sábado, 19 de setembro de 2026

Esteira é bom para que?

A caminhada e a corrida na esteira são excelentes ferramentas para desenvolver e manter o condicionamento cardiorrespiratório. A prática regular contribui para melhorar a capacidade do coração e dos pulmões de sustentar o esforço, além de favorecer o controle da pressão arterial, da glicemia e do peso corporal.

Um ponto muito interessante da esteira é a possibilidade de controlar a intensidade com bastante precisão. Podemos trabalhar velocidade, inclinação e duração de acordo com o objetivo e o nível de condicionamento de cada pessoa.

Para quem está começando, por exemplo, uma caminhada bem estruturada já pode gerar benefícios importantes. Não é necessário correr para ter um treino eficiente.

Quais os principais cuidados ao usar esteira?

O principal cuidado é respeitar a progressão. Um erro bastante comum é querer aumentar velocidade, inclinação e duração ao mesmo tempo, principalmente quando a pessoa está motivada no início de um programa. O organismo precisa de tempo para se adaptar ao aumento da carga.

Também é fundamental utilizar um calçado adequado, conhecer o sistema de segurança da esteira e evitar distrações que comprometam a atenção durante o exercício. O aquecimento é importante, especialmente antes de treinos mais intensos, assim como uma redução gradual da intensidade ao final.

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E existe um ponto que considero fundamental: dor não deve ser tratada como sinônimo de treino eficiente. Cansaço e esforço fazem parte do processo; dor, tontura, mal-estar ou falta de ar desproporcional ao exercício são sinais que precisam ser observados. Se houver sintomas importantes ou persistentes, o exercício deve ser interrompido e a pessoa deve buscar orientação profissional.

No início, o objetivo não deve ser descobrir o quanto a pessoa consegue suportar, mas construir uma base para que ela consiga treinar bem, com segurança e consistência, preferencialmente com orientação de um profissional de Educação Física. É essa continuidade que, de fato, produz resultados.

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Respondido por:

Luciana Marinho, professora de edução física e gerente de implantação da rede de academias Contorno do Corpo

4 exercícios de cardio para fazer em casa

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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Qual exercício de musculação quem tem hérnia de disco não pode fazer?

A hérnia de disco é uma condição que ocorre quando o núcleo pulposo de um disco intervertebral extravasa através de uma fissura no anel fibroso que o envolve. O manejo do problema inclui acompanhamento médico e uma série de cuidados, que englobam questões associadas ao estilo de vida.

Um dos pontos que merecem atenção nesses casos é a atividade física regular — que precisa ser ajustada conforme a fase da lesão, gravidade dos sintomas, tolerância individual e orientação profissional.

Quem apresenta o diagnóstico de hérnia de disco pode apostar nos treinos de força — sempre com liberação de especialistas e respeitando os próprios limites. Quando realizada de maneira apropriada, a modalidade pode contribuir positivamente para o tratamento, auxiliando na hipertrofia da musculatura estabilizadora da coluna, na nutrição dos discos intervertebrais e na prevenção de complicações.

Qual exercício de musculação quem tem hérnia de disco não pode fazer?

Diante de uma hérnia de disco, é ainda mais importante redobrar a cautela em relação ao tipo, à intensidade à frequência do exercício realizado. As práticas que exigem carga axial elevada, flexão repetida ou rotação brusca da coluna costumam não ser uma boa ideia e tendem a precisar de modificações significativas para se tornarem mais seguras nessas situações.

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O ortopedista Daniel Oliveira, especializado em coluna vertebral e diretor do Núcleo de Ortopedia e Traumatologia (NOT) de Belo Horizonte, revela exemplos de exercícios que podem não ser opções interessantes para pessoas com hérnia de disco:

  • agachamento com barra nas costas, por causar compressão direta das vértebras;
  • stiff, por concentrar tensão nas vértebras e forçar a musculatura da lombar;
  • glúteo em quatro apoios, por também gerar sobrecarga na coluna;
  • levantamento terra e remada curvada, devido à compressão das vértebras.
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Quais movimentos podem ser recomendados?

De acordo com o médico, exercícios de fortalecimento de core, como prancha abdominal, prancha lateral e ponte, e movimentos que trabalhem os glúteos podem ser práticas interessantes para casos de hérnia de disco. “Vale destacar que eles devem sempre estar com carga moderada para não provocar sobrecarga da coluna vertebral“, enfatiza Oliveira.

