quarta-feira, 9 de setembro de 2026

4 vantagens de incluir shakes proteicos na sua rotina de alimentação e treinos

Os shakes são bebidas funcionais que, normalmente, são feitas a base de ingredientes nutritivos, suplementos, frutas ou leite. E um dos seus objetivos é o de complementar a dieta, fornecer energia para os treinos ou até mesmo substituindo refeições, dependendo da sua rotina e da orientação de um profissional. 

Pensando nisso, Boa Forma conversou com Camila Dias, Head de Marketing da Black Skull, e Lucas Florêncio, especialista técnico da Smarti Fit, que listaram quatro vantagens de incluir shakes proteicos na sua rotina de alimentação e treinos:

1

Rápida Digestibilidade 

Após uma sessão intensa de treinamento resistido, ocorrem microlesões nas fibras musculares devido à alta tensão mecânica. Para iniciar o reparo tecidual, o corpo necessita de aminoácidos prontamente disponíveis na corrente sanguínea.

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Os shakes proteicos, especialmente os de soro do leite, possuem uma matriz líquida pré-digerida ou de fácil quebra no trato gastrointestinal.

Isso resulta em um rápido esvaziamento gástrico e uma rápida elevação da concentração de aminoácidos no sangue (hiperaminoacidemia transitória). Essa rápida cinética de absorção torna o shake superior a fontes de proteínas sólidas (como carnes) no período imediatamente pós-treino, quando o objetivo é reverter rapidamente o estado de catabolismo para anabolismo.

2

Otimização da Síntese Proteica Muscular através da Leucina

Os shakes de proteína de alto valor biológico fornecem um perfil completo de Aminoácidos Essenciais (EAA), que são aqueles que o corpo humano não consegue produzir.

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Dentre eles, a Leucina ganha destaque. A literatura científica demonstra que a leucina atua como um “gatilho” direto para a ativação da via mTORC1, o principal complexo enzimático intracelular responsável por sinalizar e iniciar a síntese de novas proteínas musculares.

Ao consumir um shake com quantidade adequada de proteína (geralmente entre 20g a 40g, fornecendo cerca de 2g a 3g de leucina), garante-se a ativação máxima dessa via, maximizando a hipertrofia e a recuperação do sarcômero para a próxima sessão de treino.

Proteína pós-treino: é preciso consumir logo após a musculação?

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3

Recuperação muscular

A suplementação proteica auxilia na recuperação das fibras musculares após a atividade física, reduzindo as dores tardias e favorecendo um bom desempenho no próximo treino.

4

Manutenção e ganho muscular

Um bom suplemento proteico como o 100%HD fornece aminoácidos necessários para a manutenção muscular e firmeza da pele, ideal para quem quer perder peso de forma sustentável e estética. Além disso, também estimula a síntese de proteínas na construção muscular, sendo ideal para dietas de hipertrofia e ganho muscular. 

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Receita de Shake proteico de açaí: cuide da saúde!

Ingredientes

  • 200 ml de água
  • 100 g de açaí congelado
  • 2 colheres (sopa) de pasta de amendoim
  • 1 colher (scoop) de Whey Protein sem sabor
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Modo de preparo

  1. Em um liquidificador, coloque a água, o açaí, a pasta de amendoim e o Whey Protein.
  2. Bata todos os ingredientes até obter uma mistura homogênea.
  3. Caso queira consumir a bebida bem gelada, adicione também algumas pedras de gelo no liquidificador.

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source https://boaforma.abril.com.br/alimentacao/vantagens-incluir-shakes-proteicos-alimentacao-treinos/

Por que a massa muscular é importante para o emagrecimento?

A massa muscular é um tecido metabolicamente ativo e exerce um papel muito maior do que simplesmente dar força ou definir o corpo, colaborando positivamente para a jornada de perda de peso.

O músculo participa de maneira importante do metabolismo da glicose, da sensibilidade à insulina, da mobilidade e também do gasto energético do organismo.

A quantidade de massa muscular é um dos fatores que influenciam o nosso metabolismo: quanto mais massa muscular conseguimos preservar, maior tende a ser o gasto energético associado a esse tecido.

É justamente por isso que o treino de força é tão importante durante o emagrecimento. Ele ajuda a preservar uma boa musculatura e, consequentemente, contribui para evitar uma queda mais acentuada do gasto energético à medida que o peso diminui. Isso favorece não apenas o processo de emagrecimento, mas também a manutenção dos resultados no longo prazo.

