercício, melhora o fluxo venoso e linfático, proporciona o relaxamento muscular e alivia dores e a fadiga.

        Os métodos utilizados em recovery otimizam o processo de recuperação e melhoram o condicionamento físico como um todo. Importante ressaltar que a escolha da estratégia deve respeitar a individualidade de cada um, acompanhado de orientações de profissionais da saúde para garantir segurança e eficácia.

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        Fonte: YoPRO

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        source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/nao-basta-correr-por-que-recuperar-o-corpo-virou-parte-da-rotina/

        Pode treinar panturrilha todo dia?

        Não é necessário treinar panturrilha todos os dias. Apesar de ser um músculo bastante resistente, ela também precisa de recuperação após um treino de força. Para a maioria das pessoas, o ideal é alternar os estímulos e dar pelo menos 24 a 48 horas de descanso, principalmente quando o treino é intenso.

        Quando colocamos uma carga maior e levamos o músculo próximo da fadiga durante o treino, geramos um estímulo que exige recuperação. É nesse período que o organismo repara as fibras musculares e promove as adaptações necessárias para que o músculo fique mais forte.

        Quantas vezes por semana treinar panturrilha?

        Para quem busca hipertrofia, normalmente 2 a 4 vezes por semana é uma boa frequência, dependendo do nível de treinamento, volume e intensidade dos exercícios. Mais importante do que treinar todos os dias é garantir um estímulo de qualidade, progressão de carga e recuperação adequada.

        Respondido por:

        Amanda Biuger, personal trainer e criadora do Programa Mulher Fitness

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        source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/treinar-panturrilha-todo-dia/

        sábado, 29 de agosto de 2026

        Fiquei 3 meses com a esteira Goper Run Personal Touch com tela de 21″

        Manter a constância na prática de atividades físicas é um verdadeiro desafio, afinal, a correria do dia a dia, muitas vezes, atrapalha e “mina” a disposição para se movimentar. Nesse contexto, algo que pode fazer toda a diferença para contar essa situação é buscar soluções que unam praticidade e eficiência.

        Os treinos em casa, por exemplo, têm se popularizado entre as pessoas que querem ter um estilo de vida ativo, mas nem sempre conseguem encaixar à ida à academia na agenda.

        No mercado, existem diversos produtos que podem ser adquiridos para que você consiga se mexer sem sair do conforto do seu lar. Dá para investir em equipamentos de força, como halteres, elásticos de resistência e kettlebells, e em soluções que dão ênfase ao cardio, como corda de pular, bicicleta ergométrica e esteira.

        Considerando esse crescimento no interesse por treinos em casa, a Goper, que faz parte do ecossistema do grupo Trendx, oferece opções de alta qualidade para quem quer montar uma estrutura de exercícios em casa.

        Um dos modelos desenvolvidos pela marca brasileira de tecnologia fitness é a esteira Goper Run Personal Touch com Tela de 21″, que Boa Forma teve a oportunidade de conhecer de perto e entender como ela atua na prática. Saiba mais sobre a nossa experiência a seguir!

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        Conheça a Goper Run Personal Touch com Tela de 21″

        Esteira ergométrica preta com detalhes azuis, marca egoper, em um quarto com parede rosa claro e papel de parede azul texturizado. Um espelho de corpo inteiro reflete uma mesa com notebook e cadeira transparente. À direita, parte de uma cama com edredom bege. O chão é de madeira clara com um tapete estampado
        Esteira Goper Run Personal Touch com tela de 21″ |Goper/Divulgação

        A Goper Run Personal Touch promove alto desempenho, conectividade e conforto para os treinos em casa. O aparelho une inovação, design moderno e tecnologia de ponta.

        Seu grande diferencial é a tela touchscreen de 21 polegadas com resolução 1080p Full HD, que colabora para uma experiência visual envolvente e interativa, o que pode deixar a prática ainda mais dinâmica e motivadora. O painel exibe um monitoramento em tempo real de velocidade, tempo, distância, calorias queimadas e mais.