Modalidades aeróbicas, entre elas, caminhada, natação e ciclismo, também podem ser aconselhadas tanto para tratar quanto para prevenir hérnia de disco.

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“É muito importante a avaliação médica para saber o estado de saúde do paciente para que as atividades físicas sejam consideradas seguras e eficazes. No caso de hérnia de disco mais grave, talvez seja crucial o paciente tratá-la antes de começar qualquer modalidade”, conclui o ortopedista..

Quem tem hérnia de disco pode pedalar?

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Ana Castela mostra força na barra fixa durante treino de costas

Entre shows e compromissos, Ana Castela não deixa de lado seus treinos de musculação. A cantora voltou à rotina de exercícios após sua participação na festa de Peão de Barretos e vem também chamando a atenção pela mudança no seu corpo com a dedicação aos treinos.

Dessa vez, Ana mostrou um pouco de seu treino de costas na academia, fazendo execuções na remada baixa e também agilidade na barra fixa, mostrando que os treinos de braço também estão dando resultados!

Veja o treino de costas de Ana Castela:

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6 dicas essenciais para iniciantes dominarem a barra fixa

1. Use elásticos de apoio

O elástico é um dos melhores aliados para começar. Preso à barra e apoiado nos pés ou joelhos, ele reduz parte do peso corporal, permitindo que você realize o movimento completo sem sobrecarregar. Isso ajuda a aprender a técnica certa e a se adaptar à amplitude do exercício. A personal trainer Cau Saad  explicou:“mesmo quem ainda não consegue realizá-lo de forma completa pode alcançar benefícios bem semelhantes com algumas adaptações”.

2. Treine a fase excêntrica

Mesmo que a subida seja difícil, a descida controlada já traz resultados. Apoie-se em um banco ou peça ajuda para chegar até a posição final da barra e, então, desça devagar, mantendo a contração muscular. Essa prática aumenta a força dos músculos envolvidos e prepara o corpo para o movimento completo. Um estudo publicado no Journal of Strength and Conditioning Research mostrou que programas focados na fase excêntrica aumentaram significativamente o desempenho em barra fixa após 12 semanas, reforçando que é um método eficaz para iniciantes.

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3. Fortaleça os músculos de suporte

A barra fixa não trabalha só braços: dorsais, ombros e abdômen são essenciais para sustentar o corpo. Incluir exercícios de fortalecimento, como remada curvada, puxada na polia alta, prancha e até a elevação de pernas, acelera o progresso. Cau Saad lembra que exercícios alternativos fora da barra são fundamentais porque melhoram a postura e a estabilidade, dando a base para que o iniciante consiga evoluir sem compensações.

4. Varie as pegadas

A pegada muda completamente a dificuldade. Para quem está começando, a supinada (palmas voltadas para você) costuma ser mais acessível porque recruta mais os bíceps. Já a pronada (palmas para frente) exige mais força das costas. Há ainda a pegada neutra, que coloca menos pressão nos ombros e pode ser uma boa alternativa. Alternar as pegadas ao longo do treino ajuda a trabalhar diferentes grupos musculares e evita estagnação.

5. Progrida de forma estruturada

A evolução na barra fixa deve ser feita em etapas. Primeiro, pratique a isometria, sustente-se na posição final por alguns segundos. Depois, avance para as repetições assistidas com elástico, até conseguir realizar movimentos parciais (subindo apenas parte do caminho). Aos poucos, a força aumenta e a repetição completa acontece naturalmente. Essa progressão estruturada reduz o risco de lesão e torna o treino mais motivador, já que cada etapa vencida representa uma conquista real.

6. Tenha consistência e paciência

A barra fixa não se domina em uma semana. O ideal é treinar de 2 a 3 vezes por semana, sempre respeitando os intervalos de descanso para recuperação muscular. É importante celebrar pequenas vitórias, como sustentar-se por mais tempo ou completar a primeira repetição sozinha. Como lembra Cau Saad, “com adaptação e persistência, todo mundo pode chegar lá”.

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A barra fixa exige dedicação, mas recompensa com ganhos expressivos em força, postura e confiança. Seguindo progressões inteligentes, fortalecendo os músculos de suporte e respeitando o tempo do corpo, qualquer iniciante pode transformar esse desafio em parte da rotina de treinos.

