Avenidas e ruas conhecidas de São Paulo, como a 23 de maio, Avenida Juscelino Kubitschek, e também a UPS, se transformaram em um mar de gente no domingo, 12 de abril. Isso porque aconteceu a 30ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, reunindo mais de 21 mil atletas de todo o mundo.
Essa fama da Maratona Internacional de São Paulo se dá pelo seu desafio: considerada um dos percursos mais difíceis do Brasil, a prova conta com túneis, retas que, na verdade, são subidas, o que torna o grau de dificuldade ainda maior, algo que muitos corredores, como eu, amam!
A variação de altimetria da prova e essas “subidas disfarçadas de retas” que tornam a Maratona Internacional de São Paulo uma das mais desafiadoras do país.
Eu digo que tenho um carinho especial pela Maratona Internacional de São Paulo, porque foi a primeira maratona que fiz, em 2022 e, depois disso, já repeti o feito mais duas vezes, em 2023 e 2024. Mas a escolhi não pelo desafio, nem imaginava essa dificuldade no percurso, mas pela localização, já que moro em São Paulo.
Na 30ª edição, optei por fazer a meia-maratona, pois estou no ciclo de maratona em outra cidade, em maio, então essa prova foi praticamente um treino, mas que, no final, me surpreendeu.
Percurso desafiador para qualquer distância
A Maratona Internacional de São Paulo, em 2026, também realizou novamente a Corrida das Nações, que foi um desafio, onde havia a opção de escolher a distância do domingo (7k, 10k, 21k, e 42k) e também correr 5k no sábado no Campo de Marte.
Então, além do desafio de correr dois dias seguidos, houve também o de enfrentar as ruas de São Paulo. No caso dos 21K, a divisão com os atletas que fizeram 42k foi próximo ao Jockey Club, mas, até chegar lá, o percurso incluiu a 23 de maio, com subidas e descidas, o Túnel Ayrton Senna, as Avenida Juscelino Kubitschek e Faria Lima, além também de passar ao redor do Parque do Povo.
Para voltar, além de pegarmos parte desse mesmo trajeto da ida – principalmente o túnel – também entramos no túnel Presidente Jânio Quadros, retornando à Avenida Juscelino Kubitschek. A chegada e a largada no domingo foram próximas ao parque do Ibirapuera.
Surpresa e superação
Quem corre sabe que o desafio é sempre de você, com você mesmo, independente da distância escolhida (e lembre-se que nunca são “só” 1km, 5km e por aí vai).
Atualmente, estou em ciclo de maratona e estou seguindo uma planilha, com um volume grande de treinos que, quem já fez maratona sabe e entende como são.
E como eu já sabia do desafio que era o percurso da Maratona Internacional de São Paulo, estava preocupada em fazer o tempo que estou acostumada e fazer 21 quilômetros e talvez até um pouco mais, pela quantidade de subidas e descidas durante a prova.
Mas, quando a gente não espera, é aí que a surpresa chega. Nem lembro a última vez que fiz 21k abaixo de 2 horas e isso é uma conquista gigante!
Fora que tive o privilégio de ver os atletas de elite que competiam nos 21km e 42km passarem por mim na volta. A parte arrepiante da prova, pois todo mundo literalmente começou a incentivá-los.
No pós-prova, a Olympikus, patrocinadora oficial da 30ª Maratona Internacional de São Paulo, preparou um espaço pertinho do pórtico, onde pudemos aproveitar não só o café da manhã e recovery, mas também ver as chegadas de todos os atletas e, independente se são elite ou amadores, é sempre uma emoção imensa, como vocês podem ver o vídeo abaixo:
E nunca é apenas uma chegada, ainda mais depois de 42 km, como mostra no vídeo a seguir:
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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/blog-do-corre/30-maratona-internacional-sao-paulo/
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