sábado, 28 de fevereiro de 2026

Sobre aumentar a sua régua

Você percebe um comportamento padrão de estar sempre aumentando a sua régua, se cobrando cada vez mais e deixando de celebrar suas conquistas? Se sim, quero te lembrar que permitir celebrar a si mesmo é um ato de autoconfiança!

E muitas vezes a gente não percebe o quanto está apenas olhando para quem está “na frente”, comparando quem somos com quem queremos nos tornar e, sem perceber, começamos a diminuir e menosprezar tudo o que já construímos. E isso é uma grande sacanagem com a nossa própria história.

A comparação tem um jeito muito sedutor de nos fazer esquecer do caminho percorrido. Ela seleciona o que o outro tem de mais visível e confronta com as nossas inseguranças mais profundas.

E, nesse processo, a nossa mente apaga conquistas antigas como se fossem pequenas demais para contar, como se o que você já fez não tivesse tanto valor assim. Mas tem, e muito!

Autoconfiança não nasce do nada, na verdade ela se constrói a partir de evidências. Com comprovações de que você já enfrentou desafios, de que já superou medos, que já atravessou fases difíceis, que já aprendeu coisas que antes pareciam impossíveis. Quando você para para reconhecer isso, você começa a alimentar sua base interna de segurança.

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Porém, quando não reconhece, a mensagem que fica é de “nunca ser suficiente”. E viver assim cansa. Porque você até cresce, mas cresce sentindo que está sempre atrás, sempre devendo, sempre aquém.

Talvez o ponto não seja parar de querer mais. O problema é crescer ignorando e apagando o que já foi conquistado. É querer se tornar uma versão futura melhor enquanto desvaloriza a versão que te trouxe até aqui. Afinal, não existe crescimento consistente sem respeito pela própria trajetória.

Quantas vezes você já se comparou e se sentiu pequeno, mesmo tendo alcançado coisas que exigiram coragem, disciplina e persistência? Quantas vitórias você já naturalizou? Aquilo que hoje parece “normal” provavelmente exigiu muito de você em algum momento, mas você subiu a régua e esqueceu disso.

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E quando você se permite olhar para isso com honestidade, algo muda. Você percebe que não está começando do zero, que não é tão incapaz quanto às vezes imagina, que já provou, para si mesmo, que consegue.

Celebrar as conquistas não é inflar o ego. É fortalecer a base. É lembrar à sua mente que existem fatos concretos sustentando sua capacidade e nutrir essa memória é fundamental para continuar crescendo!

Talvez valha se perguntar:

  • O que eu já conquistei que foi bem importante mas que hoje quase não lembro mais?
  • Que desafios eu enfrentei que, naquela época, pareciam enormes?
  • Se outra pessoa tivesse vivido exatamente a minha trajetória, pelo que eu a admiraria?
  • Por que sou tão mais duro comigo do que com os outros?
  • O que eu ganho quando me diminuo?
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A insegurança cresce no silêncio das nossas conquistas ignoradas e a autoconfiança cresce quando olhamos para a própria história com mais justiça.

Você pode continuar sonhando alto, pode continuar elevando sua régua. Mas faça isso a partir de um lugar de reconhecimento, não de desvalorização. Porque você não é apenas o que ainda quer conquistar.

Você também é tudo aquilo que já conquistou e isso merece ser visto, lembrado e celebrado! Não para te parar, mas para seguir mais forte.

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Oi, eu me chamo Priscila Conte Vieira, mas pode me chamar de Pri! Sou psicóloga, palestrante e mentora. Atuo na psicologia clínica, sou especialista em Psicologia Positiva, pós graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental, master em autoconhecimento, coach de vida, practitioner em PNL e também criadora do Podcast Respira, não pira (que tal dar uma conferida lá no Spotify?!)

Estarei por aqui todas as semanas, abordando temas da Psicologia Positiva, felicidade, bem-estar e os auxiliando a serem as suas melhores versões, por meio do autoconhecimento e florescimento. Para saber mais sobre mim e me acompanhar no dia a dia, é só me seguir no Instagram! Estou por lá como @priscilaconte__. Te vejo no próximo Sábado! Até mais <3

 

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Por que a magreza te dá o direito de oprimir?

Automaticamente, como num passe de mágica, assim que entramos em um manequim socialmente aceito pelos padrões estéticos, ganhamos e passamos a usar o nosso “oppressor card”: uma credencial imaginária que nos coloca na banca opressora, como se agora fizéssemos parte do sistema certo, do “movimento do bem” (é irônico, tá? Só pra deixar claro) contra qualquer corpo fora do padrão.

Passamos a machucar como fomos machucados. Uma amnésia instantânea toma conta, e nada do que doeu antes dói agora, ou é respeitado, ou levado em consideração.

Afinal, estamos magras. Todo o resto não existe. Ou melhor: até existe, mas não é digno de respeito, dignidade, empatia ou qualquer lugar social.

Marginalizar corpos está tão em alta quanto o beach tênis ou os peelings faciais que rejuvenescem até o pescoço, já que a felicidade é magra, não importa quanto custe para alcançá-la.

Mas, diante de um problema de saúde mental pública como esse, o que fazer?