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Chás emagrecedores funcionam? Saiba quais os riscos do consumo sem orientação

Muito se fala nas redes sociais sobre o consumo de chás para emagrecer. Mas, será que essas bebidas realmente ajudam a perder peso? Embora alguns ingredientes possam ter efeitos sobre o organismo, especialistas alertam que nenhum chá é capaz de promover emagrecimento de forma isolada e que o consumo sem orientação pode trazer riscos à saúde.

O principal problema está na associação entre a perda momentânea de líquidos e a redução efetiva de gordura corporal. Chás com efeito diurético, por exemplo, podem aumentar a eliminação de água pela urina, causando uma redução temporária no peso mostrado pela balança. Isso, no entanto, não significa que houve emagrecimento.

“É importante diferenciar perda de peso de perda de gordura. Quando uma pessoa consome substâncias com efeito diurético ou laxativo, pode perceber uma redução momentânea no peso, mas isso não significa que o organismo eliminou gordura. O emagrecimento saudável acontece por meio de mudanças sustentáveis e não por soluções rápidas”, explica Maria Simões, endocrinologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

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Afinal, os chás ajudam a emagrecer?

Alguns chás possuem compostos que podem contribuir para o funcionamento do organismo e fazer parte de uma alimentação equilibrada, no entanto, o efeito isolado da bebida sobre a perda de peso é limitado e não substitui hábitos como alimentação adequada, prática de atividade física e acompanhamento profissional.

O problema surge quando o chá passa a ser encarado como uma fórmula de emagrecimento ou utilizado em excesso na tentativa de acelerar os resultados.

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Chá de dente-de-leão emagrece?

“Não existe um alimento ou bebida capaz de, sozinho, provocar uma perda de peso significativa. O chá pode fazer parte da rotina de uma pessoa, mas não deve ser tratado como um medicamento para emagrecer. Quando existe excesso de peso, é preciso entender as causas e avaliar cada caso de forma individual”, afirma a endocrinologista.

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Atenção aos chás com efeito diurético e laxativo

Entre os produtos mais procurados estão os chamados chás “detox” ou “seca barriga”, muitas vezes compostos por uma mistura de diferentes ervas. Alguns podem ter efeito diurético, enquanto outros estimulam o funcionamento do intestino.

Apesar de serem frequentemente apresentados como naturais, isso não significa que possam ser consumidos sem cuidado. O uso excessivo pode provocar desidratação, alterações no funcionamento do intestino e outros desequilíbrios no organismo.

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Outro risco é o consumo de produtos cuja composição não é completamente conhecida. Misturas vendidas com promessas de emagrecimento rápido podem reunir diferentes substâncias e ervas, aumentando a dificuldade de prever seus efeitos.

“Natural não é sinônimo de inofensivo. Muitas substâncias de origem vegetal possuem efeitos no organismo e podem interagir com medicamentos ou piorar determinadas condições de saúde. Por isso, principalmente quando há consumo frequente ou em grandes quantidades, é importante buscar orientação”, alerta.

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Promessas de emagrecimento rápido. Será?

O emagrecimento rápido costuma ser um dos principais argumentos utilizados para estimular o consumo de chás e suplementos, mas mudanças bruscas no peso nem sempre representam uma redução saudável da gordura corporal.

Além disso, apostar constantemente em soluções rápidas pode criar uma relação frustrante com o processo de emagrecimento. A pessoa perde peso momentaneamente, retoma os antigos hábitos e volta a ganhar os quilos perdidos.

“O emagrecimento precisa ser sustentável. Mais importante do que perder peso rapidamente é conseguir manter hábitos que façam sentido para aquela pessoa no longo prazo. Dietas extremamente restritivas e produtos que prometem resultados milagrosos geralmente não resolvem a causa do problema”, explica a especialista.

Cuidados na hora de ingerir chás

Pessoas que utilizam medicamentos de forma contínua, têm doenças crônicas ou apresentam alterações no funcionamento dos rins, fígado ou intestino devem redobrar a atenção antes de incluir chás e compostos naturais na rotina.

Gestantes e lactantes também não devem consumir preparações com ervas sem orientação profissional. Mesmo bebidas populares podem apresentar contraindicações dependendo da quantidade e da condição de saúde de cada pessoa.