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        Além disso, apresenta conectividade Wi-Fi e Bluetooth. Nele, é possível encontrar programas de treinamento personalizados e até mesmo acessar aplicativos de entretenimento (YouTube, Spotify e Netflix, por exemplo).

        A Goper Run Personal Touch possui uma construção robusta, que foi projetada para “aguentar” o uso frequente e evitar que a máquina fique balançando durante a caminhada ou a corrida.

        Também conta com um sistema de amortecimento de impacto, que traz uma utilização mais silenciosa — um aspecto interessante para quem treina em apartamento ou ambientes compartilhados.

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        Mulher de costas, com cabelo preso e roupa de ginástica preta, correndo em esteira moderna com tela que exibe uma aula. Ao redor, várias telas flutuantes mostram aplicativos de treino, Netflix e paisagens, sugerindo opções de entretenimento e exercícios
        Esteira Goper Personal Touch com tela de 21″ |Goper/Divulgação

        Vale destacar que o modelo é dobrável e apresenta uma chave de segurança e um porta copo. O aparelho tem inclinação automática de até 15 níveis e alcance até 16 km/h.

        Características:

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        • Dimensões: 1,5 m x 0,74 m x 1,35 m
        • Peso máximo recomendado: 110 kg
        • Peso bruto: 56 kg
        • Superfície: de 1,30cm x 42cm
        • Motor (pico): 2.5 HP
        • Voltagem da esteira: 110V

        A nossa experiência com a Goper Run Personal Touch com Tela de 21″

        Eu testei a Goper Run Personal Touch por três meses, e os efeitos da constância no cardio foram significativos — pude perceber uma melhora no meu condicionamento físico, na qualidade do sono, no humor e no gerenciamento do estresse.

        O aparelho, em específico, conta com recursos que tornam o treino mais dinâmico e até mesmo mais divertido. É bem legal poder acessar o Spotify ou assistir séries na Netflix, por exemplo, diretamente na tela.

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        Poder acompanhar os programas de treinamento gravados da Goper no painel é outro detalhe que me conquistou, pois as instruções dos professores ajudam a dar aquele “gás” para se exercitar e tornam mais fácil preservar o foco e o ritmo durante o percurso.

        Mulher loira de costas, com rabo de cavalo, top preto e calça legging escura, correndo em uma esteira preta com detalhes em azul. Ela olha para uma tela grande que exibe uma aula de corrida com uma instrutora. Ao lado, um espelho reflete a cena e um armário azul. A sala tem piso de madeira, um tapete claro e uma porta aberta para uma varanda com plantas
        Esteira Goper Run Personal Touch com tela de 21″ |Goper/Divulgação

        Como moro em apartamento, a possibilidade de dobrar a esteira depois do uso ajuda a não atrapalhar tanto a circulação da casa quando o treino termina.

        Também curti o sistema de amortecimento da Goper Run Personal Touch, especialmente porque ele proporciona uma caminhada ou corrida mais silenciosa, segura e confortável.

        O ruído do motor é discreto perto do esperado para o tipo de equipamento, porém é claro que ele ainda existe, principalmente em velocidades mais altas.

        De forma geral, encerro a experiência com a Goper Run Personal Touch com uma percepção bem positiva. O modelo entrega o que promete: cardio de qualidade, praticidade e funcionalidades que podem favorecer a motivação — mesmo nas situações em que a vontade de se movimentar não está tão em alta.

        A Goper Run Personal Touch com Tela de 21″ pode ser adquirida em e-commerces, porém também existe a possibilidade de aluguel. O investimento é bem elevado e atinge a faixa de alguns milhares de reais (podendo chegar a custar mais de R$10.000,00), o que torna a compra um passo que exige muito planejamento.

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        source https://boaforma.abril.com.br/movimento/goper-run-personal-touch-teste/

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