Parece que conscientizar ex-gordos de que gordofobia é crime, além de necessário, soa quase absurdo, já que algumas canetas atrás você fazia parte do massacre social como vítima.

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E essa marginalização nada mais é do que um medo gigantesco de voltar a engordar, esquecendo que o corpo não “É nada permanente”: ele sempre “ESTA ALGUMA COISA”. Portanto, engordar novamente pode, em algum momento, ser uma realidade, assim como envelhecer.

A verdade é que, até hoje, a gente só finge que respeita as diferenças, porque esse é o discurso vendido como correto. Mas, na primeira oportunidade de fazer parte do seleto grupo padrão, tudo isso cai por terra.

O que aparece é a realidade: dá muito menos trabalho se esconder dentro do que esperam da gente do que descobrir quem realmente somos. Independentemente do peso, do tipo físico.

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O tal do autoamor não serve só pra quando o mundo odeia o corpo que você está vestindo no momento. Serve para que você não se coloque em armadilhas como essa: o ódio do pertencimento, a busca incessante por uma comunidade, seja ela qual for.

Quando não adoece o corpo, adoece a mente.

E, sim, talvez precisemos de “canetas” para tratar esse problema comportamental também. Porque, de forma orgânica, ninguém quer olhar pra dentro. Só pro espelho.

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Mizuno Neo Aura Knit: testamos o tênis com tecnologia japonesa

A Mizuno traz mais um lançamento para os amantes de corrida: com o objetivo de ampliar a já consagrada linha Neo, a marca trouxe mais quatro modelos de tênis para os amantes de corrida. Todos envolvendo tecnologia japonesa e inovação. São eles: Neo Aura, Neo Aura Knit, Neo Vortex e Neo Pryzma.

“A chegada da Linha Neo é um marco na história da Mizuno no Brasil. Uma combinação de tecnologias de espumas e geometria que gera uma sensação única de corrida.  Os novos produtos da Linha Neo são muito mais conectados ao corredor contemporâneo, que busca acima de tudo uma sensação rápida, confortável e eficiente para sua corrida. É uma nova Mizuno. Ainda mais especialista e criando produtos pensados não apenas para correr melhor, mas para fazer o corredor se sentir diferente”, ressalta Rafael Santos, Marketing da Mizuno. 

Os quatro modelos são frutos de uma parceria global de desenvolvimento de tecnologia entre Brasil e Japão. O objetivo foi ampliar o conceito de performance da Linha Neo. 

Testamos um dos novos tênis da linha Neo: o Aura Knit

O Neo Aura Knit é o primeiro integrante da Linha Neo, tendo design moderno e entressola com angulação única. Ele possui a tecnologia Mizuno EnerzyNXT na entressola. E o que isso significa? Literalmente nas primeiras passadas é possível perceber maciez e muito retorno. 

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Com um dropp (diferença de altura entre a parte traseira e a frontal do tênis) de 8mm e um peso assustadoramente leve (265 gramas), usei o Neo Aura Knit em um treino intervalado e um longo e a resposta do tênis é imediata, interdependente da velocidade que você estiver correndo. 

Para tênis de corrida, eu uso sempre um número maior do que usualmente calço e, mesmo assim, a sensação que tive era a de que o tênis molda no pé, o que proporciona segurança e estabilidade durante a corrida. 

Especificações do Mizuno Neo Aura Knit

  • Mizuno EnerzyNXT: tecnologia de entressola desenvolvida para otimizar a performance, oferecendo uma combinação perfeita de maciez e retorno de energia. Novo composto de espuma com infusão de nitrogênio.
  • Cabedal em knit: cabedal construído em tecido Knit, proporcionando um ajuste perfeito para os pés durante a corrida.
  • Solado com excelente durabilidade: um composto de borracha que garante maior durabilidade e tração em diversos terrenos.
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Veredito 

Mais um tênis da frase “pau pra toda obra” por aqui. Pela tecnologia, leveza e estabilidade que o Neo Aura Knit traz, se você é fã da marca, vale o investimento. 

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Bebidas alcoólicas hidratam o corpo?

Não. Pelo contrário. Bebidas alcoólicas, especialmente as destiladas (vodka, whisky), são diuréticas. Isso significa que fazem o corpo eliminar mais água do que a contida na bebida, levando à desidratação. A ressaca é um sinal claro disso.

Se for consumir álcool, intercale sempre com copos de água e mantenha a ingestão hídrica principal com água, água de coco ou sucos naturais. Divirta-se com responsabilidade!

Água é a melhor opção

A melhor maneira de se hidratar é por meio da ingestão de água. Não espere sentir sede para bebê-la, pois esse já pode ser considerado um sinal inicial de desidratação do organismo.

A hidratação deve ser constante e precisa acontecer de maneira distribuída ao longo do dia. É importante ter em mente que ela é indispensável para manter o bom funcionamento do nosso organismo.

Em um dia de calor intenso e atividade física, você pode precisar de 2 a 3 litros de água ou até mais. Observe a cor da urina: ela deve estar clara e transparente.

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Respondido por:

Dra. Irene Rabelo, dermatologista.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Musculação: estudos indicam que começar leve favorece adaptação e regularidade

Um dos grandes desafios que quem começa a treinar musculação em uma academia é manter a constância, principalmente no início do ano, quando as metas são colocadas em práticas e, entre elas, está a prática ade atividade física.