O mesmo vale para quem substitui refeições por chás na tentativa de reduzir rapidamente a ingestão de calorias. Além de não ser uma estratégia sustentável, essa prática pode prejudicar a alimentação e aumentar o risco de deficiências nutricionais.

5 mitos e verdades sobre chá e emagrecimento que você precisa saber

Então, é preciso abandonar os chás?

Não. Para a endocrinologista, os chás podem fazer parte de uma rotina equilibrada, desde que sejam consumidos com bom senso e sem expectativas irreais.

Uma xícara de chá pode ser uma alternativa para diversificar a ingestão de líquidos ou complementar momentos da alimentação. O problema começa quando a bebida é utilizada como substituta de refeições ou como principal estratégia para perder peso.

“Não precisamos transformar o chá em vilão, mas também não podemos atribuir a ele um efeito que não possui. O emagrecimento é resultado de um conjunto de fatores e deve considerar alimentação, atividade física, sono, rotina e as particularidades de cada organismo. Quando existe dificuldade para perder peso, o mais seguro é procurar um profissional para entender o que está acontecendo e definir a melhor estratégia”, conclui a médica.

 

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Remada curvada serve para qual músculo?

A remada curvada é um exercício bastante completo para a musculatura das costas. Os principais músculos envolvidos são o latíssimo do dorso, trapézio, romboides e deltoide posterior, com participação importante do bíceps e de outros flexores do cotovelo.

O latíssimo do dorso participa principalmente levando o braço para trás e aproximando-o do tronco. Os romboides e as porções média e inferior do trapézio ajudam no controle e na retração das escápulas, enquanto o deltoide posterior auxilia na extensão do ombro.

Além disso, existe um trabalho que muitas vezes passa despercebido: core, eretores da coluna e glúteos trabalham de forma isométrica para estabilizar o tronco durante o exercício.

Ou seja, eles não são o alvo principal da remada, mas são fundamentais para que o movimento aconteça com segurança e eficiência.

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Benefícios da remada curvada além da estética

Além da estética e do ganho de massa muscular, a remada curvada fortalece músculos fundamentais para puxar, carregar e estabilizar objetos no dia a dia.

Ela também contribui para a força e o controle da cintura escapular e melhora a capacidade de manter o tronco estável sob carga. Isso é especialmente interessante porque muitas pessoas passam várias horas do dia sentadas, dirigindo ou usando celular e computador.

Costumo dizer aos meus alunos que não treinamos as costas apenas para construir costas bonitas; treinamos para ter um corpo forte e funcional para a vida.

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É importante, porém, não vender a remada como um exercício que sozinho “corrige a postura”. Uma boa postura depende de vários fatores, mas fortalecer costas, ombros e musculatura estabilizadora pode contribuir para uma melhor capacidade de sustentar e controlar diferentes posições.

Respondido por:

Carol Macedo, personal trainer. Instagram: @carolmacedotrainer

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6 exercícios para incluir na sua rotina de treinos

 

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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Faço uso de caneta emagrecedora; preciso suplementar alguma vitamina?

Durante o uso de canetas emagrecedoras — tratamentos que são baseados em substâncias análogas ao hormônio GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon), como semaglutida, liraglutida e tirzepatida —, é preciso redobrar a atenção em relação à dieta.

Esses medicamentos injetáveis, por atuarem no controle do apetite e no retardo do esvaziamento gástrico, podem fazer com que a pessoa coma menos, o que pode comprometer a ingestão adequada de nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Um estudo retrospectivo acompanhou 461,382 adultos que começaram o tratamento com as canetas emagrecedoras. Quase 13% deles apresentaram algum diagnóstico de deficiência nutricional nos primeiros seis meses de tratamento, percentual que chegou a 22,4% nos primeiros 12 meses.  A vitamina D foi a deficiência mais frequentemente identificada, presente em 7,5% dos pacientes aos seis meses e em 13,6% aos 12 meses.

Uma outra pesquisa, divulgada em 2025, avaliou a dieta de usuários de agonistas de GLP-1 por meio de registros de três dias e encontrou ingestão média de 863 mg/dia de cálcio, 266 mg/dia de magnésio e 12,1 mg/dia de ferro, valores abaixo das referências consideradas no trabalho.

