À medida que a expectativa de vida aumenta, o desafio deixa de ser apenas viver mais e passa a ser viver melhor, com autonomia, funcionalidade e bem-estar.
Nesse sentido, entende-se cada vez mais a importância da realização de exercícios físicos para estimular não apenas músculos, mas também ossos.
Os músculos reduzem o risco de quedas, fraturas, hospitalizações e perda funcional na idade avançada. Já o osso, mais do que sustentar o corpo, é um tecido metabolicamente ativo e exerce bem esse papel junto aos músculos.
Uma alimentação balanceada, rica em alimentos anti-inflamatórios e com baixo consumo de gorduras e açúcares, também é importante não apenas para fornecer energia, mas para ajudar a prevenir doenças relacionadas à idade e a obesidade, que envolve não só o peso corporal, mas também saúde mental, cognição e envelhecimento.
A qualidade do sono e o gerenciamento do estresse também devem ser considerados, especialmente para a preservação da longevidade cognitiva.
Mulheres devem redobrar a atenção, pois, apesar de viverem mais, acumulam maior carga de doenças crônicas, principalmente devido à menopausa. Por isso, o manejo preventivo do eixo hormonal e do estresse crônico é essencial para preservar cognição, metabolismo e qualidade de vida.
Observar os hábitos ajuda a reduzir o impacto de fatores externos e internos que influenciam na saúde e aceleram o envelhecimento, promovendo maior longevidade. A orientação e supervisão de profissionais de saúde também são imprescindíveis para um tratamento individualizado
Patrícia França, farmacêutica e gestora científica da Biotec.
Entenda como o estresse é capaz de reduzir a longevidade
source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/atividade-fisica-envelhecer-bem/
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