Um dos motivos mais comuns para o abandono é a ideia de que só é possível ter resultados treinando todos os dias ou passando horas na academia.  A ciência do exercício, no entanto, aponta para outro caminho: protocolos simples e bem estruturados já são suficientes para gerar ganhos relevantes em iniciantes. Estudos mostram que volumes baixos de treino são eficazes para quem está começando.

 Segundo o treinador da Smart Fit, Lucas Florêncio, pesquisas indicam que entre uma e quatro séries por grupo muscular por sessão, somando menos de dez séries semanais, já promovem ganhos consistentes em indivíduos sedentários. “O foco do mínimo eficaz está mais na qualidade da execução e na escolha dos exercícios do que na quantidade de tempo treinando”, explica.

A evolução acelerada do iniciante tem explicação fisiológica. Antes mesmo de grandes mudanças estéticas, o corpo passa por adaptações neuromusculares. Ou seja, o sistema nervoso aprende a recrutar melhor as fibras musculares e a coordenar o movimento de forma mais eficiente. Além disso, como o músculo ainda não está habituado ao estímulo do treino de força, qualquer sobrecarga acima do nível habitual já gera resposta positiva.

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Na prática, isso permite treinos mais curtos e menos frequentes. Um modelo considerado eficiente é o treino de corpo inteiro, realizado duas ou três vezes por semana, com duração de 30 a 45 minutos. A recomendação é priorizar exercícios multiarticulares, que envolvem vários grupos musculares ao mesmo tempo, com duas a três séries por exercício.

Florêncio alerta que um erro comum é tentar compensar a falta de regularidade com treinos excessivos. “Quando a pessoa falta alguns dias e tenta resolver tudo em uma única sessão muito intensa, a fadiga compromete a técnica e aumenta o risco de lesão”, afirma.

Os resultados também seguem uma linha temporal previsível. Ganhos de força costumam ser percebidos já nas primeiras duas semanas, graças às adaptações neurais. Melhoras no condicionamento aparecem entre a terceira e a quarta semana. Mudanças estéticas mais visíveis tendem a surgir a partir da oitava semana, quando a hipertrofia muscular passa a se tornar mais evidente.

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A permanência no treino, porém, não depende apenas do estímulo físico. Fatores como prazer, ambiente e apoio social têm papel decisivo. Sentir-se capaz de executar os exercícios corretamente, contar com a orientação de profissionais e treinar em um local acessível aumentam as chances de continuidade. “Quando a rotina é simples e compatível com a vida da pessoa, a chance de desistência diminui”, explica o treinador.

Outro ponto crítico é o pensamento do “tudo ou nada”. Muitos iniciantes acreditam que, se não puderem treinar por uma hora, não vale a pena ir à academia. “Na musculação, especialmente no início, feito é melhor que perfeito. Um treino curto é sempre melhor do que nenhum”, resume Florêncio.

Confira o treino montado por Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit, no vídeo a seguir:

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Pasta de amendoim ou paçoca: saiba qual o melhor aliado do seu treino e com maior valor nutricional

Pasta de amendoim e paçoca possuem a mesma base, são queridinhas, principalmente na rotina de quem treina. Mas, apesar da semelhança no sabor e na origem, elas possuem perfis que impactam diretamente energia, recuperação muscular e composição corporal.

Para a nutricionista Isabella Lacerda, parceira da Dr. Peanut, saber qual das duas opções faz mais sentido para quem busca performance, ganho de massa ou controle de peso, depende do objetivo, do momento de consumo e da composição do produto – e não apenas do ingrediente principal. “O valor nutricional por 15g a 20g dos produtos são muito similares, considerando calorias, gorduras, proteínas e carboidratos, então no final é apenas uma questão de quantidade”.

Segundo Isa Lacerda, o amendoim é naturalmente rico em gorduras boas, proteínas, micronutrientes importantes para o treino além de gerar uma liberação gradual de energia, característica que se torna um aliado estratégico tanto no pré quanto no pós-treino. “A chave está no equilíbrio, na frequência de consumo e na adequação ao objetivo da pessoa, seja emagrecimento, ganho de massa muscular ou apenas uma rotina mais saudável.”

Suplementação infantil: 5 riscos do consumo irregular a serem evitados

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Entre outras vantagens, é que a pasta permite maior controle da quantidade consumida e menor chance de consumo excessivo, o que favorece a composição corporal, além de poder ser incorporada em diversas preparações funcionais, como vitaminas, overnight oats, panqueca proteica e até em molhos que acompanham saladas, por exemplo. Já a paçoca é mais palatável e fácil de ultrapassar porções.

Para ganho de massa ou definição e facilidade de ajuste calórico (porcionando em 10g, 15g ou 30g), a pasta de amendoim pode ser aliada mais estratégica que doces à base de amendoim.

Consumo ideal de pasta de amendoim

Isabella explica que pode variar de pessoa para pessoa, mas o recomendado (e o que ela também consome) é em torno de 30g de pasta de amendoim por dia.