Vale mencionar que a anemia associada à falta de ferro também aparece entre as complicações comuns entre pessoas que utilizam essas medicações, principalmente devido à uma alimentação que não fornece as quantidades ideais desse mineral.

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Análises de ingestão alimentar podem detectar consumo abaixo das recomendações, mas não diagnosticam, por si só, uma deficiência nutricional.

“Quando mantida ao longo do tempo, uma ingestão insuficiente pode aumentar o risco de depleção dos estoques corporais e, dependendo do nutriente e de fatores individuais, contribuir para o desenvolvimento de deficiência”, explica Adriana Stravro, nutricionista especialista em Medicina do Estilo de Vida pela Harvard.

Faço uso de caneta emagrecedora; preciso suplementar alguma vitamina?

Nesse contexto, uma das principais dúvidas que podem surgir é: quem usa caneta emagrecedora, então, precisa suplementar vitamina? A verdade é que não existe uma resposta única — e a suplementação não deve ser automática só porque o indivíduo iniciou o tratamento.

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Ou seja, o fato de você estar usando caneta emagrecedora não significa, obrigatoriamente, que você deve passar a tomar algum polivitamínico e repor minerais e outros nutrientes por conta própria.

Os estudos sugerem que quem utiliza esses medicamentos pode apresentar um risco maior de desenvolver deficiência nutricional — o que não quer dizer, porém, que isso vá acontecer com todo mundo que faz o tratamento.

O acompanhamento profissional no tratamento é indispensável para avaliar a eventual indicação de suplementar vitaminas e minerais ao longo do uso de canetas emagrecedoras.

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A questão do consumo correto de nutrientes durante a utilização de canetas emagrecedoras recebe influência de fatores como a quantidade e a qualidade dos alimentos consumidos, as necessidades individuais, a duração do tratamento, a rotina e a presença de outras condições de saúde.

“Uma das principais preocupações é garantir que, mesmo comendo menos, a pessoa continue recebendo proteínas, fibras, vitaminas, minerais e líquidos em quantidade adequada. A estratégia não deve ser simplesmente reduzir o prato, mas tornar as refeições menores mais nutritivas”, afirma Vanessa Rocha, nutricionista do Mundo Verde..

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O que o uso indiscriminado de canetas emagrecedoras pode causar?

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Anvisa manda recolher e proíbe venda de bebida proteicas NotShake Protein, da NotCo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na última quarta (16), o recolhimento e a proibição da venda das bebidas proteicas NotShake Protein, da NotCo. A medida, publicada no Diário Oficial da União, vale para lotes dos sabores chocolate, tâmara, baunilha com coco e café caramelo.

Segundo a Anvisa, o motivo do recolhimento e proibição da venda foi devido a uma série de irregularidades apresentadas pelos produtos, entre elas, o uso de suco concentrado de repolho sem a demonstração dos requisitos de segurança que são aplicados em suplementos alimentares.

Além disso, de acordo com a nota do Diário da União, outro motivo que levou a determinação foi a “a recategorização inadequada dos produtos como alimentos à base de proteínas vegetais, apesar de sua finalidade de aporte de proteínas, vitaminas, minerais e fibra,  a ausência de notificação dos produtos junto à Anvisa como suplementos alimentares após o encerramento”

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A nota também destaca “a insuficiência dos estudos apresentados para demonstrar a manutenção das características dos produtos durante todo o prazo de validade e a inadequação da alegação “zero lactose””.

NotCo não foi notificada

A NotCo divulgou uma nota em seu perfil no Instagram, afirmando que notificada pela Anvisa sobre o recolhimento do produto, mas a empresa já está trabalhando internamente para entender o ocorrido e colaborar com as investigações.

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A nota ainda afirmava que “a companhia reafirma seu compromisso inegociável com a qualidade, a segurança alimentar, o controle de qualidade e com o cumprimento da legislação em todas as etapas de sua cadeia produtiva”.

Veja o post abaixo:

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4 vantagens de incluir shakes proteicos na sua rotina de alimentação e treinos

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10 dúvidas sobre eletrólitos para quem pratica corrida

A hidratação é um ponto muito importante para quem pratica atividade física, independente da modalidade escolhida. Beber água ou eletrólitos para repor os sais é essencial para o corpo, seja antes, durante ou depois de uma prova. Mas, existem diversas dúvidas entre corredores a respeito de eletrólitos principalmente. Quanto tomar? Em que momento da prova ou do treino? Preciso consumir sempre?