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Existe uma diferença importante entre “perder peso” e “perder gordura”: uma pessoa pode eliminar muitos quilos na balança, mas, se uma parcela relevante dessa redução vier de massa muscular, o resultado metabólico e funcional pode não ser o desejado.

Por isso, buscamos uma redução de peso com melhora da composição corporal. Alimentação adequada, ingestão individualizada de proteínas e treinamento de força são pilares importantes para que o organismo preserve a musculatura enquanto reduz predominantemente o excesso de gordura.

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Respondido por:

Eliana Teixeira, pós-graduada em Endocrinologia e Nutrologia e especialista em emagrecimento. Instagram: @draelianateixeira

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Esteira faz perder músculo?

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source https://boaforma.abril.com.br/coluna/boa-forma-responde/massa-muscular-emagrecimento-importancia/

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Como saber se a amplitude do exercício está adequada

Durante a realização de um exercício físico, há alguns detalhes que devem receber bastante atenção, e um deles é a amplitude do movimento. Esse fator influencia diretamente a maneira como as articulações e os músculos são exigidos, e ficar de olho nele contribui não só para a conquista de bons resultados, mas também para a segurança ao longo da atividade.

Uma meta-análise conduzida pelo autor Brad Schoenfeld, formado pela Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, mostrou que, para o ganho de massa muscular nos membros inferiores, a amplitude de movimento completa é superior a parcial.

A amplitude completa desempenha um papel fundamental na promoção de hipertrofia. No entanto, também está associada a outros pontos importantes, como preservação da integridade articular, desenvolvimento de mais flexibilidade e coordenação motora e prevenção de lesões.

“Primeiro vem a técnica e a amplitude segura, depois a progressão da carga. Essa combinação é o que garante mais fibras sendo ativadas, mais tempo sob tensão e, consequentemente, melhores efeitos de ganho de massa muscular”, destaca Aline Becker, personal trainer, nutricionista e colunista de Boa Forma.

Qual é a amplitude ideal no exercício?

Quando se trata de amplitude ideal, é indispensável ressaltar que ela recebe influência de uma série de aspectos, entre eles, anatomia, objetivos do treino, nível de experiência, mobilidade e capacidade de manter o controle e a técnica correta. Ou seja, não dá para determinar uma amplitude “universal”, que seja adequada para todas as pessoas e exercícios.

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Como saber se a amplitude do exercício está adequada?

Existem alguns sinais que o próprio corpo pode emitir durante a execução que podem indicar que a amplitude do exercício está adequada. Quer conhecer os principais? Continue a leitura e veja a lista abaixo!

1. Não há dores articulares, apenas fadiga muscular esperada

Quando você está fazendo um exercício com uma boa amplitude, pode perceber que não surgem dores articulares ao longo da atividade, mas sim a fadiga muscular esperada.

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Incômodos, fisgadas ou pontadas nos joelhos, nos cotovelos ou em outras articulações durante o exercício podem significar que você está indo além do que seu corpo realmente consegue suportar ou que há algum problema relacionado à execução do movimento.

2. Você consegue conservar a técnica correta do início ao fim

Cuidado: não é recomendado dar “tudo de si” para alcançar uma amplitude máxima e acabar comprometendo a técnica correta do exercício. A execução apropriada é um pilar crucial para a segurança e a ativação muscular adequada durante a atividade.

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No agachamento, por exemplo, você não deve inclinar o tronco excessivamente, perder o alinhamento dos joelhos ou tirar os pés da posição para conseguir descer mais. Ou seja, o recomendado é explorar uma amplitude confortável sem perder o controle do exercício.

“Não é sobre escolher carga ou amplitude, mas sim equilibrar: usar uma carga que permita amplitude eficiente e técnica boa. Essa é a ‘zona de ouro’ para crescer com qualidade”, ressalta.

3. O músculo-alvo do exercício é bem estimulado

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Uma amplitude favorável ajuda a garantir que o músculo-alvo do exercício seja bem recrutado, sem acionar outras estruturas para compensar a falta de mobilidade ao longo da prática.

4.  Dá para manter o controle do movimento e a postura firme

Se, durante a execução do exercício, você consegue manter o controle do movimento e a postura firme — tanto na fase concêntrica quanto na excêntrica —, isso pode sugerir que a amplitude está ideal para o seu caso em específico.

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“Amplitude boa não significa ir além do que sua mobilidade permite significa ir até onde você consegue manter controle e ativação muscular, sem dor e sem compensar. Esse cuidado no treino faz toda diferença para quem quer crescer com segurança e constância”, conclui Becker.

Como aumentar a carga no agachamento com segurança?

 

 

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/amplitude-exercicio-adequada/

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