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“Uma pessoa que busca emagrecimento, escolher um pão integral com 15g de pasta de amendoim, banana e canela (meu preferido) como um pós-treino, ou até uma maçã com pasta de amendoim como pré-treino, 15g na colher como sobremesa são quantidades e opções extremamente válidas”, explica.

E continua: “Uma pessoa que busca ganho de massa pode aumentar para 30g por dia ou às vezes até mais, dependendo de outras fontes de gordura que estejam presentes na dieta”.

Quem treina sem objetivo estético, precisa se preocupar com a escolha?

A nutricionista destaca que, novamente, com a escolha não precisam se preocupar, apenas com as quantidades porque, “por mais que a pessoa esteja satisfeita com o físico, a quantidade do que consome é crucial para manter uma boa saúde”, ressalta.

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Alimentos saudáveis e ocasionais

Tanto a pasta de amendoim, quanto a paçoca podem muito bem fazer parte da rotina de qualquer pessoa. Apenas é preciso analisar alguns pontos individuais, como por exemplo, uma pessoa com restrição de consumo de açúcares seria mais interessante o consumo de paçoca zero ou de pasta de amendoim sem açúcares adicionados. “Também é interessante controlar as quantidades, porque eu não sei vocês, mas eu comeria umas 20 delas de uma vez só! Então, controlar para apenas uma ou duas por dia é interessante”, completa Isabella.

Pasta de amendoim e paçoca para todas as idades

A nutricionista ressalta que crianças e adolescentes que praticam esportes podem consumir esses alimentos com segurança. “A única diferença na orientação pode ser na frequência ou até nas quantidades. Uma criança ficaria com, no máximo, uma paçoca por dia, 10g de pasta de amendoim, por exemplo. Um adolescente mais ativo pode consumir um pouco mais por conta do gasto ser maior, então vai depender muito da individualidade de cada um”, finaliza.

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Nós nunca estamos seguras

Nós nunca estamos seguras. E viver num corpo feminino é assustador demais.

Vivi, em um ambiente que eu considerava seguro, uma situação muito desconfortável, daquelas que só um corpo feminino pode entender.

Em meio a tantos discursos de liberdade, da geração de mulheres que pode muito e deve poder muito, que nossa roupa não nos define, que podemos e devemos ir e vir como bem entendermos, que NÃO É NÃO, que TALVEZ TAMBÉM É NÃO, e que o sim, se acontecer, será bem nítido, sonoro e claro… um homem qualquer invadiu meu espaço.

Ainda não entendo o que o fez pensar que ele podia fazer aquilo. Nenhuma justificativa me parece válida. Ele não tinha intimidade comigo. Eu estava acompanhada do meu namorado.

Era um ambiente familiar. Minha roupa era curta. Minha guarda estava baixa. Eu estava sorrindo, porque ousei estar feliz e me sentir livre dentro do meu próprio corpo.

Mas parece que talvez esse tenha sido o problema.

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Já revisitei essa situação inúmeras vezes na minha cabeça, buscando, por incrível que pareça, o erro em mim. Levei para a terapia. Tirou meu sono. E agora está aqui, neste texto.

Por que, cargas d’água, eu, a vítima, passei tanto tempo buscando um erro meu para justificar uma violação gratuita do meu direito de ser eu?

Está intrínseco no meu ser feminino acreditar que a culpada sou eu? Nascemos assim? Com a culpa na carne?

Eu deveria estar procurando justificativas para o que aquele homem achou que tinha permissão de tentar fazer?

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Eu, uma mulher que cresceu, vive e trabalha em prol da liberdade feminina, caí na armadilha de acreditar que minha roupa, minha simpatia, minha desenvoltura são um chamariz para o abuso?

Esse sentimento não deveria ser meu. Eu sinceramente não sei de onde ele veio. Mas, automaticamente, tomou conta de mim e segue sendo motivo de reflexão.

Será que esse homem tem noção da violência que cometeu? Talvez não.

Eu não consegui reagir como gostaria. Não devolvi o constrangimento. Não fiz um escândalo para deixar claro o tamanho do que estava acontecendo ali. Eu só fiquei chocada. Paralisada. E, imediatamente, senti culpa.

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Não lembro exatamente do rosto dele. Nem do nome. Mesmo horas antes tendo sido apresentada àquele infeliz.

O que me vem à cabeça é a invasão do meu espaço, do meu corpo, a vergonha, a culpa e a dúvida. Essas emoções deveriam estar com ele e não comigo.

Eu só estava feliz. Pulando carnaval. Mas, na mala de volta, além do glitter que não sai depois de inúmeros banhos, trouxe também essa memória horrível.

Uma bagagem que não deveria ser minha, mas que virou mais uma marca no meu corpo feminino, preto, curvilíneo, gordo, que é sempre hipersexualizado e marginalizado, consciente e inconscientemente.

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Não posso, não vou e me recuso a me desculpar por existir. Tampouco vou revisitar essas situações buscando falhas minhas.

A culpa é de um sistema que cria meninos para não serem meninas, justamente porque mulheres são vistas como objetos: de desejo, de poder, de dominação, tanto faz, mas nunca igualdade, humanas, dignas de respeito.

A culpa é da cultura do machismo.
Não é da minha roupa.
Não é do meu sorriso.
Não é da minha liberdade.