Pensando nisso, conversei com a nutricionista pela FSP/USP  e especialista em Fisiologia do exercício pela Unifesp, parceira de Liquid I.V. no Brasil, Samantha Macedo, que esclareceu algumas dúvidas sobre o tema. 

10 dúvidas sobre eletrólitos para quem pratica corrida

1

Como se preparar para a corrida nos dias que antecedem a prova, principalmente no quesito hidratação? Eletrólitos também podem ser consumidos no pré-prova?

Nos dias que antecedem a corrida, o mais importante é manter uma hidratação consistente ao longo do dia, sem esperar chegar à prova para compensar uma eventual baixa ingestão de líquidos. O ideal é manter o organismo adequadamente hidratado, levando em consideração também fatores como temperatura, rotina e nível de atividade física.

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Os eletrólitos, especialmente o sódio, também podem fazer parte da estratégia de hidratação pré-prova, principalmente em corridas mais longas, em condições de calor ou para pessoas que apresentam perdas de suor mais elevadas. No entanto, não é necessário fazer uma “carga” de eletrólitos indiscriminadamente: é importante estar atento à intensidade do treino e os seus hábitos de hidratação prévios. 

2

Existe algum cuidado específico com a ingestão de líquidos na véspera da corrida? Beber água em excesso pode ser prejudicial?

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Sim. Na véspera, o objetivo é chegar à prova bem hidratado, e não hiper-hidratado. Beber água em excesso em um curto período não traz necessariamente benefícios e, em situações extremas, pode diluir a concentração de sódio no sangue, levando à hiponatremia associada ao exercício. Por isso, o ideal é distribuir a ingestão de líquidos ao longo do dia e prestar atenção aos sinais do próprio organismo, sem estabelecer como meta simplesmente consumir o maior volume possível de água.

3

A estratégia de hidratação precisa mudar de acordo com a distância da prova, como 5 km, 10 km, meia maratona e maratona?

Sim. A estratégia de hidratação é individualizada e leva em consideração à distância percorrida, o tempo de prova e o estado de hidratação e preparo físico do atleta. Todos esses fatores variam muito e influenciam na recomendação da quantidade de água e eletrólitos e consequentemente na performance durante a prova. 

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4

Durante a corrida, como o atleta pode saber quanto precisa beber? Estar com sede significa que pode estar desidratado?

A sede é um dos sinais que ajudam a orientar a ingestão de líquidos, mas não precisa ser o único parâmetro utilizado, especialmente em provas longas. O atleta pode conhecer melhor sua necessidade de hidratação observando seu histórico de suor e como o organismo responde em diferentes condições de exercício.

Eletrólitos: por que esse intratreino é tão importante na corrida?

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Sentir sede pode indicar que já existe algum grau de déficit de líquidos, mas isso não significa que todo episódio de sede represente uma desidratação importante. O objetivo durante a prova também não deve ser necessariamente repor 100% de todo o líquido perdido pelo suor, mas evitar tanto uma perda excessiva quanto o consumo exagerado de líquidos.

5

Beber água demais durante a corrida pode trazer riscos? E quando há o consumo de eletrólitos, há também algum risco se consumido muito ou pouco?

Sim. Ingerir água em excesso durante corridas principalmente em provas mais longas pode causar hiponatremia associada ao exercício. Do lado dos eletrólitos, o risco existe nas duas direções. Pouco sódio durante exercício prolongado com muito suor contribui diretamente para o quadro de hiponatremia associada ao exercício descrito acima. Por isso o ideal é hidratar com água e eletrólitos. 

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O excesso do consumo de sódio pode levar a hipernatremia, mas isso é bem mais raro em corredores do que a hiponatremia, normalmente consome-se água em excesso e não eletrólitos.

6

Temperatura, umidade, duração e intensidade da corrida alteram a quantidade de líquidos que o corredor deve ingerir?

Sim. Todas essas variáveis influenciam na quantidade de líquidos a ser ingerida. De acordo com as diretrizes de referência do American College of Sports Medicine, não é recomendado um volume fixo por hora e sim ajuste individual pela taxa de sudorese, que por sua vez é afetada pela temperatura, umidade, duração e intensidade da corrida, dentre outros fatores.