Eu estava vivendo.
Livre.
Feliz.
No meu direito.

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E isso JAMAIS SERÁ UM CONVITE.

Que este texto encontre quem viveu algo parecido e possa amenizar essa sensação. Você não está sozinha. E você não tem culpa.

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Pedalar pode dar dor na lombar?

O ciclismo, quando praticado de forma adequada, é uma atividade de baixo impacto e amplamente recomendada em programas de condicionamento físico e reabilitação.

No entanto, pode desencadear ou agravar dor na lombar em indivíduos predispostos, especialmente aqueles com hérnia de disco, degeneração discal, espondilolistese ou alterações posturais prévias.

A principal explicação está relacionada à postura mantida durante a atividade, que geralmente envolve flexão anterior sustentada do tronco associada à extensão cervical para manter o campo visual à frente.

O tempo prolongado na mesma posição, associado à fraqueza da musculatura estabilizadora do tronco e da musculatura escapular, favorece sobrecarga mecânica e dor, sendo que ajustes inadequados da bicicleta também exercem papel relevante nesse contexto.

A ergonomia da bicicleta é um dos principais fatores na prevenção de dor lombar e cervical. Para evitar dor na lombar durante o ciclismo, também é indispensável investir no fortalecimento do core, da musculatura glútea e no alongamento da cadeia posterior.

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De maneira geral, para indivíduos com desconforto lombar leve e sem patologia estrutural significativa, recomenda-se iniciar a prática com sessões de 20 a 30 minutos, duas a três vezes por semana, em intensidade leve a moderada, sempre observando a resposta do organismo nas 24 a 48 horas subsequentes.

Quando se preocupar com dor lombar após pedalar?

A dor na lombar após o ciclismo deve ser considerada preocupante quando vem acompanhada de sintomas como irradiação para membros inferiores, semelhante ao quadro de dor ciática, formigamento, perda de força, alterações de sensibilidade, dor progressiva e incapacitante, dor noturna persistente ou alterações urinárias e intestinais. Nesses casos, é imprescindível procurar atendimento médico.

Respondido por:

Daniel Oliveira, médico ortopedista mineiro especialista em coluna vertebral e sócio do NOT. Instagram: @danieloliveiracoluna

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Quais os benefícios de pedalar para a saúde física e mental?

 

 

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

5 alongamentos para quem trabalha muitas horas sentado

O hábito de ficar muitas horas sentado está entre os principais fatores de risco para muitos problemas de saúde. Muitas pessoas costumam passar grande parte do dia nessa posição, trabalhando em escritórios ou em casa, em frente ao computador.

Apesar de parecer inofensivo, permanecer sentado por longos períodos pode trazer uma série de impactos negativos ao corpo.

Além de favorecer o surgimento de incômodos como dores nas costas, formigamento nas pernas e rigidez muscular, a ciência mostra que a falta de movimento pode aumentar o risco de mortalidade precoce.

Um estudo da Universidade Médica de Taipei, em Taiwan, e divulgado na revista Jama Network Open apontou que permanecer a maior parte da jornada de trabalho sem se movimentar eleva em 16% as chances de sofrer uma morte prematura.

Um estilo de vida sedentário colabora para o desenvolvimento de condições mais preocupantes, entre elas, doenças cardiovasculares (infarto e AVC, por exemplo), diabetes tipo 2, trombose e até mesmo alguns tipos de câncer.

Nesse cenário, fica evidente a importância de praticar atividades físicas regularmente para preservar o bom funcionamento do organismo e o equilíbrio emocional.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos realizem pelo menos 150 a 300 minutos de exercícios de moderada intensidade por semana.

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Uma série de quatro artigos, publicados na revista científica The Lancet, sob liderança do pesquisador Pedro Curi Hallal, do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas, é possível diminuir o risco aumentado de morte associado a ficar sentado oito horas por dia realizando, pelo menos, uma hora de atividade física diária.

Alongamentos para quem trabalha muitas horas sentado

Os alongamentos são ótimas indicações para quem trabalha muitas horas sentado. Esses movimentos são fáceis e rápidos de fazer e podem ser incluídos naqueles momentos em que você tem um pausa ao longo do expediente.

Eles podem trazer vários benefícios para quem trabalha muitas horas sentado. Entre os principais efeitos são: alívio das tensões, melhora da concentração, estímulo da circulação sanguínea e aumento da mobilidade.

Mesmo podendo ser executados em poucos minutos, os alongamentos para quem trabalha muitas horas sentado são capazes de oferecer resultados significativos para a saúde e o bem-estar.

A seguir, Boa Forma separou cinco alongamentos para quem trabalha muitas horas sentado que podem fazer toda a diferença na rotina. Vem ver:

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1

Alongamento dos flexores do quadril

Ajuda a aliviar a tensão nos flexores do quadril, que podem ficar encurtados devido ao longo tempo sentado.

Como fazer: Em pé, apoie uma mão em algo fixo, flexione uma das pernas e, com a outra mão, segure o peito do pé e puxe até sentir a parte da frente da coxa alongada.

2

Alongamento dos músculos peitorais

Ajuda a reverter a postura inclinada para frente, conhecida como protusão dos ombros, frequentemente adotada ao trabalhar no computador, além de evitar tensão nos ombros e nas costas.

Como fazer: Fique em pé, entrelace os dedos atrás das costas e estenda os braços para trás, levantando o peito e abrindo os ombros. Em seguida, mantenha os dedos entrelaçados e estenda os cotovelos acima da cabeça.

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3

Alongamento dos músculos do pescoço

Alivia a tensão e o desconforto no pescoço e nos ombros, causados por longos períodos de trabalho na frente do computador.

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Como fazer: Em pé, com a coluna ereta, incline a cabeça para um lado, tentando encostar a orelha no ombro, mantendo os ombros relaxados.

4

Alongamento dos músculos das costas

Alivia a rigidez e a tensão nas costas, comuns após longos períodos de trabalho sentado.

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Como fazer: Sente-se na beira da cadeira com os pés no chão, incline o tronco para a frente e dirija as mãos em direção ao chão.

5

Alongamento dos isquiotibiais

Ajuda a alongar os músculos posteriores da coxa, que tendem a ficar encurtados quando estamos sentados por longos períodos.

Como fazer: Em pé, afaste e estenda uma perna, com o calcanhar no chão, incline-se para frente e para baixo, até sentir um alongamento na parte de trás da coxa.

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4 exercícios de alongamento para as pernas

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Como o Yoga traz benefícios para as articulações? Especialista responde

Manter as articulações saudáveis é um dos grandes desafios ao longo da vida. Com o passar do tempo, dores, rigidez e perda de amplitude de movimento tendem a surgir, muitas vezes associadas ao sedentarismo, ao excesso de impacto ou a padrões de movimento repetitivos.

Nesse cenário, o Yoga tem ganhado destaque como uma prática que vai além do condicionamento físico e atua diretamente na mobilidade articular.

De acordo com Ravi Kaiut, professor de Yoga e especialista no Método Kaiut Yoga, a proposta da prática é respeitar a individualidade do corpo de cada pessoa e também trabalhar a mobilidade de forma progressiva.

A mobilidade é a base de um corpo funcional e longevo. O Yoga atua diretamente nas articulações de maneira integrada, sem forçar limites e sem gerar desgaste, mas trazendo grandes benefícios mobiliares”, explica.

Como o Yoga atua nas articulações

Diferentemente de atividades de alto impacto, o Yoga estimula movimentos conscientes, com atenção à respiração e à postura. Essa combinação favorece o lubrificante natural das articulações, melhora a circulação local e reduz tensões musculares que limitam o movimento.

Benefícios para todas as idades

Um dos grandes diferenciais do Yoga voltado à mobilidade é a possibilidade de adaptação para diferentes faixas etárias e condições físicas. Pessoas mais jovens utilizam a prática como forma de prevenção, enquanto adultos e idosos encontram no Yoga uma ferramenta para aliviar dores e recuperar movimentos perdidos. Para Ravi Kaiut, falar em saúde articular é falar em qualidade de vida.

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Não adianta viver mais se o corpo não acompanha. A mobilidade permite autonomia, independência e bem-estar ao longo dos anos”, destaca.

E continua: “Por integrar corpo, mente e movimento, o Yoga é como uma prática acessível e eficaz para quem busca manter as articulações saudáveis e o corpo funcional. Mais do que flexibilidade, a proposta é promover uma mobilidade inteligente, que sustenta uma vida ativa e longeva.”.

Quer começar a praticar Yoga? Então veja 7 dicas importantes para seguir!

1

Encontre um lugar tranquilo

A prática é feita 100% no chão, então é preciso que seja um lugar plano e que você se sinta confortável para conseguir fazer as posturas de forma que não se machuque.

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2

Defina um horário

Não precisa praticar todos os dias no mesmo horário, porém, o ideal é incluir na sua rotina para que ele seja uma prática diária.

3

Alimentação leve antes da prática

Alguns movimentos de Yoga têm como base o estômago, então, o ideal é se alimentar com sucos ou alimentos leves antes da prática, para evitar refluxo durante o exercício.

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4

Acessórios essenciais

Você precisa apenas de um tapete de Yoga para realizar suas atividades. Verifique se ele é antiderrapante e se possui aderência com o seu corpo. Mas caso ainda não consiga adquirir seu tapete, um cobertor pode auxiliar em suas primeiras aulas. 

5

Vista roupas confortáveis

Assim como qualquer atividade que precise movimentar o corpo, a prática de Yoga também exige roupas leves e confortáveis, que não te atrapalhem na hora de realizar todas as posturas. 

6
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Fuja de Distrações 

Praticar Yoga significa que você terá um momento para você, de autoconhecimento. Por isso, quanto mais tranquilo e longe de barulhos for o local da prática, melhor para que você consiga se concentrar

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7

Aumente a intensidade aos poucos

Muitos professores de Yoga dão dicas de como iniciar a prática, com posturas mais simples. Aos poucos, você vai pegando o jeito e aumentando a intensidade dessas posturas. Pri Leite é praticante de Yoga há mais de uma década e é professora qualificada pela Aliança de Yoga Internacional com diversos cursos nos Estados Unidos e Índia em Bhakti, Vinyasa Flow, Hatha, Yin, Prenatal, entre outros. 