7

Por que a reposição de eletrólitos, como sódio, potássio e magnésio, pode ser importante depois da corrida?

Os eletrólitos participam de funções essenciais para o organismo, incluindo o equilíbrio de líquidos e o funcionamento dos músculos e do sistema nervoso. Durante o exercício, principalmente quando há bastante transpiração, ocorre perda de eletrólitos pelo suor.

O sódio merece atenção especial, porque é o principal eletrólito perdido no suor. Depois de uma corrida longa e com bastante transpiração, uma bebida com eletrólitos pode ser uma maneira prática de complementar a reposição de líquidos e minerais. Produtos de hidratação com eletrólitos podem entrar neste momento como parte da recuperação, junto com água e alimentação adequada.

8

Todo corredor precisa repor eletrólitos após o exercício ou isso depende da duração e da intensidade da atividade?

A necessidade de reposição depende principalmente da duração e intensidade do exercício, da quantidade de suor produzido, das condições ambientais e da alimentação e hidratação realizadas ao longo do período.

Em atividades curtas e de menor intensidade, uma alimentação equilibrada e a ingestão habitual de líquidos geralmente são suficientes. Já após exercícios prolongados, intensos ou realizados em condições de muito calor, uma bebida com eletrólitos pode ser uma alternativa prática para complementar a recuperação.

9

Depois da corrida, qual é a melhor estratégia para recuperar os líquidos e eletrólitos perdidos?

A recuperação deve começar pela reposição gradual dos líquidos perdidos, associada à alimentação e, quando necessário, a bebidas que também fornecem eletrólitos. Após uma atividade longa, especialmente com bastante suor, simplesmente beber água pode não ser a estratégia mais completa. 

Uma opção prática é combinar água com uma bebida de reposição de eletrólitos e uma refeição ou lanche que fornece carboidratos, proteínas e minerais. A ideia é olhar para a recuperação como um conjunto, e não depender exclusivamente de uma bebida.

10

Apenas beber água depois de uma corrida longa é suficiente para recuperar o organismo?

Nem sempre. A água é fundamental para a hidratação, mas uma corrida longa envolve não apenas perda de líquidos, como também de eletrólitos e utilização de energia. Uma solução de hidratação com eletrólitos pode ser especialmente conveniente logo após a atividade, e deve ser associada à uma refeição equilibrada.

Mas…e as cãibras?

Muitos associam cãibras, principalmente à falta de hidratação, mas não há comprovações científicas para afirmarmos com certeza a informação. Mas, que elas aparecem durante provas ou treinos, muitos corredores com certeza já passaram por isso, inclusive eu, durante uma prova recentemente.

Samantha destaca que ter cãibras durante ou depois da corrida podem sim estar associadas à falta de eletrólitos, mas, principalmente, à desidratação.

“A combinação de sudorese alta e reposição só com água pura aumenta a suscetibilidade à cãibra, à medida que bebidas com eletrólitos reduzem o risco comparado à água pura, mas nem toda cãibra é causada pela falta de eletrólitos”, pontua.

 

3 lanches ideais para comer antes de um longão

 

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Escape de xixi na corrida é normal?

Durante a corrida, saltos e outros exercícios de impacto, ocorre um aumento da pressão dentro do abdômen, que é transmitida para a região pélvica. O assoalho pélvico participa desse mecanismo, ajudando a sustentar os órgãos da pelve e a manter o fechamento da uretra. Quando a musculatura não consegue responder adequadamente a esse aumento de pressão, pode acontecer a perda involuntária de urina.

Isso não significa necessariamente que exista uma alteração importante na força muscular. Em algumas mulheres, pode haver dificuldade de coordenação entre o assoalho pélvico, o abdômen e a respiração durante o movimento.

Por isso, atividades de maior impacto podem revelar uma perda urinária que não aparece no dia a dia. A chamada incontinência urinária de esforço justamente se caracteriza pela perda de urina associada a situações como exercício, tosse, espirro ou outros esforços.

Quando se preocupar?

É importante diferenciar algo que é frequente de algo que deve ser considerado normal. A perda urinária durante o exercício é relativamente comum entre mulheres, mas não precisa ser encarada como uma consequência inevitável da corrida, do envelhecimento ou da maternidade.