Ela possui diversos vídeos trazendo posturas para quem deseja praticar Yoga e como isso pode fazer bem para seu corpo e mente:

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Chips de Wrap com Patê de Ervas: aprenda a fazer esse snack leve e crocante

Procurando por um lanche da tarde prático e saudável? A sugestão é o chips de wrap crocante com patê de ervas, uma alternativa leve, saudável.

Rica em carboidratos complexos, gorduras boas e proteínas vegetais, a combinação une ingredientes simples e nutritivos, entre eles o grão-de-bico, com benefícios reais para a energia, a saciedade e o bem-estar.

Por que comer grão-de-bico

O grão-de-bico, uma leguminosa milenar, tem ganhado destaque cada vez maior na cena alimentar devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde. Além de ser uma fonte rica de nutrientes essenciais, esse alimento oferece vantagens significativas para uma dieta equilibrada e um estilo de vida saudável, de acordo com a engenheira de alimentos da Combrasil, Ana Rachel.

Diante disso, a profissional apontou quais são os aspectos positivos desse superalimento e como ele pode ser incorporado à rotina alimentar. Confira a seguir seis bons motivos para incluir o grão-de-bico na dieta.

1

Fonte de proteína vegetal de qualidade

O grão-de-bico é uma excelente fonte de proteína vegetal, tornando-se uma alternativa saudável às proteínas de origem animal. A proteína presente no grão-de-bico contém aminoácidos essenciais, contribuindo para a construção e reparação dos tecidos do corpo. Isso é especialmente importante para vegetarianos e veganos.

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2

Rica em fibras e digestão saudável

As fibras encontradas no grão-de-bico são benéficas para a saúde digestiva. Elas promovem o bom funcionamento intestinal, auxiliando na prevenção da constipação e na manutenção de uma microbiota intestinal saudável. Além disso, as fibras ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue e podem contribuir para a sensação de saciedade, auxiliando no controle de peso.

Alimentos que fazem bem para a mente

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3

Nutrientes essenciais

O grão-de-bico é uma excelente fonte de nutrientes essenciais, incluindo magnésio, ferro, zinco, ácido fólico e vitaminas do complexo B. O ferro, por exemplo, é fundamental para a produção de glóbulos vermelhos e transporte de oxigênio pelo corpo. O ácido fólico desempenha um papel crucial na saúde cardiovascular e na prevenção de defeitos no tubo neural durante a gravidez.

4

Gerenciamento do peso e diabetes

Devido ao seu alto teor de fibras e baixo índice glicêmico, o grão-de-bico pode contribuir para o controle dos níveis de açúcar no sangue, sendo uma opção favorável para pessoas com diabetes. Além disso, as fibras presentes nos grãos podem promover a sensação de saciedade, ajudando no controle do apetite e no gerenciamento do peso.

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5

Saúde cardíaca

As fibras, os antioxidantes e os nutrientes presentes nesse alimento podem ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (ruim) e melhorar os marcadores de saúde cardiovascular, reduzindo o risco de doenças cardíacas.

6

Versatilidade no prato

Pode ser usado em diversas preparações, como saladas, sopas, ensopados, hambúrgueres vegetarianos e até mesmo em sobremesas saudáveis, como brownies. Sua textura única e sabor suave o tornam um ingrediente adaptável a uma variedade de pratos.

Além de fáceis de fazer, são ideais para o lanche da tarde, para receber amigos ou para matar aquela vontade de algo crocante com mais consistência.

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Veja a receita de Chips de Wrap com Patê de Ervas

Ingredientes:

Para os Chips:

  • 1 Wrap Sem Glúten
  • 1 colher (chá) de azeite de oliva
  • 1 pitada de sal
  • Temperos a gosto (páprica, orégano, lemon pepper ou cúrcuma)
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Para a Patê de Ervas:

  • 1 xícara (chá) de grão-de-bico cozido (ou feijão branco)
  • 1 dente de alho pequeno
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • Suco de ½ limão
  • 2 colheres (sopa) de ervas frescas picadas (salsinha, cebolinha, manjericão e hortelã)
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 2 colheres (sopa) de água (para ajustar a textura)

Modo de preparo:

Para os Chips:

  • Pré-aqueça o forno a 180°C.
  • Corte o Wrap Sem Glúten em triângulos (como se fossem nachos).
  • Pincele com azeite e polvilhe os temperos escolhidos.
  • Disponha em uma assadeira e leve ao forno por cerca de 8 a 10 minutos, ou até ficarem crocantes e dourados.

Prepare o Patê:

  • No processador, adicione o grão-de-bico, alho, azeite, suco de limão, ervas e temperos.
  • Bata até formar uma pasta cremosa.
  • Se necessário, adicione um pouco de água para ajustar a textura.
  • Sirva os chips crocantes acompanhados do patê de ervas frescas.

Dica do Chefe: também dá para fazer na airfryer por 5 minutos, a 180°C.

Dica nutricional: ervas frescas como salsinha, manjericão e hortelã não servem apenas para aromatizar, elas são ricas em compostos antioxidantes, ajudam na digestão e fortalecem o sistema imunológico. Incluir ervas nas preparações é uma forma simples de aumentar o valor funcional do seu prato.