A mulher deve procurar avaliação quando os escapes se tornam recorrentes, aumentam de intensidade ou começam a interferir na sua rotina. Um sinal muito importante é quando ela passa a evitar determinados exercícios, reduzir a intensidade dos treinos ou até abandonar uma atividade que gosta por medo de perder urina.

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A avaliação também é indicada quando existem outros sintomas urinários associados ou quando a mulher não tem certeza se o que apresenta realmente é uma incontinência urinária de esforço. Identificar corretamente o tipo de incontinência é fundamental para definir a melhor estratégia de tratamento.

Precisa largar totalmente a modalidade?

Na maioria dos casos, não é necessário abandonar definitivamente a atividade física. Pelo contrário: o objetivo do tratamento deve ser permitir que a mulher continue se movimentando e volte a realizar o exercício com segurança e confiança.

Durante o período de investigação e tratamento, pode ser necessário adaptar temporariamente a intensidade ou o tipo de impacto, de acordo com cada caso.

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Paralelamente, o fortalecimento e o treinamento adequado do assoalho pélvico ajudam a melhorar o controle urinário e a resposta da musculatura durante o exercício.

O mais importante é não transformar o escape em motivo para abandonar uma atividade que faz bem para a saúde. Se a mulher está perdendo urina durante a corrida, isso é um sinal para investigar e tratar, e não uma razão para simplesmente parar de correr.

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Respondido por:

Guilherme Henrique Santos, ginecologista da Onne Clinic (RJ)

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Faz sentido deixar de correr por medo de envelhecer a pele?

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Quais atividades físicas fazem o corpo continuar queimando caloria mesmo horas depois?

Existem algumas modalidades que podem se destacar quando o assunto é manter a queima calórica mesmo horas após a sessão — o famoso efeito EPOC. Geralmente, as atividades físicas que mais contribuem para esse fenômeno são as que exigem maior intensidade e envolvem grandes grupos musculares, fazendo com que o organismo continue gastando energia durante o período de recuperação.

“Após o esforço físico, utiliza-se uma taxa maior de energia que o normal para a recuperação dos desgastes produzidos durante o treino. Assim, quando você eleva o metabolismo em uma atividade física que exige o máximo de esforço, o organismo continua queimando calorias em uma velocidade mais alta que a normal, mesmo após o término do exercício”, explica o personal trainer Waldyr Maciel, gestor técnico da academia Les Cinq Gym @lescinqgym

Quais atividades físicas fazem o corpo continuar queimando caloria mesmo horas depois?

1. Treinos de força

Os treinos de força são grandes aliados para a promoção do efeito EPOC. Durante o processo de recuperação desses exercícios, acontecem processos como reconstrução das fibras musculares, reposição de estoques de energia e regulação hormonal, o que estimula o consumo de energia e, consequentemente, potencializa a queima calórica mesmo horas depois da sessão.

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2. HIIT

O HIIT (treinamento intervalado de alta intensidade) pode colaborar para manter o metabolismo elevado cerca de 48 horas após a sessão. “Os treinos de alta intensidade com intervalos curtos — como o HIIT — elevam bastante os batimentos cardíacos, levam ao cansaço em poucos minutos e, como produzem mais substâncias resultantes do processo metabólico, exigem mais tempo do corpo para se recuperar. Por isso, o EPOC é maior”, afirma Waldyr Maciel. 

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3. Treinamento funcional em circuito 

O treinamento funcional em circuito pode auxiliar no aumento da demanda metabólica após a sessão, especialmente porque costuma combinar exercícios multiarticulares, uso simultâneo de diferentes grupos musculares e pouco descanso entre as estações.

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4. Caminhada intervalada

Alternar tiros de velocidade com períodos de trote ou caminhada pode ser uma boa estratégia para incentivar o efeito EPOC e a queima de calorias mesmo após o término da atividade física. A alternativa auxilia na elevação significativa da frequência cardíaca e da demanda de oxigênio durante o exercício. O American College of Sports Medicine reforça que esse modelo contribui bastante para manter o metabolismo acelerado depois do treino. 

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source https://boaforma.abril.com.br/movimento/atividade-fisica-queimando-caloria-depois/

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