Tempo de preparo: 25min.

Fonte: Receitas Jasmine

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Corrida solta prótese ortopédica?

Partindo do pressuposto que uma prótese ortopédica bem realizada, com implantes de qualidade e técnica impecável, esteja presente no paciente, não há nenhuma evidência clínica robusta que demonstre que a corrida possa levar a soltura deste implante que está funcionando em perfeitas condições.

No entanto, se um paciente tem uma prótese que já apresenta sinais de falha precoce, seja pela causa que for, sim, a corrida pode trazer um risco maior de soltura da prótese, principalmente porque a prática envolve um impacto repetitivo.

Quais são os sinais de alerta de que uma prótese pode estar soltando?

Aqui é onde mora o maior perigo. No início do processo de soltura de uma prótese — cada vez mais raro graças à qualidade das cirurgias e dos implantes modernos —, os sinais costumam não ser perceptíveis clinicamente na maior parte dos casos.

Por isso a importância de um acompanhamento regular com um médico especialista, independentemente dos sintomas de todo paciente.

Geralmente, quando o paciente começa a apresentar sintomas, é porque o processo de soltura da prótese já está em um estágio muito mais avançado, muitas vezes, algo que poderia ser evitado se tivesse sido identificado precocemente.

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Os sinais de alerta incluem instabilidade, ou seja, sensação de frouxidão, dor local ou alterações inflamatórias, por exemplo, vermelhidão e aumento de volume.

Respondido por:

Dr. Inacio Ventura, ortopedista especialista em quadril e joelho. Instagram: @dr.inacioventura

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Treinar em jejum faz sentido? O que a ciência diz

Quem nunca ouviu falar que treinar em jejum emagrece mais? Muitas pessoas optam por essa estratégia com a intenção de potencializar a queima de gordura, porém a ciência mostra que a história não é tão simples assim.

Treinar em jejum é uma prática que tem seus riscos e que pode colocar a saúde em perigo. Entre os problemas que podem surgir devido a esse hábito estão queda de pressão, tontura, fraqueza, fadiga precoce e até mesmo desmaios.

A combinação entre treino em jejum pode não valer a pena e nem ser indicada para todo mundo. A seguir, veja o que dizem alguns estudos sobre a abordagem!

Treinar em jejum emagrece mais?

Uma pesquisa divulgada em 2016 no Journal of the International Society of Sports Nutrition apontou que treinar em jejum aumenta a oxidação de gordura, porém o efeito na perda de peso geral pode ser semelhante ao treinamento em estado alimentado quando o déficit calórico é controlado.

“Na literatura científica, não há evidências robustas que indiquem que treinar em jejum seja mais eficaz para a perda de gordura visceral ou subcutânea especificamente”, comenta Stefan Gleissner, personal trainer e coordenador de musculação na Bodytech Eldorado.

“A perda de gordura corporal total está mais ligada ao balanço energético geral do que ao estado alimentado ou de jejum durante a atividade física”, revela Gleissner.

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Diversos outros artigos sinalizam que o emagrecimento saudável e sustentável deve envolver fatores relacionados a um estilo de vida equilibrado, como a prática regular de atividades físicas, uma dieta balanceada e os cuidados com a saúde mental.

“O importante é entender que, se a pessoa vai emagrecer ou não, depende do contexto. Muito mais que o período em jejum, o momento alimentado deve ser estratégico”, destaca o o nutricionista Ney Felipe Fernandes, Mestre em Biologia Celular e Molecular pela UFPR.

Quais os riscos do treino em jejum?

Segundo Priscilla Martins, mestre em Endocrinologia pela UFRJ, existem casos nos quais o treino em jejum pode atrapalhar a hipertrofia dos músculos.

“A estratégia envolve a possibilidade de catabolismo muscular, quando o corpo, sem nutrientes suficientes, começa a usar a musculatura como fonte de energia”, explica Martins.

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Além disso, é importante destacar que treinar em jejum pode trazer impactos negativos ao desempenho físico, levando à fadiga precoce e a diminuição da resistência e da força. A longo prazo, isso pode comprometer significativamente os resultados.

Um estudo da Sports Medicine mostrou que o treinamento em jejum pode reduzir o desempenho em atividades de resistência e força, principalmente em exercícios com duração superior a 60 minutos.

É preciso ficar alerta ao apresentar sintomas como sensação de desmaio, hipoglicemia, perda de foco, náusea, irritabilidade e dores de cabeça.

Pessoas com hipoglicemia ou diabetes descontrolado, indivíduos com doenças crônicas ou histórico de distúrbios alimentares, grávidas, lactantes, atletas de alta performance e crianças fazem parte do grupo que deve evitar o treino em jejum.

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“Pessoas extremamente sedentárias e aquelas que esporadicamente realizam algum tipo de atividade física também devem ficar longe dessa prática”, completa Fernandes.

“O acompanhamento de um médico ou nutricionista é fundamental para garantir a segurança da abordagem. A palavra-chave é a individualização”, finaliza a endocrinologista Priscilla.

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Treinar em jejum emagrece mesmo? O que é mito e o que é verdade

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